5|Encrencada
Fiquei de coração aberto.
— Sim! - Eu disse enquanto o abraçava.
Ficamos a tarde toda juntos, mas,meu pai acaba chegando. E sim,Jorge ainda estava na casa. Com um medo básico, tive que dizer:
— É...Pai!
— Estou pronto para ouvir.
— Eu e o Jorge estamos em uma relação.
— Podemos conversar,filha?
— Ah,claro. Nos vemos depois, amor. - Eu disse enquanto o beijava. Meu pai não gostou nada dá novidade,pois,estava com a cara vermelha.
Eu e meu pai fomos para a sala,ele colocou a mão encima dá minha e falou.
— Filha,tem certeza que ele é o cara certo pra você?
— Sim,pai.
— Não vou gritar com você ou te repreender,mas,tome cuidado.
— Irei tomar.
Meu pai,meio deprimido foi para a cozinha fazer um chá. E eu,liguei para o Jorge. Ficamos conversando sobre músicas, nosso futuro e tal's. Foi mais de três horas de chamada,mas,tive que desligar porque eu estava com sono.
Dormi,e quando amanheceu, meu pai estava encima dá minha cama. Só de abrir os olhos ele falou:
— Bom dia,princesa!
— É-é,bom dia pai! O que faz aqui?
— Só quis garantir sua segurança.
— Ah,tá bom. Vou me arrumar.
Me arrumei,tomei café e parti para a escola. Meu pai se despede dando um beijo em minha testa.
Entrando no ônibus,encontro o Jorge e sento ao lado dele. Nos beijamos e todos nos olham. Uma menina metida de um grupo chamado,as top 5,fala:
— Haha! Olha quem vai ser a próxima em levar chifre,gente!
Todos começam a rir,não do a mínima,mas fico com um pé atrás.
Ao chegarmos na escola, encontro o Nerd. Ele me recebe com um "Bom dia", e eu o ignoro. Entrei na escola e fui em direção a minha sala junto com o Jorge,só que,ele vai ao banheiro e fico a espera. Mas aquela menina irritante aparece novamente:
— Ei,das trevas. Ta de namoradinho novo é? Ops,é a primeira fez que você namora.
— Sai daqui metidinha.
— Haha,admite garota. Quem namorar com você,vai ser levado para as escadas para as trevas.
— Querida,não quero sujar minhas mãos hoje e acredito que você não queira borrar sua maquiagem. Então,vaza daqui!
— Melhor mesmo,escrota.
Ela me dá as costas,e eu fico irritada.
Ele sai do banheiro e me vê com as mãos fechada demonstrando raiva. Me perguntou:
— Está tudo bem,querida?
— Ah,claro. Eu só ia matar a Judy.
*Rindo* — Se acalme,amor.
Fomos para a sala e,o professor chama nossa atenção por estarmos de mãos dadas.
— Senhores,por favor,mãos separadas.
Jorge ia tirar,só que eu digo:
— Nunca namorou não, professor?
— Isso é pessoal.
— Uma pena que eu só faço o que você mandar se eu quiser.
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