Capítulo 17
Pete
Depois que eu tive os gêmeos Vegas anda mais protetor que nunca, eu não posso sair para lugar algum que ele manda no mínimo cinco seguranças comigo, já estou ficando cansado disso.
— Bom dia meu bem – Falo para Venice que já estava acordado.
— Mama
— Ta bom interesseiro – O pego no colo e o levo para a cadeira que ficava ao lado da cômoda.
— Papa
— Calma
Me sento e dou de mamar para Venice, esse que ataca meu peito me fazendo morder meu lábio.
— Devagar fominha – Fico ali amamentando Venice até que Vegas chega zangado.
— O que foi?
— Nada, só estou cansado
— Vegas...
— Não é nada eu juro meu bem – Ele vem e me beija.
— Certeza?
— Absoluta
— Certo, pegue Syngapore para mim por favor
— Ele está dormindo e melhoro deixá-lo dormir
— Queria ir no shopping hoje, só nos o que acha?
— Mas é os bebês?
— Nop cuida deles, vamos Vegas, faz tempo que não saímos juntos
— Não sei não
— Ok alfa, levamos eles, só vamos sair juntos ok?
— Certo
— Sem ciúmes viu!
— Não sei do que está falando!
— Sabe sim!
— Não tenho culpa se aqueles alfas ficam lhe olhando estranho!
— Alfa, só quero uma tarde legal no shopping ok? Nada de brigas sem motivo!
— Ok, vou trocar de roupa e depois ajeito as crianças
— Ok
Vegas sai e toma banho, veste uma blusa preta e uma calça bege, como Venice já tinha mamado, vou tomar meu banho tranquilamente, visto um top azul com detalhes pretos e uma calça preta e brincos pratas.
— Estou pronto o que achou?!
— Essa roupa está... linda! – Ele fala e meu sorriso se abre, o que faz minha calda e minha orelha aparecerem.
— Obrigado amor! – Vou até ele e nos beijamos rapidamente.
— Venice e Syngapore estão com Nop, vamos?
— Sim
Nos descemos e fomos para o carro a viagem foi tranquila, as crianças estavam calmas eu agradeço já que eles normalmente são agitados.
— Nop ficará de olho nos meninos não se preocupe tanto, vamos só curtir ok?
— Eu estou tranquilo...
— Vamos quero comprar algumas roupas novas, o que acha?
— Tanto faz – Fala e fica olhando para os lados.
— O que foi?
— Nada...
— Certo
Vamos para uma das lojas e compramos várias roupas para os gêmeos. Já na segunda comprei algumas cuecas para Vegas e para mim.
— O que achou? – Pergunto mostrando uma roupa.
— Legal
— Vegas! Está me ouvindo?!
— Sim claro
— Idiota – Saio da loja e vou para a outra sem ligar se Vegas está ou não vindo.
— Pete! Espera, estamos andando juntos lembra?!
— Eu sei, mas você não liga para o que eu falo!
— Eu estava escutando
— Sei
Volto a olhar as roupas e fico encantado com um conjunto lindo! Um top rosa de lã e uma calça jeans linda e para finalizar uma choquer rosa com um sininho fico tão feliz que quase que imediatamente minhas orelhas aparecem, pego o conjunto e vou até o vestiário.
— O que achou?!
— ...
— E linda né?!
— Sim... – Ele fala e olha para os lados.
— O que foi?
— Nada – Ele fala quase rosnando.
— Delicia! – Um grupo de homens assobia e grita ao passar e eu fico totalmente envergonhado.
Isso até escutar um rosnado alto, olho para Vegas seus olhos estão vermelhos e seus caninos amostra.
— VEGAS! Pare já!
— Eles estão te olhando!
— Você é ridículo! – Saio e vou me trocar pago a roupa e vou para a praça de alimentação.
— Que ódio!
— Pete que bom lhe ver! – Bang-Chan meu amigo fala.
— Chan? Como está? Faz tempo que eu não lhe vejo!
— Estou bem, e você? Está sumido? O que aconteceu?
— Nada, mas me conta como estão os meninos eles estão bem?
— Sim, Changbin está gravido, cinco messes
— Sério?! Meu Deus eu pensava que Minho engravidaria primeiro
— Todos pensavam que sim, mas meu pequeno foi mais rápido
— Eu estava com tanta saudades – Vou até ele e lhe dou um abraço forte, ele cheira a saudade e eu solto um sorriso fraco, Bang-Chan sempre foi super protetor desde que éramos pequenos.
— Sempre protetor
— Desculpa, foi a saudade, Seungmin sempre fala que eu sou exagerado
— Ta tudo bem, relaxa, você tá uma mistura de cheiros
— A matilha sempre garante que eu esteja bem marcando, sabe como é né
— Sim, diga a Jisung que eu não esqueci a promessa, já cumpri minha parte só falta ele
— Espera, esta gravido?
— Estava, gêmeos, Syngapore e Venice
— Depois quero vê-los, aposto que são lindos como os pais
— E agitados
— Não vejo a hora de Changbin dar a luz, quero conhecê-la logo
— E menina?
— Sim... Hana ou Yuna, não sabemos ainda
— Quero ser convidado para o aniversário
— Pode deixar! Quer tomar algo? Colocar o papo em dia?
— Claro – Fico animado e minhas orelhas aparecem novamente.
— Oww, você não muda mesmo, posso tocar?
— Claro, eu não importo – Ele sori é levanta a mão, mas quando vai tocar em minhas orelhas recebe um tapa na mão.
— Não o toque – O cheiro de Vegas preenche o local e sinto sua respiração forte em meu ouvido.
— Vegas – Suspiro ao sentir seu canino em meu pescoço.
— Desculpe e que Pet havia deixado
— O nome dele é Pete não Pet – Rosna.
— Pode parar com isso Vegas, Bang-chan e meu amigo! Esse seu ciúmes está ficando chato!
— Eu só quero o proteger
— De quem em?! E cadê os nossos filhotes? Em?!
— Com Nop
— Que saber cansei, foi ótimo revê-lo Chanie, me ligue para marcamos outro encontro, mas agora eu preciso ir
— Tudo bem, marcaremos um jantar com todos Jisung sente sua falta e eu também, foi bom te rever – Fala e tenta abraçar o menor, mas Vegas Rosna.
— Tchau – Fala e sai.
— Já vai tarde – Vegas fala e eu mio com raiva.
Saio de perto dele e vou para o estacionamento, chego perto do carro e ligo para Nop.
— Traga as crianças, vamos embora e diga a Vegas que ele está proibido de falar comigo até chegarmos em casa! – Desligo e bufo zangado.
Não demora muito e Nop chaga com Vegas e as crianças, Vegas vai no banco da frente eu fico atrás amamentando Syngapore que havia acabado de acordar. O caminho até em casa foi silencioso quando cheguei em casa fui direto para o quarto com Venice e Syngapore em meus braços, tranco a porta e coloco os gêmeos para dormir no berço que fica perto da cama, estava tudo calmo. Até que eu escuto Vegas bater na porta.
— Eu não quero falar com você
— Me desculpa....
— Não
Escuto um silêncio desconfortável, mas não abro a porta, me deito e tento dormir, tento, porque os som de um lobo chorando me faz acordar.
— Vegas? Vegas? – Abro a porta e vejo um grande lobo preto choramingando na porta.
O lobo assim que me vê abaixa a cabeça e começa a chorar, me ajoelho e o abraço, o grande lobo começa a abanar o rabo e me cheirar.
— Ainda estou chateado com você
— Desculpa amor – Vegas fala e nos beijamos
Uma semana se passa, eu e Macau estávamos mais juntos já que ele é Tay estavam finalmente noivos, o pequeno demorou tanto, mas conseguiu, Tay agora era oficialmente seu noivo e seu ômega já que o menor havia o marcado.
Vegas estava sentado no sofá de couro na sala de estar, observando Pete enquanto ele ria e conversava animadamente com Macau. O olhar de Vegas era penetrante, e sua expressão, normalmente controlada, agora mostrava sinais de irritação. Ele não conseguia evitar; o ciúmes fervia dentro dele. A proximidade entre Pete e Macau o incomodava profundamente.
— Vegas, está tudo bem? – Perguntou Pete, notando o olhar sombrio de Vegas. Ele se aproximou, colocando a mão no ombro do namorado.
Vegas afastou a mão de Pete com um gesto brusco.
— Por que você sempre tem que estar tão perto dele? – Ele disparou, sua voz carregada de ressentimento.
Pete franziu a testa, surpreso com a reação de Vegas.
— Do que você está falando? Macau é seu irmão, e nós somos amigos. Não há nada de errado nisso.
— Não é isso que parece! – Vegas retrucou, levantando-se de um salto — Parece que você está mais interessado nele do que em mim!
Pete ficou em silêncio por um momento, processando as palavras de Vegas. Então, com uma calma forçada, ele respondeu:
— Vegas, isso é ridículo. Eu amo você e não há ninguém que possa substituir o que temos
— Ridículo? – Vegas repetiu, sua voz elevando-se — Ridículo é você passar mais tempo com meu irmão do que comigo!
Pete respirou fundo, tentando manter a calma.
— Vegas, você precisa confiar em mim. Eu não estou fazendo nada de errado. Você está deixando seu ciúmes tomar conta de você!
Vegas passou a mão pelos cabelos, frustrado.
— Eu só não consigo evitar. A ideia de perder você para qualquer pessoa, mesmo que seja meu irmão, me deixa louco!
Pete se aproximou novamente, desta vez segurando firmemente os ombros de Vegas.
— Você não vai me perder, mas se continuar agindo assim, com desconfiança e ciúmes, vai acabar nos afastando. Nós precisamos conversar, precisamos resolver isso juntos.
Vegas olhou nos olhos de Pete, vendo a sinceridade neles. Lentamente, ele começou a relaxar, percebendo que seu ciúmes estava prejudicando a relação.
— Desculpe, Pete. Eu só... eu só te amo tanto que às vezes perco a cabeça – Pete sorriu suavemente.
— Eu sei, Vegas. E eu te amo também. Mas precisamos confiar um no outro. Vamos trabalhar nisso, ok? – Fala e beija o marido.
Vegas assentiu, puxando Pete para um abraço apertado.
— Sim, vamos trabalhar nisso. Prometo que vou tentar melhorar
— Você vai, não é bom esse ciúmes descontrolado
— Eu sei...
— Agora vem, quero ficar com o meu alfa, meu único, pai dos meus filhos
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Continua
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