Capítulo 16 - Fire in the Water

-Alô?. Minha tia atendeu.

-Oi tia Eliza. Falei.

-Sim querido pode falar.

-Posso dormir na casa do Eric?

-Mas já?

-Ah é que estamos querendo ver um filme...

-Pode sim querido, mas juízo hein.

-Pode deixar...

-Obrigado tia e boa noite.

-Boa noite, e amanhã é domingo traga Eric para almoçar aqui.

-Ok, eu direi. Desliguei o telefone e fui para a cozinha, onde Eric estava fazendo algo para comermos.

-Olha, sou péssimo na cozinha. Ele falou de braços cruzados ao lado do fogão, enquanto algo fritava na frigideira. E ele ainda estava só de cueca.

-Da pra ver. O bacon está queimando...

-Mas o que... Eric se virou e começou a mexer na frigideira onde saía uma fumaça cinza.

-Você devia ter sentido com o faro de lobo.

-È que eu estava prestando atenção em você com minha camiseta e só de cueca.

-Estou sexy?

-Demais. Ele falou se aproximando e me puxando pela cintura e me beijando. Senti um volume na contra minha perna.

-Alguém acordou. Falei rindo.

-Eric Junior gosta de você. Ele falou olhando para o volume na cueca.

-Eu também gosto dele. Falei apertando sua ereção.

-Nossa amor não faz isso que eu morro. Ele falou encostando a cabeça em meu ombro.

-Eric Junior gostou disso?

-Ele quer ir lá pra cima brincar, topa?

-Seria interessante se eu não tivesse com fome.

-O bacon. Ele correu para a panela.

-Deixa que eu faço. Falei tirando ele da frente da panela. Ele se sentou no balcão central da cozinha.

-Hmmm vou ter uma boa visão da sua bunda daqui. Ele riu.

-Para de ser pervertido um pouquinho, por favor?

-Então ta... Bravinho.

-Você quer...

-Espera. Eric fez uma feição que demonstrava alerta, ficamos em silencio e alguém bateu na porta.

-Quem é?

-Caius e mais alguém. Ele disse indo abrir a porta, logo em seguida voltou com Caius e uma mulher alta, olhos castanho médio, cabelos castanho escuro liso e sedosos, pele morena clara e o sex appeal dos lobisomens, ela estava com uma jaqueta de couro preta, uma blusa preta por baixo, e calças jeans azul marinho, e um par de botas pretas de salto médio.

-È Eric, acho que você não é o único a estar de cueca. Caius disse rindo. Era tão raro ver aquele homem sorrindo.

-Hey, pare de olhar. Eric ficou na minha frente.

-Vim apresentar a Diego, Sarah.

-Pode sair daí de trás mocinho. A mulher disse.

-Prazer Diego. Afastei Eric e cumprimentei a mulher.

-Prazer Sarah. Ela sorriu.

-Sarah está aqui por que eu a aceitei na alcatéia. Caius disse.

-Então você já começou a montar seu grupo. Eu disse, enquanto Eric estava atrás de mim como um segurança.

-Sim, e hoje recrutei mais dois, mas esses eu os transformei.

-Quem?

-Lena Ferguson e Samuel Meyer.

-E eles aceitaram a mordida?

-Lena aceitou porque ela estava com leucemia e estava quase morrendo, e Samuel aceitou por luxúria eu acho, o garoto é meio estranho e frágil.

-E o conheço... Ele era um garoto que ficava sozinho no almoço, ele tinha problemas com a família eu acho, era o que diziam.

-Mas os pais dele foram mortos por Daniel, ele os pegou em dia na estrada.

-Então você tipo o adotou?

-Não é bem isso, ele ainda mora em sua casa, eu só o ajudei.

-Ainda não concordo em você transformar pessoas Caius. Eric disse atrás de mim.

-Já conversamos sobre isso Eric. Caius disse sério.

-Mas então né... Estamos aqui para nos conhecer. Sarah disse quebrando o clima pesado.

-Sim é claro, como se conheceram? Perguntei.

-Caius é um velho amigo, eu o conheço desde que ele era pequeno, praticamente o criei.

-Mas como?

-Sarah controla seu envelhecimento, lobisomens não envelhecem até que possa controlar isso, ou nunca envelhecem se quiserem. Caius explicou.

-Então Eric vai ficar novinho e eu vou envelhecer?

-Claro que não, isso é uma coisa de lobisomem e companheiro também, se ele não envelhece você também não.

-Legal, então se Eric decidir ser imortal eu também serei?

-Basicamente.

-Quantos anos você tem Sarah?

-Quer mesmo saber querido?. Ela sorriu.

-Devo?

-Haha estou brincando, tenho sessenta e três anos, velha não?

-Com todo esse tempo você não deveria ter sua própria alcatéia?. Eric perguntou.

-Sim,mas eu curtia ser solitária, era algo meu, mas em uma alcatéia sou mais forte.

-Sarah é muito experiente, ela é boa em luta e irá ajudar a treinar você e os outros, Eric. Cauis disse.

-Decidi entrar pra sua alcatéia Caius. Eric disse sério.

-Percebeu que só não tem muita vantagem?

-Isso será bom para proteger Diego também.

-Mas agora ele é caçador, pode se virar sozinho.

-Não, não pode. Eric gritou e seus olhos ficaram dourados.

-Calma aí lobinho. Sarah disse cautelosa. –Ele ainda não se controla direito né?

-Não. Caius respondeu.

-E aliás, vocês dois tem uma energia forte. Sarah nos apontou.

-Coisa de lobisomem e companheiro.Eu respondi sorrindo.

-Eu adoro ficar perto de lobisomens e seu companheiro, sei lá, me deixa feliz, é meio contagiante.

-Você nunca achou seu companheiro?

-Felizmente não.

-Porque?

-Não quero me apegar a alguém tão fortemente, gosto de ser livre.

-Entendo.

-Não quero ofender, gosto de estar perto de lobisomens e companheiros, mas não gostaria de ser um deles.

-È sua escolha, não posso julgá-la.

-É melhor nós irmos Caius, deixe os aproveitar um ao outro. Sarah sorriu.

-Sim. Caius a seguiu até a porta.

-Então tchau. Eric disse.

-E aí vamos continuar a cozinhar ou não?

-Como eu disse, vou ficar olhando para sua bunda.

-Safado.

Fiz bacon com ovos para comermos, deu pro gasto, mas Eric que comeu tudo, tinha essa também, lobisomens comem muito, eu achei isso engraçado. Depois de comer fomos para o quarto e deitamos na cama.

-E aí, quando vai treinar mais?. Eric falou me fazendo deitar em seu peito.

-Tenho treino segunda, quarta e sexta.

-Nossa e vai ter tempo pra mim?

-A gente da um jeito.

-Eu irei treinar com Caius também, mas você estará comigo.

-Amor, posso te fazer uma pergunta?. Falei me sentando e olhando para Eric.

-Pode.

-O que você sentiu quando se transformou por completo?

-O que eu senti?

-È...

-Era como uma raiva muito forte, e eu fiquei sem ar, quando comecei a me transformar era como se fosse uma câimbra por todo o corpo.

-Mas doeu?

-Não, eu estava assustado, mas quando senti sua presença me acalmei.

-Você é tão lindo como lobo. Falei sorrindo.

-Não tenho cara de cachorro bravo?

-Não.

-Você nem me deu o bife que prometeu.

-Me desculpe, da próxima eu dou um bem grandão. Eric me olhava com um sorriso bobo no rosto.

-Eu te amo sabia?

-Sim eu sei, e também te amo.

Beijei Eric calmamente, nossas línguas dançavam uma com a outra, e eu saboreava os lábios do meu lobo. Eu o amava tão profundamente que eu tinha medo de me afogar. Subi em seu corpo e intensifiquei o beijo. Eric colocou as mãos em minha cintura e me apertou contra ele. Beijei seus lábios, e desci com leves beijos até seu pescoço, mordi de leve seu pescoço deixando marquinhas.

Desci o beijo para seu peitoral, e lambi seu abdômen, beijei o elástico de sua cueca, e ele em puxou para mais um beijo quente. Eu sentia sua ereção contra minha bunda, eu estava em cima do seu membro. Eu comecei a cavalgar bem lentamente sobre seu membro ereto e ele gemia entre meus lábios. Separei nosso beijo dando estalinho em seu lábios. Ele tirou a camiseta dele que eu estava vestindo. Eu fui mordendo seus braços e sugando sua pele. Fui descendo e explorando seu corpo com minha língua, e sentindo o sabor de sua pele, dava leves mordidas.

Desci até sua cueca novamente, lambi seu membro por cima da cueca, e mordi de leve.

Abaixei sua cueca e expus seu membro que já escorria pré-gozo pela cabeça rosada, ao ver seu membro de dezessete centímetros ereto, o coloquei em meus lábios molhados, e suguei sua cabeça, fazendo Eric gemer de prazer. Ele estava com os olhos fechados e a cabeça inclinada para trás. Lambi a glande dele, com movimentos leves, beijei da cabeça até a base, seu membro pulsava em minha mão, sua veias saltadas me davam sede. Coloquei a glande entre meus lábios e suguei seu membro para dentro da minha boca, deixava minha língua acariciar seu membro por inteiro. Era quente e saboroso, eu comecei fazer movimentos pra cima e pra baixo, lentamente, aproveitando o calor e sabor que o membro de Eric me proporcionava. Investi em movimentos mais rápidos e firmes, e a respiração de Eric aumentou o deixando ofegante. Eu estava incontrolável, mordia beijava sugava seu membro com fome. Eric dava leves investidas em minha boca. Eu tentava engolir mais e mais de seu membro saboroso, e Eric urrava de prazer. As garras de Eric estava expostas e ele as enterrava no colchão com firmeza.

Eric me puxou de seu membro e me beijou com fome. Ele subiu em cima de mim, e retirou minha box azul marinho. Ele se estimulava enquanto me beijava, Eric passava suas garras levemente sobre meu quadril, ele começou a mordicar minha orelha e meu pescoço, meu corpo estava em chamas, eu sentia calor e frio ao mesmo tempo. Eu queria me entregar para ele, agora eu era só dele e ele só meu, nossos corpos estavam ligados, nossas almas entrelaçados, nossos desejos se fundiam. Eric beijou meu pescoço deixando úmido por onde ele passava, ele chegou ao meu mamilo e começo a morder e suga-lo o deixando molhado, ele beijou meus quadris e abriu minhas pernas. Eric lambeu o próprio dedo e colocou em minha entrada, e o penetrou lentamente, me fazendo gemer, Eric mordia a parte debaixo da minha coxa a lambia o Maximo que podia, ele penetro o segundo dedo e eu estremeci me contorcendo em seu lençol. Eric tirou seus dedos e lambeu minha entrada, que pulsava o desejando-o, ele a lubrificou com a língua e se levantou, indo até a cômoda e pegando uma camisinha em uma caixinha. Ele se ajoelhou no colchão e abriu o pacote, jogando a embalagem em qualquer canto do quarto, deslizou o látex sobre seu membro ereto, ele estimulou a glande e ofegou de olhos fechados. Ele se inclinou ficando em cima de mim, seu membro estava pressionado minha entrada, eu o desejava mais que tudo naquele momento.

Ele olhou em meus olhos e beijou minha testa.

-Confia em mim. Ele sussurrou em meu ouvido.

-Eu confio. O abracei com toda a força que eu pude usar.

Ele pressionou a cabeça em minha entrada, ele forçou mais, eu sentia queimar e arder. Meu corpo se arrepiava, era como um choque. Eric forçou mais ainda seu membro dentro de mim. Ele forçou com mais vontade e entrou metade, eu gritei, e mordi seu ombro com força.

-Relaxa, não vou te machucar.

-Coloca tudo de uma vez.

-Tem certeza amor?

-Por favor.

Eric segurou meu quadril com suas garras expostas, e me puxou contra ele, eu segurei em seus músculos, e os apertei com força. Ele penetrou tudo o que faltava, eu senti sua pélvis contra minha bunda. Uma lágrima escorreu dos meus olhos. Mas eu o abracei par que ele não visse que eu estava sentindo dor. Ele fez com que eu deitasse a cabeça no travesseiro e olhasse para seus olhos que estavam dourados. Beijei ele lentamente, sentindo o gosto de sua boca. Ele começou a fazer movimentos de vai e vem sobre meu interior. Eu gemi entre seus lábios, ele fazia o mesmo. Separei o beijo, pois estava sem ar. Fechei os olhos e senti Eric me penetrando com seu membro quente e latente. Eu gemia alto, sentindo a dor amenizar dando lugar a uma sensação maravilhosa, era como eletricidade passando por meu corpo. Agarrei me ao peitoral de Eric e passei as mãos por suas costas, Eric investiu mais forte contra mim, fazendo eu gemer alto. Eu fiquei ofegante. O corpo de Eric estava suado e deslizara sobre o meu. Finquei minhas unhas sobre suas costas largas, as deslizei sobre sua pele macia fazendo o gemer de prazer. Eric colocou suas mãos ao lado de minha cabeça e apertou o lençol com força, eu segurei sua mão, que estavam suas garras expostas. Senti o carinho que ele queria passar pra mim, senti o amor que estava naquele quarto, senti o calor que nossos corpos trocavam. Olhei Eric nos olhos e mordi meu lábio inferior de prazer.

-Seus olhos estão negros. Eric falou surpreso sem parar a penetração.

-Meu. Falei o abraçando com força, como se quisesse unir nossos corpos.

-Meu. Eric disse respondendo o abraço. Sua voz estava grossa, e seus caninos expostos. A ligação havia sido feita, o lobo de Eric havia me aceitado por completo.

Eric estocou mais rápido contra mim. Senti meu corpo incendiar-se, uma sensação de ápice. Cheguei ao clímax, o orgasmo fora maravilhoso. Eric continuou se deslizando sobre mim até que gemeu alto e eu sento seu corpo se endurecer e relaxar sobre mim. Ele deitou sua cabeça sobre meu ombro, eu ainda sentia seu membro pulsando dentro de mim.

Eu abracei Eric com toda minha força.

-Eu te amo Eric, te amo mais que tudo, você é meu homem meu namorado é meu tudo. Falei beijando todo seu rosto.

-Eu também te amo, vou passar a minha vida inteira com você, porque eu te amo muito. Ele me abraçou.

Eric era pesado, mas ele dormiu em cima de mim, seu sono calmo, ouvi sua respiração e o ouvi ressonar, adormeci com ele. Era tudo tão bom, ele era tão lindo, ele era meu, meu lobo, meu homem, meu namorado, meu Eric.

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