Capitulo 46
ANY GABRIELLY
Josh me ajudou a sair da cama, mas o incomodo no meio das minhas pernas me impossibilitou de caminhar. Eu não esperava por isso e acabei fazendo uma careta olhando Josh.
— É, esqueci dessa parte. — disse me olhando. — Arde muito?
— Incomoda. — ele assentiu e me pegou no colo.
— Desculpa. — beijou minha testa e eu sorri.
Josh me colocou dentro do box e ligou o chuveiro. Senti aquela água quente cair sobre mim e sorri.
— É sério, como consegue sorrir por tudo? — encarei Josh que perguntava confuso.
— Não sei, gosto de coisas simples. — espirrei água nele. — Minha mãe quando me via triste sempre me fazia cócegas, tinha vezes que meu pai se juntava e só falta eu morrer sem ar. — sorri lembrando deles.
— Sente muita falta deles, não é? — assenti. — Pensa que daqui duas semanas você vai estar com eles. — encarei Josh.
— Mas vou perder vocês. — suspirei passando a mão no rosto. — Parece que estou em um quarto e que as paredes estão se fechando aos poucos.
— Por favor, não quero te ver preocupada com isso. — ele segurou meu rosto. — Pode demorar, mas você vai conseguir seguir com a sua vida. — forcei um sorriso.
— Sei que vou. — mentira. — Mas e se um dia eu deixar escapar que vocês são assassinos?
— Aí automaticamente vai vir uma bala bem aqui. — apontou no meio da minha testa.
— Você não teria coragem. — sorri de canto.
— Quem te garante? — disse me olhando.
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— Seu pau. — levei minha mão até ele agarrando com certa força. Josh gemeu rouco e eu sorri.
— Gabrielly, não faça isso se não aguenta. — com a água caindo sobre nós, comecei a masturbar-lo e ele fechou os olhos.
Suas mãos pararam na minha bunda e eu fechei os olhos aumentando o ritmo da minha mão. Seu pau já estava duro como pedra e eu novamente excitada querendo ele dentro de mim.
— Me fode. — digo olhando em seus olhos. — Eu aguento. — digo em um sussurro e Josh sem pensar me vira contra a parede.
Meus seios se chocaram contra o azulejo gelado e eu suspirei de olhos fechados.
— Quero te ouvir gemer mais alto do que a última vez. — sem aviso, Josh me penetrou e eu realmente gemi alto.
Suas mãos apertavam meus seios com força e eu pressionava minha cabeça contra seu peito gemendo loucamente.
Seus gemidos estavam altos em meus ouvidos e chupões eram deixados em meu pescoço me fazendo movimentar com certa pressa.
— Porra Gabrielly. — disse rapidamente aumentando seu ritmo.
Meu ventre começou a se contrair e junto dele senti minhas pernas fraquejarem. Josh me segurou com força e sem conseguir raciocinar direito gozei em seu pau.
Senti ele sair de dentro de mim e me virei vendo ele se masturbar.
— Eu posso? — pergunto já me ajoelhando na sua frente.
Eu não tinha noção do que estava fazendo, mas coloquei seu pau na minha boca e comecei a chupar.
Aquilo era realmente muito grande, então o que não cabia na minha boca eu trabalhava com a mão. Me permitia olhar ele e seus olhos estavam fechados enquanto gemia com a cabeça inclinada.
Josh agarrou meus cabelos e eu achei que iria engasgar quando ele foi um pouco mais fundo, porém o ritmo da sua cintura me fez entender que o seu orgasmo estava próximo.
Acelerei meu ritmo e senti minha boca sendo preenchida por algo quente. Achei que o gosto seria pior, mas até que não, não é agradável, mas eu engoli.
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Josh me puxou me fazendo ficar em pé e voltou a me beijar.
Minha intimidade deveria estar doendo mais, porém acho que a segunda vez foi ainda melhor.
— Deus, você realmente é maravilhosa. — disse ainda ofegante e eu sorri.
— Já te disseram que Deus é uma mulher? — olhei ele.
— Não duvido. — voltou a me beijar.
— Sabe. — digo após me separar do beijo. — Para alguém que reclama de uma geladeira aberta, gastar água parece estar bem tranquilo. — Josh me olhou e revirou os olhos.
Desligamos o chuveiro e saímos enrolados em uma toalha.
No seu closet, peguei apenas uma camisa e vesti ficando sem nada por baixo.
— Me promete que vou acordar amanhã e você vai estar aqui? — digo me ajoelhando ao lado dele na cama.
Josh já estava deitado e mexia em seu celular, ao que parece os meninos perguntaram algo.
— Não posso te prometer porque posso receber uma ligação em cima da hora. — abaixei a cabeça. — Mas posso te prometer que deixo um aviso, e que volto. — ele alisou minha coxa.
— Hm. — resmunguei subindo em cima dele. — Me responde uma coisa? — ele jogou o celular ao lado. — Qual é sua com aquele Brian? — Josh revirou os olhos.
— Por que quer saber? — cruzei os braços. — Você já me desculpou?
— Me conta que eu te desculpo. — sorri de canto.
— Você não vale nada. — abri a boca.
— Tenta repetir isso quando estiver dentro de mim e talvez eu acredite. — Josh deu risada. — Vai, me conta. — suspirou derrotado.
— Brian lidera a máfia dos EUA. — franzi o cenho confusa.
— Vocês não são uma máfia? — pergunto confusa.
— Não, somos assassinos, uma coisa não liga a outra. — assenti lentamente. — Acontece que há um tempo atrás foi me dada uma missão, ela basicamente era matar o braço direito de Brian.
— Hm. — encarei seu peito descoberto. — Matou? — assentiu.
— Só que ele jurou vingança e a pessoa que nos mandou fazer isso, morreu. — arregalei os olhos. — Brian descobriu e cobrou. — ele alisou minha coxa suavemente.
— E vocês? — pergunto olhando ele.
— Ele tentou nos matar, muitas vezes. — Josh dizia calmamente enquanto sorria. — Mas ele nunca conseguiu chegar perto. — mordi o lábio inferior.
— E por isso ele te odeia? — pergunto simples.
— Ele não aceita que seu poder é tão fraco que não consegue nos desarmar. — disse confiante. — A gente não sai se gabando, nós fazemos o nosso trabalho, pegamos nosso pagamento e vivemos como pessoas normais.
— Bota normais nisso. — digo rindo. — Se ele tivesse me ganhado naquela aposta...
— Nem brinca com isso. — ele me cortou. — Brian é capaz de fazer de tudo para me atingir, ele quer me ver abaixar a guarda.
— Hm. — passei a mão na minha nuca. — Mas se ele tivesse me ganhado? — Josh fechou os olhos e respirou fundo.
Eu só queria ouvir da boca dele que ele iria até o inferno para me ter de volta.
— Eu iria até o inferno para te ter de volta. — sorri vitoriosa. — Você é uma safada. — dei risada e ele me deu um forte tapa na coxa.
— Hm. — gemi e ele me olhou. — Não faz isso anjo.
— Não me chame de anjo. — rocei minha bunda em seu pau.
— Anjo, loirinho, senhor... — dei um selinho nele puxando seu lábio inferior e ele me pegou com firmeza pela bunda.
— Não acredito que você já me deixou de pau duro de novo. — Josh fez eu me movimentar e eu senti sua ereção novamente.
— Não acredito que você já me deixou molhada novamente. — digo com um sorriso. — Quero você dentro de mim... Agora. — sussurro com um gemido e Josh me vira de uma vez na cama.
— Acho bom estar preparada para não andar amanhã. — abriu sua gaveta pegando uma camisinha e retirou sua calça moletom.
— E você para me levar de cavalinho. — sorri retirando minha blusa.
— Você vai cavalgar, mas vai ser agora. — Josh colocou a camisinha e me fez montar nele.
A gente realmente deve ter enlouquecido, mas o desejo por esse cara só cresce dentro de mim.
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