II - Versos de meus sonhos
Continuação do capítulo anterior.
Poesia no eu lírico, mas sou eu mesma.
Dedicado àqueles que lêem e se identificaram com este meu livro
Versos de meus sonhos
Naquela manhã chuvosa e nublada eu acordei e pensei em porque tantos sonhos que tive e não os realizei e ainda os tenho.
E eles insistem em me perseguir.
Talvez para me renovar..
Fazer me sentir viva...
Talvez, talvez...
Não posso ainda afirmar nada
Somente que cada sonho vai e volta na minha mente,
no meu corpo,
na minha Espiritualidade,
na minha Fé,
É como se fosse algo do destino, quando às vezes penso num porquê.
Mas também, há momentos que não penso em respostas.
Guardo- os aqui comigo ou os externo... me exponho...
Talvez eles queiram me mostrar que estou viva
E que a vida é feita para andarmos e não ficarmos parados
Às vezes temos que agir rápido
Às vezes não... às vezes uma suavidade faz-se necessária...
Uma pausa é concedida também algumas vezes em nossas vidas
E tudo isso que reflito faz-me imaginar num salão de aulas de balé
E eu ali, aprendendo os equilíbrios fortes e os suaves, que as técnicas dessa dança exigem
Mas gosto de olhar para quase tudo ao meu redor de forma poética
Que o vejo ora como uma Poesia
Ora como uma vida que luta por um equilíbrio
Tal qual fazer as posições do Yoga...
Só sei que sinto as danças como poesias a fervilhar nas minhas veias sanguíneas
E apenas que gostaria de falar sobre isso...
Adriana Cristina Valderramas
Agosto 2018.
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