Rafaela e Fernanda.
O dia foi quase igual a todos os outros para o novo casal. Talvez fosse a idade, talvez fosse todo o tempo se reprimindo, talvez fosse apenas o fato de que não podia — ou não queria — ficar longe uma da outra.
— Não gosto quando você me encara assim — murmurou Fernanda, desviando o olhar do caderno.
Rafaela arqueou uma sobrancelha, um sorriso brincando em seus lábios.
— Qual é o problema de te olhar?
— Não é o olhar em si. É o jeito que você me olha. Ainda mais em público.
Fernanda olhou discretamente ao redor. A biblioteca estava praticamente vazia. Sem aulas durante a tarde, não havia muito movimento. Só as duas ali, cercadas por estantes altas e o cheiro amadeirado dos livros antigos.
— É que você tem uma boca tão bonita... — Rafaela sussurrou, inclinando-se sobre a mesa, sem se aproximar muito, mas o suficiente para deixar Fernanda inquieta.
— Para ser tarada. — Fernanda cruzou os braços, fingindo uma seriedade que foi desmentida por leve rubor em seu rosto.
— Não sou tarada. — Rafaela deslizou o pé por baixo da mesa, roçando de leve na perna de Fernanda. Seu tom de voz baixou, carregado de malícia. — Prefiro o termo animado.
Fernanda Estremeceu. O toque foi breve, quase inocente, mas invejoso uma onda de calor pela sua pele.
— Para com esse pé — resmungou, tentando manter a compostura. Ela gostou do lado provocador de Rafaela, mas havia momentos certos para isso.
— Tá, chata. — Rafaela revirou os olhos, mas um sorriso ainda brincava em seus lábios.
Fernanda voltou a olhar para o caderno, tentando se concentrar nos números à sua frente. Mas sabia que Rafaela ainda a observava. Cada vez que erguia o olhar, encontrava aqueles olhos escuros fixos nela, cheios de algo que a fazia se perder.
O tempo passou arrastado. Quando finalmente Fernanda juntou suas coisas, Rafaela fez o mesmo, e as duas saíram da biblioteca em silêncio.
— Você tá calada — comentou Fernanda, depois de alguns passos.
— Você me deu um fora, Fernanda.
Fernanda franziu o cenho.
— Fora? Quando?
— Na biblioteca.
— Não te dei um fora. Só acho que não era o lugar.
— Mesmo? — Rafaela parou de andar e segurou Fernanda pelo braço, puxando-a discretamente para um pequeno vão entre a parede e o corredor. Fernanda olhou ao redor, tensa.
— Sim, podemos ir?
— Não.
Rafaela segurou a passagem do cós da calça de Fernanda e saiu com firmeza, forçando-a um pouco mais contra a parede. Fernanda engoliu em seco. O calor da proximidade fez seu corpo reagir antes mesmo que sua mente processasse.
— Se você não me deu um fora, me dá um beijo.
— Rafaela, para com isso...
— Só um. — Rafaela traição, inclinando-se para mais perto, os lábios a milímetros dos dela. O hálito quente e o perfume suave fizeram Fernanda fechar os olhos por um instante.
— Com você nunca é só um... — sussurrou Fernanda, sentindo a respiração ocasional. Seus olhos passaram por Rafaela, depois pelo corredor, buscando qualquer sinal de movimento.
—Hoje é. — A voz de Rafaela saiu baixa, rouca.
Rafaela não hesitou mais. Seu nariz roçou o de Fernanda antes que seus lábios finalmente se tocassem. O beijo começou lento, quase hesitante, mas rapidamente se tornou firme. Fernanda agarrou Rafaela pela blusa, puxando-a com força, sentindo a textura macia dos lábios dela se mover contra os seus. Rafaela deslizou as mãos pela cintura de Fernanda, os dedos traçando caminhos quentes sobre a pele, e um arrepio percorreu o corpo da garota.
O ar ao redor deles estava carregado de desejo e eletricidade. O cheiro adocicado da bala de Rafaela misturava-se com o perfume suave de Fernanda. Rafaela sorriu contra os lábios dela, aquele sorriso enigmático que Fernanda já conhecia bem. Quando Rafaela a empurrou suavemente contra a parede, o coração de Fernanda acelerou.
A língua de Rafaela invadiu sua boca com um desespero silencioso, as mãos firmes pressionadas sua cintura como se quisessem fundi-las. Fernanda correspondeu, puxando Rafaela pelo pescoço, os dedos entrelaçando-se nos fios macios do seu cabelo. Quando finalmente se afastaram, Rafaela ainda tinha um sorriso malicioso nos lábios.
— Você tem um gosto doce... — sussurrou Rafaela, mordendo de leve os lábios de Fernanda.
— Sai de perto de mim — Fernanda arfou, tentando recuperar a respiração.
— Mas você ficou me provocando esse tempo todo... — Rafaela murmurou, os olhos escuros brilhando com uma perigosa destruição.
- quando? Você não sabe se comportar.
— E eu nem comecei ainda.
Antes que Fernanda pudesse responder, Rafaela deslizou a mão pela parte interna de sua coxa, arrancando um suspiro surpreso dela.
— Rafaela, para — ela sussurrou, olhando ao redor, preocupada.
— O que foi? Medo de gostarem do show?
Fernanda rolou os olhos, mas o corpo não mentia. Rafaela sentiu quando ela estremeceu sob seu toque.
— Você não cansa? — Fernanda perguntou, tentando seguir firme.
— Nunca de você.
— Você precisa controlar esse fogo — Fernanda tentava recobrar a compostura, mas estava presa entre Rafaela e a parede.
— Não se preocupa, podemos ir pra casa e você apreciar o meu show — Rafaela sussurrou no ouvido de Fernanda — Posso trabalhar por nós duas.
— O que você quer dizer com você isso? — A voz de Fernanda ficou séria.
— Tudo bem você ser passiva, gatinha — Rafaela deu um sorriso — você é tão gostosa não ligo de trabalhar por dois.
Fernanda suspirou fundo. Seu olhar caiu sobre uma porta próxima e, sem pensar muito, empurrou Rafaela para dentro da sala vazia.
— Você me provoca de propósito... — Fernanda murmurou, trancando a porta atrás de si.
Rafaela não pediu desculpas. Aquilo era seu jogo favorito.
Fernanda segurou os cabelos de Rafaela, puxando sua cabeça para trás, expondo o pescoço. Ela deslizou os lábios pela pele macia, deixando um rastro quente de beijos e leves mordidas. Rafaela gemeu baixinho, tentando manter o controle, mas Fernanda já tinha o que queria.
— Quietinha... — Fernanda sussurrou, o calor de sua voz percorrendo a pele de Rafaela.
Rafaela, com um sorriso malicioso e o olhar carregado de promessa, respondeu silenciosamente com gestos e suspiros.
Os lábios de Fernanda encontraram os de Rafaela com uma urgência feroz. Seus beijos eram ao mesmo tempo delicados e brutais, enquanto as mãos de Fernanda subiam pela blusa de Rafaela, acariciando cada centímetro de pele exposta, deixando um rastro de fogo e desejo.
— Você é tão bruta... — murmurou Rafaela, os olhos fechados enquanto se perdia aquele toque que a fazia estremecer.
— Você não gosta? — provocou Fernanda, deslizando os dedos pela renda do sutiã de Rafaela, que vacilava sob a intensidade do prazer.
Um sorriso satisfeito se formou no rosto de Fernanda enquanto ela, sem cerimônia, empurrava Rafaela contra a porta. Seus lábios desciam lentamente, mapeando o pescoço e o ombro descoberto, deixando marcas de desejo.
— Vou te mostrar quem manda aqui... — declarou com a voz rouca, repleta de ousadia.
Rafaela, com a malícia brilhando em seus olhos, sussurrou: — Estamos em público...
Mas a provocação apenas deixa ela mais excitada. — Achei que era isso que você queria... — respondeu Fernanda, sem hesitar.
Com um impulso arrebatador, a mão de Fernanda deslizou pelas entrepernas de Rafaela, acariciando-a suavemente. Um gemido escapou dos lábios de Rafaela, enquanto seu corpo se abria, sedento pelo toque que queimava cada fibra. Fernanda, notando o convite nos contornos da bunda de Rafaela, ela deu um tapa forte fazendo o estralo ecoar pelo quarto, intensificando o prazer e a entrega.
— Você tá molhadinha pra mim? — sussurrou Fernanda, enquanto, com dedos firmes, desabotoava a calça de Rafaela.
— Sim... — respondeu Rafaela numa sugestão solicitada de desejo, tentando, sem sucesso, controlar o fogo que a consumia.
Sem mais demora, Fernanda abaixou a calça e a calcinha, deslizando as mãos pela pele úmida de Rafaela, sentindo a intensidade da paixão que transbordava. — Tudo isso é vontade de dar pra mim? — indagou Fernanda, a voz envolvida de provocação e segurança.
— Sim... — Rafaela confirmou, fechando os olhos enquanto seu corpo vibrava de antecipação.
Fernanda deslizava seus dedos de trás pra frente vendo a cada segundo Rafaela se entregar mais, ela abria mais as pernas. Ela deu outro tapa na bunda de Rafaela, deixando uma marca vermelha sob a pele branca.
O calor de Rafaela aumentava a cada segundo. Fernanda, mordendo a orelha de Rafaela, insistiu:
— Fala pra mim... Quem é passiva, meu amor?
Rafaela, com um misto de desafio e entrega, levantou o quadril e abriu as pernas, um convite mudo, mas eloquente.
— Eu... eu sou passiva... — gaguejou, a confissão carregada de desejo.
No exato momento em que aquelas palavras foram ditas, Fernanda enfiou um dedo firme em Rafaela, que gemeu alto, a mistura de prazer e desespero invadindo cada recanto. — Ah, isso... Porra, me fode agora! — rugiu Rafaela, incapaz de conter mais o clamor de seu corpo.
Rafaela rebolava o quadril numa dança erótica, cada movimento um grito silencioso de paixão, enquanto Fernanda a observava hipnotizada, guiando-a e deixando que se recostasse, entregando-se completamente.
— Você tá tão molhado, porra... — sussurrou Fernanda com uma voz rouca, enquanto introduzia mais um dedo, cada toque provocando um suspiro incontrolável de prazer. — Você é tão safada sempre... — contínuo, enquanto seus lábios se encontravam no pescoço exposto de Rafaela, desenhando caminhos de fogo.
— Você não gosta quando fico molhadinha pra você? — disse Rafaela, a voz entrecortada pelo êxtase.
— Gosto. — replicou Fernanda, segurando firmemente a cintura de Rafaela enquanto seus dedos continuavam a explorar, e cada gemido e cada movimento marcavam a intensidade daquele momento.
Rafaela jogava sua bunda de encontro ao corpo de Fernanda e rebolava — caralho voce é tão safada. Por que faz isso comigo?
— por que eu gosto de dar pra você — Rafaela disse entre gemidos.
— Rafaela — Fernanda disse cheia de tesao, seus dedos entravam e saiam rápido, seus corpos se movimentavam juntos.
— mais por favor — Rafaela implorou em desespero e desejo.
Fernanda suspirou seus dedos deslizavam facilmente — vou te machucar.
— então me machuca — Rafaela sussurrou implorando
Fernanda estava cheia de tesão, aquele pedido tão sensual de Rafaela, com uma das mãos livres ela segurou Rafaela e colocou sobre a cadeira da sala, que recostou seu peito sobre o móvel frio, seus dedos faziam um barulho Rafaela estava extremamente molhada e ela deslizava facilmente.
— safada — ela sussurrou e Rafaela respondeu em um gemido.
— me xinga amor.
— quer que eu te xingue, putinha?
— me deixa gozar
— hum. Será que você merece? — Fernanda brincou fazendo Rafaela olhar pra ela.
Os dedos de Fernanda estavam afundandos em Rafaela que rebolava gemendo de forma chorosa, desesperada pelo orgasmo.
— Fernanda — Rafaela chama chorosamente.
Fernanda não disse nada, ela sentia Rafaela pulsar nos seus dedos.
— Fernanda, eu quero gozar. — Rafaela dizia de forma chorosa.
Fernanda deitou seu corpo sobre o de Rafaela q estava apoiado na mesa — goza pra mim safada. — Fernanda sentia o pulsar.
— goza pra mim, minha putinha. — a boca de Rafaela formou um O, seus dedos estavam parado sendo apertado pelo pegamos de Rafaela — ah que delícia ver você gozando, minha putinha.
Rafaela recuperava o fôlego, Fernanda se abaixou seus lábios estavam sedentos quando ela viu penetrou sua língua sem avisar Rafaela acabou tendo outro orgamos com a língua de Fernanda dentro dela.
Ela não tinha mais fôlego, Fernanda deu um sorriso para Rafaela e disse: — não se esqueça de quem é passiva.
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