CAIO LUCCAS

🦜ྀི ┋TEMA : fofo/strangers to lovers
🦜ྀི ┋AVISOS : menções a sexo
🦜ྀི ┋SINOPSE : onde S/n vai a uma festa contra sua vontade e acaba conhecendo Caio
🦜ྀི ┋REPOST 💋

Boa leitura, pivetes 💚

CONVITE
! ʾ s/n pov's  ˙

- Mana, como tú é chata! - digo à Anna alisando meu vestido assim que saímos do Uber. Plena quarta-feira e essa maluca me arrasta pra Barra pro show que eu nem gosto.

- Chata é você, dezenove anos e quer agir como se tivesse oitenta.

- E eu tenho culpa se eu prefiro vestir um pijaminha confortável e me enfiar debaixo do meu lençolzinho com meu bebê do que me enfiar nessa muvuca de gente? Não, eu não tenho. - falo cheia de ódio quando passamos pela fila e ela entrega pro segurança as senhas VIP's que ela conseguiu sabe-se lá como. - Fora que amanhã eu tenho que trampar cedo.

- Blá-blá-blá, pelo menos uma vez na vida curte o momento, amiga - segura meus ombros assim que entramos na boate. - Fiquei sabendo que o hoje o Ret vai cantar só as antigas, pra regaçar o coração.

- Sério?

- Seríssimo - diz sorrindo. Ela me puxa pro camarote, que só agora eu vi que podíamos ir.

- Como conseguiu essa pulseiras, Anna? - indago e ela me lança um olhar safado.

- Tô dando uns pegas no Dallas.

- Não sei quem é - e realmente não fazia ideia.

- É um moreninho bem delícia que é grudado no Ret. Ele é produtor.

Hum, agora tá explicado.

- Aliás, vou dar uma volta pra ver se encontro ele.

- Vai me deixar aqui sozinha? - pergunto arregalando os olhos e ele dá de ombros.

- Faz parte, amiga. Pega alguém, bebê alguma coisa, vai dançar, sei lá. Vou atrás do meu chamego de hoje à noite, bye.

A loira saí no meio do povo descendo as escadas pra pista, me deixando sozinha. Suspiro e me viro na direção do bar. Uma moça me atende sendo super gente boa e eu peço à ela qualquer coisa doce sem álcool.

Minutos depois tô tomando um bagulho de morango e H2O de limão que é uma delícia. Fico sentada no bar sem muito o que fazer. O show não tinha começado, eu não sei fazer amizade, eu dançando é a coisa mais patética do mundo e eu sou tímida demais pra tomar atitude e chegar em qualquer pessoa. Fico no meu canto esperando que Anna retorne ou que minha paciência acabe e eu vá embora sem avisar.

! ʾ Caio Luccas pov's  ˙

De longe eu observava a garota sentada no bar. O cabelo negro com luzes nas pontas, cacheado caído pelas costas nuas devido à abertura do vestido preto brilhoso e para minha surpresa um tênis da Prada no pé. A preta tinha uma presença única no meio das outras pessoas, não foi atoa que chamou tanto minha atenção sem fazer absolutamente nada.

- Oi - me aproximo, apoiando meus dois braços em cima do encosto do balcão. Ela apenas vira a cabeça na minha direção, seus lábios ainda envolvendo o canudo da bebida em suas mãos. A moça perguntou o que eu queria e eu disse que era o mesmo que ela tava bebendo. - É bom?

- O que?

- O que você tá chupando ai com tanta vontade - digo e ela engasga depois de rir. Boa, ponto pra mim.

Fiz a mina sorrir e descobri que o sorriso dela é a uma das parada mais lindas que eu já vi.

- É batida de suco de morango, H2O de limão e leite condensado - fala depois de arrumar a postura e limpar o canto dos olhos. - Não tem álcool.

- Não?

- Não, eu não bebo. - responde simplesmente. Continuo encarando ela, que acaba ficando sem graça. - Que foi?

- Tô encantado com a tua beleza.

- Ah, para, não é pra tanto - diz sorrindo. - Você é bem gatinho também.

Sorri de canto e logo engatamos em uma conversa maravilhosa. Eu não conseguia parar de prestar atenção nela, nas coisas que ela dizia, nos gestos que fazia, as expressões, a vibe e a conexão estranha que existia entre nós ali. Parceria que nós nos conhecimentos à uma cota, que ao nosso redor não existia mais ninguém.

Quando show do meu mano Ret começou, ela se empolgou toda e eu tratei de trazer ela pra perto do guarda-corpo. Insisti para que fossemos pra perto do palco, mas ela disse que tava de boa assim. Me empolguei colocando os braços ao redor da cintura dela, o rosto no vão de seu pescoço, mas ela nem pareceu se incomodar pois aconchegou suas costas em meu peito na maioria das vezes que cantava. Na moral? Meu Filipe acertou em cheio no repertório de hoje, só as antigas, românticas.

- Vou tirar sua roupa te deixar louca, sou chefe do crime perfeito e dono da sua boca - canto no ouvido dela e sinto sua pele arrepiar.

- Quanto mais longe eu fico, mais eu quero estar perto daqui - canta junto dele. - Me sinto tão vazio mesmo que eu esteja transbordando em rios... Mas você sabe sempre luto contra o tempo, enquanto estivermos lado a lado, aproveite cada momento amor.

- To louco pra voltar, amenizar minha dor - viro ela pra mim, as mãos em sua cintura, seus braços ao redor do meu pescoço. - Preciso relaxar hoje, não vamos transar, vamos fazer amor

Ela coloca a cabeça no vão do meu pescoço, sinto sua respiração. Ela beija minha pele, que se arrepiar. Sinto seu nariz se arrastar por ela e seus lábios virem de encontro com minha orelha.

- Você é tão cheiroso - fala e chupa meu lóbulo. - Tava me fazendo um convite?

- Você quer que seja? - indago e sinto suas unhas arranhando minha nuca.

- Por favor - ela sorri safada. Completamente diferente da garota tímida de momentos atrás, gostei disso. - Não tô desesperada, só gostei muito de ti e não quero perder a oportunidade.

- Também gostei muito de ti - beijo o pescoço dela, ouvindo seus suspiros. Encaixo meu joelho entre suas pernas bem no lugarzinho certo. - Cadê a timidez, hein?

- Perco quando ganho intimidade - fala com dificuldade roçando a buceta na minha perna. Ela abraça meu pescoço com mais força e coloca sua cabeça em meu ombro. - Assim no meio de todo mundo? - indaga. Desço uma mão até sua bunda e aperto, fazendo-a gemer baixinho. Porra.

- Assim é mais gostoso, né? - falo sorrindo, sinto seus dentes na minha pele. - Quer dar um perdido?

- Até dois - fala ofegante e eu me afasto dela. Passo os dedos em suas bochechas pra remover os cabelos grudados e ajudo ela a se recompor. O jeito que ela me olha com expectativa só faz meu pau ficar mais duro.

Arrumo minha calça para tentar disfarçar a marcação e seguro sua mão. Descemos pra pista e logo pra fora da boate.

- Na sua casa ou na minha? - pergunto. Ela nem hesita em resposta.

- Na minha, é bem pertinho daqui.

[...]

Eu tava completamente viciado nela. O apartamento da s/n era grande até, com uma vista linda pra praia e nós ficamos em cada canto desse apê. Na sala, no quarto dela, na cozinha, no banheiro, na varanda, na sala de novo, na mesa de jantar. A preta é insaciável e eu não conseguia dizer não com a intimidade dela ao redor de mim.

De fato, de tímida essa mandada não tem nada.

Agora ela tava aqui deitada no peito, a mão indo de cima a baixo no peito enquanto estamos assistindo o nascer do sol na varanda do quarto dela, conhecidamente os alto falantes do teto tocando Antes do Sol Nascer, do Orochi.

- Você já vai? - pergunta ela levantando a cabeça. Seguro seu queixo e beijo seus lábios.

- Quer que eu vá? - pergunto ela me olha hesitante e nega com a cabeça. Nem eu queria ir.

- Você pode ficar pro café.

- É algum código pra gente transar na cozinha de novo? - pergunto dando um cheiro no pescoço dela, que ri.

- Não, garoto - faz carinho no meu rosto. - Tô te chamando pra tomar café comigo mesmo.

- Claro que eu fico - digo sorrindo. - Com uma condição.

- Late.

- Quero teu número - beijo o ombro dela. - E quero tua presença num jantar no Paris 6 na sexta.

- Tá me chamando pr'um encontro? - pergunta reprimindo um sorriso.

- Tô - puxo seu lábio inferior com os dentes. - Mas não tô desesperado, só me amarrei em ti e não quero perder a oportunidade. - reproduzo sua fala arrancando uma risada gostosa dela.

- Também me amarrei em ti - me beija. - Paris 6 na sexta... preciso levar camisinha? - pergunta no meu ouvido.

- Não se preocupa, vida - digo em seu ouvido, alisando sua bunda. - Eu compro uma caixa novinha pra gente assim que sair daqui.

oia eu aqui 🤗

já foram ver meu livro de imagines novo, gatas?

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