capítulo 35 O resgate e a ira
Depois de correr uns três minutos na mata fechada, finalmente me encontro em frente ao tal casebre. Uma ira maior toma conta de mim e quando vou invadir o local, Douglas me segura fortemente.
-Calma Luke, temos que agir de cabeça fria ou podemos por tudo a perder, vamos agir no silêncio. -tenta me chamar a razão.
-Silêncio. Minha mulher e meu filho estão nesta casa com um louco e você me pede calma caralho. -Estou com o coração a mil.
-Ele está certo Luke. -intervém Dominic.
Estou bufando de raiva, quando dou mais um passo Nicolas entra em minha frente.
-Calma porra! Se ele souber que você está aqui ele a matará antes que você se aproxime dela.
-Queria ver se fosse Bella. -esbravejo.
-Se fosse, mesmo contra gosto eu ouviria Douglas pois ele sabe bem o que faz, isso não é à porra de um filme de ação caralho.
-Eu sei caralho, mas eu preciso buscar minha mulher porra.
-Calma, os homens já estão se posicionando. -Anuncia Douglas.
-Juro que se me mandar ter calma mais uma vez, eu quebro essa sua cara.
Ele se cala e eu também, depois de alguns segundos que mais pareceram uma eternidade ele diz:
-Estamos com sorte, parece ter Apenas cinco homens na casa e um deles vai sumir agora. -Quando ele diz isso o cara que estava na varanda cai.
O atirador de elite o acertou usando um silenciador. Douglas entra abaixando na propriedade e arrasta o corpo do cara para dentro da mata, quando ele vai sair um outro se aproxima e novamente o atirador faz sua mágica. O silencio só é quebrado pelo alto volume de uma televisão, mais nenhum outro homem sai. Minha adrenalina esta a mil e não aguento mais esperar.
-Eu vou entrar, prefiro morrer ao imaginar o que aquele verme pode estar fazendo com ela enquanto fico feito um covarde escondido no mato.
-Então vamos.
Vamos nos arrastando pelo chão. Ao entrar na casa, surpreendemos os outros dois sentados tranquilamente no sofá vendo televisão e um deles tem o rosto sangrando. Antes de nos aproximar dois dos seguranças que levamos vira rapidamente o pescoço deles e ambos ficam ali no sofá mesmo.
Estamos andando bem devagar e em silêncio quando escuto Flávio falar:
-Acorda cadela, quero te fuder acordada e quando eu estiver bem fundo em você será meu nome que chamará ouviu bem.
Quando vou avançar Douglas me segura for me pela camisa, a rasgando um pouco. Olho bem fundo em seus olhos e ele me larga. Sem fazer barulho tiro a camisa e a jogo no chão, meto o pé na porta, olho rápidamente para Bianca. ela parece estar bem, mas vejo seu rosto machucado. A ira me consome e com sangue nos olhos eu só consigo enxergar Flávio, nem mesmo vejo Douglas que envolve Bianca em uma coberta, a desamarra e a entrega para Joe, Flavio não se mexe e ao ver o chicote em sua mão meu sangue sobe ainda mais. Em dois passos eu fico de frente para ele e sem perder tempo dou um soco que mais parece um tiro em sua cara, ele não cai porque eu o estou segurando pela camisa, quando a cabeça dele volta, já sem um dente ou dois, eu dou outro e ele desmaia feito uma donzela.
Mando amarraram ele e saio para vem minha mulher. Na sala não a mais corpos. Ela está enrolada na coberta balançando o corpo pra frente e pra trás falando baixinho o meu nome. Me ajoelhou em sua frente e a abraço.
-Estou aqui vida -ela me olha, porém parece não me ver e continua se balançando. -vida! Sou eu Luke, olhe para mim meu amor. Já passou, estou aqui, Flavinha está bem, Lucas também.
Ela continua na mesma e isso começa a me enlouquecer, meus olhos se enchem, passo nervoso as mãos na cabeça e olho pros lados, todos os meus amigos estão aqui menos os seguranças. Estou desesperado, pego ela no colo e sem saber se estou fazendo o certo, beijo carinhosamente seus lábios dizendo que a amo e que ela agora está segura. Sinto ela acariciar minha cabeça e me dá um selinho e perguntar baixinho;
-Você está mesmo aqui ? Não é um sonho?
-Estou sim vida. Vai ficar tudo bem meu amor.
Ainda um pouco aérea responde...
-Agora estou bem.
Nem sei como agradecer a Deus.
Nicolas tira não sei de onde, uma garrafa térmica e um sanduiche; na garrafa tem chá de camomila. Olho para ele que responde: que foi Bella quem mandou. Por isso amo minha irmãzinha.
Ela não queria comer, mas ainda com ela em meu colo, peço para fazê-lo por nosso filho.
Pergunto novamente se ela está bem e ela balança positivamente a cabeça enquanto mastiga.
-Está sentindo dor?
-Não, eu só quero sair daqui.
-Você vai com Derick, um médico irá com vocês para um chalé. ligue para as crianças e antes de amanhecer estarei com você, okay?
-Você não vem?
-Eu queria, mas tenho que resolver algumas coisas ainda -ela me olha e nada diz. -eu te amo e tudo ficará bem, confie em mim vida.
-Eu confio amor e também entendo.
A levo no colo até o carro que agora já se encontra na propriedade, no banco detrás, o médico faz algumas perguntas e ela responde prontamente, Derik, um segurança, o médico e o ex delegado; irão junto com ela.
Ela saí do carro e beija suavemente seus lábios, depois me olha bem nos olhos balançando a cabeça positivamente, ali entendo que ela me autoriza sem palavras à acabar com Flávio. Me abraça apertado e eu aliso seus cabelos dizendo o quanto a amo. Ela volta para o carro e eu fico parado esperando o carro sumir na escuridão, quando ele some eu entro na casa e vou direto até Flávio que agora já está acordado, mas finge ainda estar desmaiado, antes de começar coloco as luvas e me viro para meus amigos.
-Nenhum de vocês precisa ficar aqui, podem ir, que deste verme eu cuidarei sozinho.
Como resposta todos colocaram as luvas.
-Duvido eu perder a diversão, vamos ver o quanto ele é macho. -fala Dominic, estalando os dedos.
-Eu não saio daqui nem fedendo, quero ter a certeza que ele nunca poderá encostar em minha menina -anuncia Douglas.
Nessa hora todos olham para ele, e ele volta a falar:
-Foda-se! É isso mesmo, eu amo aquela pirralha atrevida e vou aproveitar para pedir permissão para namorá-la -sorri. -e ai sogrão, vai deixar ou não?
Só ai, vejo que ele esta olhando para mim.
-Está falando comigo?
-Claro sogrão, com quem mais seria?
-Isso lá é hora disso? -Joe interrompe.
-É verdade, mas estou aproveitando que a ira de Luke está direcionada ao verme.
-Muito esperto irmão. -Elogia Erick.
Na verdade eu sei que não é isso, ele está tentando me destrair para que eu não perca totalmente o controle e mate logo Flavio. Claro que estou com muito ódio, mas ver minha mulher me acalmou um pouco.
No fim todos ficaram e em nossos olhares se selou um segredo.
Me aproximo de Flávio que feito um rato se manteve calado fingindo ainda estar desmaiado.
-Vamos tirar essa roupinha engomadinha, vamos senador. -Dominic e Nicolas rasgam a roupa de Flávio e Joe corta sua cueca com um canivete.
Olho em volta e vejo cordas, um pau preso na vertical e outro na horizontal, um colchão no chão, um pinto enorme de borracha, uma algema e perto do pé dele, o maldito chicote.
-Isso tudo era para minha mulher? -Ele não responde.
Pego calmamente as cordas e com ajuda de Douglas, o amarro nu na madeira horizontal
Deixando ele de cabeça pra baixo e com as mãos presas junto aos pés, com aquela bunda magra bem exposta. A tortura será feita por mim e Douglas, pois nos sabemos bem o porque do nosso ódio, nós vimos aquelas gravações, somente nós sabemos do que Flavio é capaz.
-É ai Senador, quer tomar no cú ou ficar sem essa micharia que tem entre as pernas? -pergunto apertando forte seu rosto.
-Por favor! Eu imploro! Tenha piedade e me mate.
-Matar? Não senador, eu não sou assassino. Prometi a minha filha Flavinha que o deixaria vivo.
-ela não é sua filha. -ri nervoso e debochado.
Seguro ele pelos cabelos puxando sua cabeça pra trás, olho em seu olhos e falo:
-Te garanto que a respeito bem mais que você e até ouso dizer que hoje ela me considera muito mais que a você.
Acabo de falar e dou uma chicotada naquela bunda branca e magra. Ele se retrai e grita.
-Sabe, tenho certeza que minha mulher e mais macho que você.
Enquanto falo vejo Douglas passar cola em um cacetete e depois passá-lo em vidro moído. Droga! Por que eu não pensei nisso!?
-E ai sogrão, vamos começar a festa?
-Claro! Mas pode parar de me chamar assim.
A demora faz parte do terror psicológico.
Pego o pênis de borracha.
-O senador e guloso. -Todos riem, Douglas dá outra chicotada. -eu bato todo mundo bate.
E foi o que aconteceu, Flávio sem novidade alguma se mijou e quando ele pensou que íamos parar enfiei o tal pinto de borracha dentro do cú dele, o cara gritou feito louco e quando o soltei, ele fez força para colocá-lo para fora e eu empurrei novamente. Quando Douglas retirou, o machão se cagou. Pego o pinto sujo e segurando o rosto dele enfio em sua boca, Flávio vomita e Douglas pega o caceteti.
-Ai verme, se vomitar novamente, isso aqui vai visitar seu rabo. -Douglas mostra o caceteti pra ele.
-Pelo amor de Deus, NÃO. -Quando ele grita, enfio o pau novamente em sua boca.
-Está gostando senador, não é tão divertido quando você é a vitima não é mesmo?
Douglas pega o cacetete e enfia rápido no rabo dele, retiranos em seguida. Com um leve sangramento anal e o pau de borracha sujo de merda na boca, ele desmaia.
Ele estava demorando pra acordar, então Erick saiu e trouxe um balde de água do poço e jogou sobre ele que acordou gritando.
-Tenha misericórdia, me perdoa Lucas. -Como resposta, enfio o cacetete, ele grita enlouquecido.
Até que o verme tem fôlego.
O Desamarro, ele esta mole. O prendo na madeira que está na vertical, o amarro com os braços suspensos, e volto a chicotea-lo.
-Está gostando senador?
Sua costa está em carne viva e ele novamente desmaia, aproveito o intervalo para saber de Bianca, Derick me diz que ela esta dormindo e ele não sairá do lado dela até eu voltar.
Vou a cozinha e ali só tem pão e água, o dia está começando a clariar. Amarramos ele na cadeira e saímos deixando um seguranças e um atirador de vigia.
Quando minha mulher acordar quero estar ao lado dela.
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💋beijos da Aline💋💋.
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