Perfume inebriante

Olá, amores! Caso, encontrar algum erro, avise! ❣
Roupa da Edeline acima! ❣
Amorecos, não sei quando irei atualizar :/
➥ Boa leitura! ❣


Capítulo 3 — Perfume inebriante.

Point Of View Edeline Hicks

Nolee chegará hoje, quero lhe apresentar tudo, mesmo que eu tenha visto pouco. Ela, provavelmente, irá adorar, qualquer local é motivo de foto para a morena. Aqui me sinto livre, mas um pouco sem saber o que fazer, mesmo sabendo que preciso ir para a lanchonete. É difícil pensar que agora irei ficar aqui por um tempo e longe de Plínio.

Foco.

Ontem, Zion, ajudou-me sem eu pedir, e aquilo me fez pensar em várias coisas. Será que, de fato, ele pensa assim? Digo, ajudar alguém que você nem conhece e enfrentar outra pessoa sem saber se ela está armada. Ao meu ver, é estranho. Não sei se este homem já veio para esse lugar, para entender de algo. A verdade é que eu gostei, mas não posso sair falando muito sobre isso.

Morar com minha mãe e novo, mesmo sentindo-me uma estranha. Metade da minha vida foi morar na cidade grande, e agora morando aqui, é de se estranhar, de fato. Relembrando o passado, percebo que nunca fui tão próxima como pensei que fosse de Makena. Conversamos sempre que podíamos... Aliás, não sei por qual razão estou pensando nisso. É inútil.

Agora preciso olhar sempre para frente, também para não tropeçar, até porque essa cidade é cheia de buracos e pedras pelo caminho.

— Edeline, cliente! 'Tá surda, minha filha? — mamãe, grita. Dou uma risada fraca.

Eu sempre pagando mico, principalmente, quando estou pensando.

E ele estava lá. Nada sutil.

— De novo? — questiono, sendo, bem intrometida. Não tenho nenhuma intimidade e já estou falando assim? Estou bem louca. Ou é cheiro de poeira?

— É o local mais próximo para comer. — deu de ombros, olhando o cardápio. — Namora?

— Não lhe interessa! De fato, é próximo. — o olho com superioridade. — Já sabe o que irá pedir?

— Só perguntei..

— E eu respondi, querido. — respondo, irônica.

— Afiada, né?

— É, a faca também é. — continuei olhando-o, visto que o homem, solta uma risada fraca, fazendo-me arquear uma sobrancelha.

— Panquecas com gotas de chocolate. — finalmente faz o pedido, olhei para cima, agradecendo. Afinal, estou com um sapato super apertado, sinal, que está na hora de doar. — Modelo?

— Fotográfica. — respondi sem pensar, estava tão absorta com o sapato. — Já trago seu pedido, Senhor!

Virei-me indo até Make, dando-lhe o papel.

Zion, não precisa saber da minha vida. Mas, eu amo falar sobre ela, então, só fiz graça mesmo. Ele é um homem bem charmoso, aposto em empresário tirando férias. Diria também que é mais velho, ao meu ver, porém gato. Preciso parar de pensar nesse homem, imediatamente.

Peguei o pedido no balcão, caminhando até ele, que me olhava.

— Aqui, Senhor. — coloquei o prato a sua frente. — Empresário? — questiono, sentindo meu rosto queimar. Deus, por que passei pouco maquiagem hoje?

— E de férias. — deu um sorriso. — Tem algum horário em sua agenda para uma saída hoje a noite, madame?

Engulo a seco, cadê a saliva nesse momento? Arregalo os olhos. Ousado? Não sei se concordo. Nem o conheço.

— Às 20 horas. — as palavras simplesmente saíram da minha boca.

E o sino toca. Outro cliente. Novamente, virei-me para atender, mas sou impedida por ele. Movi apenas a cabeça, estranho o toque.

— Meu número. — entregou-me um papel. Ele carrega papéis com o próprio número? Safado.

(...)

TEXAS, 19H30

Cabelo alisado. Vestido verde com alças finas e curto, brinco chamativo e maquiagem com as pálpebras vermelhas e boca nude. Clássico e fácil. Makena, achou estranho o fato de eu ter aceitado ir sair com um cara desconhecido. Mas, é assim que encontramos o amor da nossa vida ou um possível psicopata preparando minha morte. Não irei ficar pensando no lado ruim, mas é necessário pensar nisso, querendo ou não. Make, disse-me que o vestido estava extremamente curto e que chamaria atenção de homens. Mal ela sabe, que é possível encurtar mais pelas laterais.

Homens devem se pôr em seu lugar. Não é não! Não é porquê visto uma roupa curto, que tem o direito de falar algo. Assédio é crime!

Suspiro.

Zion, deu-me o telefone dele para avisar algum problema, como: atrasos. Estou pronta antes da hora, e isso é novidade em minha vida. Minha melhor amiga, Nolee, chegou às 17 horas, e não pude mostrar a cidade, então decidiu ficar no hotel para dormir mais um pouco e acordar disposta amanhã. Aliás, ela sabe que irei sair com uma pessoa e deu-me uma força moral, que eu estava precisando.

Serei muito tola de mandar uma mensagem avisando que já estou pronta? Por fim, decidi escrever algo para ele.

Edeline: "Estou pronta e você gatão? rs" 19h47.

Rapidamente, ele responde, com um áudio.

Zion: "Ei, madame, também estou. Aluguei um carro aqui, às oito horas, estarei lhe esperando em frente a sua casa." 19h49.

Certo. Calma, mulher, pra quê esse desespero todo? Exatamente, não sei. É apenas um homem. Esses meus pensamentos são tão... Loucos? Sendo honesta comigo mesma, o fato, de estar nervosa é também por ter bastante tempo que não saio com alguém do sexo oposto. Normalmente sempre é com mulheres de trabalho.

Escuto o barulho de buzina. É ele. Coloquei um pouco de perfume no pescoço, e dou um sorriso para o espelho, orgulhosa por sentir-me bem. Retirei-me do quarto, com a bolsa em um ombro, dando de cara com Makena.

— Está bela demais! — murmura, olhando-me da cabeça aos pés. — Bom jantar, filha. Qualquer coisa me ligue.

Assim, que, realmente, sai de casa, caminhei de forma lenta até o rapaz encostado no carro. Parei em frente ao empresário, dando um sorriso de lado. Respiro o perfume forte dele. Deus...

— Estou sem palavras, Senhorita. — riu, encostando a mão em minhas costas, abrindo a porta do carro, e deixando-me entrar no veículo. Ele fez o mesmo, apertando o volante. — Realmente, está formidável! — torna a dizer, olhando-me.

— Seu perfume é inebriante. — digo, escutando sua risada baixa. — Hoje você está lindo.

— Apenas hoje?

— Não lhe vejo todos os dias para dizer isso. — ri.

— Podemos mudar isso, caso esteja interessada. — continua olhando para frente, mas com um sorriso ainda.

— Apressado demais, para alguém que acabou de conhecer, não acha? — não quis soar debochada e irônica.

— Estou aqui de férias, preciso aproveitá-la bem. — responde, suspirando. — Chegamos.

Olhei para fora do carro, e só conseguia enxergar escuridão. Irei morrer, simples! Ele abriu a porta, dando-me a mão para segurar, engulo a seco, a segurando. Zion, fechou a mesma, e foi quando nos viramos que, de fato, eu notei a entrada do local, extremamente brilhosa. Entramos no espaço, totalmente, iluminado, e fomos guiados por uma mulher até nossa mesa. Notei ser um pouco mais afastada. Sentamos e continuei a olhar o ambiente.

— Lindo, não?

O olhei surpresa.

— Perfeito. — respondi, abismada.

— Concordo. O que faz nessa cidade? — me questionou, pedindo o cardápio.

— Meu pai faliu e mandou-me para esse lugar. Minha mãe é dona daquela lanchonete. Irei ficar aqui por um tempo, não sei até quando. — assumi a grande verdade.

— Mas, você é mais nova? — arregala os olhos, gargalhei.

— Não. Plínio, meu pai, tem a minha guarda, e mesmo tendo o meu trabalho, entende? — murmuro, olhando ao redor. — E você garanhão?

— Ficarei de férias por 7 meses nessa cidade. Minha secretária falou que eu iria gostar. — explica, bebendo um pouco da água que foi servida.

Abri um sorriso.

— E não está gostando? — enfrentei.

— Por agora, amando esse lugar. — arregalei meus olhos. Céus!

Nossa comida chega no exato momento em que iria respondê-lo. Esse ser humano me instiga a cada minuto, é delicioso conversar com ele, mesmo que isso para isso acontecer ele tenha tomado a iniciativa. O silêncio confortável torna a ficar melhor quando uma música leve começa a ser tocada.

E assim é nossa noite.

➥GALERAAAA!! FINALMENTE ELES TIVERAM UM ENCONTRO! EU AMEI. Foi bem difícil fazer esse capítulo, e eu não sei quando o próximo irá sair. Desculpem! ➥DIGAM O QUE ACHARAM DO CAPÍTULO! EU AMO RESPONDER! ❣

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