Capítulo 8 Ódio
Luke
Chego ao hotel, tomo um banho frio e resolvo realmente entrar no jogo da infeliz. Vou fuder aquela vaca de todos os jeitos possíveis e depois jogar o dinheiro que ela tanto ama na sua cara. Piranha filha da puta.
Na primeira noite tentei segui-la, mas a vaca anda de metrô e não de taxi como eu imaginava.
Os rapazes voltaram para Nova Iorque e Dominic só foi, porque percebeu que realmente estou mas calmo, e é verdade, depois que decidi pagar, minha ira diminuiu. Dinheiro pra mim não é mas problema, e com certeza vai valer a humilhação que eu a farei passar.
Com Douglas fora, entro em contato com Joe que me indicou um detetive e hoje ele me mandou o endereço do tal trabalho dela. Hoje descubro em que ela trabalha.
Tomo um banho de respeito e me arrumo. Me olho no espelho e não vejo sombras daquele idiota que eu um dia fui.
Como eu já imaginava e fui informado, ela trabalha em uma boate de striptise que funciona no subsolo do hotel. Entro depois de ser revistado é advertido que não se pode usar celular.
Mesmo achando, eu não estava preparado para vê-la semi-nua no palco, meu coração pula uma batida e na hora fico de pau duro. Que ódio! Por causa disso e em vez de entrar eu fico num canto mas escuro a observando. Ela dança o tempo todo de cara fechada.
A boate esta cheia e eu escuto de tudo um pouco, elogios e cantadas baixas se misturam e todo meu ódio vai embora. O que aconteceu para ela se prestar a esse papel? Onde foi parar aquela doce menina? Por quê ela não pediu ajuda ao pai?
Ao meu lado um cara vira pra mim é fala.
-Pode babar a vontade amigo, essa noite essa puta será somente minha.
-O ódio que sinto e quase incontrolável, mas sou obrigado a me calar, já que foi essa a vida que ela escolheu.
decido não abordá-la. Antes vou investigar seu passado.
Ela recolhe o dinheiro do chão e desce do palco passando acuada pelo canto enquanto o locutor avisa que antes do sol nascer ela voltará. Por causa desse maldito aviso, eu fico.
As outras dançam mais perto do público e os homens colocam dinheiro nas suas calcinhas, quando terminam a dança, elas sentam no colo de quem deu mais, e vejo algumas entrarem acompanhada na mesma porta que ela entrou.
Ela retorna exatamente às 4:00 horas da manhã e dança até às 5:30, em seu rosto percebi o nojo. Mas se tem nojo, porque está aqui porra?
Quando ela desce e vem em minha direção, me afasto mais para o canto escuro e ela para em frente ao babaca que falou que ela seria toda dele por essa noite. O som, agora está baixinho e a maioria das mulheres da pista já sumiram, então posso escuta-la claramente.
-Vamos logo com isso Alberto.
-Calma docinho, bebe um pouco pra relaxar, você está muito nervosinha. Pode deixar que depois que eu te fuder. Seu emprego estará garantido. depois da novidade que me contou o chefe não vai mais te querer fora.
-Não quero beber, só quero acabar logo com isso.
-É mesmo docinho! Então aproveitando que a boate está quase vazia, adianta seu trabalho e faz um boquetinho aqui faz.
Eu não vou aguentar essa merda.
-Por favor alberto, aqui não. -ela responde trêmula.
-Aqui e agora docinho, ou então nem precisa voltar amanhã piranha. -Ele fala, já pondo o pau pra fora.
Ela olha nervosa em volta e começa a se abaixar. Sem me controlar eu saio do escuro e sem esperar nem um segundo há mais, dou uma cabeçada no cara que cai desmaiado no chão. Em minutos à confusão e formada, os seguranças tentam me deter mas estou cego de ódio e facilmente eu nocauteo os três, dois garçons se aproximam mas ao olharem para mim se afastam.
Quando olho para ela, ela está tremendo mais do que antes, quando me aproximo dela, ela me olha com raiva.
-Por que você fez isso? Você acabou com a minha última esperança.
-Não acredito que você ia chupar esse cara aqui na frente de todo mundo?
-EU IA SIM, EU PRECISO DESSE DINHEIRO DESGRAÇADO. -Grita em descontrole.
Não sei se desgraçado sou eu ou o dinheiro, mas percebi que mais uma vez eu fui um babaca.
-E quanto custa o boquete, fala que eu pago com todo o prazer.
-Não era somente isso, isso ia garantir meu emprego por quase um ano.
-Pega suas coisas e conversaremos no carro, porque se um deles se levantar eu vou ser obrigado a matá-lo.
Ela passa por mim como um bicho e entra na porta ao lado. Sou um idiota mesmo! Em segundos saí com uma bolsa e ainda semi-nua.
-Vamos, no carro me arrumo, ou não.
Cada passo que eu dou meu ódio por ela aumenta, ela se veste no carro enquanto dirijo para meu hotel. Sim o hotel e meu. Entrego as chaves ao manobristas e somente me lembrei dos meus seguranças porque um deles perguntou se estavam dispensados. Não permiti que entrassem, não queria que eles a vissem nua, tanta preocupação a troco de nada.
Ela me segue calada até o elevador e permanece assim dentro dele, porém assim que fecho a porta da minha suíte ela começa.
-Vai ser serviço completo? -Ouvir isso é como enfiar lentamente uma faca em meu peito.
-Só tome um banho e descanse, quando você acordar conversamos.
-Não posso demorar aqui não, hoje vai fazer sol e eu tenho que ganhar meu dinheiro.
-Dinheiro, dinheiro, dinheiro é apenas isso que te importa mulher?
-Sim, é isso que me importa.
Respiro fundo e volto ao plano inicial.
-Okay! entendi, vamos falar de negócios em quanto comemos algo.
-Eu não estou com fome, obrigada.
-Okay! vamos aos negócios então, você falou em garantir seu emprego por um ano.
-Quase um ano.
-Que seja, quanto isso te renderia junto com seja lá o que você faz em dia de sol.
-Ganho em média de cinco a sete mil por mês, por que?
-Te pago quinhentos mil e você ficar a meu dispor por dez meses, você morara aqui, e não poderá falar sobre nosso acordo com ninguém, te darei dez mil todos os meses e no fim darei o restante, mas se você desistir no caminho eu te denuncio por roubo e coloco sua foto no jornal como procurada, e não pense que com o dinheiro que tenho isso será difícil. Então"Docinho" e pegar ou largar, e eu quero uma resposta agora. -É lógico que eu sei que ela não quer sua cara no jornal.
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🌟por favor não esqueçam de votar e comentem à vontade.
💋beijo da Aline💋💋.
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