Endless Love

N.A.: Fanfic com Shipper Lily Evans e James Potter

Olhei para eles derrotado. Eu não sabia mais o que fazer a única coisa que eu tinha absoluta certeza naquele momento era que Lily Evans era uma louca. De jogar pedra, para ser mais sincero.

Havia feito tudo por ela, havia deixado de ser o popular por ela... Bem, talvez nem tanto, mas em grande parte sim. Nunca mais mexi com Snape ou qualquer pessoa da escola. Tentei a todo custo não "aparecer", e quando Sirius o fazia eu ficava na minha para tentar não chamar atenção. Enfim, eu fiz tudo por ela.

E era óbvio que havia funcionado. Eu era um cara legal agora! Legal para ela eu digo. Sabe? Não consigo entender bem Lily. É a única pessoa que eu conheço que quer o oposto de qualquer mulher da escola! Bem ela e o grupinho de amigas dela, mas isso não vem ao caso. Eu sou popular, sou bonito, atlético, charmoso e mais uma infinidade de ótimas qualidades! Mas não é isso que ela quer! Deuses! Não é isso que ela quer! Venho ralando há anos para entender o que ela quer e quando finalmente me torno esse cara... O maldito orgulho de mulher tem que falar mais alto!

Suspirei e voltei a olhar para a lareira. Eu estava tentando manter o controle, por que me lembrar de tudo que passei e olhar pra trás o que perdi pra tentar conquistar ela, o que fiz por isso... Bem dava vontade de chorar. Meus olhos estavam começando a ficar molhados.

– Ohh ohhh... – Sirius cutucou Remus um pouco exasperado. Olha para o rosto dele, cara... Vamos James. Também não é pra tanto, né? Não é o fim do mundo, cara! Existem outras... – Tentou, ele batendo em minhas costas. Mas o efeito foi um suspiro, um aninhamento ao sofá e uma maior vontade de chorar. Foda-se se homem não chora, o que eu queria agora era gritar e chorar. De raiva e frustração.

– Hum... Sirius... Você não está ajudando, sabe? – Olhei em direção a escada e lá estava Wazalzki. Uma das melhores amigas de Lily, pra não dizer a melhor. Eu sabia que devia me levantar e recompor, ou qualquer coisa do gênero. Ficar em estado deplorável na frente dos meus amigos era uma coisa, na frente de outras pessoas era outra coisa completamente diferente. Ainda mais na frente da Wazalzki. Mas eu não tinha a mínima vontade de fazer isso.

– Olha, Eline, eu gosto muito de você, mas se veio aqui pra debochar do Pontas... – Começou Remus, mas a garota apenas levantou a mão e o lançou um olhar superior. Só pra constar... Ninguém lança olhares superiores à Remus. Ao menos, não um olhar superior no quesito CDF.

Ela andou até mim, colocou as mãos suavemente sobre meu queixo e levantou meu rosto. Não queria olhar para ela, e ver aquela cara de superior do tipo "deixe minha amiga em paz" ou qualquer coisa que mulheres dizem para ajudar umas as outras.

– Você passou raspando dessa vez. – Disse simplesmente me encarando com confiança.

Acho que fiz uma cara muito feia de desentendimento por que ela me soltou se olhou para os meninos, um tanto quanto impaciente.

– Você quer dizer de tirar a Lily do sério? – Perguntou Sirius. Eline fez uma cara feia e um movimento brusco de estresse com o corpo.

– Não seus idiotas! De fazê-la aceitar finalmente que realmente ama o Potter! – Suspirei, eu não queria prestar atenção naquilo, então voltei a olhar desolado para a lareira.

– Como é que é? – Levantou Remus indignado. – Olha, Lili, eu sou a pessoa que mais deu apoio nesse romance do Pontas, mas isso já é loucura! Eu vi tudo que ela faz quando Pontas tenta aproximar dela e... Pelo amor dos Deuses! Aquilo não é amor! O orgulho dela está tão evidente que ela só vê o ódio!

– Ahhh, então vocês acham que ela odeia tanto o Potter e esse a ponto de ser incapaz de fazê-la ver o quanto o ama algum dia?! – Perguntou sarcasticamente para nós quatro e foi unânime o balançar de cabeças concordando. Eline revirou os olhos e bufou, jogando os braços para cima. – Deuses, vou me arrepender disso! – Ela tirou a varinha e apontou para a mesa de centro, na frente da lareira, que usamos para fazer os deveres. – Transformatio speculum at momentum! – Instantaneamente a parte superior da mesa se transformou em uma tela que nos mostrava o que estava acontecendo naquele momento no dormitório feminino do sétimo ano.

– É o dormitório... – Perguntou Remus encantado, Eline sorriu e assentiu com a cabeça, efz um aceno rápido com a mão para si mesma, acho que para se vangloriar, depois do feitiço que acabara de fazer.

– Foco! É sim o dormitório! E se vocês olharem bem é a cama da Lily. Ela está chorando que nem uma desorientada com a Natalie tentando acalmá-la, vêem? – Eline fez um gesto para a mesa, observei que estava preocupada, a imagem era de uma ruiva deitada de bruços na cama, não dava para ver seu rosto e uma loira passava a mão levemente sobre seus cabelos, enquanto dizia alguma coisa que não podiamos ouvir, o feitiço de Eline não era tão perfeito à ponto de ouvirmos os sons.

– Mas o quê...? – Comecei a perguntar, finalmente prestando mais atenção ao que ela dizia.

– Ela reprime o que sente, mas já chegou a um ponto em que não consegue mais fazê-lo. É magia vital, entende? Ninguém a amaldiçoou nem nada disso, o mundo coloca esse tipo de proteção em você, para que não se machuque ou não tome decisões erradas ou... Como é no caso da Lily, veja a verdade. – Balançamos a cabeça mostrando que estávamos entendendo o raciocínio dela. Eline andou até mim e se sentou ao meu lado, juntou as mãos e voltou a olhar para o "espelho" que tinha criado. – O fato é que ela não aguenta mais ver e sentir o que faz com você, James. Ela se tortura toda vez que vê que conseguiu te atingir, te ferir. Diz que não sabe o que sente, é uma dor profunda no coração, uma vontade louca de chorar e... – Eline parou de falar, olhei-a de cenho franzido, parecia analisar se devia continuar o que ia dizer ou não.

– E... – Perguntei, encorajando-a a continuar. Ela suspirou.

– Bom... Acho melhor te contar tudo que está acontecendo de uma vez. Seguinte, James, desde o início do ano a Lily descobriu que te ama também, ou seja, fique feliz, seus esforços não foram em vão! Yey! – Olhei-a de esguelha, quando fingiu animação por um segundo e depois voltou a ficar séria, o que me deixou um tanto confuso. As mudanças de humores femininos são incriveis! Vejam Lily, por exemplo. – Eu e Natie estávamos com ela quando descobriu. Na verdade nós a fizemos perceber isso, foi quando ela falou não. Ai começou a briga interna, dizia que podia se sentir assim naquele momento, mas que era dona de seus próprios sentimentos e que iria mudar aquilo pelo simples fato de não querer esse sentimento. Natie e eu achamos isso um pouco louco, arriscado e dramático da parte dela, mas vocês sabem, é a Lily, então resolvemos não dar crédito já que uma hora ou outra ela acabaria aceitando a verdade...

– Oh droga... a mente dela não aceitou! Sensus circumvallay – Sussurrou Remus preocupado, olhei-o como se fosse um louco, que diabos ele queria dizer com aquilo? Remus fez um gesto com as mãos para que focasse a atenção nele. – É uma magia de vida, auto-proteção, James! Você sabem sobre isso! Acharam quando estavam... Enfim! Quando você bloqueia um sentimento ele se expressa de outras formas...

– E no caso da Lily... – Eline revirou os olhos balançando a cabeça positivamente, parecia um tanto quanto casada com a situação de Lily. Bem, talvez ela não estivesse nessa situação se tivesse aceitado que me ama há alguns meses... Anos atrás! – Auto-flagelação, James. Ela te ama. Tentou bloquear esse sentimento de todas as formas que fosse capaz de fazê-l0. Não podíamos falr nada sobre você ou que envolvesse você quando estávamos perto dela. E a coisa só foi piorando! Lily tentava mão te encontrar no castelo, mas como você sempre fez questão de esbarrar com a gente a todo momento só complicou as coisas, Ela começou a te tratar mau, até ai, Natie e eu conseguíamos entender, mas a coisa ficou feia depois de um tempo, por que ela começou a ficar triste com isso. Digo, ela se sentia extremamente mau quando te cortava e quanto mais te encontrávamos por ai piores ficavam as agressões para cima de você e pior ela se sentia com isso até que a coisa começou a ficar física. Era só esbarramos com vocês nos corredores e ela acabar com sua raça que vinham as faltas de forças, as perdas de memória até que o ápice foi hoje, quando ela desmaiou. – Olhei para os meninos, desesperado! Pelos Deuses! A mulher que eu mais amo no universo estava se torturando internamente! E o pior, fazia isso para não precisar aceitar o fato que me amava também! O masoquismo dela estava passando dos limites! Quer dizer, se soubesse que Lily era masoquista, teria dado um jeito nisso antes! Eline me lançou um olhar preocupado. – Se você acha que termina por ai, James, relaxa que a coisa é mais feia do que você pode imaginar. Quando o físico se recupera o emocional é afetado e ela fica louca. Sente dores do peito, chora como se alguém da família tivesse morrido.

"Até que hoje, com o desmaio, foi a gota d'água pra mim e para a Natie, achamos melhor levá-la para a enfermaria e demos o relatório do que estava acontecendo para a Madame Pomfrey. Já desconfiávamos que tinha haver com você, haviam indícios, vocês sabem... Bem a Madame Pomfrey fez uma poção para que pudéssemos analisar os sentimentos dela e o por que ela se sentia assim, então descobrimos o Sensus circumvallay. Ela te ama de uma forma tão intensa que não consegue lidar com isso, fora o orgulho que aquela ruiva tem, há também o medo da força do sentimento que ela sente."

– E que força! – Assustei com a exclamação, tinha vindo de Peter que pela primeira vez em todos os anos de amizade tinha entendido algo primeiro que eu, olhei-o irritado pelo fato. – Pontas, tá na cara que ela é completamente louca por você! Tão louca que ao tentar reprimir o que sente acaba se torturando!

– Pelos Deuses foi o que acabei de falar! – Eline me olhou exesperada com a falta de entendimento.

– Olha, sei bem que é complicado pedir isso, mas... O que não é arriscado hoje em dia?- Ela suspirou novamente, sussurrando essa última parte mais para si mesma que para nós. – Ela te ama, James, muito... Não, extremamente, você é e sempre será o amor da vida dela. Esse tipo de coisa só acontece quando é fatal, entende? Quero dizer, quando a coisa é certa. E vocês dois é o certo. Eu não quero que a Lily seja uma mulher incompleta, não quero uma meia amiga. Ela é uma mulher forte, linda e com potencial, não quero isso tudo ao meio... Sei bem que você também não quer isso por que assim como ela te ama, você a ama também...

– Chegue ao ponto. – Soltou Sirius irritado, Eline assentiu.

– É bem simples pra falar a verdade, você... Tem que se declarar.

– 'Tá doida? – Sirius se levantou irritado da poltrona, olhei para Eline como se ela estivesse tão louca quanto Lily parecia estar. – A Lílian vai matar ele!

– Na verdade, não, Almofadinhas. – Remus sorriu para Eline e assentiu, entendendo o que ela queria dizer. – Se o Pontas demonstrar para ela que a ama da mesma forma que ela o ama, a magia se completa e ela vai aceitar que o ama... – Ele franziu levemente o cenho, percebendo que o raciocínio que havia feito estava um tanto confuso. – Entendeu?

– Demonstrar mais? – Perguntei revoltado, claro que havia entendido! Queria salvar a mulher que eu amo! Mas minhas ideias haviam acabado, e acredite, eram muitas! Havia usado até das ideias de Sirius!

– Há... Certo... Uma forma de demonstrar é mostrando que você sabe que ela te ama e que não vai te ferir e que você está lá por ela... – Remus parou pensativo e olhou para Eline como se ela tivesse a forma perfeita para isso.

– Você canta, James? – Eline perguntou, olhei-a confuso, no que isso iria ajudar? Ela bufou, parecia que a cada segundo eu conseguia daixá-la mais irritada por não entender o que queria dizer. Ela colocou as mãos em meus ombros e começou a me sacudir, como se fosse para me acordar. – Olha, bem tô tentando te ajudar aqui, sim? Vê se me ajuda a te ajudar e a ajudar minha melhor amiga pelos Deuses?! Você canta? – Assenti assustado, Eline me soltou, tirou o feitiço da mesa e olhou para nós.

– Vou levar a Lily lá para o Salão Principal daqui uma hora. Dumbleodore já está a par do plano. Lá tem um piano e eu sei qeu você toca, Peter, então, faça seu trabalho. James, mostrar para ela que você confia que ela o ama é fácil, é só permanecer perto, mesmo que ela tente te matar, o difícil é fazer ela ver que te ama, então sugiro uma balada.

– Desculpa? – Soltei um sorriso sem graça, não queria outro ataque de Eline e mais sacudidas, Remus veio em meu socorro antes que ela pudesse se irritar.

– Você vai expressar em uma música o que sente por ela. – Falou. Olhei Eline analisando a ideia, mas desistir de pensar muito sobre o assunto, se ela disse que iria dar certo, então iria dar. Eline passava mais tempo com Lily que qualquer pessoa desse mundo, devia saber o que fazer para conquistar Lily.

– Olha você fez algumas coisas fofas por ela, mas não é isso que ela quer, ela quer algo só pra ela, e bem... Peter vai tocar o piano na sala ao lado do Salão Principal e só estarão vocês dois lá, ou seja... Só pra ela. Até agora as suas tentativas de amor não deram certo, mas quem sabe seguindo o que eu conheço da Lily isso dê certo?

– É bom dar certo, Wazalzki, ou a Lily vai matar o Pontas! – Sirius colocou aborrecido, mas Eline balançou a cabeça negativamente.

– Não vai. Ela ama o James e o mais errado que pode acontecer é ela desmaiar de novo.

Levantei a cabeça e olhei para Eline, ela não iria desmaiar de novo, eu iria fazer isso! Era minha última chance, minha última tentativa de fazer a Lily perceber que nós dois simplesmente era para ser.

– Que música? – Perguntei decidido. Eline sorriu aliviada e me entregou um papel.

– Endless Love. É uma música clássica para esse tipo de coisa. Extremamente romântica e, bem, James, realmente espero qeu seja isso que você esteja sentindo, por que você precisa demonstrar que é isso.

Olhei a música de cima a baixo e assenti. Era exatamente aquilo que eu sentia. Não teria como fugir, cataria para ela com todo o amor que sentia. Arrumaria toda aquela confusão. Provaria que a amava masi que a qualquer coisa nesse mundo e ela finalmente acreditaria em mim.

~*~

Esperar nunca foi meu forte, ainda mais naquela situação. Queria colocar um traje de festa ou alguma roupa mais sofisticada, mas Eline disse para fazer tudo o mais simples possível, ou seja, para descer do jeito que eu estava, com roupa de trouxa, um jeans azul escuro, tênis uma blusa branca. Remus havia colocado um lírio branco em minha mão, as mesas do salão haviam sumido e o lugar parecia mais um jardim de lírios, rosas e jasmins sob a luz da lua.

"My love, there's only you in my life/ The only thing that's right / My first love, you're every breath that I take / You every step I make"

Ela veio andando em direção à voz, sabia que vinha por que podia ver seus movimentos pelo meio das flores. Eu estava no meio do salão ao lado de uma fonte de anjos, na verdade o Salão Principal mais parecia um jardim de inverno de histórias trouxas do que o lugar de almoço de um internato de bruxos.

"And I / I want to share, all my love with you / No one else will do... / And your eyes, your eyes, your eyes / They tell me how much you care / Ohhh yeah, you will always be / My endless love!"

Ela me encontrou e a vi na defensiva, empunhou a varia e a apontou para mim no mesmo momento, mas não me importei dessa vez, o que me importava era ela o fato de que ela estava ali, os olhos dela, os cabelos, a pele... Eu só via ela. Não via as flores ou o chafariz ou a ameaça que ela fazia a mim. Eu só queria mostrar a ela o quanto a amava.

"Two hearts, two hearts that beat as one/ Our live have jus begun/ Forever / I'll hold you close in my arms / I can't resist you charms!"

Coloquei a mão sobre a sua que empunhava a varinha e a olhei diretamente nos olhos, abaixando sua mão aos poucos, seus braços estavam leves, como se ela finalmetne tivesse parado de lutar contra. Coloquei o lírio atrás de sua orelha, preso em seus cabelos.

" Couse you, you mean the world to me/ Oh I know / I know / I've found in you / My endless love"

Levei sua mão ao meu coração e as lágrimas que vi se formarem em seus olho caíram. Ela chorou me fazendo sentir desesperado, mas ao mesmo tempo sabia que precisava continuar cantando até a última letra. Então ela me abraçou com força e afundou o rosto em meu peito. Retribui o abraço, aninhando-a a mim e tentando passar o máximo de conforto possível, mostrar à ela que eu estava ali e sempre estaria, por ela. Lily levantou o rosto e cantou para mim.

"Oooh, and love, oh love / I'll be that fool, for you, / I'm sure, you know I don't mind / Oh you know I don't mind"

Estava completo. Não precisava de mais nada ou ninguém ali, tinha ela! Finalmente tinha ela! Éramos um só aquilo era tudo que eu importada, era tudo que eu precisava, saber que ela estava ali também, sentindo tudo aquilo que eu sentia, que ela me amava tanto quanto eu a amava e que ela aceitava isso e juntos...

" And YES, you'll'be the only one/ Couse NO one can deny, this love I have insite/ And I'll give it all to you / My love, my love, my love/ My endless love!"

Encostei levemente meu rosto ao dela, Só queria ficar ali e sentir a respiração dela, o perfume de baunilha, a leveza da pela contra a minha, ao som dos acordes finais do piano. Não fui eu quem timidamente começou a se aproximar, sabia o que ela queria, mas tive medo de, ao fazê-lo, estragar tudo, afinal, eu finalmente perceber que não precisava daquilo por mais que quisesse beijá-la.

Seus lábios se encontraram levemente aos meus, um toque sutil de início. Ela passou os braços envolta do meu pescoço, devagar, o tempo parecia parado naquele momento. A segurei com firmeza, tentando não assustá-la, então ela pressionou os lábios, entreabrindo-os para mim.

N/A: Essa fic tava aqui no blog fazia tempo! Desde agosto do ano passado, mas estava completamente disfigurada, dai tive que passar à limpo, lindo né??? hauahauahu Foi meio chato, acredite. Acabei relendo e... pts que drama, hein? hauahauahau Fazer o quê! Havia dedicado a fic à todas as pessoas que acreditam que não há momentos para o romantismo, ou seja, que ele pode vir a qualquer momento em nossas vidas. Para todas as meninas e mulheres que sonham com sue momento romântico com muito mais frequência do que eles realmente acontecem. (Yes, boys, algumas de nós são movidas à romantismo, então vocês poderiam fazer o favor, sim?Ah! Você, é você mesmo! Entendeu o recado, né? ¬¬³) Espero que Lily e James consigam ao menos fazer parte dos sonhos dessas meninas com essa fanfic (o final dela, viu?).

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