𝕮𝖆𝖕𝖎́𝖙𝖚𝖑𝖔 35

"Então, me queime com fogo, me afogue com chuva
Vou acordar gritando seu nome
Sim, sou uma pecadora, sim, sou uma santa
O que quer que aconteça aqui
O que quer que aconteça aqui
Nós continuamos."

Com muita relutância da parte de Gael, consigo terminar de dar seu banho, o ajudando a vestir sua box e sua roupa hospitalar em seguida. O levo de volta para o quarto e auxílio ele a deitar-se na cama, ajeito os seus travesseiros para que ele fique bem confortável.

— Está confortável amor? — digo atenciosamente o olhando com carinho.

Ver Gael assim, ainda tão frágil me dá muita vontade de cuidar dele e pelo visto ele parece que está gostando dos meus cuidados.

— Está, morena? — se recosta e me olha todo carinhoso.

Ultimamente ele só anda assim para o meu lado, nem parece aquele bruto que havia conhecido a um tempo atrás.

— Oi moreno — o olho de lado.

— Me dá um beijo? — pedi com uma carinha tão linda e eu fico como?

Toda derretida! Deixo um sorriso apaixonado se formar em meus lábios.

— Só se você se comportar, fica paradinho! — peço querendo sorrir.

— Tá, fico sim — diz retribuindo o sorriso.

Como estou em pé ao seu lado, me inclino em sua direção e reivindico seus lábios em um beijo carinhoso, deixando minha mão alisar sua barba por fazer e sentindo a mesma espetar a minha mão. Sua língua dança de um jeito bem sensual junto com a minha, causando uma onda de explosões prazerosas.

Tenho que me segurar fortemente para não montar nele, homem gostoso e quente da porra!

Gael interrompe o beijo e encosta sua testa na minha, sua respiração está um pouco descontrolada assim como a minha, devido ao beijo intenso e gostoso que o mesmo soube me proporcionar.

E eu sempre sei que esses beijos sempre vão me deixar louca, por que ele só me pega e me beija assim, desse jeito único.

Me afasto um pouco dele e aviso que vou no banheiro, vou até minha bolsa e pego uma roupa limpa, vou até o banheiro tomo um bom banho, na intenção de me refrescar um pouco, pois esse moreno me deixou muito quente, na verdade ele me deixou fervendo por dentro. Que homem! Quando volto, já vestida com um vestido branco, acima do joelho de renda, o vejo deitado assistindo algo na televisão.

Ele está concentrado, vou até a bolsa e pego uma escova de cabelo. Bolsa de mulher é assim, a gente leva tudo e mais um pouco.

— Deita aqui do meu lado morena — diz agora me olhando, ao notar minha presença.

— Melhor não amor, tenho medo de te machucar — digo penteando meus cabelos e vejo ele arquear uma sombrancelha.

— Vem logo amor, vai machucar nada — sorrio e guado minha escova na bolsa, vou até ele me deito ao seu lado, deixando minha cabeça apoiada em seu peito.

— Você acha que nosso bebê vai ser menino ou menina? — pergunta curioso e eu deixo um sorriso bobo escapar.

Aliso seu peitoral tatuado e músculoso e fecho meus olhos apreciando as batidas do seu coração.

— Sinceramente eu não sei, mas eu gostaria que fosse uma menina, mas se for menino será muito bem vindo.

— Hum, entendi! Gostaria que fosse um menino, mas se for menina também será bem vinda para mim — diz calmamente.

— Por que quer menino? — levanto a cabeça olhando em sua direção curiosa.

— Por que não quero cometer um crime quando chegar a fase da adolescência, namoradinhos se é que me entende — da de ombros fazendo cara de preocupado.

Já vi que Gael vai ser um pai bastante ciumento. Esse bebê nem nasceu e eu já estou com pena dele se for menina, esse moreno vai enxotar todos os "namoradinho" dela. Oh céus!

— Bobo!! Só você mesmo viu amor.

Ficamos um pouco trocando carícias e eu só faço sorrir da carinha de bobo dele alisando minha barriga. Uma vez que Gael levanta minha blusa, começa a alisar a mesma e para na região da minha cicatriz.

— Ainda nem acredito que teve coragem de fazer o que fez por mim.

— Segui meu coração e ele dizia para salvar o amor da minha vida — digo o olhando afetuosamente e o vejo sorrir.

Gael toca em meu queixo e toma meus lábios em um beijo amoroso.

— Aí que cena mais fofa! — diz Laura entrando no quarto nos interrompendo.

— E a empata beijo ataca novamente — diz Gael rindo e ela mostra a língua para ele.

— Parem com isso os dois! — diz dona Luísa entrando no quarto logo em seguida usando seu look chique.

Um vestido azul marinho de renda e um casaco da mesma cor, sua bolsa e sapato scarpin também são azuis, para combinar. A mulher arrasa no quesito combinação looks!

Ela deixa a bolsa no sofá e vem em nossa direção, beija a testa do filho e a minha, sem exitar, levanto da cama e fico em pé ao lado da mesma. Gael por sua vez logo faz uma careta ao ver minha atitude, claro que não vou ficar de agarração com ele na frente da sua mãe.

— Como estão os lindinhos? — diz dona Luísa gentilmente nos fitando.

— Estamos bem — digo sorrindo simpática.

— Que bom — ela sorrir e olha para o filho agora um pouco mais séria — Seu pai foi para o batalhão, resolver alguns assuntos, mais disse que mais tarde vem te ver — diz alisando os cabelos dele.

— Tá bom mãe, também queria conversar com ele sobre o que aconteceu.

— Aí filho, vamos deixar isso para depois? O melhor agora é botar uma pedra e tentar esquecer um pouco essa maldita tragédia.

— Tem razão mãe — diz pensativo.

— Olha primo, eu sei que a gente brigar muito, mas eu quero dizer que se tivéssemos te perdido, eu não iria aguentar — diz Laura de aproximando de Gael, que logo logo sorrir de lábios fechados, a olhando com carinho.

Acho tão lindo esse amor e carinho que a família dele tem, sou tão grata por poder presenciar isso, que é algo tão bonito.

— Ah, tem alguém que estava agoniada para te ver — diz Laura de repente sorrindo para o primo, que na hora faz cara de confuso.

— Quem? — ela não diz nada, apenas vai até a porta, abre a mesma e faz sinal para seja lá quem for se aproximar.

Assim que ela da passagem para a pessoa, nossos olhos avistam Jeda, com sua expressão de emoção, Gael sorrir para ela que começa a chorar se aproximando do leito dele.

Saio do lado dele e vou até onde Laura está, que agora é sentada no sofá.

— Oh meu querido! Graças a Deus que você está bem — diz com a voz embargada.

— Estou bem Jeda, fica tranquila, como você está? — pergunta Gael segurando a mão dela e leva até a boca, depositando um beijo carinhoso.

Acho fofo esse carinho que ele tem com a empregada da família, isso só mostra o quanto ele e a sua família são humildes e de bom coração. Mostrando assim, que Jeda não é apenas uma empregada, mais sim, da família.

— Como você acha? Com o coração na na mão, né? — diz toda chorosa e ele a puxa para um abraço.

— Agora está tudo bem, viu? Já passou! — Gael beija sua testa e enxuga as lágrimas da senhorinha de cabelos grisalhos fofa.

— Graças a Deus! Quando você chegar em casa, vou fazer seu prato favorito — diz contente e Laura me dá uma cotovelada sorrindo, né fazendo sorrir também.

— Atum com batata ao forno — diz ele sorrindo todo contente que está sendo paricado.

— Aí Jeda, assim eu fico com ciúmes hein! — diz dona Luísa sorrindo e abraça ela de lado sorrindo.

Seu comentário arrancou sorriso de todos nos, até que ela se despede justamente com Laura e Jeda, mas antes de Laura sair, me diz que eu preciso ir na sorveteira acertar as contas para poder começar a atuar como modelo profissional, confesso que sua revelação me fez sentir um  pouco de tensão, por que eu não sei como vai ser essa mais nova carreira.

Só que vale tentar!

Elas se despedem e vai embora, me deixando sozinha com meu moreno. Após um tempo, a enfermeira que retirou a sonda dele voltou e entregou seus medicamento.

Ele ainda exitou em tomar, alegando que não aguenta mais tomar remédios e que ele se sente muito dopado, é mole? Mais é muito abusado esse homem.

(...)

Três dia depois...

Chegou o dia tão esperado por Gael, seu primo acabou de entrar aqui em seu quarto, nos informando sobre essa alta. Nem preciso dizer que ele está feliz com a notícia, afinal o mesmo sempre disse que não aguentava mais ficar no hospital.

Antes de saímos, Senhor Gustavo chega e nos cumprimenta, ele diz que vai levar o filho e o mesmo já começa se preparar.

Aassim que saímos do mesmo, como esperado, um monte de jornalistas caíram em cima da gente, foi uma chuva de flash me fazendo quase fica cega, droga! Eu ainda não consegui me acostumar com tudo isso. 

(...)

Ao parar na porta da casa de Gael, meu sogro fez questão de ajudar o filho a descer do carro e a entrar em casa, assim que desço também, noto que a segurança da família Mancini foi dobrada, meus Deus! São tantos homens de preto que fico com um pouco de medo. Me sinto naquele filme do matriz!

Já na casa dele, vejo Jeda nos receber com o maior carinho, ela abraça Gael como se estivesse muito tempo sem vê-lo.

— Jedinha, sei que sou irresistível, mas será que dá para não me apertar muito? — diz Gael sorrindo e ela se afasta sorrindo, limpando suas lágrimas que ainda insistem em descer.

— É a saudade querido! — diz chorosa e Sr Gustavo sorrir olhando Jeda com carinho.

Em seguida ele entrega as coisas do filho a Hélio que logo sobe para o segundo andar, me fazendo entender que ele vai para o quarto do Gael.

Por conseguinte, meu sogro chama Gael até o escritório e eu sigo com Jeda para cozinha, como já são 18:00 da noite, fico ajudando ela a preparar a janta do Gael, fazendo assim, uma sopa de frango com verduras, um café expresso bem quentinho do jeito que ele gosta e algumas torradas com requeijão.

— Quando eu soube da reação do Gael quando soube da sua gravidez, tive vontade de dar umas palmadas nele — diz ela me ajudando a organizar tudo em uma bandeja.

Começo a rir do seu comentário, porém logo fico séria ao lembrar que ele me largou aqui, nesta mesma cozinha sozinha.

— Sabe Jeda, eu fiquei com medo dele me deixar.

— Ele não teve coragem, por que o amor de vocês falou mais alto que o medo dele.

— Verdade!

— Fico feliz pelos dois e mais feliz ainda que ele encontrou alguém que quase deu a vida por ele — diz com carinho e eu a abraço bem apertado.

— Deixa eu levar isso aqui para ele, se não ele não come direito — digo sorrindo e ela sorrir de volta.

Sigo até o escritório mas no caminho encontro meu sogro, ele diz que Gael já foi descansar e logo se despede de mim me dando um beijo na testa.

Sentir-me um pouco emocionada por que queria que meu pai fosse assim comigo, porém me senti acolhida, se eu for reparar bem ele e dona Lu, me tratam como se eu fosse do seu próprio sangue, me fazendo assim deixar um sorrir bobo e admirador na intensão dos dois.

Ao ver meu sogro indo embora, subo as escadas indo na direção do quarto do meu moreno, ao chegar, abro a porta e o vejo deitado na cama, ainda com a roupa do hospital.

— Não tomou banho ainda? Que coisa feia senhor tenente! — digo com ironia e ele revira os olhos sorrindo.

Ponho a bandeja no criado mudo e o vejo sentar-se na beira da cama.

— Estava te esperando para tomar comigo — diz todo safado e eu sorrio.

— Nem vem que não vai rolar o que está pensando, o senhor vai tomar banho e descansar.

— Tá de sacanagem comigo, não é morena? — me fuzila com os olhos.

— Não senhor, já para o banheiro — mando apontando para o banheiro e ele bufa emburrado.

— Tá bom comandante Gabriela Ferraz! — brinca batendo continência e tenta se levantar da cama.

Pelo que percebo, ele ainda tem um pouco de dificuldade, então sigo até ele e o ajudo, quando entrando no banheiro, tiro as roupas dele e tento me controlar o máximo para não tocar em seu mastro de 25cm, Deus do céu! O homem já está excitado e eu estou aqui me segurando para não me agachar em sua frente abocanhar seu pau.

Tiro minhas roupas ficando apenas de lingerie vermelha, olho para Gael e percebo seu olhar de predador em meu corpo, deixando seus olhos varrem acada parte do mesmo com desejo.

Desvio meu olhar do dele e descido encher sua banheira, melhor do que ele tomar no chuveiro, aqui ele pode relaxar um pouco. Então me inclino um pouco e ajusto com o botão para a temperatura bem quentinha. Ainda inclinada, sinto seu olhar ainda em mim, olho por cima do ombro para o homem que me enlouquece e vejo seu olhar em minha bunda, oh homem safado!

— O que foi moreno? — pergunto me fazendo de desentendida.

— Quer mesmo que eu diga ?

— Comporte-se amor — digo virando novamente para a banheira e procuro o sabão que faz espuma.

— Comportamento é a última coisa que quero ter agora com você empinando essa bunda na minha cara — diz bravo e eu sorrir mordendo o lábio inferior.

Levanto e viro em sua direção, vou até ele sensualmente e envolvo meus braços em volta do seu pescoço, sinto suas mãos alertarem minha cintura e logo sinto um arrepio.

— Vem, vou cuidar de você.

— Espero que seja para abaixar isso aqui — aponta para sua ereção, que delícia de moreno!

—Nada disso, vou cuidar do seu banho e trocar seu curativo.

— Foda, viu! — diz emburrado.

E lá vamos nos, ajudo Gael a entrar na banheira e começo a dar banho nele, nessa brincadeira, eu acabo ficando totalmente molhada, com suas tentativas de me tocar, seguro o sorriso ao vê-lo ficar emburrado. Enfim termino de dar banho nele e então tiro minha lingerie, tomo o meu com ele me xingando até de cosias que nem sabia que existia, tudo por que estou o evitando.

Só estou com medo dele fazer esforço, mas ele parece não entender, pois continua emburrado, saímos da banheira e eu pego duas toalhas, uma eu me enrolo e a outra começa a enxugar seu corpo, depois peço para abaixar um pouco a cabeça, pois ele é alto e enxugo seus cabelos negros e lisos.

Fazendo nosso caminho até o quarto e eu vou até o closet, pego uma box e o ajudo a vestir, depois vou até um armário que Gael me indica que tem um quite de primeiros socorros, pego e mando ele deitar-se, organizo os travesseiros atrás dele e  começo a fazer seu curativo.

Gael me olha atento e desejoso, sinto minhas bochechas queimarem mas não digo nada, continuo a limpar seu ferimento, que agora está bastante cicatrizado, apesar de só ter oito dias de operado, meu moreno se mostrou ter uma regeneração bem forte.

— Prontinho, novinho em folha! — digo olhando para ele que sorrir torto.

Vou até a o outro lado do criado mudo e vejo seus medicamentos, dou os que ele precisa tomar e o vejo tomar emburrado, parece um menino fazendo birra para não tomar os remédios.

— Agora vai se alimentar.

— Tô sem fome amor.

— Nada disso, vai comer direitinho para ficar fortinho.

— Sim, mamãe! — diz emburrado e ele mostro a língua para ele.

Sigo até o closet e pegar uma camisa dele social branca, faço o um coque frouxo em meus cabelos e volto para quarto.

Vou até o criado mudo e pego a bandeja, deixo sob a cama e o vejo pegar a tijela com a sopa, sento em sua frente e fico o admirando comer, ele me pedi para o acompanha e mesmo me sentindo um pouco enjoada, dou algumas beliscadas na torrada e tomo um pouco do café.

— Pronto, já estou satisfeito — diz me olhando e limpa a boca com o guardanapo que estava na bandeja.

— Hum, muito bem, agora sim! — brinco e ele revira os olhos.

Pego a bandeja e desço, sigo até a cozinha e deixo tudo com Jeda, dou boa noite a ela e volto para o quarto.
Assim que entro, vejo Gael ainda sentado e recostado nós travesseiros, ele me da um olhar intenso e eu já não consigo mais segurar minha vontade de ter esse homem.

— Deita-se, vou cuida de você!

— Vai é? — pergunta maliciosamente e eu balanço a cabeça positivamente.

Sigo até o som, que está em cima de uma cômoda ao lado da sua cama e a música We Remain de Christina Arguilera preenche o ambiente. Subo na cama e fica entre as pernas de Gael.

— Fica paradinho.

— Fico.

Me aproximo um pouco mais, engatiando e sempre tomando o maior cuidado com seu curativo.

Beijo seus lábios com vontade, sinto sua mão direita segurar meus cabelos com força e eu em resposta, intesifico o beijo. Ao abandonar sua boca, desço dando rastros de beijos pelo seu corpo arrancando gemidos até chegar em seu peitoral.

— Ah, morena! — geme sentindo meus beijos chegando em seu abdômen sarado.

Volto a beijar seus lábios com voracidade, sinto suas mãos passando pelo meu corpo e o tesão me invade com tudo, que vontade de me esfregar nele todo, mas não dá! Então volto a beijar seu corpo inteiro ouvindo mais gemidos até ficar cara de cara com seu membro dentro da box.

— Fica quietinho.

— Vou tentar! — diz de um jeito sexy com a voz rouca.

Fico toda arrepiada com essa voz!

Puxo sua box e passo a língua nos lábios olhando seus 25cm de puro prazer. Volto meu olhar para ele que não desvia nem por um segundo do meu, sinto minhas bochechas queimarem com essa intensidade que ele transmite apenas com esse olho azul, mas não quebro o olhar.

Me inclino na direção do meu parque de diversão preferido e o pego, o levando até a boca, passo a língua por toda a extensão e na glande, em seguida vou engolindo devagar.

— Ah! Caralho! — Gael geme com a voz rouca e desmancha meu coque, me deixando de cabelos soltos.

Ainda com a boca no seu pau, vou chupando devagar, apreciando seu sabor.

— Hum! — digo com tesão e começo a chupar com força o olhando.

— Oh! — geme e joga a cabeça para trás com os olhos fechados.

— Oh, que boca gostosa! Como estava com saudades dessa boca.

Tiro seu pau da minha boca e começo a chupar seus bolas, minha boceta já está toda encharcada só de fazer isso, esse homem me deixa doida! Gael geme de um jeito sexy me deixando muito excitada, até que de repente, me afasto um pouco, tiro a camisa da qual estou vestida e fico nua em sua frente.

— Gostosa — diz todo safado e eu mordo meu lábio inferior tentando segurar o tesão que percorre pelo meu corpo.

Monto nele devagar, para não machucar seu curativo, encaixo seu pau na minha entrada e vou sentando me segurando na cabeceira da cama.

— Ah!! Gael ! — digo ainda sentindo ele me preencher.

— Ah Gabriela! Rebola no meu pau vai!

Meu corpo obedece seu comando, por que automaticamente, começo a rebolar, indo para frete e para trás, com movimentos lentos.

— Hum! — gemo sentindo sua boca no meu seio direito.

Gael começa a me chupar com vontade, dando sugadas fortes, até que não consigo mais me controlar, começo a sentar com vontade, ouvindo ele gemer e em seguida chupar meu pescoço. Suas mãos apertam minha bunda com força e começa a ditar os movimentos.

— Ah! Ah! Ai — gemi baixinho em seu ouvido e chupo o lóbulo da sua orelha.

— Ah, Ah, Gabriela! — geme meu nome apertando com força minha bunda.

Continuo sentando, a medida que subo e desço, meus cabelos caem sob meus rosto, sinto Gael chupar meu seio esquerdo e apegar o direito, rebolo um pouco mais no seu pau, até que sinto o mesmo pulsando dentro de mim, derramando seu prazer dentro de mim.

Cansada e ofegante, assim como ele, encosto minha testa na sua e tento controlar a respiração, até que me afasto e vou até o banheiro me limpar. Volto para o quarto e deito ao seu lado, com a cabeça em seu peitoral no lado direito, para não deitar no lado que está o curativo.

(...)

Acordo com um pouco de preguiça, por que durante a madrugada, Gael estava insaciável, abro meus olhos e vejo que ele ainda está deitado e eu me encontro ainda com a cabeça em seu peitoral. Mas algo me chama atenção, minha mão que repousa em seu peito direito, tem um anel lindo, de ouro, com uma pedra azul anil.

— Amor...

Levanto a cabeça e olho para Gael, vejo que ele já está acordado, ele me olha com um sorriso lindo de molhar a calcinha.

— Quer casar comigo morena? — pergunta com um sorriso lindo.

— Uau, nossa! — digo boquiaberta.

Sento na cama ao seu lado, ainda perplexa, putz! Eu não esperava, olho para o anel no meu dedo anelar esquerdo e olho para ele novamente, que ajeita os travesseiros e me olha de forma intensa e firme.

— Mais como que...

— Quero minha resposta.

Ia perguntar como ele conseguiu comprar esse anel, mas pela sua cara, com certeza pediu para alguém fazer isso.

— Anda mulher, o gato comeu sua língua? — diz impaciente.

Olho para meu dedo ainda chocada com o brilho da pedra desse anel e olho para ele.

— Sim, claro que sim, meu amor! — digo sorrindo e ele me puxa para um beijo quente.

Solto sua boca e começo a da muitos beijos pelo seu rosto o fazendo sorrir.

— Te amo tanto — digo sorrindo.

— Te amo mais gostosa! — responde e beija meu pescoço.

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Oi amores, e aí o que acharam desse capítulo? Gael surpreendeu a morena dele! ♥️✨ Vem mais supresas por aí, aguardem!

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