XXXVI- Coração na sarjeta 2
Derramo lágrimas no papel
Nos versos dessa poesia
Que ofereço ao meu coração
na chuva
Lá na rua, preso na sarjeta
Acho que ele se sentiu acalentado
e amenizou sua dor
Até que ele se transportou
de volta ao meu peito
Preenchendo o vazio
que havia anteriormente
Suportando a dor que
Vivia comigo diariamente.
Adrianacvalderramas
2018
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