Parece que estou na Pérsia
Enquanto contemplo
O tempo
Eu entendo
Que não estou vendo
Aquilo que está aqui dentro
A vida é tão efémera
Que nós faz sentir pequenos
É pouco o tempo que temos
No máximo cem anos
O que é isso na história do universo?
E enquanto comigo próprio converso
Mais tempo para mim peço
Porquê a vida tem que ser finita?
Ela é tão bonita
E olha que eu não a vivo como deve ser
Mas mesmo assim não deixo de absorver
Toda pureza que ela tem
Da humanidade sou refém
Apesar de nem sempre praticar o bem
Eu vivo numa constante dualidade
Que para muitos é uma banalidade
Parece que estou na Pérsia
Pois meu coração consegue ser mais frio
Que a água de qualquer rio
Eu também tenho um lado sombrio
Mas eu tento lutar para ter brio
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