Capítulo 11

Revisado!

Aaron Narrando

Eu saio do carro pegando sua mochila, a cesta e um pano para nos sentamos na grama.

Ela desce do carro e me dá a mão.

Eu: Gostou do lugar filha? - Perguntei.

Fomos andando para um lugar que tinha poucas pessoas ao nosso redor.

Júlia: Gostei papai. - Diz com um sorriso grande.

Coloco o pano na grama e nos sentamos. Tiro as coisas de dentro da cesta e coloco em cima do pano.

Pego sua mochila e tiro seus brinquedos pois ela estava pedindo para tirar de sua mochila. Coloco em uma parte seus brinquedos, deixo sua mochila ao meu lado e me sento na grama.

Eu: Quer ir ao parquinho?- Digo apontando.

Ela olha para onde estou apontando e se vira para mim.

Júlia: Posso ir? - Perguntou.

Eu: Pode, mas não fica longe de minha vista. Entendeu? - Digo sério.

Ela apenas assente e sai correndo em direção ao parquinho.

Pego uma fruta e como ela.

Fico pensando quem seria a mãe de Júlia, do porque dela ter colocado ela na porta de casa.

A mãe dela não poderia ter certas condições de cuidar dela e por isso dela ter colocado ela.

Gabriella, Gabriella...esse era o nome que eu tanto procurava.

Gabriella seria uma ótima mãe para Júlia, mesmo não conhecendo minha filha, mas ela sim seria uma ótima mãe.

Eu nunca fui com mulher nenhuma para minha casa, pois não queria que Júlia pensasse que uma qualquer seria sua mãe.

Por isso eu nem levo mulher para minha casa. Prefiro esperar até certo momento e contar que ela não tem mãe.

Seria horrível alguém contar isso a ela a não ser eu.

Fico olhando ela daqui. Ela está tão feliz que a gente veio fazer piquenique como nos velhos tempos.

Aquele velhos tempos eram os melhores.

Júlia adorava me acorda com suas brincadeiras que ela fazia quando tinha 3 anos.

Todos os anos em que passei com Júlia foram as melhores que eu podia ter, ela faz minha vida a melhor de todas.

Ela faz alegria da casa, da escola, como todos da escola dela falam. Ela que faz a bagunça. E ela, somente ela que faz as pessoas sorrirem, mesmo estando triste, chateados, magoados.

Ela não pode ver uma pessoa triste que já tenta fazer a pessoa rir dela, com suas brincadeiras bobas que eu tanto amo.

Eu amo passear com ela por lugares que tenham poucas pessoas. Ela não é tímida, ela só é um pouco medrosa por ter muitas pessoas. Ela sente medo.

A um mês atrás eu estava doente e estava em casa, e claro, ela fazia brincadeira para me ver sorrir.

Eu posso estar tá trabalhando em casa, com problemas no trabalho e ela está lá me fazendo rir.

Não quero que minha menina cresça, mesmo sabendo que é necessário crescer, eu só não quero perder ela.

As vezes sou frio e ignorante sem perceber, mas ela não liga se eu sou ou não ignorante que sou as vezes.

Olhando agora, paro e penso em como minha vida e só alegria, felicidade e amor. Mais como todos dizem. O que é bom dura pouco. Então faço qualquer coisa para ela.

Pois eu sei que alguma coisa pode acontecer a qualquer momento. E eu não vou estar ali naquele momento.

Não vou saber lidar. Não. Jamais vou!

Olho para minha filha brincando. Ela percebeu que eu estava olhando e vem em minha direção.

Ela chega e pula em cima de mim, como em todas as vezes.

Eu: O que foi princesa? - Perguntei.

Ultimamente ela está me abraçando mais. Ficando mais perto de mim.

Não sei descrever do porque ela estar fazendo isso. Mas não importa. Estou adorando isso.

Júlia: Nada, só estou com fome papai. - Diz sentando.

Pego uma torrada com nutella e pego toddynho para ela comer. Coloco em sua frente.

Eu: Come filha. - Mandei.

Também estou com fome, então vou comer. Pego morango com nutella e como.

Vejo que Júlia está me olhando. Melhor olhando os morangos com nutella em minha frente. Parece que ela vai pular a qualquer estante em cima de mim, então ofereço se ela quer.

Eu: Quer? - Perguntei.

Júlia: Quero papai. - Diz já pegando.

Ela come quase todos os morangos, quase não deixando nada para mim. Pois quando vou pegar ela bate em minha mão.

Essa menina tá ficando abusa. O se tá hein!

Ela pega sua barbie estala brinca com ela.

Vem um garoto de não sei onde é chama Júlia para brincar.

— Olá, posso brincar com você? - Perguntou.

Júlia: Pode. - Diz pegando um carrinho que ela tinha.

Ela dá o carrinho para o menino e eles ficam brincando.

Júlia: Qual seu nome menino? - Perguntou ao garoto.

Isso garota. Pergunta tudo!

— Nathan é o seu menina? - Perguntou lhe fitando.

Filho da puta!

Júlia: O meu é Júlia. - Diz risonha.

Para de ri, da atenção não.

Nathan: Seu nome é bonito. - Diz.

Sim é. Mas ela é minha filha, rala daqui moleque.

Júlia: Obrigada. - Diz envergonhada.

Nathan aparenta ter 5 anos também,  ele está bem arrumado, ele esta com uma blusa azul clara, uma bermuda jeans e um sapa tênis.

Eles ficaram brincando por um tempo, até os dois pegarem no sono. Pego os brinquedos e coloco dentro da mochila dela, vejo se tem alguns espalhados, e não tem.

Onde será que a mãe desse menino está, até agora não vi ninguém procuro ele. Isso é estranho, mas pra ele estar aqui tem que que estar com algum responsável.

Fico por algumas horas observando crianças brincando. Vejo um casal de mãos dadas com duas crianças.

Queria ter uma família, com uma mulher ao meu lado

Até hoje eu só fiquei com algumas mulheres, desde do dia em que a Gabriella achou que eu realmente a trai. Sim eu trai ela, mais eu estava na seca, e também Gabriella tinha se afastado.

Eu não pude fazer absolutamente nada a respeito, pois minha querida mamãe me obrigou a parar de falar com ela.

E se eu não parasse ela ia fazer alguma coisa com ela, então para minha mãe não fazer nada, eu parei de falar com ela e com o restante dos meus amigos.

Amigos? Eu não tenho mais. Pois meus pais falaram tanta coisa para eles, que eles se afastaram.

Deixo esses pensamentos de lado.

Até agora ninguém veio procurar esse garoto. Tô ficando preocupado já pois ninguém mesmo veio.

Melhor acorda eles pois já está tarde. Vejo no relógio e são 17:56 melhor irmos embora.

Acordos eles e eles ficam sentados.

Eu: Nathan cadê seus pais? - Perguntei  olhando para os lados.

Isso tá muito estranho.

Nathan: Eles iam me buscar as 18:00. - Diz me olhando.

Eu: Daqui pouco eles te buscam. - Digo desconfiado.

Júlia: Vamos brincar. - Diz, é tenho quase certeza que já percebeu.

Pego a mochila com os brinquedos e espalho eles em cima do pano.

Eu: Vamos comer crianças. - Os chamei.

Eles pegam as coisas pra comer e comam tudo praticamente.

Nathan: Eles estão demorando. - Diz meio triste.

A não acredito, deixaram esse menino aqui. E, e claro para nunca mas ir voltar.

Eles continuam brincando e eu comendo o resto da comda que tinha ali em cima e nao deixo nada para eles comerem.

Pego as coisas e coloco no carro. E fomos e claro para a delegacia.

Falo com o delegado e ele vai ficar com Nathan até conseguiram achar seus pais.

Júlia: Toma esse carrinho, e pra você se lembrar de mim. - Diz abraçando Nathan, o mesmo sorriu.

Eles se abraçam e eu e minha filha fomos embora para casa.

Chegamos em casa e fomos tomar banho. Subo para meu quarto e tiro a roupa e entro no box e ligo o registro, tomo um banho demorado e depois saio só de toalha. E vou para o closet e pego uma roupa confortável e visto.

Desço e vejo Júlia sentada no sofá assistindo filme.

Eu: Vamos comer a janta Filha. - Digo.

Ela vem e fomos para a cozinha. Nos sentamos na cadeira e pegamos algumas coisas para comermos .

Comemos tudo e a Júlia foi dormir. Eu fui lavar as coisas, lavo e seco e depois subo. Vou para o quarto da Júlia e ela já está dormindo.

Do um beijo em sua testa e falo:

Eu: Boa noite minha filha. - Digo e saio.

Vou para o meu quarto e sigo para o banheiro, escovo os dentes e depois saio do banheiro e vou para a cama, me deito e durmo.

17/08/2016

Estava sem criatividade e também estava com enxaqueca, não ficou muito bom. Mais dei o de mim para não ficar sem capítulo. Comentem muito. Obrigada 💖💜

Bạn đang đọc truyện trên: AzTruyen.Top