1- A rola do meu amigo

MINHA PRIMEIRA EXPERIÊNCIA SEXUAL FOI COM JOHN.

Ele era meu melhor amigo.

Nos conhecemos no ensino médio. Acabamos fazendo amizade porque fizemos um trabalho em grupo. O professor sorteou nomes aleatórios e fez um trabalho no primeiro dia de aula para ser feito em sala. Eu não conhecia muito bem aquelas pessoas, já que era repetente. Conhecia pessoas das outras salas, já que alguns amigos haviam passado de ano e outros reprovaram assim como eu, mas estavam em outras salas, já que naquela escola as turmas eram divididas por letras, então haviam várias turmas de primeiro ano com letras diferentes acompanhando a definição, tipo: 1º ano A, B, C, e assim por diante.

No grupo, haviam apenas ele e eu de meninos. As outras três meninas pareciam já se conhecer, apenas ele e eu estávamos meio deslocados. Não conhecia ninguém naquela nova turma. As meninas se apresentaram e em seguida eu me presentei, então os meus olhos e os das meninas se focaram no garoto que até aquele momento era puro mistério. Não sabíamos literalmente nada sobre ele até aquele minuto, o que só despertava uma curiosidade ainda mais profunda sobre ele.

O garoto tinha cabelos cacheados assim como os meus e uma pele cor de chocolate um pouco mais escura que a minha. Os olhos dele eram bastante expressivos e seus lábios bastante carnudos de uma maneira que eu não pude nem disfarçar que estava olhando diretamente para ela, enquanto esperava por alguma fala dele.

Assim que ele abriu a boca, senti um arrepio percorrendo meu corpo com aquela voz grave que eu não esperava de forma alguma que saísse dele. A garganta dele vibrou à medida que a voz ia saindo.

Por alguns segundos o fitei incrédulo. Aquela voz não parecia estar saindo dele, pois ele era magricela como eu. Imaginei ele sendo dublado por uma outra pessoa, mas à medida que ele seguia sua fala, percebia que aquilo tudo pertencia à ele mesmo, por mais inacreditável que parecesse para mim. As garotas também pareciam tão estupefatas quanto eu, o fitando curiosas.

― Caraca, que vozeirão da porra! ― disse impressionado com tamanha bagagem vocal vinda dele.

Ele apenas riu e eu continuei puxando papo com ele durante o trabalho. Acho que o sentimento foi recíproco, pois mesmo depois que saímos da aula, ficamos conversando no corredor. Ainda estava em processo de me acostumar com a voz dele, mas cada minuto que se passava fazia com que eu não visse mais tanta estranheza.

Passamos o resto das aulas grudados. Desvendava um pouco mais dele à cada minuto. Descobri que ele viera do interior, pois o pai dele recebera uma oportunidade melhor de emprego na capital, portanto ele deixara todos os amigos que fizera no decorrer da vida na cidade natal dele. Ele me contou como era a antiga escola dele, seu antigo grupo de amigos e até mesmo um pouco das férias antes dele finalmente se mudar para a capital.

Segundo os relatos dele, eu de fato era o primeiro amigo que ele fazia ali. Ele contou que na rua onde ele morava não haviam muitas pessoas da idade dele. Todos eram crianças ou adultos demais. As pessoas também eram reservadas, cada uma na sua. Mudara há algumas semanas, mas ainda não conhecia metade das pessoas de sua rua e de certo modo entendia ele, pois morava no mesmo bairro a minha vida toda e não conhecia tão bem as pessoas, exceto de vista. Não sabia o nome de nenhum dos meus vizinhos.

No intervalo, pegamos o lanche e depois ficamos sentados no corredor, comendo, enquanto papeávamos. A comida era biscoito com suco. Era apenas um lanche para que ninguém ficasse de estômago vazio a manhã inteira.

Semanas se passaram e nos tornamos completamente inseparáveis, onde um estava, o outro estava também. Sempre conversando de maneira empolgada, pois nós dois tivemos uma identificação rápida um com o outro.

― Cara, meus pais compraram um videogame para mim como um sinal de redenção por eu ter que me mudar e abandonar meus antigos amigos ― revelou ele dando de ombros, enquanto mexia o copo com suco na intenção de deixá-lo homogêneo. ― Você quer ir jogar comigo depois da aula?

Parei por alguns segundos analisando a sua proposta, mas por fim acabei dando de ombros e acabei aceitando jogar com ele depois da aula, desde que eu pudesse avisar a minha mãe de que iria para a casa de um amigo, caso contrário ela poderia ficar bastante preocupada. Ele concordou, dizendo que eu poderia ligar da casa dele ou mandar uma mensagem para o celular da minha mãe para que ela não ficasse preocupada, então tudo ficou combinado.

As horas se passaram e então finalmente o sinal tocou anunciando o fim das aulas por aquele dia. John e eu trocamos olhares cumplices e um sorrisinho surgiu nos cantos de meus lábios, afinal o plano ainda estava de pé.

Nós dois andamos pelos corredores entupidos de alunos que seguiam todos para o mesmo lugar. A saída. Todos tão ávidos quanto ele e eu para estarem fora daquele prédio. Era possível ouvir várias vozes quase ensurdecedoras como um coro fluente, enquanto seguia o fluxo até o portão principal.

Assim que finalmente estávamos fora da escola, me deixei ser conduzido por John para onde quer que fosse a sua casa. Ele sempre dizia que não era muito longe da escola e eu apenas assentia em concordância. Não demorou muito para que nós chegássemos até a casa onde ele residia com a sua família. Era um lugar bem charmoso. Haviam um portão gradeado de ferro e John abriu com uma chave, convidando-me para entrar. Eu segui para dentro, então ele abriu a porta de madeira para o interior da casa.

― Pode ficar à vontade Álvaro! ― disse ele com um sorriso largo dominando sua expressão cordial.

A sala era espaçosa suficientemente. Havia um monitor de televisão bem grande. Deveria ter umas 42 polegadas. Com certeza era bem maior do que a que tinha em minha casa que era apenas 28 polegadas. Era quase como estar em um cinema em casa. John tirou os sapatos e eu fiz o mesmo, tirando as meias em seguida assim como ele.

John fez sinal para que eu me aproximasse e assim eu fiz, sentando no sofá assim como ele havia gesticulado, então ele pegou o controle da TV e a ligou. Estava passando jornal. Ele pôs o controle sobre a mesinha de centro um pouco mais frente do sofá onde eu estava sentado. Parecia que tinha ligado mais para fazer barulho, afinal seria realmente um pouco constrangedor estar mergulhado no completo silêncio.

Ele me deu a senha do Wi-Fi de sua casa e eu logo me apressei para ligar para a minha mãe que deveria estar em casa me esperando chegar à qualquer momento, mas aquilo não aconteceria naquele dia.

Procurei pelo número dela, então liguei para ela. Demorou um pouco que ela atendesse, mas depois de algum tempo na espera, ela finalmente atendeu. John ficou me fitando para ver se dava tudo certo. Pedi permissão à minha mãe para jogar com o meu amigo e ela concedeu, fazendo com que eu comemorasse de uma forma silenciosa e John se animava também ao meu lado. Assim que desliguei o telefone, John e eu batemos as mãos em comemoração.

John andava pela casa tranquilamente, enquanto eu fitava a tela da TV, até que ele tirou a camisa sem ligar muito com a minha presença, o que me deixou um pouco desconfortável. Soltei um risinho nervoso e virei o rosto para o lado oposto à ele, quase como se tivesse cometido um pecado. Durante toda a nossa conversa eu havia esquecido de mencionar que eu era gay, afinal havíamos falado mais sobre ele do que sobre mim.

― O que foi cara? ― perguntou ele parecendo notar o quanto fiquei constrangido por vê-lo daquele jeito.

Naquele momento voltei a fitá-lo, me esforçando para não escapar meus olhos para o seu corpo, que pelo olhar de relance que havia dado, era magro, mas bem definido, quase como se ele tivesse feito alguns exercícios físicos. Quem diria que por baixo de toda aquela roupa ele teria um tanquinho tão bem definido com aqueles.

Tentei me concentrar no que eu ia dizer à ele, mas só conseguia pensar no quanto ele era extremamente gostoso. Queria parar de pensar naquilo com medo de que ele pudesse ter acesso aos meus pensamentos, quase como se ele pudesse escutar, mesmo que aquilo fosse praticamente impossível, não conseguia afastar aquele pensamento de que sabia o que eu estava pensando, portanto respirei fundo antes de falar qualquer coisa. Meu coração estava começando a se inquietar dentro da minha caixa torácica e podia sentir o ar ficar mais denso ao eu redor.

― Nada cara! ― soltei um pouco nervoso, me sentindo incapaz de encará-lo no rosto.

Ele riu e eu não sabia o que aquilo queria dizer. Por alguns segundos me repreendi mentalmente, pois eu estava agindo muito estranho. Do nada fiquei em pânico, apenas porque John havia tirado a camisa. Homens se viam sem camisa o tempo todo e não deveria ser nada demais, mas de alguma forma, senti meu coração quase errar as batidas, sentindo um desejo intermitente impregnar o meu corpo, quase como se entrasse em chamas.

Por um segundo ele abriu a sua calça e pensei que ele ia ficar só de cueca ali na minha frente, mas foi apenas para ficar um pouco mais à vontade. Ele não chegou a tirar a calça, mas aquilo foi o suficiente para deixar o ar ao meu redor aparentemente mais quente e algumas gotas de suor escorreram pela minha testa, fazendo com que eu limpasse quase que imediatamente assim que as senti.

Senti os olhos de John se voltando para mim, enquanto eu respirava fundo me cobrando agir naturalmente daquela vez. Não podia voltar a agir daquela maneira estranha, afinal de contas John poderia desconfiar de alguma coisa e eu não queria nada daquilo. Precisava ser completamente cauteloso. Peguei minha camisa da farda e abanei contra meu corpo, na intenção de que diminuísse um pouco mais do calor que eu sentia.

― Por que não tira essa camisa também cara? ― questionou ele aparentemente sem nenhum problema com aquilo. ― Está bastante quente e estamos entre amigos. Sem julgamentos!

Fiquei um pouco relutante, mas acabei por acatar a sua sugestão. Tirei a camisa, revelando meu corpo magro e depilado que fazia questão de sempre manter daquela forma por mim mesmo, afinal odiava ver pelos em meu próprio corpo.

John olhou brevemente para mim.

― Quer tirar essa calça também? ― inquiriu ele despretensiosamente.

― Ficar só de cueca? ― indaguei confuso.

John riu.

― Não, eu estou dizendo que se quiser tirar essa calça pesada, te dou um de meus calções para você ficar mais à vontade, afinal temos quase o mesmo corpo.

Ri me sentindo um tolo, então concordei por fim e ele me pediu para que eu o acompanhasse até o quarto dele. Assim eu fiz. Quando chegamos lá, pude ver pôsteres de star wars nas paredes dele. Ele tinha uma prateleira com alguns livros e dentre eles a saga Harry Potter que era a minha favorita dos cinemas. Ele viu meu encanto e ofereceu, caso eu quisesse ler, pois me emprestaria. Apenas balancei a cabeça em negativa, afinal não era necessário. Ele deu de ombros, então foi até o guarda-roupa à procura de um calção leve assim como ele havia prometido anteriormente.

Assim que ele se virou, notei que ele segurava um calção preto que logo entregou à mim, então se voltou novamente para o guarda-roupa, pegando um calção vermelho e sem nenhum aviso prévio, começou a tirar a calça jeans, o que me fez ficar nervoso novamente, fitando o corpo dele agora quase que por inteiro. Ele usava uma cueca branca básica que marcava bastante o amontoado arredondado bem no centro.

Eu só percebi que o estava encarando mais do que deveria quando ele finalmente olhou para mim e eu senti uma pontada gélida em meu coração. Ainda estava parado no mesmo lugar de antes com o calção preto esporte que ele me dera em mãos, completamente travado.

― O que foi cara? ― demandou ele alçando uma de suas sobrancelhas um pouco confuso. ― Não vai pôr o calção que eu te dei não?

Não poderia, afinal algo dentro da minha cueca havia acontecido e eu não poderia me trocar na frente dele, pois caso o contrário, ele perceberia que eu estava excitado depois de tê-lo visto de cueca e não apenas isso, como imaginado uma cena de sexo com ele, assim como acontecia naqueles filmes pornôs de dois amigos em um quarto, mas eu tinha quase certeza que o desfecho na vida real era bem diferente.

― Eu tenho vergonha! ― disse por fim com o meu coração disparado dentro da minha caixa torácica.

― Não precisa se envergonhar não cara! ― insistiu ele com um sorriso amigável. ― Estamos no mesmo barco e você acabou de me ver seminu na sua frente.

― Mas você aparentemente não tem vergonha! ― rebati um tanto nervoso.

John riu.

― Relaxa aí, parece até que está escondendo drogas na cueca! ― retorquiu ele como uma alfinetada.

― Não estou escondendo drogas na cueca!

― Se tem tanta vergonha assim, então vira de costas!

Eu vi que não ia ter outro jeito se não virar de costas para ele, então só assim consegui tirar minha calça. Não sabia se John estava olhando ou não, mas comecei a tirar a calça mesmo assim. Comecei abaixando até metade das coxas, então me apressei em ajeitar meu pau dentro da cueca para ver se não ficaria marcando tanto assim quando eu fosse vestir o calção que tinha uma malha fina.

― O que você está fazendo aí? ― perguntou John encucado, o que fez eu ficar ainda mais nervoso, pois o meu pau não abaixava nunca.

― Estou ajeitando meu pau na cueca! ― respondi de imediato, caso ele pensasse que eu estava fazendo qualquer outra coisa.

― Você está de pau duro?! ― disparou ele dando uma risada.

Fiquei desesperado.

― Não! ― berrei. ― Não estou de pau duro não!

― Só acredito vendo! ― argumentou ele se aproximando, enquanto eu tentava virar e correr para longe dele, mas o fato de estar com a calça até os joelhos não ajudava muito.

John correu até mim, o que fez eu recuar por um momento. Ficamos naquela briguinha boba por alguns segundos até que eu levantei minha calça, torcendo para o meu pau voltar ao normal, então no meio disso tudo caí sobre a cama de John e senti sua mão alcançando meu pau e o agarrando. Fiquei olhando-o chocado. Não consegui esboçar nenhuma reação. Não conseguia acreditar no que estava acontecendo. Parecia até que estava em algum tipo de sonho erótico, mas a medida que ele foi mexendo no meu pau sob o tecido, fui percebendo que era mais real do que eu achava.

― Você tá durão cara! ― disse ele com um sorriso provocativo entre seus lábios, o que fez eu ficar ainda mais instigado. ― Fui eu que te causei isso?

Na verdade sim. A mera possibilidade de um sexo com ele, fez o meu pau acordar, mas achava que não passava de uma fantasia criada em minha cabeça e que iríamos apenas jogar à tarde inteira, mas pelo visto o jogo que jogaríamos poderia ser ainda melhor do que eu imaginava.

Soltei um gemido, quando ele esfregou com um pouco mais de força o meu pau contra o tecido espesso da calça. Ele pareceu se animar, então pegou a minha mão e trouxe devagar até o seu calção, mostrando que ele estava tão duro quanto eu.

― Olha como você me deixou! ― falou ele ainda segurando minha mão contra o volume cada vez mais evidente naquele calção esportivo com um tecido tão leve.

Levei minha outra mão bem devagar até a cintura de seu calção. Olhei para ele como se pedisse permissão para abaixá-lo e ele fez um gesto positivo com a cabeça, então não perdi tempo e abaixei até o meio das coxas dele. Não queria esperar mais para ver o pau dele, que parecia ser gigante com o volume que formara na malha fina. Minha boca estava começando a salivar só de imaginar aquele pauzão na minha boca. Agora podia ver a bela cueca branca que ele vestia e o seu pau latejando contra as paredes do tecido, o que me deixava ainda mais louco para abocanhar aquele caralho de uma vez por todas.

A silhueta do pau dele na cueca branca era bonito de se ver. Estava todo concentrado no lado esquerdo. Parecia ser bem grosso. As mãos de John seguraram as laterais da minha cabeça e levaram de encontro ao seu volume. Comecei a lamber a silhueta do pau dele por cima do tecido da cueca até que ficou totalmente molhado, deixando o tecido quase que transparente, como uma tela leitosa, dando para ver a cor amarronzada do cacete de John, o que me deixou com ainda mais vontade de vê-lo sem nenhuma barreira de tecido.

Desci a cueca dele aos poucos até ver a sua pica pular para fora totalmente armada como se fosse uma arma de alto calibre. Aquela rola cor de chocolate que só fazia parecer ainda mais apetitosa. Peguei nela, sentindo a sensação quente preenchendo a palma de minha mão, enquanto umedecia os lábios, já podendo sentir o gosto daquele pau maravilhoso na minha boca.

Comecei lambendo a cabeça da pica dele. Era como se lambesse água. Não tinha gosto de nada. De primeiro achei estranho, pois imaginei que sentiria um gosto um pouco mais salgado como se lambesse um pedaço de carne, mas aos poucos fui botando aquela rola na minha boca, sentindo cada centímetro da sua extensão. John gemeu, o que fez com que eu sentisse que não deveria parar, então fui engolindo cada vez mais daquela vara, acelerando os movimentos assim como havia visto nos pornôs que eu assistia.

John começou a jogar o quadril na minha direção aumentando a velocidade daquele boquete e por fim começou a rebolar com tesão por minha boca estar no seu membro, enquanto soltava gemidos de prazer.

Acelerei os movimentos à medida que eu ganhava confiança para continuar chupando o pau dele. Ele segurou minha cabeça, jogando sua rola contra minha boca, fodendo-a. Só parei quando quase me engasguei, pois John acabou enfiando um pouco demais no fundo de minha garganta, retirando sua pica toda lambuzada pela minha saliva.

― Caralho, que boquinha gostosa que você tem Álvaro! ― enunciou ele puxando meu rosto de volta para o seu pau. ― Me chupa mais vai!

Voltei a chupar sua rola incansavelmente, enquanto ele se deliciava, gemendo com aquela voz grave que vibrava no fundo de sua garganta e que me deixava ainda mais excitado. Prosseguia com os movimentos indo e vindo com a minha boca sedenta por aquela pica.

Depois de algum tempo, John sugeriu que a gente batesse punheta um no outro para ele gozar. Concordei, tirando a minha calça e cueca de uma vez, revelando meu pau para ele, que elogiou, fazendo eu me sentir mais confortável, então sentamos na cama dele e começamos a masturbar um ao outro.

Era bom sentir o toque de outra pessoa que não fosse o meu próprio e aquilo de certa forma me deixava ainda mais excitado. Agora entendia todo o conjunto do sexo, pois não era apenas gozar, mas sentir outra pessoa te tocando, pois deixava tudo bem mais interessante.

Depois de alguns minutos já sentia todo o meu corpo se contraindo para liberar porra, então avisei que ia gozar. Aquilo excitou John mais ainda e fez com ele começasse a gemer, pois estava prestes a gozar também. Acabamos gozando juntos. John gozou litros e imaginei aquela porra toda na minha boca, mas quem sabe da próxima vez.

Depois que gozamos juntos, deitamos na cama, fitando o teto do quarto dele sem dizer nada, apenas ouvindo o som das nossas respirações ofegantes. Se John tivesse sentido o que eu senti, sabia que ele tinha gostado tanto quanto eu daquela gozada. Ele riu, então resolvemos tomar um banho juntos, afinal já aliviaria um pouco do calor que se abatia sobre nossos corpos e também nos limpava de toda aquela goza.

No banho não rolou mais nada, apenas toques aqui e ali, algumas risadas e nada mais. Nos enxugamos e voltamos para o quarto dele. Vesti minha cueca box cinza e John a sua cueca branca e em seguida nossos respectivos calções. Ele impou o piso, onde havia caído algumas gotas de porra, então voltamos para a sala depois e jogamos videogame assim como havíamos planejado antes, por mais que o jogo anterior tivesse sido bem mais interessante.

De certa forma, aquelas mãos amigas nos aproximaram bastante e nos tornamos amigos ainda mais inseparáveis. Fizemos brotheragens muitas outras vezes durante todo o ano que ele ficou na escola. Nunca cheguei a dar o meu cu para ele, afinal ele também nunca me pediu. Também nunca ofereceu o seu, mas já fizemos um 69 juntos o que foi uma delícia.

No final do ano, recebi a notícia de que John iria embora de volta para o interior de onde ele tinha vindo, pois o pai dele não permaneceu no emprego e já que a família deles estava toda lá, eles tiveram que voltar, então acabei perdendo contato com ele depois de algum tempo. Se ele havia ficado no interior ou mudado de volta para a cidade, nunca fiquei sabendo, mesmo depois de todos esses anos. Agora ele existe apenas em minha memória, assim como todas as coisas que vivemos juntos em nossa mocidade.

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