PRESSENTIMENTO RUIM.
AVISO: A história é de terror e horror. Sim, havera muitas cenas de mortes, então se não gosta não leia. O VOTO E COMENTÁRIO, é muito motivador, então, ajude-me, coleguinhas. Será tudo em terceira pessoa, pode ter sim um capítulo, sem ser 3 pessoa.
Olá, galera! Prestem bastante atenção nos sobrenomes, é super importante. Os outros personagens vocês podem imaginar como quiser, ok. MUITO obrigada pelos comentários anteriores, sério! boa leitura.
PRESSENTIMENTO RUIM.
Terceira Pessoa, 18h00
Após tomar seu precioso banho, Corinne pega sua camisola, vestindo-a calmamente, e se retira de seu banheiro, caminhando até seu quarto. Olhou para o lado e percebeu seu notebook piscar, ela já sabia o que significava isso. Era seu namorado mandando mensagem, mas hoje Cori estava tão calma, que não queria ver o que ele havia enviado para ela. Ontem, Andrew, tinha lhe pedido um tempo.
Cori não aceitou e o bloqueou. No entanto, pela manhã, ela decidiu desbloqueá-lo para ver o que ele iria dizer a mesma. Respirando fundo, ela pega o notebook, colocando-o em seu colo e sentando-se na cama. Mas o que ela não entendia era o porquê de Drew não querer fazer vídeo chamada naquela semana. Ela precisava tanto dele.
"Amor, não quero mais um tempo. Não conseguiria viver sem você." Andrew.
Essa mensagem a fez abrir um sorriso, logo descartando em sua mente que ele só queria esse tempo para ficar com outras garotas.
Coitada de Corinne...
"Eu já esperava isso. Podemos nos ver?" Corinne.
Ela não esperava por isso. Mas, uma mentira não seria mal, certo? A garota arrumou seu cabelo em um coque, e olhou-se no pequeno espelho ao lado da cama, verificando se estava adequada para ver seu amado. Andrew e Corinne namoravam há cerca de três anos e meio, mas tudo isso, claro, virtualmente, já que Drew não morava na Rússia. Ambos queriam a todo custo se encontrar, porém, a distância entre eles era tão grande, que nunca se arriscaram em pegar um avião para ao menos se abraçarem.
Schneider toma um pequeno susto ao ver seu namorado através da tela. Dando um sorriso amarelo a ele, Cori franze o cenho ao vê-lo sério, logo desmanchando o sorriso.
— Querido? Está tudo bem? — questiona a garota, percebendo que ele ainda continuava sério.
— Por que não estaria? Tem algo a me contar? — retrucando a menor, ele abre um sorriso, extremamente, falso. O que para ela, não se igualava a mais ninguém. É tão belo, que a mesma não percebeu a intenção do homem.
— Sim! — Corinne se deita na cama para conseguir se manter mais atenta ao mais velho. — Irá ter uma viagem...
Ela é interrompida por Andrew, que, agora, abrira um sorriso... Sincero.
— Quantas pessoas vão? — seu tom é sério.
— Não sei exatamente. Mas por que quer saber? — estranhando a pergunta do homem, ela arqueia a sobrancelha.
Drew engole a seco, observando sua garota, tentando formular uma resposta rápida para que ela não suspeitasse de nada. Afinal, não havia nada de errado.
— Corinne, eu não posso saber com quem você irá? Tudo bem, me desculpe. — após seu ar manipulável entrar em cena, ele faz uma cara de coitado pela tela, e força uma lágrima cair, tendo noção de que ela iria ver.
— Desculpe-me. — sem reação, ela pede, vendo-o sorrir tão rápido quanto seu humor.
— Será em uma floresta, correto? — ele pergunta.
— Como sabe que será na floresta?
Ele percebera que a garota nem ao menos tocou no assunto do local. Agora, Schneider, tentará lembrar quando dissera ao homem onde seria tal viagem.
— Preciso desligar, tenho algo para fazer. — sem ao menos se importar com a garota, ele desliga rapidamente, deixando-a sem saber o que fazer.
(...)
Dia da viagem — 06h01.
Universidade da Rússia.
Os alunos escolhidos já estavam em frente à faculdade, esperando apenas a diretora, Martina, voltar de sua casa, pois a mesma havia esquecido o kit de primeiro socorros. Aisha, Paige e Corinne conversavam animadamente, as três encostadas no ônibus.
— Por que a Martina iria querer você nessa viagem, Aisha? — Paige, rudemente, questiona a mais velha, olhando-a com superioridade e recebendo um sorriso debochado dela.
Aisha lambe os lábios de maneira provocativa, e chega perto de Shields. Ao perceber a proximidade da amiga, Corinne entra no meio, separando-a, temendo pelo pior. Os olhos da policial estavam escuros como se estivesse se drogado, mas não era isso, e sim que, ela odiava de todas as formas Paige. A mesma percebia as intenções da garota ruiva que não é e nunca fora das melhores.
— Não se meta, Paige. Você não sabe com quem está mexendo...
— E nem você, otária!
Percebendo a situação, Cori puxa Aisha para longe da garota, que apenas bufa, com a reação da amiga.
— Você precisa se controlar. — Schneider pede, olhando-a.
— Eu sei, tá legal? Mas você sabe que a odeio. — justifica, desviando seu olhar para o lado.
— Meninas, venham logo, ou iremos ir sem vocês! — Martina grita, chamando a atenção delas, que assentem, entrando no ônibus, e sentando-se juntas. Para a infelicidade de Paige. A diretora ao ver que todos estavam em seus lugares, sorriu. — A viagem irá durar, exatamente, 6 horas e sem parada, para chegarmos logo.
— O quê? — Patrick, grita, no fundo do ônibus, indignado.
Como assim sem parada? — Pensara Patrick.
— Isso mesmo! Ou seja, não beba tanto, pois não iremos parar para nada. — dando um sorriso de lado, ela diz firme.
Após dizer isso, o motorista segue em frente. Será uma longa viagem.
— Estranho não poder parar, né? — a pergunta inocente de Corinne faz com que todos os pelos de Aisha se arrepiem. Lambendo seus lábios secos, ela a olha.
— Não é não. É apenas para chegarmos mais rápido. — responde, tentando passar segurança. — Relaxa, por que não dorme um pouco?
Concordando, Cori faz o que a mesma pediu, fechando os olhos em seguida e entrando em um sono profundo.
Um pouco mais a frente, estava Martina sentada sozinha, olhando seu celular. Uma mensagem chega, fazendo-a segurar o ar por míseros segundos. Com as mãos trêmulas, a mulher desbloqueia o aparelho, vendo rapidamente a mensagem.
"Espero que siga com o plano, ou já sabe..."
Ela sabia quem havia mandado, então não precisou ler o nome. Por fim, ela joga o celular na bolsa ao lado e olha os flocos de neves caindo pela janela.
5 horas depois.
O sinal de celular vai ficando cada vez mais fraco, à medida que se aproximavam do local. Paige conversava animadamente com Blackburn, enquanto tudo se encaminhava, exatamente, como foi planejado, e era isso que fazia a cada segundo o estômago de Shields embrulhar ao saber o que iria acontecer. Mas a ruiva não poderia fazer nada a respeito disso, já que a mesma concordou com tudo.
Dando uma respirada longa, ela observa alguns alunos que ainda se encontravam dormindo, e outros acordados.
Mia, Logan, Benjamin e Brayce foram os únicos chamados para essa viagem.
Ninguém estava empolgado para isso, principalmente Mia, que se mostrava preocupada, com um pressentimento ruim dentro dela, como se algo fosse acontecer.
E estava para acontecer...
Aproveitando os últimos minutos de internet, ela manda uma mensagem para seu marido:
"Já estou quase chegando. Mas não queria estar aqui." Mia.
E não era para estar...
Martina acorda animada, e vira-se para trás, pegando seu megafone e grita:
— Acordem! — e todos, como previsto, dão um pulo em seus assentos, fazendo-a rir. — Já estamos chegando! — observou os sorrisos de cada um. — Nenhum celular vai pegar...
— Como assim? Como se não bastasse o ônibus não parar, agora não iremos ter internet? Impossível! — grita Patrick, o que faz a diretora cerrar os dentes, olhando-o como se fosse matá-lo.
— Nada é impossível. Isso será divertido, alunos. — por fim, ela cala a boca, voltando a sentar-se no assento.
Passando-se uma hora, o ônibus para no local informado. E novamente Martina se levanta, chamando atenção de todos.
— Peço que desliguem os telefones, e os deixem aqui. Depois disso, cada um irá sair e pegará sua mochila com seus mantimentos necessários, e montará a barraca. — e assim foi feito. Não restava mais ninguém no ônibus, a não ser o motorista que a chamou com a feição aflita.
— Estamos sem gasolina.
Isso fez a mulher arregalar os olhos, engolindo o ar gelado.
— Como assim? — pergunta, incrédula.
Como isso foi acontecer? Será que está nos planos? — pensara Martina.
— Só tem um galão ainda cheio, mas não chegará nem na cidade mais próxima. E, também, orar para que não congele. — o motorista torna a dizer, deixando a mulher ainda mais aflita.
— Certo. Não comente isso com ninguém. — o homem assentiu, voltando ao ônibus.
Aisha que estava próxima, bufa baixo, voltando para perto de Corinne.
— Garotos, procurem por madeiras secas, e mesmo se estiver molhada, traga-as. — Ben, pede, e a minoria sai em busca.
Ele não deveria ter pedido isso... Pobres alunos.
AGORA É REAL!!!! Próximos capítulos serão tensos, e avisarei, novamente: não gosta de mortes, não leia. Seu comentário me deixa muito feliz e alegre, espero ler o seu abaixo, viu? Até logo <3
NÃO ESQUEÇA DE VOTAR GENTE, É ESSENCIAL!
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