021
Charli D'amelio pov's
Los Angeles - Califórnia
Uma multidão se juntou em volta de mim me encarando. Inclusive Chase que me olha preocupado.
— Charli, você está bem?
— Sim, sim. – tento me levantar – Ai meu pé!
— Deve ter machucado. – me ajuda com cuidado a me levantar. – Vamos ao hospital.
— Não precisa.
— Precisa sim, consegue andar?
— Acho que sim. – tento pisar no chão mas meu pé dói e minhas costas também – Ai!
— Parece que não consegue não.
— De quem é o carrinho? De onde ele veio?
— Não sei, só vi ele indo em sua direção.
— Não é possível que o carrinho não tinha dono. – digo achando aquilo estranho.
— E tem! – uma voz feminina soou e olhamos para dona da voz. Eu não acreditei quando vi.
— Alicia? – Chase pergunta tão surpreso quanto eu.
— Me desculpe, perdi o controle do carrinho. Esses emprestáveis precisam consertar direito essas drogas. Me desculpe mesmo! – não digo nada só a encaro, não tem um pingo de verdade no que ela diz.
— Tudo bem. – digo séria mostrando que não me convenceu em nada.
— Me desculpem por ontem, eu estava um pouco alterada.
— Tudo bem Alicia, agora eu preciso levar ela para o hospital. – Chase diz.
— Ai, me desculpe mesmo! – olho em seus olhos e vejo toda sua diversão neles. Filha da mãe!
— Tchau Alicia!
— Tchau, espero que não tenha sido nada grave. – acenou.
Me apoiei em Chase e fomos até a saída do supermercado.
— Quer que eu te pegue no colo?
— Não, até porque eu já estou melhor. Vamos embora!
— Charli, não seja teimosa! – bufei e assim ele me pegou no colo. E com uma facilidade que me senti uma pena.
— Chase eu consigo andar! – ele me ignora. Entramos no carro e seguimos para o hospital. Eu sabia que não era nada grave, não entendia para que tabro auê assim.
Ao chegar no hospital, Chase me pegou nos braços novamente e me sentou em uma das cadeiras da sala de espera. Conversou com a recepcionista e logo voltou.
— Não precisa me pegar no colo! – quase gritei.
— Tudo bem, vamos. – estendeu sua mão e eu peguei. Entramos em uma das salas.
— Chase! – um médico entrou na sala. E confesso ele é um gato! – Como vai?
— Eduardo. – apertou sua
mão – Bem e você?
— Tudo bem, olá! – apertou minha mão em cumprimento.
— Oi. – digo apenas.
— Em que posso ajudar vocês?
— Charli foi atropelada por um carrinho de supermercado e eu quero ter certeza de que que ela não se machucou. – Eduardo encara Chase e depois a mim. Eu estava envergonhada.
Que tipo de pessoa é atropelada por um carrinho de supermercado nos dias de hoje?
— Charli sente-se ali! – apontou para a maca e Chase me ajudou. Eduardo se aproximou me examinando. – Vamos fazer alguns exames para ver se não houve alguma fratura. – me ajudou a descer – Nós já voltamos Chase!
— Tá. – saímos em direção a sala de Raio X. Uma enfermeira me ajudou a trocar de roupa. Me deitei em uma espécie de máquina enquanto a enfermeira arrumava o equipamento.
— Chase parece se preocupar bastante com você. – Eduardo diz se aproximando.
— Atoa. Nem foi tão grave o acidente.
— Nunca o vi assim. Agora não se mexa! – saiu da sala. Um estralo foi ouvido e ele retorna – Pronto! – eu me levanto.
— Você o conhece a muito tempo? – perguntei curiosa.
— Fizemos um ano de administração juntos, e você?
— Vamos nos casar. – ele para e me encara surpreso – Estamos noivos.
— Essa é nova, nunca pensei que ele seria laçado! – riu – Pode se trocar. – assenti e me afastei. Troquei de roupa rapidamente e voltei.
— Vou analisar seu exame e já digo o resultado.
— Tá bom. – ele me encara e depois minha mão – O que foi?
— É que eu não vi a aliança, por isso a surpresa. Não me leve a mal.
— Ah sim, faltam poucas semanas para o nosso casamento, então mandamos fazer outras! – menti. Nem eu sabia onde estavam as alianças.
— Entendo. Desculpe me meter. – sai da sala de exames e fui para sala de Eduardo onde Chase aguardava.
— E ai? Está tudo bem?
— Só vamos esperar o resultado! – depois de alguns minutos Eduardo entra na sala com um envelope.
— Não precisam se preocupar porque não tem nenhuma fratura. – suspirei alivíada – As dores são por causa do impacto da batida, só teve uma pequena torcida no tornozelo. Só terá que repousar por vinte e quatro horas. Mas é só tomar esse analgésico – escreveu em um pequeno papel e me entregou.
— Eu disse que não era nada. – digo a Chase.
— Obrigada Eduardo! – se levantou e apertou a mão do médico.
— Sempre aqui, e parabéns pelo noivado! – Chase me encara.
— Obrigado, e eu vou te esperar lá. Te mando o convite assim que chegar.
— Conte comigo, até mais Charli! – apertei sua mão.
— Até mais! – saímos de sua sala.
— Chase, eu estou com fome. – resmunguei.
— Vamos comprar seu remédio e depois compramos uma pizza, pode ser?
— Tá bom. – ele abriu a porta do carona para mim e me ajudou a entrar com cuidado. Não demorou para que o carro estivesse em movimento. – Eu acho que eu deveria ter um carro. – ele riu. – Tá rindo do que?
— Você acha mesmo que eu vou deixar você ter um carro? – lhe encarei.
— Por que não? Eu sei dirigir e tenho carteira. Eu tenho todo o direito de ter um carro!
— Charli, você já é agressiva sem um carro. Você com um carro é uma ameaça a humanidade! – lhe olhei indiganada.
— Isso é um absurdo!
— Não, não é um absurdo. Eu estou apenas protegendo minha pele, você passaria com um carro em cima de mim!
— Passaria mesmo, você é irritante! – cruzei os braços e ele ri.
— Ta vendo só? Eu tenho total razão. – soltei um suspiro e forcei uma risada.
— Eu estou brincando, nunca passaria com o carro por cima de você. Você é uma ótima pessoa, tem um coração tão puro, é um noivo tão... tão atencioso. – sorrio.
— Eu estou realmente tocado com essa declaração, mas ainda é não! – meu sorriso se foi e uma carranca tomou meu rosto.
— Você não manda em mim! – desviei minha atenção para o lado de fora do vidro. – Como pode me tratar dessa forma comigo estando doente? Ai! Meu pé dói tanto. Chase, você é um monstro! – ele ri.
— Já disse que sua atuação é horrível? Pois é, sua atuação é horrível!
— Atuação? Como ousa? – ele riu mais ainda fazendo pouco caso da minha atuação.
Eu vou ter um carro com ele querendo ou não!
Vou tentar postar 10 caps adaptados, que eu consiga amém
Kisses, Karol
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