2- O amigo tesudo da minha tia

MINHA SEGUNDA EXPERIÊNCIA SEXUAL FOI O AMIGO DA MINHA TIA.

Minha tia morava no interior, mas resolveu mudar para a capital por mais oportunidades de emprego, então acabou vindo morar numa casa de aluguel que tinha bem próximo à rua onde eu residia com a minha família. O aluguel nos primeiros meses era pago pelos meus avós até que ela pudesse pagar por si só quando estivesse finalmente empregada. Era um momento do qual ela ansiava se realizar. Uma outra tia minha acabou indo morar junto com ela para ajudar nas tarefas da casa, principalmente na parte alimentícia.

Minha tia sempre foi muito querida pelas pessoas. Ela era bastante comunicativa e conseguia fazer amizades rápidas em qualquer lugar que ela chegasse. Ela sabia conduzir uma conversa, além do modo simpático com o qual se comunicava, sempre muito sorridente e gentil.

Mesmo que tivesse ido morar ali na capital, ela sentia falta em especial de um amigo que ela tinha desde de sua adolescência e que deixara para trás quando partira da sua pequena cidadezinha. Se conheceram na escola e eram inseparáveis. Eles iam para todos os lugares juntos, iam nas mesmas festas e até compartilhavam um gosto em comum que era um gosto por rapazes.

Sempre que ia na casa da minha tia para vê-la, ela falava desse amigo e até mesmo me mostrara uma foto deles dois juntos em uma festa que tivera há muito tempo na cidade. Estavam abraçados e sorridentes. Dava para sentir a alegria saltando daquela foto e atingindo meu coração quase que imediatamente.

O nome do amigo dela era Ranieri. Ele era um cara bem bonito. Era magro, pele clara, olhos e cabelos escuros, rosto sem barba e o que mais me chamava a atenção. Ele usava piercing no nariz e na língua, além de um alargador na orelha direita que dava para enfiar um dedo por ele. Dava para ver uma tatuagem tribal no braço, já que estava com um abadar provavelmente do carnaval que foram juntos em Salvador.

Minha tia tinha muito orgulho da relação que havia construído com o amigo dela, Ranieri, e parecia nunca se cansar de falar dele e cada vez mais eu me interessava por saber mais e mais dele. Gostava de ouvi-la falar tão empolgada das tantas aventuras que tinha ao ado dela na pequena cidade que viveu toda a sua vida.

Às vezes quando ela ligava para ele pelo celular nos finais de semana para conversarem, eu ficava próximo escutando e rindo de algumas coisas que ela falava para ele. Cada vez mais me convencia de que Ranieri era um cara muito engraçado e legal. A vontade de conhecê-lo só crescia em meu peito cada dia que passava. Às vezes ficava imaginando como seria a voz dele do outro lado da linha, tendo em vista que nunca ouvia, já que a ligação nunca era feita no viva-voz. Olhando para as fotos dele, podia imaginar uma voz tranquila e aveludada, mas não tinha certeza.

Algum tempo depois, minha tia anunciou que o seu tal amigo ia morar com ela assim como eles haviam planejado quando eram mais novos, pois a minha tia tinha o indicado à uma vaga de emprego ali na capital e ele estava sendo chamado. Ela estava extremamente empolgada com a mudança dele para a capital e nos dias que antecederam a sua chegada, ela só falava daquilo com um sorriso bem largo esculpido em sua boca.

Era um dia de sexta-feira quando finamente ele chegou pela manhã. Eu estava na escola e assim que cheguei em casa, minha mãe falou que o amigo da minha tia finalmente havia chegado. Não perguntei nada à ela, afinal não queria parecer interessado demais. Apenas sorri e fingi não ser nada demais, mas a verdade era que por dentro eu estava completamente ansioso por vê-lo pessoalmente, idealizando tudo, a sua altura, se era realmente parecido com a foto, qual a sua voz que até aquele momento ainda não havia escutado e outras coisas mais.

Por fim almocei. Minha mãe disse que iria na casa da minha tia ver o tal amigo do qual ela tanta falava apenas no período da tarde, então concordei com ela e continuei comendo como sempre fazia. Costumava comer primeiro para apenas depois tomar banho, pois já acabava escovando os dentes para ficar fresquinho para tirar um cochilo, já que acordava muito cedo para ir à escola.

Naquela tarde demorei um pouco mais à dormir, mas acabei conseguindo por fim. Eram mais ou menos quatro da tarde quando minha mãe me acordou. Eu levantei um pouco desorientado, mas logo ia recobrando minha consciência. Mamãe mandou que eu me arrumasse para finalmente irmos à casa da minha tia. Me arrumei bem depressa e comemos algumas guloseimas antes de sair, saindo de casa por fim. Assim que chegamos lá, o vi sentado na sala conversando com a minha tia.

Ele era um rapaz bem mais alto que eu e parecia ser bastante tranquilo. Sentei ao lado da minha mãe no sofá e minha tia me deu o celular dela para que eu pudesse jogar alguma coisa, enquanto eles conversavam. Eu de fato jogava, mas sempre que podia dava uma olhada para Ranieri, que parecia concentrado demais na conversa para notar.

Passou-se mais alguns minutos até que eu olhei novamente para Ranieri, então o vi me encarando fixamente. Parecia que ele tinha percebido que eu olhava para ele, então estava ali para me pegar no flagra. Desviei os meus olhos rapidamente dos olhos dele totalmente desesperado, sentindo o meu coração batendo aceleradamente dentro do meu peito. Decidi que não ia mais olhar para ele depois daquele evento. Não queria que ficasse mais evidente que eu estava encarando ele.

Já estava quase escurecendo, então minha mãe anunciou que iria para casa preparar o jantar. Entreguei o celular à minha tia e segui minha mãe até o portão de saída da casa. Minha tia foi nos deixar na porta e com ela o seu amigo ao lado. Minha mãe o abraçou feliz por conhecê-lo, então minha tia pediu para que eu abraçasse ele também. Ele tomou a atitude me abraçando e eu devolvi o gesto mesmo ficando extremamente sem graça. Por fim mamãe e eu partimos para casa.

Alguns dias se passaram e a vontade de provar aquele pau do amigo da minha tia ia crescendo cada vez mais. Talvez ele não fosse tomar nenhuma atitude, afinal por mais que eu tivesse dezessete anos, eu ainda era um menor de idade, então resolvi bolar um plano para chupar o caralho de Ranieri, que era um verdadeiro tesão.

Às vezes minha tia saía para trabalhar e Ranieri ficava sozinho em casa, pois ele só trabalhava na parte da tarde alguns dias, então disse a minha mãe que ia procurar um filme na casa da minha tia. Ela deixou que eu fosse e eu corri apressadamente até lá à fim de chupar aquela pica sem tardar.

Chamei no portão e ele apareceu ali só de toalha. Talvez fosse tomar banho ou algo do tipo, o que já me deixou ainda mais confiante de que eu teria êxito em meu plano. Ele naquele estado era quase como um sinal do universo de que eu deveria seguir em frente, pois estava tudo favorável no caminho à minha frente.

Assim que o portão foi aberto, eu entrei, sentindo meu coração batendo mais acelerado e uma empolgação latente me atingindo como um raio, deixando tudo em mim elétrico. Ele passou em direção ao quarto, sentando na cama, apertando o play para dar prosseguimento ao que estava assistindo na TV.

Eu fingi estar procurando um DVD assim como havia dito à ele que ia fazer, mas a verdade era que eu estava interessado em arrancar aquela toalha dele e começar a mamá-lo até ele gozar bem gostoso na minha boca. Às vezes olhava de soslaio para ele na cama, ainda criando coragem para ir até ele e fazer a proposta.

Respirei fundo, virando-me na direção dele até que por fim, me aproximei, encarando a televisão como se estivesse interessado no filme que ele estava vendo. Era um filme de terror, onde um assassino estava correndo atrás de alguns adolescentes idiotas e totalmente estereotipados, como era de costume daquele tipo de gênero.

― Ranieri, deixa eu chupar a tua rola! ― soltei de uma vez por todas, fazendo com que ele olhasse para mim com os olhos surpresos, dando pausa no filme.

― Eu deixo você chupar a minha rola com uma condição apenas! ― disse ele quase que em um sussurro. ― Você não pode contar para ninguém sobre isso, tudo bem?

Assenti, mesmo que aquilo fosse meio óbvio. Não tinha para quê eu contar para alguém ainda mais para uma família como a minha que via falar sobre sexo com os filhos como o tabu. Era quase como se eles enxergassem que eu ainda era como uma criança completamente incapaz de saber sobre isso.

Depois de concordado, ele tirou a toalha e revelou estar com uma cueca slip em cor preta. O fato dela estar bem justa em seu quadril, marcava com grandeza o seu pau. Os pelos ralos saíam pelo elástico da borda superior se encontrando com os da parte inferior da sua barriga, um pouco mais abaixo do seu umbigo. Umedecia meus lábios completamente pronto para ver aquela rola que apenas pelo contorno na cueca já se mostrava bem grande.

Levei minhas mãos até a borda superior da cueca dele e puxei aos poucos para baixo, revelando aos poucos a sua pica que já se posicionava sozinho para frente, libertando-se finalmente das paredes de tecido que antes a prendiam, enchendo-me ainda mais de desejo ao ver como estava armado para mim.

O caralho de Ranieri era bem grande, deveria medir uns vinte e dois centímetros, o que combinava com a sua altura de quase um metro e noventa. Por mais que o cumprimento do pau dele fosse vantajoso, a espessura dele não era tão larga assim, deixando-o com um aspecto mais magricela, quase como se fosse uma salsicha. A cabeça de sua rola era bastante rosada, o que combinava com o seu tom pálido de pele. Haviam pequenas veias na parte superior, o que me deixava ainda mais louco de tesão.

Sem mais delongas aproximei o pau dele de minha boca e comecei a passar a minha língua pela glande de seu pênis, enquanto ele se contraía em alguns momentos, soltando alguns gemidos tímidos abafados em sua garganta, mas que não durariam muito, pois estava disposto à mamá-lo de uma forma tão sedenta que ele não aguentaria de tanto tesão e gemeria como um louco aos meus estímulos.

Comecei a brincar com o cacete dele em minha boca, fazendo-o estalar em minha bochecha, enquanto sorria de uma forma maliciosa para ele, que parecia se divertir bastante também assim como eu. Em alguns momentos ele também estalou o pau em minha bochecha apenas para ouvir o som oco que fazia.

Momentos depois comecei à chupar a cabeça do seu pau com a boca totalmente fechada nela, enquanto Ranieri fechava os olhos se deliciando com a minha boca quente em seu pau. Ele soltava ar pela boca, mas ainda nenhum gemido, então comecei a ir mais fundo e com mais gana, chupando-o com mais vontade, enquanto dava pequenas olhadas na direção de seu rosto. Ele continuava com os olhos fechados e ainda soltando ar com mais frequência pela boca, ainda sem soltar nenhum gemido, então suguei ainda mais na cabeça rosada de seu pau, então ele não aguentou mais e soltou um gemido abafado e parte dele saiu pelas suas narinas.

― Deixa eu ver a sua bundinha! ― disse ele por fim mordendo o lábio inferior, enquanto fazia uma cara de safado.

Por um momento larguei o pau dele e me levantei, já que estava de joelhos anteriormente. Ele pediu que eu ficasse de costas para ele e assim eu fiz. Ele abaixou o meu calção juntamente com a cueca e eu senti o ar do ambiente encontrar minhas nádegas nuas. O toque quente das mãos dele logo me alcançaram e percebi que ele estava abrindo a minha bunda, o que fez com que eu recuasse, quase que por instinto do toque dele.

― Eu nunca dei o meu cu antes! ― revelei um pouco tenso, enquanto encarava a verga que ele carregava no meio das pernas, imaginando quanto dor eu sentiria com aquela vara entrando por completo em mim.

― Eu adoro comer um cuzinho virgem! ― comentou ele abrindo um meio sorriso entre os seus lábios rosados. ― Se você deixar, eu juro que vou enfiar com carinho e você quase nem vai sentir dor!

Por algum tempo fiquei ali parado diante dele pensando no que havia acabado de me dizer. Sempre sentia meu cu se contrair quando me masturbava, quase como se clamasse naturalmente por uma rola bem gostosa, mas sempre temi um pouco sentir muita dor na minha primeira vez. Sabia que um dia aquele momento haveria de chegar e talvez já tivesse chegado naquele momento. Não sabia muito bem como agir ou o que fazer, mas Ranieri parecia ter experiência no assunto, o que fez com que eu sentisse um pouco mais de segurança se instalando em meu peito.

Assenti por fim, fazendo com que um sorriso safado voltasse a impregnar os lábios dele, que não perdeu tempo, me puxando para perto dele e começando a me beijar. Os lábios dele eram macios e úmidos. Aos poucos a língua dele ia invadindo a minha boca e eu sentia um misto de sensações invadindo o meu corpo, mas a mais gostosa delas estava se fazendo dentro da minha cueca, manifestando todo o desejo que exalava em meu ser.

Assim que ele afastou os lábios dele dos meus, ele olhou em direção à minha ereção, já que estava bem próxima à sua perna, então ele levou sua mão até ela e começou a me tocar, esfregando sua mão quente sobre o tecido da minha cueca, até que puxou meu membro para fora e começou a masturbá-lo, enquanto eu aproveitava a sensação de seu toque em mim, me deixando ainda mais excitado.

― Deixa eu comer seu cuzinho agora, deixa! ― pediu ele beijando meu pescoço, enquanto eu ficava cada vez mais louco.

Concordei e ele me pediu para ficar de quatro na cama para ele. Assim eu fiz, então ele apalpava as minhas nádegas e aproximava seu rosto cada vez mais do meu buraco. Com a língua para fora ele começou a passá-la aos poucos na entradinha, fazendo com que me contraísse, achando aquela sensação bem nova, mas à medida que a língua dele ia fazendo movimentos cada vez mais contínuos, eu gemia contra o colchão e ficava ainda mais louco. A língua dele ia fodendo meu cuzinho, enquanto eu rebolava de tesão.

Ranieri pediu para que eu não saísse da posição em que eu estava, então foi até o guarda-roupa que estava um pouco mais à frente da cama e pegou um frasco transparente com algo dentro. Parecia alguma coisa oleosa. Não sabia muito bem o que era, mas o vi passando aquilo no pau duro dele, deixando-o bem luminoso. Ele olhava meu cu e continuava masturbando o pau dele, até que pegou o frasco e derramou um pouco no meu cu. Senti uma sensação abrasadora se espalhando e um cheiro como bálsamo pairando no ar. Ele passou por toda a entrada e escorregou um dos dedos para dentro, enfiando o mais fundo que conseguia, fazendo com que eu soltasse um gemido.

Ele pegou a sua pica e bateu na própria mão, como se quisesse deixá-la um pouco mais ereta, já que ela estava um pouco menos envergada. Assim que seu cacete estava apontando totalmente para a frente, ele começou a passar suavemente pela minha entrada, quase como um carinho. Aos poucos senti forçando o caminho para entrar. Gemi, afinal parecia estar esticando cada vez mais. Ele pedia para que eu ficasse relaxado à medida que ele ia se aprofundando cada vez mais, até que em poucos minutos senti como se algo se rompesse dentro de mim quando ele enfiou um pouco mais fundo.

― Agora entrou tudo! ― expôs ele tranquilamente.

Por algum tempo ele deixou o seu caralho dentro de mim, quase como se estivesse acostumando o meu cu com a presença daquele corpo estranho. Foi só depois de alguns minutos que ele começou a movê-lo, bombando pouco a pouco, enquanto eu soltava gemidos abafados.

― Você tem um cuzinho muito apertadinho! ― disse ele entre um gemido e outro.

A dor que eu sentia aos poucos ia se tornando em prazer e sentia ele indo cada vez mais fundo em meu cu, enquanto eu rebolava minha bunda sentindo todo o tesão explodindo em mim. Ranieri aumentava a intensidade dos movimentos e por mais que a dor estivesse presente, também sentia uma explosão gélida se espalhando pelas minhas paredes anais, enquanto eu gemia cada vez mais gostoso na vara dele.

Depois de algum tempo ele me trocou de posição, me deitando de frente para ele com as pernas para cima. Ele encaixou seu pau novamente em meu cu, enquanto eu gemia mais. Ele voltou a bombar como antes e eu urrava de prazer cada vez mais. Ele socava fundo e eu implorava por mais. Ele mordia o lábio inferior, olhando bem nos meus olhos, enquanto gemia bem gostoso para ele, até que ele não aguentou mais e finalmente despejou toda a sua porra no meu cu. Senti aquele líquido quente invadindo as minhas paredes anais e o pau dele pulsando dentro de mim à medida que o líquido ia sendo liberado.

Ranieri agarrou meu pau e começou a me masturbar também, aumentando a frequência e eu me deliciava ao toque dele, olhando nos seus olhos escuros que ardiam pelo desejo de me ver gozar para ele. Comecei a gemer com mais frequência à medida que sentia uma onda de adrenalina se apoderar de todo o meu corpo e em poucos minutos eu estava me contraindo, enquanto soltava toda a porra que eu conseguia, então senti meu corpo relaxar e eu deitei na cama, ofegando.

Depois desse dia, Ranieri e eu ainda fodemos, mas depois ele acabou recebendo uma proposta de trabalho em outra cidade e acabou tendo que se mudar. Ele nunca mais voltou à casa da minha tia, mas ela foi vê-lo muitas vezes na nova cidade onde vivia. Soube que ele assumiu um relacionamento com outro cara e estava bem feliz. Minha tia também nunca ficou sabendo de nada que acontecera entre mim e Ranieri, pelo menos não por mim, mas se acabou descobrindo, nunca falou sobre o assunto comigo, então o único lugar que acredito que esses relatos estão, é na minha memória e na de Ranieri, selando para sempre o nosso segredo.

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