introdução
Numa pequena cidadela de ares não muito acolhedores, um garoto vive uma trágica experiência familiar, transformando dai por diante a sua vida por completo, todos os personagens parecem possuir uma caracteristica peculiar, todos foram afetados pelo trauma .Depois de um bom período, sem novidades a vida se arrastando lenta e enfadonha, parecia um lugar esquecido por Deus. Mas algo iria mudar para sempre essa rotina despretenciosa.
Poucos saberão com detalhes a história caotica de Delmon, como a vida as vezes escolhe pessoas e determina a elas uma existência miserável e deprovida de algum benefício ou direito indispensável a uma vida normal e feliz.
Ao caminharmos por caminhos escuros, buscando com aflição a prazerosa luz... Sempre restará em nos um pouco de escuridão, dentro de nossos olhos , em nossas mãos que tateiam as trevas , em nossa pele que sente o frio das sombras, em nossos pés que pisoteiam cadáveres de nosso passado , mas a mais medonha marca da escuridão que possa existir, é aquela deixada no íntimo de nossas almas..
Capítulo I
Eco das sombras.
Todos os indícios apontavam para um desfecho traumatico; a sombra fria da noite, o vento levemente úmido
Comprimindo o corpo magro e desfigurado do garoto. Os pesadelos que voltaram na noite anterior e aquele forte arrepio a percore-lo dos pes a cabeça
O que se esconde no coração humano?.Tal qual a pedras a água
desgastam, assim também as aspiracoes humanas são aos poucos diluídas pelo tempo.
Enquanto a alma frágil reluta,
A individualidade bioquímica
Se retrai , se compunge entre temores. Dadiva divina, ou maldição?
As sombras alimentam o algoz, um vento vindo de longe, trazia estranhos mistérios sob uma aura fantasmagórica e sombria. Se arrastavam aos pes do garoto uma amontoado de lembranças mórbidas envoltas em um véu ralo e aterrador. És um quadro fiel de toda a sua infância tumultuada
Agora tudo e real, o temor e o cheiro de folhas apodrecidas. Peculiar na existência despretenciosa da estutura molecular do garoto.---- Há quem se cure
Lambendo suas próprias feridas,
Outros precisam do anestésico do
Laboratório do tempo.
O tempo frio se arrastando pelos trilhos gélidos da ferrovia corroida
Com seus braços multiformes.
Enquanto Delmon espera pela tardia volta de sua mãe. Sua mãe, aquela que devia protege-lo de todos , dos percalços da vida, aquece-lo nas longas noites geladas da pequena cidade litorânea. Tao longe ela se escondera, fugitiva de um passado trágico e podre.
Sérios motivos a fizeram parti dali,
Deixando seu filho com estranhos. Como seria recebida? Isso era o que ela se perguntava depois de longos anos distante.
O garoto volta a atenção para a antiga estação de trem, o tempo parece parado por um breve momento. Uma garota de programa se esconde entre becos fétidos, marcara encontro com seu principe encantado.pensamentos e desejos de homem percorem subtamente o corpo daquele garoto de treze anos.
Anguns intantes passados, ele ainda pensa na garota do beco, pensa na mulher que virá, qual delas abraçará primeiro? .
Um grito estridente rasga o véu lúgubre da noite, poucos ouviram apenas o guarda sexagenário que cuida da pequena estação jogada as moscas, destino de poucas pessoas sensatas, alguns bêbados .alem de Delmon que quase fura os tímpanos. Um silêncio apavorante se segue, não para ele o medo e um fiel companheiro na misteriosa trajetória da vida , seus olhos são guiados para o beco no qual a promíscua entrara a pouco...la estaria o seu algoz o príncipe encantado da morte.
O garoto caminha ávido em direção ao beco escuro e fétido, um animal da noite corre assustado saido da escuridão.Delmon olha rumo a pequena fresta de luz que fragil luta com as sombras no final do beco,
Então um ser estranho salta em direção contrária a sua.Algumas luzes se acendem tímidas no interior das casas.Delmon se agaixa e Abraça a garota que vacilante entre dentes fala-lhe um nome...apenas um nome, mas que constitui a verdadeira imagem da maldade e do terror
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