Capítulo 24
Nota da autora: Gente gostaria de divulgar a história de uma garota aqui no wattpa, a obra se chama "Escolhida de Deus" se gosta de histórias sobre Deus não perca...da autora jhiovannajulia ...então me digam o que estão achando da obra?! Votem please!a
Ahhh e não posso esquecer do fato de eu ter completado 2000 visus👏🏻👏🏻!! Obrigada lindass!!
Le-fdossantos com a mídias do cap.
" Amar a Deus sobre todas as coisas? Ou amar o próximo como a ti mesmo?"
Andrew não pareceu perceber o que estava rolando com Elena e eu respirei fundo teria que resolver isso também, as pessoas do colégio ainda me olhavam estranho desde aquelas fotos em que eu sai com Nick, mas eu já estava até me acostumando.
— O que queria conversar?
Ele novamente soou indiferente.
— Eu sinto muito por ontem à noite.
Declarei, a ele que me olhou sério.
— Pelo o que exatamente ? Por ter me usado para ver o seu namorado? Por quase matar a minha irmã? Ou por ter se apaixonado pelo namorado dela?
Ele estava magoado e eu sabia que ele tinha todo o direito.
— Andrew eu não...
Eu não podia negar, por mais que suas palavras doessem, eram a verdade, a verdade mais difícil de se aceitar, respirei fundo para segurar as lágrimas...
— Eu só sinto muito Andy, não queria que as coisas fossem assim, eu não te usei ontem eu só....quando me disse que ele estava com a Angelina eu não acreditei, eu não podia acreditar porque....e então eu precisava ver para....crer...
Deixei a frase no ar, porque ele quebrou a minha confiança, não só a confiança mas também me quebrou por dentro.
— Eu não sei como perdi a cabeça com a Angelina, eu não queria, eu nunca....eu não sei porque fiz aquilo.
" Você estava com ciúmes, queria ser ela" suas palavras vieram em minha cabeça e eu a balancei levemente para afastar tais pensamentos.
— Não queria que as coisas fossem assim.
Declarei por fim e era verdade, eu só queria que tudo voltasse ao normal, Andrew me olhava de forma tão estranha, eu não conseguia ler sua expressão o que me agonizava.
— Sei que a Angel pode ser difícil às vezes, e sei que ela disse coisas que...lhe irritaram Mia, eu não vou culpa-lá por isso, eu só não entendo.— ele disse.
— Não entendo porque gosta tanto dele, depois de tudo o que ele te fez Mia,eu vi como ele te magoou quando disse sobre o seu pai e depois então com a Angelina, vi seus olhos ontem, como estava triste e quebrada, ele é um Babaca, ele não te merece, ah Mia, você merece alguém muito melhor que ele, você merece ser feliz, eu só não entendo porque continua querendo ser machucada por ele, eu não consigo entender essa coisa que você e minha irmã tem por ele.
Eu abaixei o rosto, nem eu entendia Andrew, era magneto, era algo sem explicação.
— Tudo isso acabou.— Exclamei.
— Ele foi embora, nunca mais o verei, será como se ele nunca tivesse existido.
Andrew meneou a cabeça.
— Espero que sim.
Ele me deu um pequeno sorriso, ele vem sido um anjo para mim, desde em que cheguei aqui e eu nunca agradeci.
— Andy?
Ele assentiu.
— Minha amiga chegou de Nova York esses dias e...eu queria mostrar Londres a ela hoje à tarde só que não conheço muito bem, você nos acompanharia?— Questionei, ele deu um pequeno sorriso.
— Claro.
Eu sorri em resposta.
— Tudo bem a próxima aula já vai começar acho que temos que ir.
Ele assentiu e se virou para sair mas me lembrei de algo.
— Ah e Andrew!
Ele se virou para me olhar.
— Chame Elena.
Ele franziu o senho mas assentiu, eu no entanto segui para a minha aula, ou pelo menos tentei, porque Angelina apareceu a minha frente acompanhada de Meredith e Cristhine, ah eu mereço!
Tentei desviar, mas ela novamente entrou na minha frente, respirei fundo.
— O que você quer agora?
A encarei.
— Por sua culpa Nick saiu da cidade — ela exclamou entredentes.
— Não faço ideia do que está falando Angelina!
Tentei sair novamente mas ela segurou meu braço.
— Estou louca para te dar uma surra desde o dia em que lhe vi, acho que agora é uma boa hora.
Seus olhos estavam furiosos, mas Angelina foi puxada para trás.
— Já chega Angel, pare com seus shows— alguém disse e eu me virei a tempo de ver dreads, Edgar! Dei um pequeno sorriso para ele que retribuiu.
— Me solta Edgar!
Angelina rugiu, Edgar a soltou, mas veio em minha direção.
— Venha eu lhe acompanho até a sala.
Eu iria dizer que não precisava, mas estava tão louca para sair dali que apenas assenti e segui com ele em direção à sala, quando estávamos chegando a porta.
— Obrigada, mas acho que sei me defender!
Sorri.
— Não duvido disso, estava defendendo era Angelina de passar uma vergonha.
E então gargalhamos.
— Acho que vou para sala!
Declarei.
— Ok te vejo por aí.
Ele piscou e saiu, em seguida em entrei na sala, todos os outros estavam em seus lugares mas a professora ainda não tinha chegado, passaram-se 5,10,15 minutos e nada da professora, quando todos nós pensamos que ela não viria alguém adentrou a porta, eu não estava prestando atenção, estava concentrada em uma redação para a aula de história da dança, aquando percebi o ar ao meu redor mudar, senti uma sensação estranha na barriga, e uma dor escarlate tomou minha cabeça, respirei fundo tentando controlar, uma garota ao meu lado suspirou, olhei ao meu redor e todos pareciam em uma espécie de encanto olhando fixamente para frente e foi quando eu decidi fazer o mesmo que todos os alunos, a princípio a única diferença que percebi foi que um professor havia chegando mas quando olhei em seu rosto, um arrepio percorreu imediatamente meu corpo, senti meus membros paralisarem-se, era como se eu não tivesse mais o controle de meu corpo e a primeira coisa que consegui pensar foi "Lindo" "maravilhoso" "extraordinário" o homem parado a nossa frente era magnífico, seus olhos tinham um tom de azul celestial e me faziam lembrar o mar agitado e bravo, seus cabelos eram tão pretos como a noite e tão suaves como penas de pavão, fui tomada por uma vontade louca de passear minhas mãos por seus lindos cabelos e sentir o suave farfalhar dos ventos balançando-o, seu cheiro era uma fragrância sensual e exótica e eu conseguia senti-la perfeitamente de onde estava, eu não saberia dizer sua idade, era algo estranho, ao mesmo tempo que eu poderia lhe dar 20 anos eu poderia dar 40, nunca presenciei algo assim, a forma que seu corpo se encaixava perfeitamente a sua cabeça, seu torneado era quase, não, ERA perfeito, ele abriu sua boca para dizer algo e me peguei observando seus lindos lábios cor de amora se abrirem lentamente como se quisessem me torturar.
— Bem alunos a professora Lilith tirou a licença por alguns dias e eu estou aqui para substituí-la.
E então era como se o encanto fosse embora, eu pude piscar e respirar normalmente, consegui retomar o controle do meu corpo e estava chocada com meus próprios pensamentos anteriores " o que deu em mim?" Mas isso ainda não fazia a presença do professor me afetar menos, a cada palavra que ele dizia parecia uma doce melodia, sua voz era algo tão bonito, eu poderia dizer que fora a mais bonita que escutei, mas não era, simplesmente pelo fato de já ter ouvido Nick cantar.
— Vos ensinarei Mitologia.
Ele disse e por um segundo quase suspirei, mas estão fiquei confusa, mitologia? Mas a Sra Lilith ensina citologia, o que... Todos começaram a murmurar.
— Sei que não era a matéria de Lilith, mas ela a retomará quando voltar, o diretor me pediu que vos ensinasse mitologia.
O modo em que ele falava, fez com que ninguém o questionasse, o sotaque, não parecia ser daqui, era estranho, todos se calaram, o professor passou o olho por todos os alunos mas algo estranho aconteceu, quando seus olhares encontraram os meus ele me olhou fixamente, eu me senti perder o ar, seu olhar queimava meu corpo por inteiro, era tão forte que abaixei o meu imediatamente.
— Sou James, e a nossa primeira aula será sobre....
Ele ainda me olhava, qual o problema comigo?
— A caída de Lúcifer!
O que? Ele só pode estar brincando, ele iria falar sobre Lúcifer? Porque ele continuava a me olhar?
Será que ele sabia que eu...não! Isso é loucura! A sala não parecia interessada no assunto, eu por outro lado, não conseguia desviar o olhar dele.
— Alguém aqui pode me dizer o motivo de Lúcifer ter caído? — ele perguntou, esperei que alguém respondesse a resposta era óbvia, uma garota negra na frente da sala levantou a mão e ele lhe concedeu a palavra.
— Lúcifer tinha inveja de Deus e quis ser como ele quis ter poder como ele, Deus não permitiu isso e o fez cair.
James a olhou devagar como se estudasse suas palavras e depois sorriu.
— E como chegou a essa conclusão?
James a questionou, a garota bufou.
— Qualquer um sabe disso!
Ele a absorveu com cautela.
— É esse o problema, alguém lhes diz coisas, vocês acreditam sem questionar, sem provas sem fatos, apenas acreditam porque é o que a sociedade espera de vocês!
— Está dizendo que é mentira? Não foi esse o motivo de Lúcifer ter caído?
Um garoto no fundo da sala perguntou, James o fitou.
— Não, mas estou dizendo para se darem ao benefício da dúvida e se Lúcifer não for o cara mal? Talvez Deus o tenha feito cair por medo, medo que algum dia Lúcifer fosse mais forte que ele.
Não aguentei ouvir suas palavras, mas que absurdo.
— Está dizendo que Lúcifer então é o bonzinho?
O encarei perplexa.
— Depois de todas as coisas ruins que ele já fez aos humanos, a violência tudo de ruim nesse mundo ocorreu por conta dele como pode dizer algo assim?
Só percebi que estava praticamente gritando quando todos me fitavam assustados, ao contrário do Sr James.
— Srta Turner.
Como ele sabe meu sobrenome?
— Nunca pensou que talvez o mundo precise do mal? É quase como uma balança, o bem não pode existir se o mal não existir, é quase como se....Deus vos deu o livre arbítrio, mas do que adiantaria ele, do adiantaria nossas escolhas se tudo fosse bom? Não teríamos que escolher o que ser, não haveria consequências, o mundo seria sem graça, todas as pessoas monótonas, sem problemas, pode lhe parecer o paraíso agora mas não seria, porque nós só sabemos quem ou o que a pessoa é quando ela tem que fazer uma escolha entre o certo e o errado e ela faz a escolha certa! Não existe também o extremo do mal ou o extremo do bem, todo bem tem um pouco de mal e todo mal tem um pouco de bom, porque um é a salvação do outro, nós vivemos em uma balança.
Antes que eu pudesse abrir a boca para expor o quanto sua informação não tinha cabimento o sinal bateu, ele deu um pequeno sorriso.
— Vejo vocês na próxima aula, se virou para sair, eu me levantei rapidamente e praticamente corri até ele.
— Sr James! — O chamei e ele se virou.
— Mia!
Meu nome sussurrado por seus lábios me afetou de uma forma estranhamente louca, eu tive que piscar para me lembrar do que diria.
— Eu não consigo entender, você... quer dizer Lúcifer é algo bom para nós?
Perguntei.
— Você se considera uma pessoa boa Srta Turner?
Que tipo de pergunta era aquele? Na verdade era uma pergunta fácil mas então porque eu não conseguia responder?
— Eu...
Deixei a frase no ar, o que deu em mim?
— Não pode responder não é?
Ele me fitou.
— Porque ninguém é totalmente bom, nem mesmo você, tem um pouco de mal em você também só precisa escolher entre os dois.
— Mia.
Escutei a voz de Andrew, James o encarou e depois me olhou novamente, ele se aproximou um pouco mais de mim e susurrou:
— Te vejo depois Mia.
E então se virou saindo em seguida, seu hálito veio até minhas narinas e eu suspirei, o modo que meu nome soou de seus lábios não era normal.
— Oii? Terra chamando Mia?
Tive que piscar algumas vezes para entender que Andrew me chamava, o que aconteceu ali? Porque o Professor James me afetava daquela forma?
— Me desculpe Andrew o que dizia?— perguntei meio grogue ainda, eu me sentia quase drogada.
— Ah eu queria saber que horas sairíamos.
— As 2h00 AM, está bom para você?
Ele assentiu.
— Ok as 2 passarei para te pegar em seu quarto.
Eu sorri e fui em direção do meu quarto, eu queria entender o que estava acontecendo, encontrei Ash e ela queria almoçar, eu não estava com fome por isso comprei apenas uma maçã e avisei a Ash que iria dançar um pouco mas que as 2 sairíamos, me despedi dela que disse que queria conhecer os gatinhos dali, ninguém merece nem parece que tem um namorado, por fim vesti uma meia calça salmão e quando fui pegar meu colan fiquei em dúvida entre o preto ou o rosa, então as palavras do professor vieram em minha cabeça "Ninguém é totalmente bom" lembrei da história do cisne negro e o branco, irmã gemeas, mas ao mesmo tempo uma pessoa só, apenas que ela tinha sua personalidade boa e ruim, será que eu era assim? Será que todos nós éramos assim? Será que Lúcifer...não isso é ridículo, preciso dançar e manter minha mente clara, fui até uma das salas que ficavam livres a tarde, coloquei meu pendrive e começou a tocar uma música clássica aleatória, comecei girando, soltei meus braços e me senti livre como a muito tempo não sentia, saltei e respirei fundo, como era boa essa sensação, poder finalmente respirar, me libertar de todos aqueles problemas, naquele minuto nada se passava na minha cabeça, nenhum problema, era como, estar no paraíso, quando a música acabou eu terminei em abertura, me levantei e me preparei para a próxima, eu que esperava ouvir Beethoven, qual a minha supresa ao ouvir o inicio daquela música, All of de Jonh Legend, estranhei eu não tinha essa música em meu pendrive,mas mesmo assim me preparei para dança-lá ela é lenta e seria bom para me distrair, mas não foi bem o que acontecer, fiquei estática ao ouvir aquela voz, voz que deveria supostamente ser de Jonh Legend! Paralisei e não consegui mexer nenhum membro do meu corpo.
O que eu faria sem sua boca esperta
Estou me arrastando e você me está me dispensando
Estou com a cabeça a mil, sem brincadeira
Não posso te forçar a nada
O que está se passando nessa mente linda
Estou passando pelo seu mágico mistério
E estou tão confuso que não sei o que me atingiu
Mas eu vou ficar bem
Meus olhos se encheram de água, não era possível, aquela voz, eu a reconheceria em qualquer lugar no meio de milhões
— Nick...
Sussurrei para mim mesma, ele regravou a música do Jonh Legend com a sua voz, mas como...como isso foi parar no meu pen drive? Ele...não como ele colocou sem que eu percebesse?
Porque tudo de mim
Ama tudo em você
Ama suas curvas e todos os seus limites
Todas as suas perfeitas imperfeições
Dê tudo de você para mim
Eu te darei meu tudo
Ele não pode fazer isso comigo, ele...ele disse que seria como se ele nunca tivesse existido, não suportei aguentar as lágrimas elas caíram como enxurradas, tentei dizer a mim mesma o quanto ele era manipulador mas eu não consegui, parar de pensar na letra.
Você é o meu fim e meu começo
Mesmo quando perco estou ganhando
Porque te dou tudo de mim
E você me dá tudo de você oh
Eu sabia que era errado, mas que Deus me perdoasse, Nick era tudo o que eu queria naquele momento e mesmo que eu tentasse todo esse tempo evitar as palavras daquela idosa na igreja me vieram a mente como se ela as tivesse dito agora " Siga seu coração." Afinal Deus não é amor?
E eu o amo?
Eu poderia estar confusa, poderia não entender nada do estado em que eu me encontrava, mas se havia uma certeza em minha vida era que eu o amava.
Quantas vezes tenho que te dizer
Que mesmo quando você está chorando você continua linda
O mundo está te massacrando
Estou por perto a todo o momento
Você é minha ruína, você é minha musa
Minha pior distração, meu ritmo e tristeza
Não consigo parar de cantar
Está tocando uma música em minha cabeça para você
Mas ele foi embora, porque eu pedi, mas foi, eu tenho que entender, tenho que esquecê-lo eu preciso, tirei forças não imagino de onde e corri até o som, tirei o pen drive rapidamente e o desliguei bruscamente, em seguida cai no chão em um desesperado choro." você não pode fazer isso comigo, não pode!" Fiquei um tempo assim, eu não conseguia me acalmar, nada conseguia, eu só sei que depois de um tempo senti alguém me abraçar, um abraço fraterno, não tirou minha dor, mas foi bom, eu sabia que era Baltazar, eu queria manda-lo sair dali, mas não o fiz simplesmente me deixei apoiar nele e ele me ninou como um bebê e quando eu finalmente consegui pronunciar uma palavra.
— Porque nos abandonou?— perguntei com um fio de voz e odiei parecer tão fraca.
— Fiquei com medo que ele matasse você e sua mãe.
Sua voz era sofrida e eu acreditei nele.
— Ele?
— Lúcifer.— sua voz soou brusca agora.
— Porque ele me mataria?
— Lúcifer mandou matar todas as meninas filhas dos Luzirons, por conta da profecia, temi por vocês e decidi que ficar longe era a melhor escolha, mas ainda sim coloquei uns amigos meus para cuidarem de você!
— Por isso achou que Nick fosse me matar.
Ele assentiu.
— Ele teve muitas chances, não acho que me mataria, eu...não consigo entender.
— Eu sei, também não entendi no início mas ele não quer lhe machucar mesmo, eu não te deixaria sozinha com ele se não tivesse certeza disso.
— E como pode ter certeza?— perguntei.
— Ele me deixou ler sua mente, sei que demônios tem truques e por isso ainda coloquei gente atrás de vocês quando estivessem juntos, mas me pareceu sincero.
Corei, se tinham pessoas atrás de nós dois, com certeza sabem de nossos beijos.
— Nós também conseguimos ler mentes?
Perguntei.
— Não, isso é um poder que no máximo 2 Luzirons ainda vivos tem, mas podemos ver se eles quiserem nos mostrar.
Me lembrei do que ele me mostrou, quando disse que me amava.
— E quanto a premonições?
Perguntei, ele me encarou.
— Porque está perguntando isso?
Abaixei o rosto.
— Eu acho que tive uma.
Ele me olhou assustado e eu o contei todo o incidente da ponte, ele me olhava intrigado.
— Isso é um poder que apenas os descendentes mais puros dos anjos, ou seja os Luzirons mais velhos possuem, eu não entendo como você pode te-lo conseguido.
Me olhou e então completou.
— Filha eu vim aqui hoje para te levar comigo, você precisa aprender tudo sobre nós, como dominar seus instintos, e agora esse poderes você....
O interrompi me levantando rapidamente.
— Não vou a lugar algum.
Decretei.
— Mia.
Ele veio em minha direção, eu levantei um braço o impedindo.
— Não, eu só quero ter uma vida normal, você escolheu abandonar sua vida, mas não é o que eu escolho.
— Mia, você não pode simplesmente fingir que nada aconteceu, você é nossa salvação.
— Vocês sobreviveram anos sem mim, podem continuar assim, além do mais eu não poderia ajudar, o que vos garante que sou mesmo a garota da tal profecia? Não tenho culpa de ser a única luzi... Esse negócio aí mulher, eu não pedi isso, eu não quero isso!— Exclamei estarrecida.
— Mia.
— Não por favor! Me deixe em paz.
Sai em disparada, nem mesmo para dançar eu tenho paz, corri em direção ao meu dormitório e qual minha surpresa em encontrar Ash, Andrew e Elena me encarando de cara feia? A da Elena devo dizer era ainda pior, droga eu esqueci do passeio.
— Me perdoe gente perdi o horário dançando, vou trocar de roupa rapidamente.
— Sem problemas.
Andrew sorriu, Ash me seguiu e Elena fez uma careta, tenho que resolver isso.
— Els quer me ajudar com a roupa?
Sorri para ela.
— Não obrigada estou bem aqui. ( Auch)
Sua voz foi meio seca e percebi que o Andrew tentava entender porque a hostilidade entre nós, sabe de nada inocente.
— Ok já volto.
Entrei no dormitório e comecei a procurar uma roupa para mim, o inverno estava quase acabando mas ainda era frio.
— Qual o problema da loira com você? Ela foi tão doce comigo.
Perguntou Ash e eu quis me bater, sentia falta da amizade de Elena eu tinha que resolver isso e não poderia passar de hoje.
— Ela acha que eu gosto do Andrew.
Achei um vestido de mangas cumpridas, peguei uma meia claça, cachecol e luvas, acho que era o suficiente.
— E não gosta?
Perguntou Ash, eu a mandei um olhar para ficar quieta.
— Ah é esqueci que tem o cantor em jogo.
Respirei fundo e ignorei seu comentário em seguida comecei a tirar minha roupa de balé.
— Mas olha você devia mesmo dar em cima dele para ela ficar esperta né? Porque convenhamos que ele é que está louco com você não ao contrário e você está com o cantor o mundo inteiro sabe disso, o lance entre vocês é antes dela, sem falar que você ainda a chamou para o passeio se fosse eu...
Ela estava tirando minha paciência.
— QUE DROGA ASHELEY PRIMEIRO EU NÃO TENHO NADA COM O NICK, E SEGUNDO EU NÃO VOU DAR EM CIMA DO ANDREW NÃO, QUERO QUE OS DOIS SEJAM FELIZES E SE ENGULAM, NAO ME IMPORTO ENTÃO POR FAVOR PARA DE FALAR E ME DEIXA TROCAR DE ROUPA EM PAZ!
Ash me olhou meio assustada mas depois sorriu e levantou a mão como se quisesse dizer "me rendo" Aff eu já estava irritada e agora ela me irritou mais ainda e eu descontei nela, sem falar que eu gritei e provavelmente Andrew e Elena escutaram, ótimo agora ela deve estar pensando que eu estou tendo uma crise de ciúme, respirei fundo quando acabei de trocar de roupa."Meu dia vai ser cheio."
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