LXIV - Acorde!
Seres celestiais em eterno confronto
Com o poder do mal sempre ficam
Ninguém está livre desse risonho
Chega um dia que vocês se encontram
Tantos sinais que à ti te davam até em sonho
Até que de alguma forma um dia mostram
Que riam junto ao poder do risonho demônio
A explosão vem até que as máscaras te olham
Contudo chega a hora das garras sem dono
Então seu vôo parte de suas asas que soltam
Agora seu poder sobe e sabe alçar seu voo
Ele sobrevoa sobre tudo que te aprisionam
Você precisa voar agora acima do risonho
E mostrar que seus feitos também voam
Voe com suas asas até o dia do encontro
Sem machucar a ninguém, seus gritos ecoam
Há os que te ferem sem rosto?
Sim.
São almas que também o céu sobrevoam
Que junto de ti, lá voam
Que dentro do seu coração fazem um rasgo
Que vem ferir o teu corpo
Como um cego derrotado
[Mas sua luz é maior dos que te devoram]
Devoram-te aos poucos e sem rosto
Mas agora você é dono de seu fogo
Você também joga o jogo anônimo
Um dia chega a Luz que abre seu olho
Com sua ingenuidade constroem sua lápide
A morte te invade sem fazer alarde
Você facilmente se ergue daquela terra
Você mesmo agora, sua lápide enterra.
E sai para não mais adiar sua guerra.
Adriana Cristina Valderramas
02/07/2018.
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