Capítulo 16 - Revelações

Muito obrigado a todos os que leram ate aqui e que continuam me acompanhando, obrigado por adorarem um caro chato como eu, que demora a postar (mas eu posto) tentarei ser como era no começo mais ativo aqui e com mais historias, tenho alguns projetos para finalizar e começar outros novos. Agradeço imensamente por tudo o que vocês fizeram e fazem por mim. Meu muito obrigado. Espero que gostem do ultimo capítulo de I'm Bad.

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O segurança ficou em posição de sentindo, Math se aproximou de mim e me abraçou. Seus braços me envolveram em um abraço apertado e me sentir seguro enquanto ele se afastava levemente de mim e me olhava nos olhos.

- Você esta bem?

Apenas acenei com a cabeça informando-o que estava bem, ele me olhou bem a procura de qualquer marca que indicasse que eu tivesse sido machucado.

- Eu jamais iria feri-lo.

- Claro. – Math os olhou com cara de poucos amigos sendo sarcástico ao concordar com ele.

- Como me encontrou? E quem são eles? - perguntei.

Math suspira e me olha novamente nos olhos.

- Depois que... Depois que ele te machucou eu não poderia deixar que acontecesse de novo. Eu não me perdoaria. Então acabei investindo em segurança particular, eles são os responsáveis por sua segurança. E eu sempre mantenho seu GPS ligado. Mas por alguma razão eles não foram tão eficazes.

- Nos lamentamos senhor.

- Lamentar é pouco para vocês, são incompetentes. Mas o que esta acontecendo aqui?

- Um esta jogando a culpa no outro e como os dois conseguem se passar um pelo outro eu não sei...

Math os olha com nojo e se vira para mim.

- Você quer a verdade?

- Eu preciso.

Ele me deu um sorriso fraco, ele sabia o que aquilo significava, mas respirou fundo e sussurrou em meu ouvido.

- Me beija?

Minha mão tocou sua face e nossos lábios se encontraram. Ele me levou para perto, seu toque era calmo e nosso beijo foi lento. Eu sabia o que aquilo significava e ele também. Ele então se desvencilhou de mim e se virou para eles.

- Vai ser fácil saber quem esta mentindo. Rodrigues. – disse ele calmo e serio.

- Sim senhor!

- Tirem as roupas deles.

- Mas que merda pensa que esta fazendo?! – esbravejou Marxos.

- Simples. Um de vocês tem algo que não sumiria do dia para a noite e essa será a resposta para todas as perguntas do Gui. – ele olhou para os seguranças – O que estão esperando? Um convite pra tirarem as roupas deles?

Os seguranças os cercaram, três seguravam cada um dos gêmeos. E mais dois tiravam as roupas deles. Os dois estavam pelados em nossa frente.

- Satisfeito? – falou Arxos – O que isso prova?

- Nada ainda. – disse Math sem emoção – Virem eles, e quero que deixem visível o cú deles.

- Sim senhor! – responderam em uníssono.

Os dois foram colados de costas e seus corpos foram curvados a força, então os seguranças abriram as nadegas de ambos. Math me olhou confuso.

- Você sabe quem é quem? – disse ternamente.

- Sim.

- Quer me dizer?

- O da direita é Marxos e o da esquerda é Arxos, Marxos tem um sinal de nascença nas costas é a única coisa que o difere de Arxos.

Math me ouviu atentemente e ordenou:

- Levante-nos.

A marca estava claramente visível nas costas.

- Não sei como falar isso a você Gui.

- Falar o que?

- Quem estrupou você e mentiu para você esse tempo todo...

- O que?! – um deles havia gritado.

- Foi ele – Math apontou para a pessoa que havia...

- Como você sabe que foi ele?

- Após ele ter feito o que fez eu tive que...

- O que você fez?

- Bem...

Arxos abre os olhos devagar, sua cabeça pendia de um lado para outro enquanto ele tentava se orientar. Ele ergueu sua cabeça e olhou para refletor que iluminava seu rosto. Sua face estava manchada de sangue que ainda escorria pela sua face. Seus olhos haviam ganhado um tom roxo e estavam inchadas. Sua boca estava amordaçada. Ele estava sentado em uma cadeira de madeira, suas mãos estavam amarradas por uma corda que passava por debaixo da cadeira.

Arxos parecia estar preocupado, estava apenas com a camisa, a parte de baixo havia sido retirada, sua bunda havia sido posta empinada e a cadeira estava sob uma bancada de madeira para deixa-lo a altura considerável ao chão, já que o propósito ali estava bem claro para mim.

Eu havia deixado Gui dormindo em casa depois que seus pais chegaram, ele havia dormido em meus braços. Não contei nada a eles como havia prometido a ele, me comportei como se tivéssemos passado uma noite divertida, mas por dentro eu estava ansioso para o cretino do Arxos pagar pelo crime que cometeu, mas do meu jeito.

- Esse é o cara? – falou um cara parrudo e peludo que estava totalmente pelado e sem roupa, seu mastro estava ereto e pingava uma baba espessa.

- Esse mesmo. – respondi em seco, saindo da escuridão. Meus olhos estavam fixos no rosto assustado de Arxos. – Porque essa cara chapeuzinho vermelho? Não se preocupe o lobo mau não vai comer você... – olhei para o cara que se aproximava dele – Porque eu tenho muitos lobos maus para se fartarem de você.

As luzes do enorme galpão de acenderam. Havia vários homens todos pelados que se divertiam entre si enquanto esperavam. Uma orgia em um enorme galpão. O cheiro de macho impregnava o lugar todo.

- Rapazes! – falei em alto e bom som. – Este é o cara que estrupou meu namorado.

Um dos homens se aproxima de Arxos, olhos nos olhos dele e da um tapa em sua cara que deixa o lugar com um vermelhidão enquanto seus olhos lacrimejavam.

- Para seu azar seu puto, há uma coisa que nós não perdoamos, e são molestadores como você. – ele retira a mordaça de Arxos. – Esta na hora de nos divertimos com você seu escroto.

Me viro e caminho em direção a saída e a única coisa que ouvi em seguida foi um grito de dor seguido de suplica.

- E ele esta todo roxo e o cu dele esta bem alargado, o que não acontece com o outro.

Por alguma razão eu estava sentindo tudo aquilo novamente, a mesma sensação de desespero. Respirei fundo e caminhei ate ficar cara a cara com ele.

- Por quê? – meus olhos estavam cheios de lagrimas.

- Eu não deixaria que ele ganhasse. Tudo foi apenas um jogo. Sinto muito, mas acha mesmo que eu poderia me apaixonar por um garoto como você? Faça-me o favor, a intenção era tornar a vida do meu irmão um inferno e eu consegui tudo o que eu queria, pude ver ele se acabar por sua causa e a apanhar todas as vezes que ia falar com seus pais. Foi divertido, devo admitir, e fui eu que encontrei você ele não deveria ter vindo tão cedo para cá. Eu iria fuder você e ele desistira de você e logo depois disso eu jogaria você fora como qualquer outra coisa que eu como e jogo o que sobra fora.

Minha mão se fechou e atingiu o rosto dele. Ele riu.

- Então é verdade? – eu parecia incrédulo, porque eu estava procurando esperanças? Porque eu lutava contra essa verdade?

- Claro. Arxos sempre foi apaixonado por você e ele era seu namorado.

- E a Angelina?

- Meu irmão contou a ela sobre a aposta e a fez garantir que evitasse que eu me aproximasse, mas ela não teve muito sucesso não é benzinho? – gargalhou ele alto. – Então você lembra quando eu chupei você no banheiro?

- Maldito! – Arxos gritava, só agora eu podia ouvir ele e os xingamentos que ele fazia. Ele lutava para se soltar dos seguranças que impediam que ele avançasse no seu irmão.

Olhei para Arxos e depois para Math. Ele caminhou ate mim e deixou que minhas lagrimas caíssem em seu ombro.

- O que vai fazer? – ele sussurrou.

- Só me leve para casa.

- Guilherme! – Arxos gritava – Meu amor, por favor... – foram as ultimas coisas que ouvira enquanto Math me levava para longe dali.

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