Não sei a quem vou contar os meus segredos
Na feiura da minha caligrafia
Eu escondo o conteúdo da minha poesia
Não gosto que saibam de mim
Pois um monstro habita aqui
Ele teima em aparecer
E eu quero lhe esconder
Dizem que eu sou um poeta
Só que estou mais para falso profeta
Apenas psicografo
As palavras que na mente gravo
E isso é grave
Pois ele me controla
Como se eu fosse um jogo de consola
O que me consola
É ter o teu consolo
Eu sei que vais partir
Mas era aqui
Que querias estar
Um dia as nossas vidas voltam a cruzar
Mas por agora tenho medo
Não sei a quem vou contar os meus segredos
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