Capítulo 20- Panterinha Selvagem!
"Pois, garota, você é perfeita
Você sempre vale a pena
E você merece
A maneira como você lida com isso" – Earned It do The Weeknd
Dia Seguinte
Não vi quando dormir e sinto algo quente em volta do meu pau? Que porra está acontecendo? Um ronronar e uma par de pequenas mãos nele, Ok! Eu estou sonhando com isso e irei acorda a qualquer momento, mas o que acontece e ela me chupando com vontade.
— Panterinha! –Gemo abrindo meus olhos.
E olho para ela em baixo do pano me chupando, não é a porra de um sonho quente e ela mesma vai me levar a morte desse jeito. Tento tirar ela do meu pau e quase perdi a minha mão, porra! Ela está selvagem e isso tem uma simples explicação, ela está sobe o efeito da medicação que acelera nossa cura.
— Merda! –Xingo. — Panterinha pare com isso! –Peço quase sem voz, senti que estou bem perto de vir. — Maldita fêmea, pare com isso agora antes que alguém entre aqui! –Rosno e alguém bate na porta. — Vá embora desgraçado! –Grito para quem está do outro lado.
— Foda-se! –Justice rosna. — De um jeito nela, ela quase matou uma das enfermeiras! –E o que?! Panterinha aumenta a sucção no meu pau.
— Porra! –Rosno. — Não deixe ninguém entrar e darei um jeito nela! –Ouvi somente um ok dele, não aguento e gozo na boca dela.
Maldita! Vem lambendo minha barriga e mordendo também, cacete! Quando chega em um de meus mamilos, ela o chupa com vontade e me masturba com a outra.
— Puta que pariu! –Gemo morde meu pescoço.
— Cariño. –Ronrona no meu ouvido parando de me masturbar e se senta em mim. — Que saudade do seu cheiro, gosto e desse corpo gostoso! –Rebola no meu pau.
— Por Deus, Panterinha! –Ofego. — Assim você me deixa louco. –Seu riso e gostoso e recebo um beijo quente dela.
— Eu que estou louca para sentar bem gostosos em você! –Minha respiração
Ah, porra! Ela tira a calcinha e segura com a outra mão o meu pau, encaixando em sua entrada e senta devagarinho nele. Sua boceta quente vai envolvendo meu pau, tão aveludada e molhada!
— Ai, que delícia! –Geme quando estou inteiro dentro dela.
Gemo e ajudo ela a se mover com rapidez, beijo seus seios e agarro seus cabelos. Beijo seus lábios enquanto meto com força, ela está com as pequenas unhas enfiada no meu ombro e gemendo como uma gata no cio.
— Minha doce panterinha. –Digo enquanto gozo nela e a maldita grita se desmanchando no meu cacete.
— Quero mais, cariño. –Diz toda manhosa.
Porra, que fogo e esse? Espero não esfolar ela muito, pois foram duas semanas sem a mesma e já estava subindo pelas paredes igual a merda de uma aranha.
— Panterinha. –Advirto ela, tirando meu pau e ela rosna. — Calminha ai, panterinha selvagem! –Coloco ela na cama.
— Cariño. –Geme. — Por favor, mete logo! –Me ajeito entre suas pernas e penetro sua boceta, que me recebe tão bem.
— Assim, panterinha? –Meto rápido e forte nela.
Seu corpo se contorce em baixo do meu, nem vi quando fiquei sem roupa e tenho a leve impressão que a louca tirou minha roupa enquanto estava dormindo. Deixo esse pensamento para lá, foco em satisfazer minha fêmea e sei que depois não irá se lembrar de muita coisa.
— Aí, estou quase lá! –Ronrona chupando meu pescoço enquanto fodo sua boceta deliciosa.
Rebolo enquanto meto nela, pronto ela quase me tira um quilo de couro das costas e não para até sentir enforcando meu pau. Ali sei que minha fêmea gozou e geme quando só gozo vem, o cheiro dela e a melhor coisa.
— Cariño, quero mais! –Diz fazendo carinha de pidona.
— Panterinha, assim irei esfolar sua boceta. –Digo e sinto sua boceta me aperta.
— Mas eu ainda quero ser comida! –Rosna mostrando as presas, ou seria onde deveria ter presas.
Sai de dentro dela e puxo a mesma reclamando que quer, mas, Deus! Isso vai ser tão divertido quando ela voltar ao normal, a cara dela vai ser a melhor enquanto eu conto como ela virou uma ninfomaníaca por um dia.
Coloco minha fêmea de quatro ainda sobre ameaças de me castrar, coisa que não duvido muito vindo dela e me acomodo em cima d seu pequeno corpo. Cheiro sua nuca e ali deposito um beijo seguido de uma leve mordida.
— E bom aguentar. –Digo socando nela. — Eu te comendo de quatro, minha panterinha! –E ela rebola em cada estocada nela.
Ajeito seu quadril e abaixo mais sua frente deixando sua bunda empinada, ela não vai aguentar andar no dia seguinte e estou me preparado para o surto dela. Meto umas três vezes e ela geme alto gozando, sua boceta me aperta sugando com gula, meu Deus! Ela geme e cai deitada na cama, me seguro para não cair em cima dela e retiro meu pau da boceta dela. Preciso dar um bom banho nela, depois dar algo para ela comer ou minha panterinha ficara fraca.
Me levanto procurando minha calça e não acho, ligo pelo telefone do quarto pedindo comida e roupas limpas. Sei que o efeito do remédio e diferente em muitos, mas nela puta que pariu! Foi quente e ela ficou louca de um jeito, fui para ela e limpei sus boceta. Chamo ela para que tome um banho e minha panterinha logo diz.
— Só se você me carregar! –Diz.
— Ok, eu te carrego! –Pego ele em meus braços e vou para o banheiro trancando a porta.
O banho transcorreu calmo em alguns momentos, lavei seu corpo e cabelo com cuidado. Assim como ela lavou o meu, mas a tarada já estava prestes a bater uma para mim se não a parasse. Ela precisa se alimentar e não trepar que nem uma condenada, ela rosna para mim.
— Não rosne para mima! –Repreendo ela. — Precisa se alimenta primeiro e aí depois eu penso em te comer de novo! –Nem fodendo irei fazer de novo, ela deve esta machucada para continuar.
— Mas eu quero, cariño. –Fala emburrada por não consegui meu pau na boceta dela de novo.
— Se acalma fêmea, assim ficara esfolada! –Digo terminando de tira a espuma de nossos corpos.
Terminei nosso banho e sequei mesmo fazendo bico para mim, deixei ela no banheiro e sai para pegar a roupa, escutei quando entraram e deixaram as coisas, voltei para acha-la se tocando sentada na tampa do vaso.
— Não se aguento em esperara, panterinha? –Digo rosnando ao sentir o cheiro da excitação dela.
Vou até ela e toco sua boceta quente, fazendo ela abriu as pernas, me ajoelho e começo a chupa-la. O gosto agridoce de seu mel na minha língua e o paraíso, ela geme segurando meu cabelo.
— Isso cariño! –Geme. — Não pare, por favor! –Diz ofegante.
Não paro e mesmo que me pedisse para parar, não conseguiria fazer isso. Era como se ela estivesse em um cio, mas um puto de um cio fodido e o cheiro só ficaria pior ao passar dos dias. Tiro a boca dela e quase sou atingido por um chute, pego ela e a prenso na parede próxima a porta.
— Hora de entrada em ação, panterinha! –Meto até sentir ela me espremer.
— Isso, ai que gostoso! –Diz antes de afundar os dentes no meu ombro.
Meto com força meu pau em sua boceta quente, ela parece ficar mais apertada a cada estocada e quando percebo que ela inchou em volta do meu pau. Panterinha gritou gozando e eu fui logo depois dela.
— Merda, não sabia que você inchava assim panterinha! –Não poderia sair até que sua boceta voltasse ao normal ou a machucaria e muito.
— Hum, que gotoso cariño. –Diz ficando imóvel em meus braços.
— Não acredito que você fez isso! –Cacete! Vou para o vaso e me sento com ela ainda em mim.
Não sei quanto tempo fiquei ali, mas sinto a boceta dela desinchar e retiro meu pau dela. Limpo seu corpo e verifico se sua boceta está machucada, por algum milagre está só um pouco avermelhada e nada mais. Ponho a roupa primeiro nela e depois de deixa-la deitada na cama, volto ao banheiro e me banho sentido meu pau um pouco sensível. Merda! Deveria ter dado a comida para ela e não ter trepado de novo.
Visto a roupa depois de me seca e saio do banheiro, minha panterinha ainda dormi vestida em um conjunto de moletom quentinho, ela e tão tranquila dormindo.
— Nem parece a louca que me deu quase uma surra. –Beijo seus lábios.
Antes de pegar alguns dos pratos para comer, não irei acorda ela agora e sim esperar ela despertar por si só. Acabo comendo vendo ela sonhar com algo, que provavelmente e sexo. Pôs ela geme e se contorce na cama.
— Quero só ver quando eu conto o que aconteceu. –Digo rindo.
Ela para de se mexer e os gemido são baixos, porém eu posso escutar eles muito bem e estou para acordar ela antes que isso fique quente, e aí terei eu de acorda ela com minha boca. Ela agora precisa descansar e se alimentar bem, aí poderei pensar em saciar o desejo dela.
— Hum, me chupa cariño! –Geme e quase me engasgo com o refrigerante.
Capítulo 7 da maratona
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