Capítulo 1 - O Inicio
Eu sou Frisk, sou uma humana, e sou amiga de monstros, e após Asriel quebrar a barreira, finalmente os monstros estavam livres e poderiam sair do subsolo livremente. Claro que, nem todos os humanos ficaram felizes com essa ideia, pois algumas crianças tinham medo dos monstros, achando que eles iam machucá-las, e, consequentemente, os pais também não gostaram disso. No entanto, havia crianças que adoravam brincar com eles, principalmente o Little Monster, as crianças adoram ele! Acho que isso diminuiu um pouco o medo que as crianças humanas tinham dos monstros. Pois, em muitas histórias que contamos de pai para filho, monstros são criaturas terríveis e assustadoras, que só queriam assustar ou devorar criancinhas. Bah! Com quem eu moro agora? Moro em um apartamento junto de Toriel, Asgore, Papyrus e Sans. Asgore conversou com o prefeito da cidade, explicou o que estava acontecendo e, por sorte, o prefeito é um homem gentil, e nos permitiu que morássemos por lá. O que aconteceu com Asriel e Chara? Bom, Asriel voltou a ser o Flowey, mas não deixamos ele lá no subsolo, não! Trouxemos ele junto em um vaso de flor, nos finais de semana, sempre pintamos o vaso de flor dele de uma cor diferente, apesar dele não gostar muito disso, eu insisto em fazer isso, às vezes, até Chara me dá umas dicas de qual deve ser o próximo desenho, mas os desenhos dela são meio... " Sangrentos " .. Da última vez que perguntei a ela qual seria o desenho do potinho, ela falou para desenhar uma faca atravessando o vaso e cortando as raízes do Flowey, se eu fiz isso? É lógico que não. E, parece que, de alguma forma, Chara conseguiu reviver. Algo me diz que foi por causa que eu disse que iria salvar ela quando eu estava " lutando " contra Asriel. Um pouco confuso, eu sei...
(Toriel)_ Minha pequena, irei para a escola, Sans ficará em casa tomando conta de você, se cuide, tá? - Ah, sim, Toriel conseguiu realizar seu sonho de ser professora, ela está muito feliz por poder ensinar crianças e monstrinhos.
(Frisk)_ Tá bom, mamãe! - Ela me abraçou e logo depois se levantou e se despediu. Minutos depois, fui até o quarto do Sans, que, como sempre, ainda estava dormindo, sendo que agora são duas horas da tarde. - Saans! Acorda!
(Sans)_ Nhá... Me deixa em paz, pivete... Vá incomodar o Paps...
(Frisk)_ O Papyrus foi ir trabalhar, Sans. - Sim, Papyrus começou a trabalhar, já que o rei disse que a guarda real foi desfeita, ele queria trabalhar em algo que envolva segurança, e adivinha onde? Se você disse para a polícia, você acertou, ah, e é claro, junto de Undyne. Eles são uma ótima dupla, junto dos outros policiais humanos, claro que, Undyne às vezes tem que se controlar, porque às vezes os criminosos ficam zoando ela só porque ela tem semelhança a um peixe. Tadinha... Papyrus... Bem, ele abraça os criminosos e diz que eles não precisam fazer isso, mas ok.. Né, cada um com seu senso de justiça.
(Sans)_ O que?... Ai... Tá.. Já vou me levantar... - Ele se senta na cama preguiçosamente e boceja.
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