Capítulo 8 - A encomenda

NOTAS

Esse capítulo teve suas palavras censuradas ou substituídas por palavras de menor tero para que o Wattpad não o coloque como conteúdo adulto, no começo da historia usei muitos termos alternativos mais depois mude de ideia e só censurei as palavras. Espero que gostem.

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O sol se preparava para se por no horizonte quando cheguei à casa de dois andares de madeira. Os pássaros voavam pelo céu em direção as arvores enquanto uma brisa balançava a copa das arvores. Desci do carro, caminho ate o porta-malas e pego "a encomenda", olho para o que trago e o pego fechando o bagageiro logo em seguida, caminho pela pequena trilha de tijolos, me aproximo da varanda onde um velho balanço balançava silenciosamente, empurro a porta e o fecho atrás de mim.

A lua já estava no céu quando ouço o carro de Kal estacionando na entrada principal da casa, me levanto do sofá e me espreguiço, caminho em direção a entrada. Abro a porta e vejo Kal surpreso ao me ver parado em sua porta vestindo apenas uma camisa de mangas longas que mal cobria meu corpo. Dei um sorriso malicioso para ele, me virei e fingi deixar cair algo, me abaixo e deixo que ele veja toda a minha bunda nua.

- Você quer me matar assim garoto.

Sinto-o esfregar seu membro já duro na minha bunda, suas mãos passeiam pela minha cintura, elas se direcionam ate os meus peitos e uso ela como apoio enquanto ele me puxa para ele. Sua boca percorre meu pescoço em movimentos contínuos, sua boca segue ate minha orelha ele a morde enquanto sua mão direita vai ate meu falo e ele começa a fazer movimentos de vai e vem me arrancando gemidos.

Cheio e tesão me viro e sem perder tempo, desabotoo sua calça e abaixo sua cueca branca, seu membro pula em minha face e com destreza eu o engulo, deixando que a minha língua sinta toda sua extensão e afundando ele dentro da minha boca. Sinto o cheiro de seu corpo enquanto ele movimenta minha cabeça, enfiando e tirando todo o seu instrumento de prazer.

Sinto suas veias se expandirem em minha boca e seu membro aumentar de volume, então ele tira meu pirulito e me puxa para seus braços, nossas bocas se entrelaçam em um beijo quente e longo. Nossas línguas se enroscam em um êxtase de prazer. Ele me pega em seu colo, me prendo a sua centra cruzando minhas pernas a sua volta enquanto ele me leva para o quarto em meio aos beijos.

Sinto o cheiro dos lençóis lavados e o tecido macio acariciarem meu corpo, ele me vira de costas enquanto sua linha desenha uma linha indiana que começa do meu pescoço e vai ate o meu buraquinho. Sua língua morde minhas nadegas, ate que sua boca encontra o que tanto desejava. Ele fazia movimentos circulares enquanto eu gemia de prazer, abria para enfiar sua língua dentro enquanto eu rebolava em sua cara.

Cansado de fu#&% meu anelzinho apertado ele aponta seu membro para a entrada e o encaixa, estou com tanto tesão que ele desliza dentro de mim, apesar de arder inicialmente. Estou tão concentrado em rebolar e sentir toda a sua extensão dentro de mim que o prazer toma conta do meu corpo. Eu rebolava como uma puta no cio e ele gemia alto, então ele anunciou e gritou:

- Aaaaaaaahhhh! Que puta de cuzi%&#@ gostoso.

Enquanto isso eu gozava apertando mais meu cuzi#$%& fazendo gemer ainda mais alto. Sai de baixo dele e me sentei na poltrona com um sorriso no rosto.

- Você ta uma verdadeira puta agindo dessa forma. Quer me matar?

Apenas dou um sorriso malicioso.

- Então isso foi porque veio me da esse seu rabo? Não estava namorando? Ou foi só uma historia que você inventou porque você viu o Hugo?

- Então quem te satisfaz? Hugo ou eu? – falo isso abrindo minhas pernas e mostrando meu cuzi#$%& que começa a piscar.

- Caralho, com certeza vocês eu puto.

- Era o que eu queria ouvir.

Levanto-me e pego minhas roupas que estavam em um canto da sala e começo a me vestir.

- Para onde você vai amorzinho, fica vamos passar a noite fode$%#@.

- Não. – digo friamente.

- Não entendi nada.

- Isso foi um presente de despedida.

- Despedida? Você vai embora?

- Não. Claro que não. – digo calçando meu tênis.

- E do que se trata?

- Kalzinho além de ser burro é lerdo?

- Você já vai começar.

- Quero que você saia da minha casa.

- Não. Essa não é sua casa.

- Claro que é. – falo tranquilamente vestindo a camisa e me pondo de pé, ele fica na minha frente e me encara serio.

- Não. Não é.

- Não quero chegar a tomar medidas drásticas Kal. – caminho ate a cozinha, abro a geladeira e pego uma garrafa e um copo.

- Esta me ameaçando Gui?

- Eu? – riu de maneira sonsa – O que você acha? – coloco o copo com água na boca.

- Quem você pensa que é seu moleque?

- O moleque que emprestou dinheiro para você quitar a casa, e que você nunca me devolveu.

- Prove que você me deu esse dinheiro.

Dou um sorriso e minhas sobrancelhas se arqueiam.

- Vejo que vai ser do modo difícil. – pego um pequeno controle que estava no bolso da minha bermuda – É a sua ultima palavra.

- Você não pode fazer nada contra mim.

- É o que vamos ver querido. – me aproximo e beijo sua boca – Espero que aproveite a... Esquece... – digo sorrindo ao apertar o botão.

Um estouro.

- Mas que merda foi essa?!

Um estrondo invade o interior da casa, um novo estouro e parte da cozinha começa a estourar, me viro e olho para Kal corendo tentando se proteger. Pego uma caixa de fósforos e o acendo, deixando que a mesma caia no chão e incendeia o carpete ensopado de gasolina que logo se alastra na casa. Kal me olha assustado e apenas movo meus lábios dizendo o obvio a ele.

- Corre.

Kal vem em minha direção de maneira desesperada, volto ate meu carro e me sento no capo olhando para as explosões e as chamas que se alastram pela casa quando Kal sai finalmente da casa e ela explode o jogando seu corpo bem próximo a mim. Viro meu rosto rapidamente por causa do calor e das chamas que voam pelo ar. Olho para Kal no chão que geme de dor.

- Então eu não posso fazer nada Kal? – piso em sua cabeça. – Não brinque comigo seu verme.

- Vou contar a todos que foi você.

- Antes ou depois de ter me estrupado? – riu sarcasticamente.

Silencio.

- Bom garoto. – digo sorrindo, pego o celular e ligo para os bombeiros. Logo em sem seguida ligo para Math. – Amor pode vir me pegar? Meu carro ficou sem gasolina. – escuto por um breve momento – Na casa do policial Kal – escuto novamente. – Esta bem, não demore. – desligo o celular e olho para Kal – Foi divertido Kal, agora tenho que ir. Aaah... Se eu fosse você vestiria algo, pode pegar mal.

Então me afasto dali com um sorriso no rosto.

- Ninguém me faz de idiota. – digo por fim.

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