🍓🐺|•|CAPÍTULO 05|•|🐺🍓
Esse tempo que fiquei afastada, me fez esquecer como era maravilhosa a sensação de escrever pra vocês!
Minha fanfic, minhas ideias. Inventei tudo gente kkkkk
Pov autora
[Milhares de vidas passadas]
O mundo ABO como muitos chamam surgiu a milhares de vidas passadas. O surgimento da espécie até hoje é um mistério total.
Segundo livros antigos e pesquisas feitas ao longo das vidas passadas, essa espécie surgiu em um momento onde a espécie humana estava ficando totalmente extinta.
Misteriosamente, as mulheres já não podiam mais ter filhos.
A cada ano que se passava, mais era impossível criar uma nova geração humana.
As poucas mulheres que ainda podiam ter filhos, eram crianças que nasciam totalmente estéreis. A sociedade passava nove meses ansiosos pela chegada de novas crianças com a esperança que elas nascessem e futuramente pudessem ter novos filhos e salvasse sua espécie. Mas essa esperança se esvaziava quando elas eram examinadas por curandeiros e percebiam que não havia útero.
O tempo foi passando e a cada ano mais pessoas morriam e novas não nasciam.
Até mesmo os velhos amargurados que odiavam crianças barulhentas e bagunceiras, sentiam falta de toda aquela alegria que antes eles não percebiam que era tão necessária para manter a alegria nos lugares.
O mundo tinha se tornado um lugar silencioso. Não haviam mais crianças correndo pelos cantos, não haviam mais aqueles pinguinhos de gente fugindo de seus pais para jogar pedra na janela da casa de uma idosa que amava criar gatos.
Depois de tantas tentativas falhas de achar uma solução ou explicação para tudo aquilo que estava acontecendo, a humanidade apenas aceitou que aquele era o fim que todos temiam.
Alguns jovens por medo de ficarem sozinhos no mundo, cometiam suicídio antes mesmo de atingirem a maior idade.
No meio de tudo isso, existia um casal que sonhava em ter um bebê, porém sabiam que seria impossível. A mulher se martirizava o tempo todo por ter nascido infertil, mesmo sabendo que aquilo não era sua culpa, ela se culpava por não poder dar filhos ao seu marido.
— Lua, eu sei que é impossível, mas por favor escute os clamores dessa pobre camponesa. — A mulher chorava — Me dê um bebê.
Em uma noite escura e silenciosa, o casal estava dormindo quando escutou alguém bater na porta da casa. O homem ainda meio atordoado abriu a porta, porém ficou confuso ao não encontrar ninguém ali.
Quando iria fechar a porta, ele ouviu uma risadinha e olhou para baixo.
— EunChae, venha ver isso aqui — Chamou a esposa ainda em choque pelo o que estava ali na sua frente.
A mulher veio até a porta e paralisou no lugar ao se deparar com a criaturinha ali na sua frente. Os olhos da mulher se encheram de lágrimas e ela sorriu olhando o lindo bebé que estava ali dentro de um cestinho.
Seus instintos maternos foram maiores que a surpresa quando o bebê lhe estendeu os bracinhos pequenos. A pequena criança que aparentava ter um ano de idade encarou a mulher que estava o segurando e sorriu.
— Mama! — Emocionada, a mulher se ajoelhou no chão e começou a chorar ainda com o bebê no colo.
— Obrigado, mãe Lua. Eu prometo cuidar dele e dar minha vida se necessário. — Falou abraçando a criança.
O homem estava paralisado vendo aquela cena ainda sem entender nada. Porém, olhando melhor a criança no colo de sua esposa, ele percebeu a cor diferente nos olhos do bebê.
Roxos.
Como podia existir alguém com os olhos roxos?
— O-os olhos dele. — A mulher na emoção do momento não tinha reparado neste fato.
— Roxos? Como pode existir alguém com os olhos assim? — Perguntou olhando o marido logo em seguida direcionando sua atenção novamente ao bebê sorridente em seu colo — Não importa, isso o torna ainda mais único e especial.
O homem olhou melhor o cesto no qual o bebê estava dentro, e lá percebeu que havia um pergaminho. Kyung pegou o papel enrolado com uma linha roxa em suas mãos e começou a ler o que havia ali escrito.
"αυτό το ωμέγα θα είναι η σωτηρία της ανθρωπότητας "
(Esse ômega será a salvação da humanidade )
Depois de ler a única frase ali escrita, o homem ainda ficou sem entender qual era a explicação daquela frase e o significado de "ômega". Ainda assim, quando ele olhou nos olhos da criança no colo da sua esposa, Kyung sentiu algo forte pelo bebê.
Sentiu como se ele fosse seu e a obrigação de amar e cuidar, sua esposa não era diferente, a mulher já considerava ele como um filho, sem mesmo se importar com a origem do bebê. Ela sabia que o bebê havia sido enviado pela mãe lua.
O que eles não sabiam, era que não eram os únicos.
Ao redor do mundo outros casais também eram honrados com os bebês. Todas as crianças vinham acompanhadas também por um pergaminho. A diferença é que em alguns pergaminhos no lugar de ômega vinha o nome alfa ou beta.
Porém, mesmo com tantos bebês ômegas, Kyung e Eunchae receberam um bebê que foi enviado com uma missão diferente dos outros.
Os anos se passaram e cada vez o pequeno estava maior, a criança foi muito bem criada por seus pais, nunca lhe faltou nada e muito menos amor.
O casal se sentiu abençoado por receber um bebê tão importante. Cuidaram bem do pequeno, e o fato dele não ser do sangue deles nunca foi de importância.
Ao longo dos anos, os casais que ganharam a honra de cuidar dos bebês, foram descobrindo o propósito e a história deles, que já era conhecida.
Eles eram exaltados, pois eram a salvação da humanidade. Mesmo as pessoas não entendendo muito sobre o assunto, eles sabiam que as crianças iriam salvar o mundo da extinção.
O pequeno Soobin — nome no qual foi escolhido por seus pais —, caminhava tranquilamente até a escola, já em seu último ano escolar com seus dezessete anos, era estudioso e amado por todos.
Mas nos últimos dias, ele vinha sentindo um cheiro diferente toda vez que chegava na instituição de ensino. O ômega não entendia o que estava acontecendo, mas aquele cheiro desconhecido despertava algo diferente nele.
Naquele dia não foi diferente. O ômega chegou na escola e logo o cheiro que ultimamente perturbava seus pensamentos adentrou em suas narinas. Por puro extinto e influência de seu lobo, o ômega seguiu com seu olfato apurado.
O lobo do ômega o guiou até a porta do banheiro masculino, e lá encontrou um lindo alfa lavando as mãos. Soobin paralisou e não conseguiu disfarçar a cara de espanto quando o alfa se virou para si e sorriu.
— Você está bem? — Perguntou o alfa.
— Eu? — O alfa confirmou — Puff, claro. Por que não estaria? Tô super bem.
— Qual seu nome? — O outro perguntou.
— Park Soobin, e o seu? — Perguntou de volta.
— Jackson, Jackson Wang. — Estendeu a mão para o ômega que apertou a mesma de volta.
Seus olhos se encontraram e foi como um choque entre eles. Os dois naquele momento não compreenderam oque estava acontecendo dentro deles e com seus lobos.
Depois daquele encontro do acaso no banheiro, eles costumavam se encontrar em outros lugares da escola. Do banheiro, foram para os jardins bonitos da cidade, sorveterias, parques, bibliotecas, parques de diversões e na casa dos pais de Soobin, com um alfa suando frio ao encarar o olhar matador do pai do ômega.
Mesmo com o drama de Kyung ao saber que Jackson havia ido em sua casa pedir para namorar seu filho, o homem teve que aceitar depois de receber bons tapas de sua esposa que alegava que o ômega já tinha idade para decidir com quem se relacionava.
O casal terminou o ensino médio juntos, e começaram a fazer planos para um futuro. Em uma manhã bonita e ensolarada, Soobin acordou com o corpo suando com uma dor forte em seu baixo ventre.
Pessoas sábias daquela época já haviam descoberto várias informações sobre a espécie diferente da humana, por isso, concluíram que era o primeiro ciclo do ômega.
Quando soube, Jackson iria sair correndo até a casa do ômega se não tivesse cido parado por seus pais, que tiveram uma conversa séria com o mesmo.
O alfa não foi forçado a passar o cio com o ômega, as duas famílias não o pressionaram para nada. Mesmo depois de todas as conversas, Jackson não tinha dúvida; ele iria passar o cio junto com seu ômega. E foi isso que ele fez.
Foram sete dias de amor e prazer entre os dois, sem nenhuma proteção. Desde a antiguidade, nunca foi segredo para ninguém que todas as nossas atitudes são boas ou ruins, tem consequências.
Um mês depois, veio a surpresa que ninguém esperava:
O ômega estava grávido.
Mesmo depois de anos de estudos sobre o cio, espécie, raças, nunca havia sido descoberto que ômegas poderiam gerar.
Todos se questionavam: como os homens poderiam gerar uma criança em seu corpo?
Depois do ocorrido, novas pesquisas começaram a ser feitas e foi aí que foi descoberto que sim, ômegas poderiam ter filhos gerados por eles mesmos. As pesquisas concluíram que apenas alfas seriam capazes de engravidar um ômegas, e betas era como uma raça humana, porém com o corpo mais forte e resistente.
Foram nove meses de pura ansiedade para a chegada dos dois bebês que haviam descoberto que seriam dois meninos.
Os futuros avós estavam ainda mais ansiosos pela chegada dos dois meninos. Já haviam até mesmo imaginado as vezes no qual iriam defender os netinhos de seus pais quando os pequenos fizessem algo de errado.
A ansiedade das duas famílias acabou em uma noite no qual o ômega acordou sentindo dores em sua barriga. Soobin tirou a coberta de seu corpo e olhou para suas pernas cobertas por uma calsa amarela totalmente encharcada.
Aquela era a hora.
Ele acordou seu agora marido que quando percebeu a situação, não pensou duas vezes em levar o ômega para o hospital.
A noite parou enquanto Soobin estava acabado em uma cama de hospital colocando toda sua força para trazer as duas crianças ao mundo.
Cinco horas se passaram e finalmente nasceram.
Eram dois ômegas, mas não ômegas normais, todos os alfas ômegas e betas do mundo uivaram com a chegada das crianças.
Essas que foram nomeadas de Jimin e Taehyung.
Como saíram rápido de casa, não pegaram todas as coisas necessárias para as crianças durante o tempo que passariam no hospital. Jackson teve que voltar até a casa do casal para buscar as coisas que foram deixadas para trás.
Soobin estava dormindo próximo aos pequenos, o ômega havia gastado todas as suas energias para trazer os ômegas ao mundo.
Eles não sabiam, mas a inveja os circulava. Os invejosos não suportavam que o casal era os pais daqueles seres raros no berço.
Alguém que muitos julgavam o tempo todo o chamando de bruxo era uma dessas pessoas. Mas ao contrário do que muitos achavam, ele não era um bruxo, e sim um mago de milhares de anos.
Ele sabia de coisas que muitos não sabiam, coisas essas que naquele berço ao lado do ômega, dentro dele havia os seres mais poderosos de toda humanidade.
Ali estava o ômega mais raro da história, o ômega White, e seu irmão, o único ômega lúpus existente.
Apesar de não ser tão poderoso como o White, o lúpus também poderia fazer coisas que ninguém no mundo seria capaz de fazer.
Juntos, poderiam dizer que eram invencíveis os dois ômegas.
Sem receio ou preocupação de como os pais iriam ficar, o mago pegou os dois bebês do berço e os levou o mais rápido possível para o mais longe possível.
Por saber mais, o mago sabia que entre todas as pessoas do mundo, aquelas duas crianças de olhos brilhantes eram os únicos que poderiam o derrotar.
Por milhares de anos, ele esteve dominando o mundo e o destruindo aos poucos para finalmente se tornar o único imperador da terra, por isso, não deixaria que depois de tanto tempo, a lua destruísse seus planos enviando aqueles dois ômegas.
Ele não poderia cometer o erro de deixar os dois juntos, por isso, mandou cada um dos ômegas para um país. Quando o mago chegou ao aeroporto para se encontrar com os dois casais no qual ele entregaria os bebês, Taehyung e Jimin estavam em um bebê conforto juntos segurando a mãozinha um do outro. Mesmo sendo apenas recém nascidos, eles já sentiam a conexão entre eles.
Quando cada um foi pego por um casal diferente, os olhinhos se encontraram e ali seus lobos tiveram uma ferida gigante sendo aberta.
— Eu prometo que algum dia voltarei a te encontrar. — O lobo de Jimin prometeu.
— Eu irei te procurar por quantas vidas forem necessárias até lhe encontrar. — O lobo de Taehyung falou.
E quando eles estavam sendo afastados cada um para um portão de idade, os dois começaram a chorar. Mas não, não foi um choro normal de recém nascidos, foi um choro de alma, um choro de duas almas gêmeas separadas.
Eles choraram por serem apenas dois bebês e não entenderem o que era aquilo que doía tanto no coraçãozinho de cada um.
Naquele dia o universo se silenciou por tamanha dor que os dois, mesmo tão pequenos, estavam sentindo.
Jackson em Soobin sofreram por anos procurando seus filhos, mas eles não os encontraram em lugar nenhum.
Até os últimos anos e meses de vida, eles nunca desistiram de procurar os dois ômegas que haviam desaparecido sem nenhuma pista.
Mas infelizmente eles não os encontraram.
O casal faleceu sem ver seus filhos crescerem. Mas antes da morte seus lobos tanto do alfa quanto do ômega prometeram:
— Pode demorar centenas de anos, mas eu os encontrarei.
Nada no mundo consegue explicar a dor de perder um filho, maior a dor deles que perderam dois. Foram décadas e anos dolorosos em busca daquilo que eles não faziam ideia de onde estava.
Jimin cresceu na Tailândia, e mesmo que tivesse sua "família" , passou toda sua vida sentindo um vazio gigante dentro de si. Sentia seu lobo triste, lobo esse que sempre falava que neles faltava uma metade.
Taehyung foi levado para o Chile, onde cresceu com mais dois irmãos que viviam implicando com ele. O ômega não se importava com isso, porém, não conseguia deixar de sentir uma dor desconhecida dentro de si quando se deparava com gêmeos enquanto andava pela rua.
Ele não entendia, mas seus olhos sempre se enchiam de lágrimas quando olhava aquelas criaturinhas brincando juntas.
Mesmo sem saber, os dois ômegas carregavam dentro de si uma dor gigante que se passou por várias vidas que tiveram.
Infelizmente em nenhuma vida que eles tiveram, os lobos conseguiram se encontrar.
O mago jogou um encantamento no qual não seria possível os dois ômegas nascerem novamente como gêmeos do casal Jackson e Soobin.
Mas mesmo com tanto poder, o mago não tinha todo o poder do universo concentrado em si, e era por isso que ele faria de tudo para manter os ômegas longe um do outro.
O casal sempre se encontrava em suas vidas passadas e seus lobos sempre se juntavam para procurar seus filhos, mas nunca os encontrava.
A falta que consumia Jimin e Taehyung não afetava apenas o emocional dos dois. Eles sempre foram ômegas sem amigos, jovens que não se importavam com relacionamentos, que não se importavam se dormiam e no outro dia iriam acordar vivos.
Para ser mais realista, os dois viviam no automático, porque a dor dentro deles se alastrava. Eles não conseguiram se relacionar com ninguém, pois o lobo dos dois sempre os rejeitava.
Depois de tantas vidas passadas e falhas ao se procurarem, os lobos já estavam exaustos. Às vezes no silêncio da noite, não era só a parte humana de Jimin que pedia a lua para acabar com tudo aquilo, e sim a parte animal também.
Depois de dezenas de vidas passadas a lua teve piedade dos dois.
Nessa nova vida deles a lua devolveu a Soobin e Jackson um de seus filhos, mas que foi tirado deles novamente. Porém, dessa vez seria mais fácil para o casal, pois agora pelo menos tinham pistas.
O que o mago mais temia e tentava evitar aconteceu: os gêmeos estavam finalmente juntos. Quando aos doze anos de idade os olhos deles se encontraram, seus lobos não se aguentaram e desabaram a chorar.
— Eu disse que ia voltar — O lobo de Jimin falou ao outro lobo.
— E eu disse que iria te procurar. — Os dois ômegas ali não entendiam oque estava acontecendo, mas só sentiam a necessidade de se abraçarem.
Eles não conseguiam escutar a conversa de seus lobos porque eram um diálogo feito apenas pela forma lupina dos dois.
Depois de finalmente se encontrarem eles se permitiram se apaixonar, que para um dos lobos foi uma ótima escolha, mas para outro foi apenas mais um novo sofrimento.
O lobo de Jimin sabia que havia quebrado o encantamento de nunca encontrar sua alma gêmea quando seus olhos se encontram com os de Taehyung. O feitiço só poderia ser desfeito se eles se encontrassem e finalmente um estava ao lado do outro.
Por isso, o lobo de Jimin estava cada dia mais triste com o tratamento que recebia de seu predestinado. Jungkook era o Alfa Black que devia ser a pessoa no qual iria ficar para sempre com Jimin, o amar e formar uma família. Mas não era isso que estava acontecendo.
O coração de Jimin se partia a cada palavra ofensiva que o alfa lançava contra si. Jungkook não sabia, mas ele estava destruindo o pouquinho que restava de Jimin a cada ofensa que ele falava ao loiro.
Mesmo com sua alma gêmea ali do seu lado, não deixava de doer a rejeição diária que ele recebia de Jungkook.
O lobo de Jimin estava desistindo e ele também. A parte lupina sabia que na outra vida, mesmo que não fosse dos mesmos pais, eles se encontrariam, por isso não via mais motivo para continuar.
Ele não tinha mais psicológico para lidar com o ódio de alguém que devia o amar. Jimin sabia que, apesar de serem predestinados, Jungkook não era obrigado a amar ele de uma forma romântica.
Porém, não precisa humilhar o loiro a cada dois minutos apenas por não aceitar que eles eram destinados um ao outros.
Jimin já estava cansado de sempre ser ele, já estava cansado de passar por tantas coisas. Cansado de sempre ser machucado e sempre o errado da história.
O loiro já estava no seu limite.
— Será que tem algo de errado comigo? — Jimin falou enquanto se olhou no espelho depois de passar horas chorando — Será que eu matei alguém na minha vida passada? Eu era um bandido? Alguém que fazia mal aos animais? Porque sempre comigo? Porque eu não posso ser feliz como todas as pessoas deste mundo?
O ômega colocou sua mão no espelho tocando o reflexo de seu rosto.
— Há, agora entendi porque o Jungkook não me quer. — Riu sem humor. — Olha para você, olheiras gigantes, cabelo ressecado, um humor dos infernos… ninguém vai te querer assim, Jimin. Talvez se você sumisse as pessoas seriam mais felizes, até porque até na vida do seu melhor amigo você é um estorvo. Você tem que parar de ligar para ele toda vez que estiver mal. Ele tem a vida dele, os alfas dele, uma vida. Você tem… bom, você tem seus traumas, né? Eles nunca vão te abandonar.
Jimin estava cansado.
Cansado de tentar.
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Pesado...
Beijos de luz!
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