C A P Í T U L O 51

     Ela estava sensível. Parecia carente, fogosa e bela. Nhycall estava delicada e o Supremo notou quando tocou sua pele.

     Ficava tão linda naquela roupa fina, marcando suas curvas feitas sobre medida para ele. Mas estava carente. Remexeu-se quando ele tocou seus seios, contudo, não acordou. Ela ama o homem e seu corpo sabe disso, por tanto, aceitou perfeitamente bem quando ele a envolveu nos braços quentes de seus músculos.

      Ele beijou sua pele, seu pescoço. Ela ficou ainda mais fogosa, ronronou, mas não acordou. As mãos sagaz do Alpha passou por debaixo de seus braços e apalpou seu seio.

      Nhycall apenas expôs o pescoço, mas continuou dormindo, manhosa. A Ômega conseguia ficar ainda mais linda quando se recusava a acordar, contudo, o mamilo de seus seios endureceram.

       Drogo notou uma sutil diferença quando sentiu o cheiro de sua excitação. Mordeu os lábios quando o traseiro da Ômega roçou sobre sua calça, na altura de seu membro. Nhycall é sua mulher e ele como seu companheiro, levou suas mãos até o sexo da lhycan. Estava úmido.

Deixe-a carente, não é, meu amor? — Ele sussurra baixo para ela, que ainda dorme.

     Suas mãos brincam com sexo sem qualquer hesitação e, devido ao sono, a Ômega permite mais acesso ao abrir as apenas.

     Ele segura em sua coxa e aproxima sua cabeça da boceta úmida da mulher dormente. Ele admira a perfeição rosada, lisa e delicada. Ele abre as dobras com cuidado, observando a entrada não virgem. Drogo sente-se orgulhoso de ser o único homem da vida daquela linda mulher que tomou como sua.

     Nhycall pode negar, mas o Supremo sabe que a tem em suas mãos. A Ômega é apaixonada por ele, por isso, sucumbiu rápido ao desejo do acasalamento. Ele sente orgulho do sucesso ao engravidá-la.

     Gostosa

     Ele abocanha o sexo molhado, escutando o gemido gostoso de Nhycall. Ele permite que a delicada perna descanse em suas costas e lambe a vagina rosada, masturbando-a com ajuda dos dedos.

     A Ômega remexe-se, mas não acorda. Contudo, excita o homem entre suas pernas ao apertar os próprios seios, sonhando com algo erótico. Drogo permite que seus sonhos tornam-se realidade.

      Ele suga, brinca, mordisca e lambe a boceta que julga ser delicada e perfeita. Sua barba trás lembranças ao sonho da Ômega. O acasalamento onde ele fazia questão de aproveitar cada sentimento de seu corpo. Mas diferente daquele dia, Nhycall segura os cabelos negros do Alpha e pressiona contra seu ponto sensível, querendo mais.

      Ela gostava. Exigia mais, contudo é tímida de mais para agir de tal forma consciente. E o Supremo não para. Beija, suga com vigor sua mulher e sem qualquer preocupação enquanto observa-a em seus sonhos eróticos. Ela murmura seu nome quando sente uma sensação familiar vindo.

     Só então ela percebe…

      É real!

Drogo! — O orgasmo vem magnífico num grito de prazer. Todo seu corpo entra em êxtase. Sua costa arqueada, sua respiração ofegante. Nhycall mal processa o que está acontecendo.

      Seus olhos percorrem a cama até encontrar o olhar severo do homem que descompensa todo seu ser desde que o viu pela primeira vez. O Supremo estava de joelhos, limpando a boca como quem saboreia algo. Mas seus olhos, intensos como gelo, encara a Ômega na cama.

Deliciosa…

      Nhycall ruboriza ao perceber o que aconteceu. Logo fica confusa ao não lembrar de ter vindo para o quarto desde que expressou toda sua revolta em frente de toda alcateia.

O q-que… a-aconteceu? — Ela puxa seu corpo para longe do Alpha.

Logo após anunciar sua gravidez, a discussão fez mal a você. — Sem mais nada a decretar, o homem joga-se na cama ao seu lado, relaxado e espaçoso. Seu corpo afunda mais do que o meio da espaçosa cama e quase joga a Ômega no chão.

     Mas ele não permite que ela caia. Seus músculos trazem o delicado corpo para junto dele, jogando-a para o outro lado da cama. E novamente Nhycall sente-se presa pelos bíceps poderosos do Supremo, tão pesados que não permite que ela afasta-se.

     Seu coração dispara. A dominância está forte. Não há como fugir. Ela sente a respiração do Alpha em seu cabelo e, em seguida em seu pescoço. Seus pêlos eriçam quando ele passa a ponta da língua na orelha e mordisca seu lóbulo. O cheiro inebriante e másculo invade suas narinas quando ele aperta seu corpo sobre o dele.

     Ele estava calmo. Nhycall afrontou-o na frente de todos, insultou Nhyara e, mesmo assim, ele está em cima dela, dominante e exigente. Ela ousa perguntar…

N-Não está bravo… c-comigo? — O Alpha aperta sua cintura e um rosnado de insatisfação deixa seus lábios. Nhycall encolhe-se quando seu severo olhar encontra o dela, frio como o gelo.

O que aprontou algo para deixar-me bravo, Nhycall?

     O ar deixa os pulmões da Ômega. Seu coração acelera e ela perde a fala. Sua mente lembra dos insultos de Nhyara. Ela irritada com a situação e avançando em Nhycall, enfurecida. A lhycan mal lembra como a discussão terminou, contudo, lembra-se como iniciou.

     Uma mulher conhece seu corpo. Ela tinha certeza das mudanças. Sentia e sabia que estava grávida a aproximadamente uma semana. E estava certa de que Nhyara não poderia gerar filhos. Ela não tinha cheiro de fertilidade. Na verdade, o cheiro era seco, quente e quase sufocante. Então de onde iria sair a criança que ela chama de filho?

     Nhycall não poderia sequer suportar a ideia de ter seu filho tomado por ela. Naquela noite, o ódio foi maior. Ela precisa mostrar a todos que estava marcada e grávida e que qualquer filho que o casal Supremo assuma, não pertence a eles. Nhyara é infértil. A Ômega teve sua honra arruinada por calúnias e palavras e por palavras e calúnia deveria ser recuperado.

      Faria de novo sem exitar, mil vezes se necessário. Ela não estava arrependida. Teria as consequências, mas afirmou convicta de sua resposta:

Não. — Ela não fez nada além de defender ela e seus filhotes. O resto não importa. O Supremo não honrou-a como companheiro e, por tanto, não tem autoridade alguma sobre ela, exceto como Alpha.

      Nhycall tenta sair de seus braços. O homem não permite. Ele prende seu corpo na cama e encara sua linda íris azul.

Então por que eu deveria estar bravo com minha mulher? — A voz rouca, grave e máscula assoa seus ouvidos. Sua íris branca como o gelo a encara tão profundo que parece ler sua alma. Mas não havia emoções. Estava frio e insensível como sempre foi.

Não sou sua mulher… — O sussurro de Nhycall quase perde-se no ar, mas não abala, nem por um segundo, o homem. Ele parece não importar-se com suas palavras.

Então por que está na minha cama? É uma vadia que veio chupar meu pau? — O rosto da Ômega contrai-se em raiva. As palavras são frias e duras. Seus olhos não demonstram nenhuma ironia ou deboche. — Ande. Minha mulher logo terá meus herdeiros mas não impede-me de foder algumas putas que ficam na cama de homens alheios.

     O maxilar de Nhycall contrai-se e ela fica completamente sem palavras. Sem quaisquer resquícios de arrependimento, o Alpha levanta e, sem vergonha alguma, começa a retirar o cinto de sua calça, sem deixar de encará-la, analisando sua face apavorada.

Não farei nada! — Exalta-se

     O Supremo tira a cinta e com força instalar o couro na cama como um senhor chicoteando um escravo. Nhycall assusta-se e torna afastar-se.

Ensinarei-a bem como fazer para agradar seu homem. Mas por hora… — Seus punhos abrem o cós da calça e revela parte de suas genitais. Nhycall sente seu coração errar uma batida mas tudo que o lhycan faz é despir-se e, sem qualquer pudor, caminhar pelo quarto.

      Só então a Ômega nota na banheira cheia e preparada para ele. Ele não fecha as cortinas e, no escuro, lá permanece, relaxado.

       As palavras dele assombram sua mente. Ele estava falando sério, realmente?

       Com intenção de acalmar-se, ela levanta-se em busca de água. Ela percebe estar de roupas finas, quase transparente e brancas. São confortáveis para dormir. Ela encara o homem na larga banheira, encarando-a como um predador.

      Acostumando-se com o peso de seu próprio corpo, ela segue em direção a uma jarra de água e serve-se com uma das taças de ouro. Havia duas, notou. Ela voltou a encará-lo. Ele continuava lá, relaxado na escuridão.

       Desconfortável com seu olhar, ela coloca a mão sobre sua barriga, protetora. Não confia no homem que divide o quarto com ela.

       O covil, onde apenas uma única mulher pode perambular sem problemas…

Com fome? — Nhycall assusta-se com a voz do Alpha. Ele não tira os olhos dela, sempre analítico.

       Ele apenas observa ou não confia que ela esteja em seu quarto? Nenhum homem gosta de mulheres em seu covil, exceto, claro, a dele.

O que fará? — Ousa perguntar.

Alimentá-la, óbvio.

— Não! — O Supremo cerra sua sobrancelha com o tom elevado da mulher. — Eu quero saber suas intenções. Por que ou eu e não Nhyara a estar aqui, no seu quarto?

— Minha mulher dorme comigo. — Afirma, sem qualquer sentimento.

Você ainda está com Nhyara… — Sussurra, magoada. O Alpha nada diz. Não gastará saliva com o óbvio. — Não aceito isso!

       O silêncio continua. O homem relaxa na banheira e continua a encará-la sem dar qualquer explicação ou informação. A mulher já está decidida e, assim, vai até a porta. Está trancada. Ela encara o homem na banheira, calmo e inalterável.

Deixe-me ir!

Precisa de minha autorização para isso? — A Ômega enfrenta-o com o olhar. Quer mostrar sua força, contudo, simplesmente não tem efeito algum sobre ele. — Negado. Vá para a cama e acalme-se. Esse estresse não é favorável a gravidez.

Você só preocupa-se com a gravidez! — O Alpha novamente não dá o trabalho de responder. — Mas não permitirei que tire os meus filhotes de mim.

— E vai fazer o parto sozinha? — Nhycall fica calada, sem reação. Ela passa a temê-lo sobre o ritual sagrado onde, como costume, quem gerou, quem dá a luz. O pai quem ajuda no parto, junto com a mãe. Ninguém mais. O momento é único e apenas do casal. Foi assim com Henna e é dessa forma com todas.

     É dever do pai tirar a criança do útero da mãe. Nhycall está grávida do Supremo e, por tanto, ele quem estará com ela quando o momento chegar. Ele quem deve tirar os filhotes de seu corpo como protetor e autoridade paterna.

     Nhycall leva a mão até a barriga, temendo o momento onde tudo pode acontecer.

Não permitirei que outra crie-os! — Exata-se com lágrimas em seus olhos, agora verdes cintilantes.

Já disse para parar de falar idiotices, Nhycall. — A Ômega rosna, irritada. O Supremo não demonstra nenhum abalo com a reação da lhycan e, decide deixar as coisas mais claras. — Quem mais iria cuidar deles?

— Nhyara não está, realmente grávida… — Diz, cautelosa. — Ela é a Suprema, você é o Supremo…

— O showzinho de ontem indica outros fatos.

— Como? — O Alpha suspira. 

Você é minha mulher e está grávida dos meus herdeiros. — Seu olhar é firme, contudo, ainda insensível. — Está com algum problema em aceitar esse fato?

— Nhyara é sua Suprema. — Seus olhos começam a lacrimejar, completamente sensível ao fato. Cansada de ficar em pé, ela joga seu corpo a algumas almofadas postadas no centro do quarto sobre um tapete. — Ela humilhou-me, feriu-me e desonrou-me. E v-você… Você não fez nada!

— Então precisa de um homem para defender sua honra? — Seu olhar volta-se sobre o dele. Frio e insensível. Ele levanta-se da banheira e permite que toda a água caia por seu corpo viril. 

Eu quero um companheiro… — Nhycall desvia o olhar. — Um pai para os filhotes em meu ventre…

— Já tem. — Seu olhar volta-se sobre ele, saindo da banheira e pegando alguns panos próximo, ao qual, usa para passar em seus músculos. Ele não a encara.

Você não respeita-me. — O olhar do Supremo volta-se sobre ela. Com isso, ela encara as almofadas, evitando-o. — Quando achou que não estava grávida, apenas evitou-me. Sequer queria manter algum tipo de contato.

— Tudo indicava que não estava grávida e, se não carrega uma criança, o que me impede de te lançar naquela cama e foder sua boceta? — Nhycall sente sua bochecha ficar avermelhada. Ela treme com a verdade. Apenas uma grávidez impede relações sexuais entre um casal marcado. Ela está marcada por ele. — Manter distância fazia-me controlar o desejo que tenho por você, que incomodada com os boatos e mentiras alheias, sequer queria dividir a mesma cama. Se queria espaço e distância, que assim seja.

— Você diz que sou sua mulher, mas não trata-me como tal…

Nhycall… — Ela ouve um novo suspiro deixar os lábios do Alpha. Ele não gosta de manter um longo diálogo e muito menos de dar satisfações, contudo, a situação exige algo. — Em uma relação, há confiança, cumplicidade, sentimentos e mudança. Preciso realmente gastar meu tempo explicando certas mudanças?

     Novamente Nhycall fica sem palavras. As mudanças são óbvias e são as que mais a confunde. O Supremo não é de muitas palavras, é frio, insensível e perigoso, contudo, por duas vezes impediu que Nhyara a agredisse. Ela lembra-se do rosnado que deu em repreensão a lhycan chamá-la de arya. Quando estava com medo, sempre, de algum lugar, ele estava na espreita e revelava sua presença. Ela é a única que sabe seu nome, foi marcada e está grávida, compartilhando do mesmo covil.

     O Supremo tolera a Ômega muita mais do que qualquer outra mulher. Seu ciúmes levou a atirar uma lâmina nos olhos de um escravo. Mas havia um porém:

Todos trataram-me como Impura, uma amante que seduziu-o e fracassou. Uma ambiciosa sem caráter. Uma arya. Uma aline. — Dessa vez, Nhycall força seu olhar ao Alpha, firme e determinada. Ele enxugava seus cabelos negros como um abismo impiedoso.

E com honra, você lidou com a situação. — Nhycall acaricia sua barriga. Aquilo foi pela honra dela e pelos filhotes que crescem em sua barriga. Nhyara estava ofendendo-a com a alcateia inteira então, com a alcateia inteira, tudo seria tirado a limpo.

Um companheiro instintivamente defende sua amada, até mesmo na simples calúnia. — Nhycall fecha os olhos. — Você nada fez.

— Mandei que ficasse no quarto.

— Isso é defender a honra da mulher que chama de sua? — Questiona perplexa.

Ou talvez você devesse confiar mais no seu homem. — Ela a encara. Nhycall desvia o olhar.

Como? Ainda mantém Nhyara como Suprema.

— E assim ficará. — Afirma. A Ômega rosna, irritada. Exigirá que ela, como sua mulher, seja a Suprema ou, do contrário, não irá aceitá-lo como companheiro. — Repita o que afirmei sobre uma relação.

       Ela assusta-se com a voz próxima ao seu ouvido. Não havia reparado na aproximação do predador.

        Nhycall fecha os olhos e diz:

Uma relação é composta por confiança, cumplicidade, sentimentos e mudanças.

— E com quem você tem uma relação? — Questionar. Nhycall sente seu aroma frio quando seu nariz cheira os cabelos negros e cacheados de Ômega. Ele busca pela nuca, onde há sua marca. — Hm?

— Com você…

— E quem sou eu?

— O S-Supremo Alpha… — O homem afasta-se da Ômega, passa por entre as almofadas e senta num banco em frente a ela. Está nu e não a menor vergonha de permanecer com as pernas aberta em frente a mulher.

       Mas ele passa um pano por suas pernas e cobre parcialmente a genital quando ele apoiou seus cotovelos na coxa robusta.

Você é mulher de Drogo Ådamhs; Um Titã. O Supremo Alpha. A autoridade máxima de um raça declarada de guerra. E se tem conhecimento o bastante para usar o argumento de ser mais solysthyca que Nhyara na frente de toda alcateia, então deve imaginar quem é o alvo do inimigo. — Suas palavras são duras, sem piedade e firmes, como seu olhar insensível. Nhycall é o alvo. A solysthyca é aquela destinada ao Supremo, escolhida pela lua. Em uma guerra, sua cabeça é o prêmio. — Não importa o que diga, manterei Nhyara como Suprema.

— Mas então ela… — O olhar frio do Alpha é firme, com sua escolha e decisão. Nhycall percebe que ele não importar-se com Nhyara.

       Na verdade, nunca importou-se. Sempre a humilhando, não dando valor e traindo. Ele não a vê como Suprema, embora, para todos, ela seja.

Você é minha mulher e a mãe dos meus primogênitos. Minha solysthyca e a autêntica Suprema da Alcateia Lua de Sangue. — Afirma, convicto.

     Nhycall não é uma Titã como Zhrydä Ådamhs, a mulher do lendário Supremo Åæron Ådamhs, mas é uma Suprema. Seus olhos, numa mistura perfeita de azul e verde imitam os olhos do homem, quando tornam-se vermelhos. Eles são o casal original dominante na Supremacia. Nhycall é a verdadeira Suprema e, só agora, percebe que não precisa ser reconhecida como tal. O Supremo a introduziu na alcateia como Suprema, marcou-a como companheira e engravidou seu corpo com herdeiros legítimos de pureza e castidade. 

     Contra fatos não há argumentos. Ela agora é Nhycall do clã Campbell, predestinada ao Titã Supremo Alpha Drogo Ådamhs e sua legítima Suprema. Contudo, a decisão já está tomada:

Entregar uma cortesã ambiciosa desprovida de honra invés da minha legítima predestinada é algo que farei sem hesitar. — O Alpha fecha os olhos, normalizando-os. Nhycall sente seus instintos acalmarem e sabe que seus olhos também voltaram ao comum, embora não sabia qual cor, exatamente. A bipolaridade extremamente rara da troca de cor variando entre as cores e tonalidade de azul e verde é majestoso de sua beleza. São o que fascina os sombrio olhos do Alpha que, com autoridade, afirma: — Nhyara continuará como Suprema. Agora pare de fazer perguntas idiotas, confie no seu Supremo e pai das crianças em seu ventre e cuide para uma gravidez saudável.

     Sem mais nada a ser dito, o Supremo levanta-se e passa pela Ômega que começa a encontrar os sentidos nas palavras ditas pelo seu… companheiro. De fato, são perguntas idiotas.

     Tudo estava claro em sua frente. Não eram necessárias palavras se as atitudes do Supremo em relação a muitos fatos eram óbvias. Por tal razão ele não disse nada. Odeia dar explicação e a Ômega deveria ter confiado mais nele.

     Contudo, exigirá confiança do homem que a engravidou. Nhyara aproveita-se da situação para humilhá-la. A Ômega não irá permitir.

     Ela é Nhycall, a Suprema Peeira, legítima companheira do Titã Supremo Alpha Drogo Ådamhs. Quem é Nhyara comparada a ela? 

     Nada sairá impune. O pesadelo de Arya, também conhecida como Nhyara, estava apenas iniciando…

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