8- Fogo no Parquinho. Parte II

"Quando brigamos,
Nós brigamos como leões
Mas então, nós amamos e sentimos a verdade
Nós perdemos nossas mentes em uma cidade de rosas
Nós não vamos tolerar nenhuma regra" Fire On Fire do Sam Smith

Meu Deus! Ele havia acabado de comer o sorvete e a forma como me olha, está me deixando quente de novo. Mesmo dizendo que seria castiga por ele, não fiz nada de mais com aquela vadia cabeluda. Foi ela que veio aqui atrás dele, deveria ter arrancado mais cabelos dela! Estou eu aqui pensando em matar a N.E e o mi cariño aperta meu seio esquerdo, merda! Como não vi ele se aproximar assim de mim?

- Pensando em que, panterinha? -Dando um beijo nos meus lábios que retribuo o mesmo.

- Não te interessa, mi cariño! -Digo e o maldito rir.

- Espero panterinha te deixar calminha agora! -Diz tirando minha blusa.

- Mas eu estou calma, mi cariño. -Ele me olha.

- O que significa essa palavra que você disse? -Merda, seus olhos estão semi serrados enquanto seu corpo me prende no sofá.

- Hum, não vou te dizer agora! -Falo para o mesmo.

- Mas eu queria saber! Isso não é justo panterinha. -Resmunga.

- E mesmo cariño, não era você que iria me castigar? - Aí me lembro que estou lotada de pomada.

- Ainda vou e aliais. -Põem as mãos no coes da minha calça de moletom. - Você passou a pomada? Me lembro que disse que estava assada. -Fala como se fosse algo normal enquanto tira tudo de mim.

- Sim, eu passei -Cariño joga minha roupa para algum canto.

Se levanta para tirar a calça, Deus! O homem tem um corpo de tira o folego e sabe que me faz babar, forte e grande proporcional à sua altura. Ele volta a ficar em cima do meu corpo, coloca o rosto no meu pescoço cheira e mordiscando a pele dando lambidas.

- Merda, cariño assim não! -Gemo quando sinto ele esfrega o pau na minha entrada.

- Assim não o que, panterinha? -Diz o safado me segurando enquanto se esfrega em mim.

Sinto quando ele se ajeita entrando em mim, seus lábios devoram os meus. Cravo as unhas em seus ombros, enquanto ele mete em mim me fazendo ver estrelas com cada entra e sai dele. Deus! Assim ele vai me matar, sinto ele ronronando quanto estou quase gozando.

- Panterinha. -Rosna afundado o rosto no meu pescoço e geme ao senti-lo gozando.

- Mi cariño. -Chama a atenção dele.

- Sim panterinha. -Fala saindo dentro de mim.

- Me responde só uma pergunta? -Me sento e ele me olha esperando a perguntar. - Bom, você não me disse se pode me engravidar ou você só pode engravida as mulheres da sua espécie? -Acho que ele não está muito bem.

- Hum, bom. -Passa a mão no cabelo. - Eu ia dizer panterinha, mas estava tão bom que eu acabei esquecendo. -Esse filhote de gato do mato, pode ter me engravidado?

- Pode ou não pode, Snearky? -Pergunto novamente, mas com vontade de me bater e bater nele.

- Sim, nós podemos engravida humanas. -Diz.

- Mãe de Deus! -Me levanto e fico andando de um lado para o outro, mas um bebê! - Eu vou te quebrar no pau, seu maldito! -Penso que o filhote trepadeira está no sofá e quando me viro dou de cara no peito dele.

- Por que do nervosismo, panterinha? -Me segura, acho que magoei ele? - Não quer um filhote meu ou o que? -Ok, ele dá dando de fêmea da relação?

- Pera aí, não estou nervosa! -Digo ele está de cara fechada. - Estou puta com você, pois eu posso está gravida!

- Então por que não quer um filhote comigo? -Porra! Não faz essa cara de cachorro que caiu do caminhão de mudanças.

- Bom eu quero, só não quero agora! Ainda mais com três bebês e vir mais um não seria algo certo a se fazer, nem sei se vamos dar certo, mi cariño. -Digo e seus olhos ficam duros, maravilha magoei ele.

-Pois bem panterinha, teremos o filhote se você ficar mesmo gravida e pode parar! Pôs eu nunca vou deixar você ir, posso te garantir isso, somos fieis as nossas fêmeas e jamais fale que não vai dar certo. -Diz me tirando do chão e indo para o corredor dos quartos.

Eu quero muito acreditar nele, já acreditei no pais dos meus gêmeos e quebrei a cara quando soube que ele simplesmente estaca comigo por causa dos bebês. Pensei que amava ele quando o conheci e me mantive daquela forma até saber com o que ele mexia, as pessoas que ele vivia. Eu era o segredo dele só soube quando ele morreu e vi a outra chorando pelo cretino, sei que o Snearky gosta de mim.

Mas tenho medo de ser novamente enganada e desemparada, contando somente com minha mãe e tia para continuar. Se bem que N.E não são humanos podres, ele entra no quarto dele me lava para o banheiro me pondo dentro da banheira. Liga a mesma colocando sais de banho, entra e fica atrás de mim. Pega um dos shampoos colocando próximo da borda, molha meus cabelos e põem um pouco nas mãos para depois esfregar dele no meu coro cabeludo.

- Panterinha? -Me chama tirando de meus devaneios.

- Sim, mi cariño. -Digo.

- Tenho algo a lhe contar e espero eu você fique calma! -Diz enxaguando meu cabelo.

- Hum, isso não me parece coisa boa ou é? -Mi cariño espalha o condicionado em meus cabelos e depois faz um coque neles.

- Não é uma notícia ruim, eu acho que não. -Me faz encosta no corpo dele e sinto suas mãos nos meus seios.

- Ok, mais o que seria essa notícia? -Ele desce a mão direita para o meio das minhas pernas.

- Se lembra de quando chegou aqui em Homeland? -Pergunta.

- Sim, passei a noite no hospital e tive que fazer uma porrada de exames. -Pensando agora foi estranho, para quem raramente faz um exame.

- Justice me chamou para falar algo bem interessante. -Por que ele ficou tenso. - Seus exames constataram que você tem DNA N.E, eu nem sabia que era possível isso. -Fala e me tocando mais rápido, mas entendi muito bem o que ele falou.

- Então eu tenho DNA N.E, não estou acreditando! Será por isso que consegui quebrar a cara daquela vadia? -Falo e ele ri.

- Mesmo que não fosse, acho que faria o mesmo, panterinha.- Ai meu pai! Estremeço quando gozo.

- Quero mais, mi cariño! -Ele pega novamente o chuveirinho e retira o condicionado dos meus cabelos.

- Com prazer, panterinha.- Me ergue um pouco e fico montada nele. - Que visão linda, vou adora vê-la quicando no meu pau! -Gemo.

Ele coloca seu pau na minha buceta e vou relando enquanto desço subo nele, suas mãos me seguram pelos quadris me ajudando e estou quase vendo estrelas. Quase grito quando gozo, porem ouvir ele rugir me excita e ao mesmo tempo me deixa surda.

- Aí meus ouvidos. -Sinto um zumbido neles.

- Me perdoe panterinha, não deu para segura dessa vez! -Merda, se toda vez for assim, terei que usar tampões de ouvido.

- Tudo bem, só não rugi no meu ouvido ou terá eu surda!

Esse maldito rir e sai comigo em seus braços, me ajuda a secar-me e dou de costas para o mesmo quando vou por meu short de algodão. Mi cariño rosna e não entendo e nada, por que ele está assim?

- Eu machuquei você? -Sua voz ficou rouca quando falou.

- Acho que foi na nossa primeira vez, mas só fui sentir hoje. -Digo. - Não se preocupe não está doendo e logo, logo estará sarado!

- Mesmo assim, não era para te machucar. -Faz cara de triste.

- Está tudo bem, mi cariño e não precisa fazer essa cara! -Dou um beijo nele.

Depois dele se secar nós fomos dormir, apesar que ele desmaiou na cama e eu tive que me controlar para não bulinar durando o sono o corpo dele. Me ajeito ao seu corpo relaxando, amanhã é um novo dia!

Sou desperto por pequenas mãos envolta do pau, até sentir a língua que acho ser da panterinha me lambendo e depois me chupando. Deus!

- Isso panterinha! -Ronrono com o carinho.

Mas de repente ela se senta com força em mim, rosno segurando seus quadris. Ela me morde enquanto invito contra sua buceta quente e estou quase lá. Algo me acerta no rosto...

- Acorda, seu safado! -Grita panterinha me fazendo cair no chão.

- O que aconteceu? Pergunto ela me olha ainda brava.

- Não se faça de idiota! -Rosna e para ser frustação ou algo assim. - Eu aqui dormindo linda e sou acordada por você!

- Como assim te acordei, panterinha? -Do que ela está falando.

- Não me diga que é sonambulo, mi cariño? -Diz se ajeitando na cama.

- Eu só estava sonhando com você me chupando, não sabia que estava te atacando.- Ela ri e eu me deito de novo na cama. - Ainda estou com sono, vou dormir mais um pouco. -Peguei a coberta e abraço ela.

- Mas que gatito preguiçoso! -Rebola no meu pau, beleza isso aí me atiça e para que você depois queria me capar por te deixar assada!

- Panterinha! -Aviso ela, mas a diaba não para. - Porra, assim não dá!

Tarde demais ela está tocando meu pau e me olha como se.... Merda! Ela se vira e sinto sua boca nele, bendito cio que vai deixa louca e eu louco junto. Tento me lembra de não gozar na boca dela, não pense nisso! Ela tira da boca e passa a língua em minha extensão, voltando para a ponta e acho que ela quer me castigar um pouco.

- Merda! - Me deito de costas segurando na cabeceira da cama e ela se afasta um pouco.

- Hora de senta, mi cariño! -Tira o short ficando somente com o a blusa.

Quando ela segura com uma de suas mãos, vai sentando devagar, quente e molhada. Seus movimentos são calmos e aperto a madeira, ouvi um estalo mais deixei para lá e continuei concentrado nela.

- Mas rápido, panterinha! -Rosno movendo meus quadris, querendo ajudá-la a ir mais rápido.

- Mi cariño, calma! -Diz cravando as unhas em mim e se movendo devagar.

- Rápido, panterinha! -Giro meu corpo colado com o dela, sai de seu interior e ponho ela de quatro. - Minha! -Rosno e meto nela sentindo sua buceta me enforcando.

- Mi cariño. -Geme baixo enquanto meto nela.

Entro rápido acetando bem no fundo dela, gozo junto dela e não detenho o rugido que sai da minha garganta. Me seguro para não cair em cima dela, e escuto seu gemido baixo. Saiu de dentro dela, cheiro seu ela mais minha panterinha não responde.

- Panterinha? -Chamo por ela e nada. - Será que machuquei ela?

Merda! O que diabos eu fiz com ela? Eu matei ela foi isso? Me levanto desesperando e olha para a cabeceira da cama faltando um pedaço dela. Ótimo acabei com a cama e com minha fêmea junto, mas que inferno! Como vou explicar uma porra dessas? Viro ela e a maldita está corada como se fosse aqueles humanos bêbados, pego minha panterinha e a levo para seu quarto.

Deito ela na cama e vou para o banheiro pego uma toalha e molho a mesma, volto e começo a limpara sua buceta. Ela está um pouco avermelhada, ela tem que ter uma pomada por aqui! Vasculho suas coisas até acha uma para tratar assadura e passa nela. Visto ela com uma calça de moletom, agora não sei se chamo uma das fêmeas que são parente dela ou um médico.

Melhor chamar elas se não vou acabar enfartando que nem um humano. Me limpo e coloco uma calça de moletom junto de uma blusa de mangas compridas preta, saiu em direção a casa de Stick e espero que o maldito não esteja trepando numa hora dessas. Mas acho difícil não está nessa situação e assim que chego bato com força, sem ter um mínimo de delicadeza e quem vem me atender e a fêmea mãe da panterinha.

Quem me atende e um Stick descabelado, parecia que havia brigado com a escova de cabelo e quando se toca que sou eu. Abre um sorriso filha da puta e começa a rir que nem aquele animal que esqueci o nome, só não quebrei a cara dele pôs estou querendo falar com a outra fêmea.

- Onde está a mãe da panterinha? -Pergunto ignorando as risadas dele.

- O que você quer com a Agnys? -Pergunta desconfiado.

- Não te interessa, somente a ela que a mãe da panterinha! -Resmungo.

Mas antes que ele responda, ela aparece já vestida e com uma cara de mau humor que espantaria qualquer um, menos o babaca do meu irmão. Que olha para mesma, como se fosse seu doce favorito. Cheiro um pouco o ar e quase quero vomitar, os desgraçados estavam trepando!

- O que está fazendo aqui? -Pergunta na lata.

- Preciso da sua ajuda! -Digo. - E urgente, preciso que veja algo para me ajudar!

- Isso tem a ver com a minha filha? -Diz.

- Sim, você pode ir lá ver? -Que ela diga sim!

- Claro que sim, vamos lá! - Fala passando por mim, mas fala da porta. - Stick você fica para cuidar dos bebês, Nora daqui a pouco chega para ajudar!

Sigo ela e Stick resmunga alguma coisa quando estou longe o suficiente para não ouvi lo, ela está quase correndo comigo em seu encalço e entra com tudo na minha casa. Segue direto para o quarto e para próxima acama de sua cria, toca seu rosto para ver se está com febre e depois olha para mim;

- Querido, ela só está dormindo! -Diz e me olha como se eu estivesse louco. - Então me explica por que ela ficou assim, depois que trepamos? -Ela dá um risinho e franze o cenho.

- Então você fez ela desmaiar? -Pergunta incrédula.

- Ela só desmaiou, merda! -Falei e passei a mão no rosto em alivio. - Pensei que tinha matado ela, ela não se mexeu depois que terminamos. -Ela cai na gargalhada e não estou entendo.

- Aí, se foi só isso querido. Vou indo pôs quando sai de casa estava quase dando oito e tenho que telefona para a escola que trabalho, ate! -Saiu me deixando com minha panterinha.

- Porra, menos mau. Agora só preciso comer algo, assim que a panterinha corda terá um bom café da manhã e aproveito para fazer algo para ela.

Sai do quarto sentindo meu estomago roncar de fome, ainda tem pedaços da carne de ontem. Eu poderia fazer uns sanduíches ou melhor um patê com as sobras da carne, pena que não repus o trigo. Teria feito pão fresquinho para minha panterinha, deixa para uma próxima vez então. Vou fazer os dois! Fiz uns cinco a seis sanduiches e com a sobra que restou fiz um bom patê, achei alguns pacotes de torradas e coloquei em um pequeno refratário. Coloquei na bandeira vendo como tinha ficado linda, avia comido um pouco do patê e dois sanduiches.

- Será que ela acordou ou anda está dormindo? -Olho para o relógio da cozinha e faltava vinte para dez da manhã. - Melhor acorda ela, assim como mais um pouco!

Levo a bandeira lotada com comida ao quarto, abro a porta e minha panterinha estava cocando os olhos. Se espreguiça e sai andando meio torto ou é impressão minha? Depois eu pergunto para ela se está machuca, anda desse jeito não é normal. Coloco a bandeja em cima do criado mudo espero a panterinha sair do banheiro. Ela sai do banheiro que grita ao me ver parado ali perto da cama.

- Porra! -Gritou pondo a mão no peito. - Mi cariño, você quer me mata de susto?

- Não foi minha intenção fazer isso, só trouxe nosso café! -Seus olhos vão para o criado mudo.

- Que bom, estou morta de fome! Diz pegando a bandeja e se sentando novamente na cama.

- Levei um susto quando você desmaiou mais cedo, fui até atrás da sua mãe! -Mau terminei de falar e ela se engasgou com a torrada, dei uns tapas em suas costas.

- Você fez o que!? - Vichi acho que fiz merda!

- Chamei a sua mãe, não podia chamar? -Merda, ela me olhou como se quisesse arrancar uma parte minha.

- Por que diabos chamou ela? -Ela está brava, mas não foi por mau, chamar a mãe dela.

- Mas panterinha, você tinha desmaiado eu fiquei desesperado e fui até ela! -Me justifiquei e ela fica vermelha.

- Deus, ela vai tirar uma com a minha cara pelo resto das eras! -Não entendo o que ela quer dizer com isso.

- Não entendo, panterinha? -Falo.

- Por que será, você foi justo nela! Ela vai me zuar porque eu desmaie depois de ter gozado gostoso. -Fala dando uma boa mordida no sanduiche.

Depois só ouve o silencio ente nos, o que eu faço para a panterinha querer me bater? Prefiro ela gritando comido do que assim, calada e parece que quer chorar. Droga! Deveria ter ligado para a Trisha e não ter trazido a mãe dela, me fode muito agora.

Terminamos nosso café e ela correu para o banheiro, eu por um lado fui para a cozinha irie fazer algo para comemos no almoço. Preciso fazer a panterinha não ficar triste daquele jeito, demoro um pouco para achar o que quero no freezer. Pego os pedaços de carne e ponho para descongelar, coloco batatas para cozinha e vou na geladeira ver se ainda tem presunto e queijo. Panterinha fez bastante sorvete, assim só irei fazer uma torta para a sobremesa. Tempero a carne e deixo marinando enquanto pico o presunto e o queijo, fiz o arroz e deixei esfriar um pouco, adicionei o presunto e o queijo mais um pouco de salsinha, mas azeitonas picadas. Fui logo colocando a grelha para esquentar, assados dessa forma ficariam bem suculentos e ótimos para comer com o purê de babatas. Terminei o almoço e fiz a torta, vou ligar a para a mãe da panterinha e conversa come ela. Não quero a minha fêmea se sentido triste, nem coisa parecida! Peguei o telefone e disco o número da casa do Stick.

- Alô, Stick? -Falo.

- Oi, não ele, querido. E Agnys, quer falar com ele?

- Não, e com você mesmo que quero falas, sogrinha!

Irei falar como minha fêmea se sente com essa brincadeira dela, só espero eu que ela pare com isso. Minha panterinha não precisa disso vindo da própria mãe!

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