✴Aranel✴Totalmente Sua/Parte I/🔞

Notas Iniciais: Título do capítulo já entrega completamente o que vai acontecer né? Rsrsrsrs, vamos lá...

Capítulo possuí conteúdo impróprio para MENORES DE 18 ANOS (🔞), depois não diga que eu não avisei. Ninguém menor quer me ver falando besteiras aqui e depois se arrepender, não é? A história já está fixada no Conteúdo adulto por causa do capítulo proibido de Lossë e Thranduil, mas o que interessa agora é Aranel e Legolas, nosso shipper preferido: Neleg, Legnel... (Quem conseguir melhor comenta ai...)

Parte narrada em primeira pessoa pela Aranel.

Regras:

Respirem fundo....

Peguem a pipoca...

Acalmem-se....

Boa Leitura...

✴✴✴

Na manhã do dia seguinte, levantei-me por volta das sete da manhã e fiquei deitada por volta de horas a fio. Meu coração e minha conciencia estavam tranquilos como a tempos não ficavam. Na noite anterior, fiquei com meu príncipe por horas no campo conversando, contando estrelas ou uma de nossas aventuras um para o outro. Estava tão feliz pois finalmente conhecia o significado de “meu príncipe”, e agora fazia todo o sentido ele chamar-me de “minha Nel”. Se a visão de Galadriel foi real, se o destino conseguiu uma forma de nos unir ou se os Valar abençoaram nosso amor, eu ainda não tinha certeza mas estava disposta a acreditar que sim.

Quando o sol começou a nascer, Legolas e eu voltamos para Valfenda de mãos dadas e ele não escondia o sorriso radiante em seu rosto. Seu olhar pacífico recaiu sobre mim e seus lábios quentes beijaram minha testa no momento em que ele desejou-me “boa noite minha ferinha”. Não consegui segurar a vontade ardente que gritava em todo meu corpo de beijá-lo e selei nossos lábios em um beijo que nos roubou o fôlego.

Meu príncipe novamente não conseguiu controlar sua língua ao passear sua boca pelas curvas delineadas do meus seios e meu corpo inteiro se incendiou ao toque dele. Legolas pressionou-me fortemente contra a parede da sacada e apertou minha cintura, sedento de paixão. Não passamos disso pois não estava na hora de nos entregar um ao outro... Isso devia acontecer somente depois do casamento... Embora eu ainda não ter certeza como convenceria ammë e Thranduil de aceitar nossa união. No entanto, não desistiria facilmente.

Sentei-me na cama e passei as mãos no cabelo, respirando profundamente. O ar parecia ter ficado mais leve depois que finalmente entendi que não adiantaria nada que eu fizesse; se fugisse desse amor seria pior.

Amá-lo é sempre a melhor opção.– Repeti para mim mesma com o olhar recaido sobre os lençóis. Deitei novamente no colchão e depois de alguns minutos resolvi levantar e tomar um banho. A água morna me fez bem... A calmaria me fazia bem naquele momento. Era tão gostosa a sensação de paz entre eu e Legolas... E eu queria levá-la para os elfos lá fora... Espalhar essa paz com a união de Mirkwood com a Floresta Branca. Ammë e Thranduil teriam que engolir a rivalidade, passar uma borracha no passado e aceitar que eu e Legolas iríamos ficar juntos. Não havia mais motivos para eu recusar meu príncipe...

Mas antes tinha que me acostumar que Thranduil se tornaria meu sogro depois da cerimônia. Uma coisa que seria difícil para mim... Uma missão quase impossível, na verdade. Mas faria o mínimo esforço para ver o sorriso nos lábios sedutores de Legolas.

Três batidas na porta me tiraram do silêncio. Saí da banheira e me enrolei em um roupão acastanhado que havia do meu lado. Meus cabelos pingavam pelo chão enquanto caminhava pelo banheiro.

— Quem é? — questionei, elevando a voz para que a pessoa me ouvisse.

— Está atrasada! — gritou Laura dando mais algumas batidas na porta. — Estamos loucos atrás de você...

— Quando diz "estamos", está se referindo? — eu ajeitei o cabelo e comecei a me vestir.

— Eu e Mormacil! — gritou ela, impaciente. — Seu Legolas está ocupado demais conversando com uma tal de... Tauriel?

Senti meu sangue gelar ao ouvir aquele nome. Se Tauriel estava ali não poderia ser para dar boas notícias, poderia? Óbvio que não! Coloquei o vestido cinza simples que havia reservado para mim e abri a porta.

Laura deu um pulinho de susto e sorriu. Seus cabelos ruivos caíam livres pelos ombros e sua roupa de caça fora substituída por um belo vestido de seda branco.

— Não vai caçar? — perguntei a ela que revirou os olhos e bufou.

— Infelizmente não. — respondeu-me — Não hoje sendo o Baile de Aniversário de Arwen... Meu tio está planejando isso a meses... Será uma grande comemoração na Última Casa Amiga ao Leste. — disse ela de maneira entediante.

Laura olhou para algum lugar atrás de mim e ficou calada por alguns segundos, perdida nos próprios pensamentos. Eu estalei os dedos em frente aos seus olhos castanhos e ela piscou várias vezes.

— Terra chamando! — brinquei e ela riu. — Sobre Legolas...

— Ah, sim! — ela balançou a cabeça. — Está desde de cedo conversando com aquela ruiva bonita... Se não me engano... Seu nome é Tauriel...

— Sim, eu a conheço. — respondi apressada — O que ela está fazendo aqui?

— Pelo que ouvi... Está a mando do rei Thranduil. — Laura bufou e colocou as mãos na cintura. — Esse rei não desgruda do seu pé.

Eu caminhei para fora do quarto e fechei a porta atrás de mim.

— Como você vai aguentar ele sendo seu sogro? — questionou-me ela com um tom de desespero.

— Sendo calma como o farfalhar das folhas... — falei imitando o estilo calmante, extremamente irritante, de Thranduil e gesticulando com os dedos. —, oh, e não vou esquecer que andar como se estivesse flutuando é uma marca registrada.

Laura gargalhou e eu sorri da rizada espontânea dela. Apesar de ainda a conhecer apenas a alguns dias, era como se nos conhecessemos desde sempre.

— Juro! — falei enquanto caminhavamos rumo ao jardim. — Ele parece que não vive nesse mundo... É uma paz de espírito, uma tranquilidade, uma serenidade... Nada... É... Com ele.... — disse calmamente.

— Ah, vai fazendo piada. — ela conseguiu dizer em meio aos risos.

— Eu vou e você vai ouvir todas elas... — pisquei o olho.

Ela negou com o indicador. — Não! Princesa, pode parar por ai... Quero continuar tendo ar nos meus pulmões.

Eu dei de ombros e nos aproximamos da margem do jardim. Olhei para o enorme canteiro em minha frente e vi Legolas e Tauriel conversando, andavam pelo jardim distraídos mas atentos ao que cada um tinha a dizer.

Suspirei ao ver os cabelos dourados do meu príncipe e sua boca avermelhada roçando palavras ao vento. Ele mantinha as mãos fechadas em frente a cintura e concordava com que Tauriel dizia. Vê-lo, naquele instante, fez o meu peito se encher de paz embora os vários elfos de Valfenda estarem andando de um lado para o outro apressados por conta do Baile.

— O brilho no olhar de quem está apaixonada. — brincou Mormacil se aproximando de nós duas. Eu sorri e ele olhou para Tauriel e o príncipe. — Conversa demorada...

— Laura disse que você estava me procurando... — comecei a falar.

— Sim, até tive que achar a cozinha caso Vossa Alteza tinha ido parar lá sem querer no meio da noite. — ele me interrompeu com um sorriso brincalhão nos lábios.

Ri, lembrando-me de quando atacava a cozinha a noite e Mormacil sempre me encontrava. Não tinha culpa de ser devoradora de doces quando era mais nova.

— Eu nunca fiz algo assim nessa vida... — levantei o rosto.

— E nem eu! — ele colocou as mãos na cintura e franziu as sobrancelhas.

Respirei fundo e olhei mais uma vez para os dois amigos conversando enquanto andavam pelo jardim e olhei para Laura e Mormacil.

— Poderiam me dar licença? — pedi e eles se afastaram.

Caminhei em direção aos dois e sorri quando Tauriel percebeu minha presença. Legolas se virou e sorriu, derretendo meu coração completamente. Meu príncipe envolveu-me em um abraço e sussurrou um “bom dia, meu amor”, no meu ouvido.

— Tauriel? — virei-me para a elfa que fez um cumprimento élfico. — Não esperava te encontrar aqui.

— Eu também não gostei da situação mas diferentemente do meu príncipe, quando me tornei capitã da Guarda Real, passei a obedecer única e exclusivamente a Thranduil... — ela suspirou e seus grandes olhos cor de esmeralda me fitaram. —, vim aqui a mando rei para impedir que vocês fiquem juntos.

Eu abri a boca para falar mas ela inclinou a cabeça para trás e suspirou pesadamente.

— E que não vou fazer! — ela resmungou.

Eu pisquei algumas várias vezes antes de dar alguns passos em sua direção.

— Como?

— Para todos os efeitos eu vim aqui, tentei o máximo que pude mas não tive escolhas. — a capitã me olhou e segurou os meus braços. — Isso tem que parar! Thranduil não pode mais afetar vocês dois.

— Não vai. — disse com a voz um pouco mais baixa. — Ninguém vai nos afetar mais... Nada do que ele digam irá nos separar ou até nos afetar... Nada! — ponderei firmemente segurando suas mãos.

Tauriel suspirou aliviada e sorriu para nós. — Se não fosse tão boa diria que já entregaram o coração.

— Acho que disso não resta dúvidas, Riel. — falou Legolas colocando as mãos em torno da minha cintura. — Se não fosse para Aranel, de quem mais ele seria?

— Digamos que eu dei uma forcinha para ele entregar o coração... — brinquei e Tauriel levantou as sobrancelhas. — Ou fazia isso ou levava outro balde d'água na cara.

A elfa gragalhou.

— Oh! Não foi assim, Fera! — pestanejou ele se afastando um pouco de mim.

Eu gesticulei. — Também te amo, Bela.

Tauriel riu ainda mais.

✴✴✴

O dia passou rápido e Tauriel resolveu ficar para a festa. Quase não pude ficar na companhia de Legolas já que Laura arrastou-me novamente para a floresta, para caçar escondido de Elrond.

No cair da noite, voltamos para Valfenda e começamos a nos arrumar para o Baile. Coloquei um vestido branco de seda e sai do quarto quando a música começou a tocar suave pelos corredores. Assim que fechei a porta, sorri ao ver Legolas em minha frente.

Ele estava usando uma bonita roupa cinza, cravejada de minúsculos cristais. Leg estava mais bonito, com o semblante mais tranquilo e o corpo mais aplumado como se todo aquele temor que antes reacaia sobre seus ombros tivesse desaparecido completamente. Seus cabelos louros, um pouco mais claros que os de Thranduil, escorriam pelas costas e uma coroa élfica enfeitava seus fios dourados. Legolas olhou-me com um brilho apaixonante nos olhos tão azuis quanto o céu e seus lábios desejáveis abriram-se em um sorriso doce e terno. Meu príncipe estava com uma caixinha de forma retangular na mão.

— Veio me buscar, foi? — questionei com um sorriso. — Eu não vou fugir novamente.

Ele levantou abaixou o olhar e soltou uma rizada abafada.

— Nunca se sabe, não é?! — ele estendeu a caixa para mim e eu peguei. — Um presente para minha futura esposa. — ele sorriu.

Eu peguei a caixa vermelha e desfiz o laço dourado. Ao abrir me deparei com uma tiara élfica cravejada de joias verdes e rosas.

Eu sorri ao vê-la pois não tinha nenhuma tiara ali para mim e agora usaria uma que meu príncipe havia escolhido.

Olhei para ele e coloquei a tiara na cabeça.

— Hantalë! — agradeci.

— Uman ná! — falou ele dando o braço para que eu pegasse.

Deixei a caixinha dentro do meu quarto e peguei o braço de Legolas. Nos dirigimos para o salão de festas onde uma música tocava suavemente, o odor de iguarias enchia o ar e lembrei-me de Sigrid, a humana com certeza estaria extasiante se estivesse ali. Havia elfos de todas as partes da Terra Média, exceto elfos da Floresta das Trevas e da Floresta Branca. Vi alguns elfos do sul dançando no meio do salão e suspirei.

— Aonde está Tauriel? — perguntou Leg vasculhando seu olhar pelo ambiente.

Eu também comecei a procurá-la.

— Aqui! — ouvimos sua voz e nos viramos.

A capitã sorriu e eu fiquei impressionada em ver seus longos cabelos ruivos presos por fitas douradas e usando um vestido azul. Tauriel limpou um pouco de glacê que havia no canto esquerdo dos lábios e olhou para Legolas de forma divertida.

— Sigrid iria adorar esses doces. — disse ela — Talvez eu leve um pouquinho para ela.

— Desde que não estrague. — brinquei.

Tauriel deu de ombros. — Vamos! Consegui uma mesa para nós.

A capitã da Guarda nos guiou pelo salão até uma mesa forrada por uma bela toalha de cetim enfeitada por um grande arranjo de orquídeas azuis. Laura sorriu  quando nos aproximamos da mesa e Mormacil sentou-se ao lado de Arwen que também estava sentada ali.

Depois de desejar um feliz aniversário para a princesa de Valfenda, sentei-me na mesa e Legolas ao meu lado.

— Aragorn não veio? — perguntou Legolas à Arwen.

Ela levantou os ombros e franziu os lábios. — Não foi nada fácil convencer ada de deixá-lo vir mas... — ela piscou o olho e sorriu para algum lugar atrás de nós. —, eu consegui.

Arwen levantou-se da mesa e correu para o salão. Um sorriso brotou nos meus lábios quando a vi correndo em direção a um rapaz jovem trajado com roupas de caça e abraçá-lo firmemente. Eu reconheci as vestes pretas, os cabelos castanhos e os olhos azuis... Porém não sabia que ele era Aragorn, filho de Arathorn... Conhecia ele pelo título de "Passo Largo", já que sempre recusou-me a dizer seu nome de fato.

Aproximei-me de Legolas e sussurrei em seu ouvido:

— Diga que esse aí é o verdadeiro herdeiro de Gondor.

Leg assentiu. — Ele é o verdadeiro herdeiro de Gondor.

Quando Aragorn e Arwen se aproximaram, levantei-me e sorri. Ele arregalou os olhos ao me ver.

— Princesa Aranel Vellenmar? — ele sorriu meio constrangido e depois olhou para Legolas. — Nunca imaginaria que você e o príncipe Legolas estariam no mesmo ambiente.

— Está um pouco desenformado, querido, mas logo você entenderá. — disse Arwen com um sorriso e piscou para mim.

— Eu também nunca imaginaria que Arwen Undómiel fosse sua amiga, Passo Largo. — disse com um sorriso e cruzei os braços. — Ou devo dizer; Aragorn?!

— Você contou a ela? — perguntou ele a Legolas.

Leg deu de ombros e riu. — Não foi preciso... Ela descobriu sozinha.

Passo Largo me olhou e levantou as mãos. — Desculpe mas acontece que eu não queria que espalhasse um boato por aí.

— Só não faça isso novamente. — eu sorri.

Legolas se levantou e balançou as mãos. Havia vinho manchando sua roupa delicada e ele bufou.

— Mas é uma mula mesmo! — resmungei olhando para ele.

O príncipe fitou-me com uma cara de “sou o que?”, e eu gargalhei.

— Melhor tirar isso! — falou Aragorn. — Isso não vai sair!

— Vamos! — puxei Legolas pelo braço. — Já voltamos!

Andamos pelos corredores e caminhamos até meu quarto. Abri a porta e ele ficou parado do lado de fora.

— Entra! Não vai querer ficar todo colando, vai? — disse e o rosto dele ruborizou.

— Mas...?

Eu não deixei ele terminar e o puxei para dentro. Caminhei até o baú e peguei uma toalha para ele.

— Vá se limpar. — disse empurrando ele em direção ao banheiro.

Legolas fechou a porta e eu sentei-me na cama. Só então percebi o que tinha acabado de fazer; trouxe Legolas para o meu quarto. Eu podia jurar que minhas bochechas estavam coradas.

Meu príncipe ficou lá dentro por um longo tempo e eu cancei de ficar sentada na cama. Caminhei pelo quarto antes de bater na porta do banheiro.

— Nel! — chamou ele com um tom desesperado.

— Morreu aí dentro? — questionei rindo.

— Acho que o vinho manchou mais que a blusa. — falou ele — Minha pele também.

A porta se abriu e eu me afastei um pouco. Legolas estava com peito desnudo e eu senti meu coração acelerar. Ele era perfeito; músculos definidos e cheios desenhados na pele clara, pelos lisos e louros encobriram a parte de cima do seu colo e a pele ondulava, rígida, até o umbigo. Os cabelos louros de Legolas caíam pelos ombros e ao olhá-lo nos olhos sorriu com um brilho envergonhado nas íris. Seu rosto ruborizado encarou-me.

— Desculpe mas...

— Tudo bem! — falei engolindo em seco e peguei a toalha de sua mão.

Havia uma mancha rosada na carne macia e clara de sua barriga. O que seria da vida dos homens sem uma mulher? Dirigi-me ao banheiro e molhei a toalha. Legolas entrou e aguardou ao meu lado, senti o olhar dele sobre mim e me virei. Ainda sem olhá-lo nos olhos, comecei a limpar a mancha rosada em sua pele alva e ele segurou o riso.

— Está sentindo cócegas? — perguntei com um sorriso no rosto.

— Talvez! — ele colocou as mãos na boca e fechou os olhos. — Já saiu?

Eu dei mais uma olhada e me afastei. — Sim! — ele abriu os olhos e se olhou. — Vai precisar de roupas limpas. — peguei a blusa manchada de vinho. — Essa já era.

— Não precisaria... — as bochechas dele ficaram ainda mais vermelhas. —, foi meio que de propósito!

Eu abri a boca não acreditando no que acabei de ouvir.  — Para que finalidade? — questionei fingindo ser a mais calma do planeta.

Legolas não disse nada e se aproximou de mim. Minha respiração acelerou quando ele tocou meu rosto suavemente. Meu príncipe me admirou com brilho nos olhos e me puxou para perto. Leg selou nossos lábios lentamente envolvendo nossas línguas em um beijo suave e calmo. Ele me puxou e prensou-me contra seu corpo, eu enrosquei os dedos em seu cabelo e suguei seu beijo com vontade. Um calor infindável começava a tomar conta de mim e eu estremeci ao toque do meu príncipe. Ali, pressionada contra ele, senti algo começando a ficar rígido sob suas vestes e eu me afastei.

— Tem mesmo certeza de quer fazer isso agora? — perguntei e Legolas lambeu o próprio lábio sentindo o sabor do meu beijo.

— Se quiser, eu paro e voltamos para a festa mas quando teremos outra chance como esta? — ele levantou uma sobrancelha e eu sorri.

Aquilo era realmente verdade e eu o abracei. Eu queria ser a única mulher na vida dele mas não sabíamos quando e nem, se iríamos casar. Não teríamos uma outra chance... Não em um lugar aconchegante e acolhedor como Valfenda.

Eu o beijei sentindo ele responder. Legolas envolveu meu corpo pela cintura e começou a abrir o feixe do vestido que eu usava. Cada botão foi aberto lentamente enquanto sua boca se deliciava com a minha e quando terminou, o tecido escorregou para baixo roçando em minhas pernas. Legolas se afastou para observar meu corpo ainda encoberto por uma langeri vermelha e preta. Eu caminhei em direção ao quarto e comecei a fechar as cortinas enquanto que Legolas se sentava na cama e começava a tirar a calça. A música do salão soava ao fundo mas naquele momento não queria estar em mais nenhum lugar naquele mundo do que ali, com meu príncipe.

Eu caminhei até ele e Legolas sorriu. Meu príncipe acariciou minhas costas, passou a mão por minha cintura e puxou meu corpo para perto. Ele sorriu e beijou minha barriga, suave e lentamente e eu senti todo meu corpo responder aquele incentivo. Legolas beijou mais uma vez e me olhou.

— Você é tão perfeita. — disse-me ele cheio de lascívia no olhar.

— Já me disseram isso! — brinquei e ele estalou os lábios.

Legolas me segurou firmemente e me colocou na cama, delicado e cheio de cuidado. Eu não tirava meu olhar do dele e obedecia a cada comando que meu corpo possuía ao toque dele. Leg beijou-me a boca, mordendo meu lábio com delicadeza a medida que o prazer enchia nossos corpos em uma erupção sem precedentes. Ele desceu sua língua melada e lábios pelo meu pescoço e sugou minha carne. Eu senti um tremor percorrer todo meu corpo e arfei baixinho. Eu mordi a boca e estalei os lábios.

— Tem certeza que é sua primeira vez? — perguntei a ele acariciando seus cabelos.

— Absoluta! — respondeu-me — Agora, fique parada.

Eu assenti e senti sua boca roçar minha pele em direção aos meus seios. Legolas abriu o feixe da frente do sutiã e tirou-o de mim com cuidado. Ele observou-me por alguns instantes antes de lamber meu seio e tirar meu corpo de uma posição fixa. Eu gemi quando ele chupou minha carne macia e delicada do seio esquerdo enquanto que suas mãos brincavam com meu seio direito. Ele me deixou bem molhada antes de ir encobrindo meu corpo de beijos cheios de desejo.

Legolas segurou minhas pernas e acariciou minhas coxas grossas. Ele beijou minha coxa e roçou a boca até a parte mais íntima do meu corpo, acariciou a renda da minha roupa e beijou novamente meu quadril.

— Tão minucioso. — disse ardendo com a febre que viria a seguir.

— Quero aproveitar ao máximo. — ele disse e eu senti seus dedos deslizarem minha última roupa.

Legolas beijou meu íntimo enquanto meu sexo começava a ficar úmido. Ele beijou cada pedaço, cada vinco enquanto meu corpo inteiro explodia em um ardente desejo sem fim. Eu agarrei os lençóis enquanto Legolas segurou minha carne e beijou minha intimidade, bem no fundo fazendo uma erupção subir até minha garganta me fazendo gemer. Ele lambeu e me sugou, estava inchada e enquanto ele explorava cada fenda do meu sexo, eu coloquei a cabeça para trás e mordi o lábio.

— Você é virgem. — disse ele mas sua voz se perdeu com a loucura que subia até minha cabeça. — Tão apertada e... Desejável.

Leg voltou a me beijar e aquilo começou a me levar a loucura. Eu estremi em seu toque e arfava a medida que ele se divertia lá  embaixo. Eu sentia-me ainda mais molhada e gemi mais uma vez, segurando os cabelos dele...

— Ah...... Por favor....... Não pare!

Meu príncipe não parou e quando atingi o ápice do desejo, ele deitou-se ao meu lado, acariciou meu seio e me olhou. Eu afagava meu rosto enquanto tentava recuperar o fôlego e sorri.

— Isso foi..... É sempre assim?

— Eu espero que sim. — ele sorriu e tirou uma mecha de cabelo da minha boca para poder me beijar.

Ele diminuiu o espaço e me puxou mas eu me soltei e coloquei as pernas em torno de sua cintura. Agora seria minha vez de brincar com ele. Mordi o lábio de modo sensual e beijei seu peito delicadamente, acariciando seus músculos firmes e definidos. Desci em direção a sua parte íntima e admirei seu membro elevado, cheio de tensão e desejo dentro. Louco para entrar em erupção na parte mais funda dentro de mim. Eu coloquei a mão nele e o massageei.

— Não precisa fazer isso... Embora eu esteja gostando. — ele sorriu.

— Está sentindo? — perguntei deslizando meus dedos por toda a extensão de seu músculo enrigecido, da base até o topo. Era tão branquinho e perfeito que eu fiquei admirada em vê-lo naquele jeito.

— Não pare! — gemeu Legolas retorcendo seu corpo.

Mas eu parei e começei a montá-lo. Legolas sorriu com a visão privilegiada dos meus seios e os apertou.

— Minha Nel, eu faço isso. — ele segurou minha cintura e jogou-me para o outro lado da cama. — Vou ser cuidadoso e não vou te machucar.

— Estou sentindo uma dorzinha mas nada consegue ser melhor que isso. — arfei enquanto ele começava a entrar dentro de mim e uma dor fraca porém chata percorreu meu íntimo.

Ele começou a se mover embaixo de mim; para frente, para trás, e para frente novamente também era a primeira vez dele no entanto estava conseguindo me tirar do foco com maestria. Meu músculo prendeu o dele enquanto que nossos corpos se satisfaziam um com o outro.

Eu consegui prender a voz por alguns minutos mas estávamos tão sedentos de desejo que paramos de conseguir isso depois de alguns minutos de amor ardente. Legolas segurou minha cintura e puxou meu sexo mais para perto dele e eu vi o rosto e corpo do meu príncipe melado de suor, ruborizado pelo sangue correndo latente e aroxeado pelos beijos excessivos da minha boca.

Puxei ele para mais um beijo e Legolas foi selvagem, estava explodindo com a sensação de prazer que estávamos sentindo. Ele segurou minhas mãos acima da minha cabeça e chupou mais uma vez meu seio, lambeu e beijou a ponta vermelha com carinho.

Legolas acelerou seus movimentos embaixo de mim, gemi tanto que minha garganta começou a doer. Quando me lembrasse dessa noite, essa seria a visão que teria. Eu revirei os olhos e mordi os lábios.

— Eu amo você, Legolas. — consegui dizer em meio a explosão de sensações que me atingiram quando cheguei ao ápice. Era insano e maravilhoso...

— Eu te amo mais! — ele sorriu e eu senti seu gozo jorrar em mim transmitindo uma sensação surreal de prazer.

Legolas beijou-me a testa e suspirou. Eu sorri e o vi cair para o lado, desfazendo a união e me puxando para um abraço quente.

~***~

Capítulo mais longo até agora; um total de 4165 palavras e ainda não sei como ainda estou viva kkkkk

Quem ai queria estar no lugar da Nel? EUUUU!!! QUE SIIIIIMMM!!!

Tenn'enomentielva...

               

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