9- Fogo no parquinho!? Parte 3 (Final)

"Tire suas roupas
Me dê sua confiança
Olhe-me nos olhos e confesse sua luxúria
Fique de joelhos
Me implore para parar
Eu prometo que vou te amar se você fizer isso
Então faça isso por mim" Do It For Me do Rosenfeld

Nunca me sentindo assim, apesar que só tive um homem na minha cama e o maldito ainda mentiu para mim. Amei por dois sem me tocar e não vou fazer a mesma merda de novo, Snearky e sincero até demais para meu gosto. Deve ser mau de N.E e espero que ele continue assim, mesmo eu achando ele um louco as vezes. Ainda não caiu a ficha que eu me deitei com ele, foram exatamente um ano e sete meses que não tinha sexo na minha vida. O progenitor de meus amores, não era lá essas coisas e depois que eu peguei ele com uma vadia.

Foi como levar uma balde de gelo e ficou pior quando contei para mamãe, ela por sua vez foi atrás dele e não sei como mais bateu no maldito. O problema em si da mamãe e, ela depois da morte do papai ficou meio lesada e quando eu falo lesada, que quero dizer: "Faço piadinha de merda, que acaba machucando! " Estou meio triste e não consigo disfarça a minha cara, Snearky tinha que ir até a velha e ainda chama la para ver a obra que o mesmo fez.

Nunca fui de conversa sobre minha vida sexual com ela, mas fiquei constrangida com essa situação e espero que ela não conte para tia Nora! Mi cariño deve estar na cozinha, depois que fui quase correndo para o banheiro e deixei ela no quarto sozinho. Tomei um banho e vesti outro vestido soltinho, já pronta saiu para a cozinha.

- Espero que não faça isso, mesmo sendo a mãe dela nada vai me impedir de lhe dar uns bons cascudos! -Rosna as palavras. - Bom mesmo, até sogrinha!

Ele estava falando com a minha mãe? Deus, ele na verdade parecia estar brigando com ela ou estou louca?

- Panterinha! -Diz me erguendo do chão, merda! De novo não vi ele se aproximando.

- Mi cariño, que cheiro bom e esse? -Tem cheiro de água de côco e hortelã, por que diabos estou sentindo esse cheiro?

- Que cheiro você está falando, panterinha? -Diz cheirando meu pescoço e eu o dele.

- O perfume que você está usando! -Afundo meu rosto em seu pescoço enquanto lambo sua pele.

- Você pode senti o meu cheiro? -Diz surpreso. - Isso e legal, mas vai odiar outros cheiros. -Diz apertando minha bunda.

- Da para parar com isso? -Falo tirando o rosto do pescoço dele e o encarando. - Você não iria gostar que fizesse isso com você! -Mas logo me arrependo do que disse.

- Você que pensa, adoraria suas mãos em mim! -Ronrona enfiando o rosto no meu pescoço. - Seu cheiro ainda está forte e gostoso, depois de nos alimentar irei te comer, panterinha.

- Bom saber -Digo já pensando onde irei meter a mão. - Vamos comer, estou morta de fome. -Ele por um lado só me solta quando estamos na cozinha.

Me põe na cadeira e me serve um prato do jeito que eu gosto, lotado de comida e sem frescura. Amo come e acha como mantenho esse corpinho? Sim comendo quase como uma vaca, acaba maior do que já estou. Mi cariño não fica atrás na hora de pôr bastante comida no prato, devo dar parabéns para ele! Fez uma comida deliciosa, essa carne está no ponto como e amo, Snearky mastiga com calma a comida a saboreando. Ele tem a semelhança com um ator que e meu crush, mas isso ele não precisa saber e se soube, que se foda. Estava quase terminando minha montanha de comida, quando o telefone toca e eu iria me levantar para atende pela extensão da cozinha. Mas esse macho delicia se levanta e atende como se quisesse matar um, por interromper seu almoço.

- Alô. -Diz, mas sua expressão muda como se levasse um soco no estomago. - O que diabos você acabou de dizer? -Rosnou enfurecido, parei de comer e observo a raiva dele.

- Snearky? -Tento chamar sua atenção e seu olha se direciona para mim, quase me caguei nas calças. - Você está bem? Ou aconteceu alguma coisa?

- Depois eu falo com você, Justice! -Desliga o telefone.

- Mi cariño, não me disse o que está acontecendo? -Estou nervosa, meu estomago treme e embrulha um pouco.

- Panterinha, estou um pouco nervoso e não quero descontar em você. -Diz tentando se acalmar, mas não me responde.

- Mas eu quero saber! -Mas acho melhor não deixa lo aborrecido. - Porém antes, se acalme um pouco! -Me passa algo pela cabeça algo e acho que pode dar certo.

- Mi cariño, vem comigo! -Peço para ele vir e o mesmo vem meio tenso logo atrás de mim.

- O que você quer panterinha? -Fala tenso ficando de frente para mim e de costa para o sofá da sala, Deus! Que olhos lindos ele tem, mas lindo ainda quando fica nu e comtemplar aquele monumento que tem no meio das pernas.

- Se sente por gentileza! -Dou um empurram nele, que o mesmo não sai do lugar, mas entende que é para ele se sentar. - Sem as calças! -Falo mais ele me olha como se não entendesse, qual é tentação!?.

- Mi cariño! -Chamo sua atenção.

Ele se levanta com pressa retirando as calças e as jogando para um canto da sala, se senta no sofá com a cara de poucos amigos. Estou babando no corpo dele, quando sinto meu corpo ser puxando e estou sentada nele sinto seu pau magico, separo pela calça que uso. Deus, esse homem vai me matar desse jeito!

- O que você vai fazer? -Pergunta cheirando meu pescoço e apertando minha bunda não me dando tempo para responde lo. - Quero te comer, minha panterinha. -Diz tomando de minha boca com fome e desejo.

Enquanto nós beijamos fui retirando minhas roupas, seus lábios saíram do meus e foram para meus seios, sinto suas presas rasparem a pele sensível e suspiro. E o paraíso começa quando me põe no sofá de pernas aberta e chupa minha buceta, seu ronronar só faz à sensação de gozo aumentar e minha pelo formigar quando estou quase lá.

- Mi cariño! -Gemo enquanto gozo em seus lábios.

Ainda estou de olhos fechados e corpo relaxado quando ele me puxa, me colocando de quatro em cima do carpete felpudo. Abro meus olhos e olho por cima do meu ombro, sinto seus olhos em mim e ele parece hipnotizado me olhando assim.

- Mi cariño? -Chamo por ele e seus olhos estavam mais escuros que o de costume.

- Sim, panterinha! - Sua voz saiu rouca em um grunhido.

- Vai ficar me olhando assim? -Pergunto e o ronronar dele aumenta. - Pensei que queria me comer! -Merda! Sinto seu corpo por cima do meu.

- Estou pensando em uma forma, de entra em você sem te machucar muito. -Morde de leve minha orelha fazendo me arrepiar.

- E como ...- Perco a voz sentindo ele entrar por inteiro em mim.

- Amor, fique assim e farei você desmaiar de novo! -Filho da ... Ele começou rápido e com suas investidas.

De rosto no carpete e bunda para cima, sentindo os músculos da minha buceta estremecer e quando estou perto de gozar no pau dele. O abençoado para e me deixa, suspendendo minhas pernas nos ombros e metendo frenético em mim.

- Oh, cariño! -Gemo alto sentindo o ar faltar em meus pulmões.

- Panterinha! -Rosna enquanto gozamos juntos.

Sinto o calor da porra dele dentro de mim e não poderia ficar mais surda, ele rugiu como um leão bravo e caiu do meu lado. Me puxando logo em seguida para seus braços, sinto que por um momento não quero saber da ligação eu ele recebeu mais cedo. Sua mão faz um cafuné gostoso nos meus cabelos, o cheiro dele e muito delicioso.

- Panterinha? -Chama e estou quase me acostumando a esse apelido.

- Sim, mi cariño! -Esfrego meu rosto no seu peito, isso o faz rir.

- Obrigada por me acalma. -Me dá um beijo na minha testa. - A ligação não era uma que queria ter recebido! -Diz e noto certa tristeza em sua voz.

- Ok, quando você quiser dizer, estarei aqui cariño!

Depois da sala fomos para o quarto e prologamos mais um pouco nossa atividade deliciosa, não vi quando fiquei cansada e por fim tomei um banho por volta das vinte e três horas da noite junto dele. Acabou comigo sendo comida no banheiro, depois de mais alguns minutos no banho e assim que terminamos formos nos deitar.

- Boa noite, panterinha! - Me beija e puxa para seus braços.

- Boa noite, cariño! -Digo com dificuldade. - Só alivia um pouco esses abraços de urso. -Falo e ele se solta o tanto que preciso para respirar.

- Só não quero ficar longe de você! -Afunda o rosto no meu pescoço.

- Por enquanto não sairei de perto de você! -Digo me virando e dando um beijo em seus lábios. - Não agora que você possivelmente será pai de novo!

- Acho bom mesmo!

Depois disso dormir feito uma pedra, esperando pelo próximo dia com ânsia. Mas se soubesse a merda que seria, teria aproveitado a noite para tê-lo mais em meus braços!

Assim que abri meus olhos fui recebido pelo cheiro da minha fêmea, pensar que terei que ir a Furller ainda hoje e falar com aquele demônio maldito. Faz meu sangue ferver de raiva, eu era um doa mais agressivos no centro da Carolina do Norte e não era confiável dar as costas para mim. Mas confiar neles? Seria como cometer suicídio e querer ser tratado pior do que já era, um animal obediente que eles queriam controlar.

- Se acalma, cacete! -Digo saindo sem acorda minha panterinha.

Vou para o banheiro e tomo um bom banho gelado, ao sair vejo ela ainda dormindo e me seco para logo em seguida me vestir. Precisaria falar pessoalmente com o chefe, acho que estou na merda! Preciso entender o que aquele lixo que comigo e estou quase da mesma forma de ontem. Merda, mil vezes! Deixou um bilhete para minha fêmea, preciso ser rápido para resolver isso logo e voltar para os seus braços, voltar para a família que tenho agora com ela.

Preciso me manter calmo por isso estou indo a pé, do jeito que estou andando chegarei rápido no prédio onde fica o escritório de Justice. Andei até lá pensando como seria essa maldita conversa, queria voltar antes da panterinha acorda. Mas sabendo quem iria falar, não chegaria antes do jantar. O maldito não para de trabalhar e quer foder comigo agora, já que estou suspenso e não poderei trabalhar por um tempo. Não demorei em entrar e ir direto para sua sala, bato três vezes nela e ouço mandar me entrar.

- Bom dia, velhote! -Falei azedo para ele.

- Não comesse moleque! -Rosna para mim, sua cara de cansaço por não ter dormindo.

- Ok, não está aqui quem falou! -Levanto meus braços em forma de rendição. - O que a maldita quer comigo? -Pergunto e ele me encara.

- Quer falar somente com você, sobre os dois possíveis locais onde podemos encontrar mais N.E presos. -Diz zangado. - Foi a única coisa que solicitou em troca, mas ainda vai depender do que ela irá te dizer. -FILHA DA PUTA! Essa mulher só pode ter vendido a alma para o capeta, ela sabe muito bem o eu quero fazer com a mesma.

- Irei fala com aquele lixo. -Digo. - Só por que ela sabe onde tem mais e nós presos, pois minha vontade e de esquarteja-la viva!

- Minha vontade também e essa! -Diz tentando se acalmar um pouco. - A Furller está precisando de guardas, mas não colocaremos humanos e sim N.E.

- Ah, eu irei para lá? -Ele quer que eu arranque as vísceras da metade desses malditos? - Por que mudou de ideia? -Sem entende o motivo dessa mudança.

- Ainda não é o momento, moleque! -Diz passando uma das mãos no rosto. - Esta cedo para falar isso a você! -E o que?

- Está bem, mas a Furller e longe! Eu vou ter que ficar no alojamento dela? -Pergunto sentindo minha garganta tampar, só na possibilidade de não voltar para minha panterinha.

- Infelizmente, você ficara dez dias lá e voltara, será dessa forma. -Fala se levantando e indo a te o frigobar e pegando uma lata de suco, me oferece porem recuso.

- Nem pensar! Irei falar com aquela mocreia e volto, não focarei lá como guarda! -Rosno já me levantando dando as costas para ele.
- Se sente de volta! -Rosna mais alto. - Não terminei de falar com você, seu moleque imprudente!

- Ah, mas que inferno! -Me sento de volta com raiva. - O que diabos ainda quer falar?

- Olha o tom comigo, seu moleque! -Diz. - E necessário sua presença lá, os humanos que estão naquela merda. Estão de alguma forma vazando informações nossas, quero que descubra quem são e neutralize eles!

Ele só pode está a de sacanagem com a minha cara, se esse pamonha me desse essa missão a uns dias atrás eu iria numa boa. Mas agora sem chance se eu ir tenho quase certeza que matarei ou sairei morto daquilo, mas se eu recusar quem será chamado pode nem conseguir nada ali dentro.

- Isso e uma sacanagem! -Diz nervoso. - Agora que tenho uma fêmea, você me vem com essa missão!

- O que?! -Fala surpreso, o que não dura muito e a carranca aparece de novo, ok acha que ele vai surtar. - Não creio que você se deito com sua protegida! -Fala tentando em vão em não gritar.

- Não forcei ninguém, então pode para com isso! -Digo e sou ignorado.

- Merda! -Se senta no sofá. - Espero que ela esteja bem, não seria muito legal ter que te por atrás das grandes!

Só o que me faltava! Ser ameaçado por ele, depois disso falou como seria o plano e a execução, não teria jeito mesmo. Terei que ir e passar esses dias por lá, mas não quero deixar ela sozinha com os bebês, porém deixar ela com a mãe não seria legal e não quero voltar para casar me depara com uma panterinha assassina. Depois de falar que iria nessa merda voltei para casa, a fome me acometia e não estou tão alegre assim.

Mal humor por falta de comida, era quase como a TPM das humanas e quando cheguei na porta de casa o cheiro de bolo fez meu estomago roncar. Entrei senti o cheiro da mãe dela e da tia, mas que inferno! Mal saiu e elas invadem minha casa desse jeito, tenho que falar com Stick e Ônyx sobre essa invasão. Tomara que ela não faça de suas brincadeiras, pois sou capaz que jogar café na cara delas! E foda-se os dois babacas que chamo de irmãos.

- Bom dia mano! -Fala Stick.

- Mal dia, para vocês! -Digo me sentando em uma das cadeiras da bancada.

- Esse mal humor todo e fome? -Pergunta Agnys e ignoro colocando um pouco de café em minha xícara, pego um bom pedaço de bolo.

- E sim, ele sempre fica assim quando não come ou quando o Justice dá uma missão que o mesmo não quer! -Isso língua solta dos infernos, fala mais seu puto de esquina!

- Não esqueceu de falar mais nada? -Pergunto pondo um pedaço do bolo na boca.

- Calma! -Pede Agnys. - Os dois poderiam brigar em outra hora? Vamos tomar o café e depois eu levo para Mia!

- Não vamos brigar, não agora! Pode ficar tranquila. -Tento tranquilizar ela.

Pois talvez ela fique um tempo com um gato sem presas, penso no que posso fazer com ele. Stick que me aguarde!

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