Grândola
Para mim, a caneta é como a brisa
Pois quando eu escrevo, voou
Sinto-me livre, tal como o cravo na cabeça da bella
Que nunca me diz ciao
Já que eu sou como Salgueiro Maia
Não espero reconhecimento
Luto por Grândola, e pelo seu povo
Até à morte, mesmo sendo um covarde
Em mim há um alarme
Sou contra os vampiros
Estou cansado de ver sangue inocente
Jorrado no chão, em mim tenho várias feridas
Já me perdi, mas o valor mais importante nunca cedi
Pois pela Liberdade, eu morri
Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top