Capítulo 44
Fui até meu quarto tirar aquele uniforme, que já estava com um cheiro desagradável. Quando tirei, levei o uniforme até meu nariz e cheirei. Virei o rosto e tossi, fazendo uma cara de nojo, pelo cheiro amargo de suor. Joguei dentro do "buraco" onde a roupa cairia em um grande cesto de roupa.
Vesti uma roupa leve, uma que não gostava de vestir tanto assim - um conjunto, tendo uma saía presa a uma regata. Mas se ganhei, não vou ficar de nariz empinado. Vesti e me observei no espelho, achando que não ficou tão mal.
*TOC TOC*
- Only? - Perguntou Ruan, entrando no meu quarto. - É... Uau! - Disse impressionado.
- Entre! Você que ir no hospital comigo e com o Garry?
- Adorei a roupa. Comprou a muito tempo?
- Na verdade, eu ganhei a muito tempo... Mas nunca usei por achar que não combinasse comigo. Enfim, vai querer ir?
- Não, tenho muitas coisas pra fazer. - Fechou a porta, mas logo entrou no quarto de novo. - E aqui está sua nova máscara!
Corri e peguei a caixa que ele segurava. Joguei a tampa no chão e peguei minha nova máscara, largando a caixa. Admirei a máscara com tecido melhor e mais confortável. Abracei Ruan e logo após ele saiu.
Coloquei minha máscara em cima da cômoda. Saí do quarto e fui para a sala central, esperando encontrar Garry.
- Aqui, Dayana! Aqui! - Me chamou pulando de um lado para o outro.
- Você já pode ir?
- Sim, vamos!
Me despedi de todos com um "tchau" acompanhado de um sorriso.
Garry, resolveu dar a ideia de ir para o hospital em um dos carros da área 51 (já que o dele ficou com a esposa). Entramos no carro e colocamos o cinto. Garry ligou o motor, ajustou o espelho e "caímos" na estrada.
Você tá com saudade de conversar com ele, conversa logo! Pensei e logo colocando a ideia em prática.
- Você ficou quanto tempo ainda no hospital depois que eu viajei?
- Dayana, você ficou lá por dois dias, só. Eu saí do hospital, no seu primeiro dia lá.
- Ah... Fico feliz por você estar melhor. Não sabe o quanto senti saudades das suas ordens! - Tentei copiar a postura dele de sério brincando.
*Risos*
Liguei o rádio e procurei uma estação. De vários chiados horríveis, uma música animada se destaca animando a curta viagem.
- Ah, eu amo essa música! - Disse e logo após comecei a cantar.
Garry me olhou, parecendo estranhar. Também, com essa voz não é pra menos. Mas logo começou a rir e cantou junto.
Quando chegamos, não sendo muito tempo, desci do carro e me espreguicei. Aquele tempo sentada no carro foi o suficiente para eu ficar com as costas doloridas. Também, sem treino minha preguiça me dominava deixando meus ossos desacostumados com tal movimento. Ou ao contrário?
Garry desligou o motor, saiu do carro e o fechou. Caminhamos juntos, com passos igualados até as escadas do hospital. Mas antes de entrar, parou, olhou para a o letreiro com o nome do hospital e falou:
- Sabe, é estranho estar aqui de novo em tão pouco tempo. Vão pensar que me machuquei ainda esses dias...
- Bobagem sua. Agora venha!
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