Capítulo 17- Belo Espécime

"Garota durona
Vivendo no risco
Sem tempo para amar
Sem tempo para odiar
Sem drama
Sem tempo para jogos
Garota durona
Cuja alma dói..." Big Girls Cry da Sia

Ontem ele quis tirar meu sangue e não deixei, dei na cara dele e parece que hoje será seus capangas. Já bati em dois dos capangas dele mais cedo, os malditos são uns lixos! O desgraçado queria me medicar dessa vez, não deixe e quando tentou novamente dei um sopapo nele.

A tal prima foi levada para outra cela, parece que ficarei sozinha aqui e que porra está sendo tudo até agora. Parece que herdei a teimosia dele, agora estou em uma cela separada e estou estranhando a demora do maldito vir aqui.

— E melhor não ataca, se não...-Deixa a frase morrer.

— Vai a merda, se não arranco teus dentes! –Rosno para ele.

— Maluca dos infernos. –Resmunga irritado.

— E a vadia da tua mãe! –Xingo enquanto sou algemada.

— Vamos, logo! –Me empurra para fora.

Fui arrastada não sei para que cacete, a única coisa que estou pensando agora e como estão eles. Meu estresse está uma porra e vou acabar quebrando a cara de outro guarda filho da puta, mas sou jogada e as algemas são tiradas de mim. Em uma sala grande e no canto tem uma outra pessoa.

— Seja bem-vindas, ambas terão que mostrar sua força e agilidade. –Como é? — Lutem ou serão castigadas! –Grita a voz vinda do alto falante.

Mas antes que possa me situa, a vadia me ataca e sou jogada no chão com força. Caralho! Para o segundo soco e dou uns socos na mocreia, ela tenta a todo custo me derruba e não vai consegui querida! Montei em cima dela e não irei sair até ela ficar inconsciente, não vou desistir e sairei dessa merda! Vou ver de novo meus amores, o gatinho e meu cariño.

Me levanto dela e seu rosto está sujo de sangue, porém quase infarto em ver a semelhança dela com minha tia Nora. Seria uma versão nova e turbinada dela, mas que diabos está acontecendo aqui? Será que ela é filha da.... Não... será que a maldita fez isso coma própria filha? Não termino meu raciocínio o mesmo guarda me coloca nas algemas e me leva de volta, eu acho que para a mesma cela de antes.

Droga! Voltei de novo para essa merda, espero que o Snearky esteja preparando a invasão dessa merda. E bem capaz que eu mesma, coloque fogo nessa porra! Me sento em um canto gelado, o maldito entra e me olha.

— Impressionante, não e que deu certo. –Diz animado e o que diabos deu certo? — Não me olhe assim! Foi precisei roubar sua doce tia, tudo pelo bem maior. –Pega uma seringa nova e vem na minha direção, não rebarei que ele trazia mais alguma coisa.

— Nem pense nisso, seu merda! –E o desgraça ri.

— Preciso comprovar sua saúde, minha querida filha! –Por que inferno ele precisa disso. — Para que sua compra seja efetuada, seu comprador e um homem bem rico. –Acho que estou pálida.

— Nem fodendo irei com ele! –Não quero me desesperar mais do que já estou e vou para trás.

— Você vai e ponto! -Anda em minha mim direção. — Não posso deixar marcas em seu corpo. –Sinto uma picada no meu peito.

— O que e isso? –Falo meio tonta.

Ele abre a cela entrando na mesma, eu no caso estou caída no chão sem consegui me mexer e sem muito cuidado perfura minha pele. E sai com a amostra de sangue, o que era essa merda? Não creio que serei vendida, pela pessoa que pensei ser meu pai e o destino fazendo das merdas dele. Meus olhos pesam e acabo ficando apagada.

Horas mais tarde...

Tento abri meus olhos e meio difícil abri-los, minha boca está seca e meu corpo dolorido. Parece que levei a droga de uma surra, despois que me sinto melhor, sento na cama e olho ao redor. Um quarto todo branco com bege, acho que ainda estou naquele prédio fodido.

— Até que enfim acordou, pensei que iria morrer. –Filho da puta!

— Vai se ferra seu merda! –Digo.

— A educação de sua mãe foi péssima. –Diz debochado. — Seu novo dono não vê a hora de ter você em posse. –Queria arranca seus olhos.

— Ah, na primeira oportunidade castro ele e fujo. –Ele chega bem perto e diz.

— Faça isso e seus pequenos já eram! –Ameaça e sem pensar soco a cara dele.

— Vai para o inferno! –Grito tentando socar ele de novo. — Vou te matar junto desse desgraçado. –Mas alegria de pobre dura pouco.

Sou tirada de cima dele pelo guardas que invadiram o quarto e o desgraçado me dá um soco no estomago, fiquei sem ar pelo golpe e ele chega perto de mim falando.

— Ele vai saber te domar. –Dando um sorriso estranho. — Pode prepara-la, ainda hoje você irá para a mansão dele.

NAÕ! Tudo está saindo do controle e tento me solta, acabei sendo algemada e amordaçada pelos infelizes. Me levaram para fora do quarto e colocaram um saco em minha cabeça. Porra, só para não ter noção de onde estou, mas sei que o homem que me comprou deve ser um bastardo igual ao meu pai biológico.

Não sei por onde passei, mas quando sinto o vento frio. Sei que saímos do prédio e Deus me ajude. Que meu cariño me ache logo, não suportarei ficar mais tempo longe deles. Minha família, não quero ficar sem nenhum deles. Sou posta no que eu acho ser um carro, mas alguém pede para tirar as algemas.

— Não faremos isso, essa vaia e perigosa! –O cuzão que fazia a guarda minha.

— Foda-se, se a maldita e louca! –Grita uma voz carregada de sotaque, deveria ser uma mulher. — Ele quer ela viva até chega as mãos dele.

As algemas são retiradas e o sinto e colocado em mim, mas as malditas voltaram aos meus pulsos. Sentada prestando atenção na movimentação ao meu redor, alguém senta a minha esquerda e outra na minha direita. Assim fico nomeio e a tal mulher começa a falar em um inglês carregado e bem polido, reviro os olhos quando ela passa para mim uma lista do que não fazer.

— Em hipótese alguma negue seu corpo. –Diz. — Ele pode ficar violento e agredi-la. –E mais fácil eu enfiar um pau no rabo dele.

E as próximas horas passei ouvido ela falar de como devo me portar, meu cú que vou fazer isso! Vou e castrar esse narcisista do caralho, que mulher em sã consciência daria para ele? Só uma desesperada por dinheiro ou se ele foi um Brad Pitt da vida.

Mas nem assim resolveria, estou tão puta e irritada que não presto atenção em nada que essa desgraça fala. Meus pensamentos estão trabalhando em uma forma de fugir, mas está complicado demais e só quero os braços fortes do meu cariño, além de ser bem fodida por ele.

Deus, agiliza esse resgate logo ou vou virar uma assassina! Não tenho ideia de que horas são ou se ainda e noite, dia ou tarde. Mas o carro de repente para, a cuzona parou de falar e puxou o saco da minha cara.

— Então era por isso que não falava. –Tira a mordaça de mim.

Não digo nada e ela retira o pano do meu pescoço, ajeita meus cabelos e para que isso tudo em? Não estou nem aí com esse patife, como um ser compra um alguém assim? A loira me analisa um pouco e torce o nariz, lá vem merda dessa puta!

— Iremos precisar diminuir sua alimentação. –Diz. — Anathor não gosta de mulheres com sobrepeso. –Não sei se dou na cara dela ou espero para fazer no chefe dela.

— Então diz para ele dar o rabo na esquina! –Rosno as palavras assuntando a vadia.

A mulher ficou pálida e não disse nada, saiu e talvez foi chamar um guarda para ajudá-la a me levar ao meu destino cruel. Por que sinto tanta dor? Não sei como ainda respiro, meu peito está pesado por esta longe de quem eu amo e me importo. Não disse que foi atrás do guarda, sou tira sem nenhuma delicadeza de novo e estou sendo escoltada para a digníssima mansão.

Algo me diz que irei odiar a minha estadia aqui, maldita vontade de correr e sumir desse pesadelo. Pena que esse pesadelo não vai acabar num piscar de olhos, meu cariño e meus amores. Quero saber quem permitiu os capangas do tal Caio, entrarem na reserva assim ou eles fizeram algo.

— Se comporte, não quero ouvir reclamações. –A vaca loira diz.

— Oh! Claro que vou me comporta, querida –Falei debochada.

Local e lindo mais devido a situação, nem e era para eu achar lindo. Aqui nesse local seria a minha prisão temporária, pois meu cariño irá me resgatar e voltarei para minha família. Mas até isso acontecer serei otimista e manterei minha fé, apesar do que possa acontecer aqui dentro.

Sou levada para um grande salão, logo a minha frente tem um homem alto de costas. A loira cuzona o chama e ele se vira, ok! O homem e bonito, ruivo dos olhos verdes que deixaria qualquer mulher com tesão. Mas prefiro meu N.E gostosão do que o humano a minha frente, ele direciona seus olhos gélido a mim e analisa meu corpo.

— Um pelo espécime. –Diz e quero soca-lo, o inglês sai cheio de um sotaque forte. —Dessa vez me trouxe o que queria, essa será perfeita!

Perfeita para o que desgraça?

Capítulo 4 da maratona.

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