Capítulo 8: 7° dia na ilha (03 de fevereiro de 2013)
Muito tonta ainda, acordei e vi um macaco me olhando, como se estivesse me avaliando e com um ar pensante. Senti dores nas costas, provavelmente deveria ser por eu estar deitada em cima dos ossos do falecido Malfredo. Não entendendo nada, saí correndo, assustada com a situação.
Sentei em uma raíz de uma figueira, comecei a pensar, que possivelmente fiquei alucinada devido aos cogumelos que comi, e que tudo aquilo não passava de meras imagens que minha mente criou para saciar minha saudade de ver minha família e pessoas. E talvez graças ao macaco não aconteceu nada de errado comigo, pois ele parecia ser bonzinho, e ter paciência para me ouvir. Ele foi quase um psicólogo para mim.
Olhando ao redor, vi que no chão havia um par de pegadas fresquinhas, que iam até uma outra árvore, sendo provável de uma bota com garras e de homem, pelo tamanho imenso, de um pé tamanho 44. Saí a procura da pessoa que deixou as pegadas no chão, desci o morro e fui até a praia, mas não encontrei ninguém. Como estava escurecendo voltei a caverna e dormi por lá.
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