4- Pequena pantera
"Eu escrevi uma simples carta a Deus
Ainda não tenho notícias dele
Devo tê-lo realmente confundido nesse momento
Merda deve ter atingido o ventilador"- Can I Existe do MISSIO
Depois de duas ou três horas estamos em Homeland e eu estou literalmente na merda, fui chamado assim que pus meus pés em solo. Ainda estou com ela nos braços e terei que a passar para outro a levar ao hospital, para Dra. Lana dar uma boa olhada nela em meu filhote e nos filhotes dela.
- Acho que você se ferrou, mas nós também estaremos fodidos! -Tim disse ao meu lado.
- Ah, provavelmente. Justice já sabe, tenho uma certa noção do que ele irá fazer. -Falei e Trey riu do meu lado esquerdo.
- Veja pelo lado bom, você agora tem uma pequena onça que pode te colocar nos eixos! -Diz Trey tirando uma com minha cara.
- Acho que você bebeu algo?
- Bebi foi nada! Não e você que está segurando esses bebês.
- Não fale assim deles, deixa ela soube disso! Você terá um bom tempo dela te arrebentando. -Digo lembrando dela ter me derrubado no chão.
- Merda, não fala uma coisa dessas! -Trey fez uma cara engraçada.
- Deixa de ser frouxo Trey! -Falei e Tim concordou comigo.
Primeiro deixamos eles no hospital e depois partimos para o escritório de Justice, meu pequeno ficou la junto dos outros. A Dra. Lana disse que pediria alguns exames para ele, assim como os outros cinco pacientes, assim que pus meus pés na entrada do prédio fomos recebidos pelo chefe da O.N.E e posso dizer que Fury estava quase pulando na minha garganta.
- Snearky! -Rosnou com raiva. - Entre primeiro, Justice quer ter uma palavrinha em privado com você! -Sinto que estou em maus lençóis. - Os outros venham comigo! -Diz virando as costas e indo para o lado esquerdo, Trey, Tim e Stick foram com ele.
Sai em direção a sala do chefão da O.N.E, Justice poder ser um tanto quanto filho da puta quando quer. Ainda não consigo acreditar que quando vim para cá ele me obrigou a ir no maldito psiquiatra de Homeland, todos que já passaram pelas mãos daquele velho o odeiam. Assim que chego na porta dou três batidas, maldita audição! Por que caralho ele estava quase trepando com a esposa dele?
- Só um momento! -Rosnou com raiva, até eu ficaria se fosse interrompido.
- Ok, se quiser eu posso voltar outra hora. Assim pode terminar o que começou! -Ok, ele rugiu e quase me deixou surdo.
- Entre, logo! -Entro e me deparo com Jess sentada no colo dele ajeitando sua gravata.
- Calma, querido! Assim você enfarta. -Diz Jess dando um beijo em seu rosto.
- Eu estou calmo, querida! -Disse para ela manso e voltou seu olhara para mim. - Se sente moleque, nossa conversa vai ser curta! -Justice se tive o poder de lança facas pelos olhos com certeza estaria fazendo isso em mim.
- Ok! -Me sento na cadeira em frente a sua mesa.
- O que exatamente você fez? -Aquela pergunta já me foi feita várias vezes, porém essa em questão foi dita com ódio.
- Fui atrás do meu filhote. -Digo me fazendo de calmo, mas por dentro estou ansioso para tê-lo em meus braços.
- Isso eu já sei, mas me diga moleque. -Justice sabe que odeio ser chamado assim, mas faz pôs irei falar sem pensar.
- Você quer sabe se matei alguém?
- Quero saber que merda você fez, assim tentarei aliviar o seu castigo. -Castigo? Como assim?
Comecei contando o que aconteceu e devo ressaltar a cara de espanto dele, Jess não ficou atrás e eles sabem que eu não sou tão bonzinho assim. Além dos mais eles estavam ali por algum motivo, esperava que não seja por causa do meu filhote. Depois que terminei de falar ele me passou um sermão daqueles com direito a tudo, me controlei um pouco para não sair no braço com ele. Pois era a minha vontade naquela hora, mas respeito muito esse maldito de gravata! As horas passaram e ele já estava um pouco mais calmo a visto de quando entrei aqui, Jess já estava deitada no sofá dormindo.
- Vamos parar com isso, já esta tarde e quero dormi! -Digo sonolento.
- Esta avisado, se fizer mais alguma merda desse tipo...-Deixa a frase morrer. -Não poderei fazer nada para lhe livrar das consequências!
- Compreende muito bem.-Falo, meio que a força me levantando indo para a porta.
- E aliás! -Chama minha atenção. - Tim me passou antes de ir sobre a possível moça que cuidou de seu filhote.
- Sim, passou foi? -Tim aquele velho filho de uma boa mãe!
- Claro, que passou! Ou acha que não saberia onde vocês estavam se metendo? -Diz pegando sua companheira em seus braços. - E já sei como lhe castigar! -Sorrir e me fita. - Ira ser o guarda costas da humana que cuidou de seu filhote!
Quando escutei aquilo meu sangue gelou, ele não poderia fazer isso comigo? Aquilo seria tortura! Olho para ele que passar por mim como se nada estivesse acontecido, mas antes dele ir embora ao paro.
- Justice, isso não! -Digo ele se volta a mim.
- E isso ou ficar fora da força tarefa durante um ano, também não ficara com a guarda do filhote. -Isso não!
- Maldito!
- Pode ficar puto o quanto quiser, mas vai ser assim! -E vai embora com sua companheira em seu colo.
Isso sim e uma grande merda! Terei que ficara com aquela pequena pantera raivosa, o que eu não faço pelo meu filho! Sai dali direto para a casa onde morei com meu filhote e quase cai para trás, não posso acreditar que essa maldita está aqui. O que quero agora e um bom banho para tirar o sangue do meu corpo, mas Deus tinha que por esse ser na minha vida.
- Querido, você chegou! -Disse Kit vindo me abraçar, mas agarro com força seu pulso o torcendo para trás de suas costas.
- Qual foi a parte, que não entendeu? -Rosno em sua orelha fazendo ela grunhir de dor e tenta se solta em vão. - Que não quero, porra alguma com você?
- Snearky, me solta! Está me machucando, querido. -Disse doce tentando me seduzir.
- Foda-se, eu lhe avisei para não vir atrás de mim! -Dou um berro de raiva.
- Mas meu que...-Arrasto ela e a jogo para fora antes que terminasse de falar algo.
- Vá para o quinto dos infernos, piranha! -Digo em alto e bom som.
Vou para meu quarto e quando entro retiro toda minha roupa, vou para banheiro me direcionei ao chuveiro o ligando. Quando a água cai no meu corpo tento relaxar um pouco, precisaria dormir algumas horas, amanhã irei pegar ela e os bebês.
- Ah, minha cama deliciosa! -Me deito sem me secar só pegando um dos travesseiros e pondo minha cabeça nele. Amanhã eu esquento minha cabeça com a pequena pantera brava, se eu soubesse como ela era brava teria sedado ela com algo mais forte.
Minha cabeça está pesada e minha língua dormente, merda! Onde diabos estou? Olho para o quarto de paredes brancas com um verde pastel, isso aqui e um hospital ou o que? Tento me levantar mais minha cabeça gira pelo esforço, me deito de volta na acama. Nem sei onde estou e como vim para aqui e o que aconteceu? Só me lembro de ter brigado com um cara e tudo se apagou depois, não acredito que ele me pegou! Antes que pudesse surta entra uma moça no quarto.
- Bom dia, ainda bem que esta acordada! -Diz toda simpática. - Me chamo Louizy, sou a enfermeira encarregada de você.
- Bom dia Izy, mas onde estou mesmo? -Pergunto para ela.
- Oh, você está em Homeland. -Fala vindo até o lado esquerdo da acama. - Irei tirar o soro de você, qual é mesmo seu nome?
- Ârtemys, mas sabe me dizer onde estão meus bebês e minha mãe e tia? -Pergunto enquanto ela tira a agulha do meu braço.
- Ârtemys, poderia me dizer os nomes deles? -Diz sorridente e outra enfermeira entra, mas essa e diferente ou melhor dizendo e uma Nova Espécie.
- Olá, me chamo Mirra! Sou uma N.E queria saber se poderia trazer os bebês para serem amamentados!
- Oi, Mirra! Me chamo Ârtemys. -Digo - Hum, sabe que horas são? -Pergunto sentindo meu estomago roncar. - Acho que preciso comer algo, mas pode trazer meus bebês!
- Ok, já vou traze-los! -Diz Mirra saindo rápido do quarto.
- Eles são tão calminhos, porém o filhote do Snearky e um pouco bravo. -Disse Izy quando ficamos sozinha.
- Ele não e, meu Apolo e muito calminho! Deve ser a fome, sabe. -Digo e só depois me toco que ela não sabe que o filhote agora tem nome.
- Como? -Falou sem entender quem era Apolo.
- Ah, o bebê N.E que eu cuidei.- Digo rindo e ela dando um tapa na própria testa; - Dei o nome para ele de Apolo, achei que combinou muito com ele. -Digo lembrando do pequeno esfomeado.
- Uau, nem mesmo o pai soube que nome por nele. -Disse Izy. - Mas concordo com você, Apolo combina com ele!
- Mas está claro que combinou, aqueles olhos exóticos junto daquela pele de pêssego e os cabelos ralos dourados? -Falo a ela. - Esse sim e o nome perfeito para ele!
Ficamos ali conversando enquanto Mirra chega com os bebes, minha mãe e tinha vinham logo em seguida. Cada uma segurando um dos pequenos, pelo menos até agora estávamos seguros. Dei de mamar para Gio e depois para Tony que assim que terminou foi todo dengoso para os braços da avó, minha princesinha foi para os braços de tia Nora. Agora estou dando de mamar para o gatinho, ele suga com rapidez chega fecha os olhos.
Passo minha mão pelo pequeno rosto enquanto ele se alimenta, as duas enfieiraras trouxeram comida para todos nós. Convidei ela para comer conosco, porém Mirra disse que teria ainda mais alguns pacientes para cuidar e saiu. Achei meio estranho ela olha como se não gostasse que amamentasse o Apolo, mas isso deve ser coisa da minha cabeça ou será que ela saberia quem era a mãe do Apolo?
- Izy? -Chamo ela antes que coloque mais comida na boca.
- Sim! -Responde.
- Sabe quem é a mãe do Apolo? -Digo e ela se engasga.
- Calma ai! -Diz mamãe dando umas tapinhas nas costas dela.
- Obrigada! -Bebe um pouco de refrigerante e diz. - Bom, Apolo e órfão de mãe. -Disse olhando para o pequeno, aquilo e de corta o coração.
- Pobre pequeno, por isso o pai estava desesperando para achá-lo - Mamãe choraminga.
- Sei como ele se sente, mana. -Merda, isso deve ser tão doloroso. Eu não consigo me imaginar longe de meus docinhos.
- Pelo menos o pai dele ama muito esse pequeno. -Diz passando Izy passando uma das mãos no rosto de Apolo. - Os N.E são muito apegados aos filhotes e quando tem algo, eles cuidam muito bem.
- Até sei o porquê. -Diz tia Nora. - Eles nunca tiveram nada, e quando tem não querem que essa pessoa se machuque.
- Mas queria saber quando vamos voltar para casa! -Diz mamãe.
- Hum, ainda quero saber o porquê estamos aqui? -Izy olha para nós e depois diz.
- Posso perguntar para meu superior, talvez ele já tenha a alta de vocês! -Diz animada.
- Ok, depois que terminamos de comer você vai lá saber! -Digo pondo o meu pequeno deus grego no chão ao meu lado.
Ali comemos uma boa refeição e o pequenos também comeram com a gente, assim que terminamos Izy saiu para ver com seu superior e fiquei ali sentar na cama com os pequenos deitados já apagados de sono. Não sei até quando ficaremos aqui, mas quero saber o motivo de ter que ficar aqui.
- Filha? -Mamãe me chama.
- Sim. -Digo.
- Será que os N.E são tão bonitos ao vivo, quanto são pela televisão? -Porra! E eu pesando que era algo importante, ela me vem com isso.
- Até eu quero saber. -Até você tia?
- O que está acontecendo com vocês duas? -Pergunto e recebo uma risadinha coletiva.
- Me lembro que você derrubou um deles. -Diz mamãe. - Pude ver um deles, tentando te acerta com uma arma que acho ser de dardos. -Fez cara de pensativa. - Ele até que era bonito, mas estava meio escuro para ver.
- Até o homem que estava lá era bonitão! -Disse titia rindo.
- Merda, vocês estão bem ou o que?
- Estamos ótimas! -Responderam as duas juntas.
A porta e aberta, me virei dando de cara um homem bem parecia com um N.E, ele tinha os cabelos pretos e assim eram a cor de seus olhos.
- Me perdoem pela entrada, mas preciso fala com vocês! - Ele disse. - Ne chamo Ônyx e vim para lhes informa o que aconteceu.
- Ainda bem, quero saber quando vamos embora. -Digo ajeitando os bebês na cama.
- Bom, vocês não poderão sair dos portões de Homeland. -Diz como se fosse a coisa mais simples do mundo. - Dois de nossos machos ficaram encarregados de proteger vocês duas. -Disse apontando para minha tia e mãe.
- Pera aí, quem vai ficar cuidando da minha mãe e tia? -Ele deu um pequeno sorriso.
- Stick ficara com a de cabelos loiros e a de cabelos brancos ficou sobe minha tutela. -Explicou ele calmo e isso me irrita.
- Bom, se será assim. Tia Nora se manifesta. - Me chamo Nora e um prazer conhece-lo Ônix.
- Não posso dizer o mesmo! -Resmungo e minha mãe me dá um beliscão no braço. - Ai, mãe!
- Eu irei leva para suas acomodações durante a sua estadia. -Diz e a titia está o encarando de demais.
- Ok, eu irei. -Fez uma pausa. - Mas elas ficaram perto de onde eu ficarei?
- Sim, as casas são no mesmo quarteirão! -Disse Ônix. - Irei leva-la agora e depois Stick ira vir busca você.
- Se ele foi bonito que nem você -Mamãe murmurou mais ele ouviu e riu.
- Então onde eu irei ficar? -Deus onde eles me enfiariam? E dona Agnys esta muito atirada.
- Espero eu você de mais uma surra nele! -Ônix diz. - Pois Snearky ficou responsável por você e os pequenos, fiquei sabendo que deu uma pequena surra nele.
- E provavelmente darei outra nele! -Merda, deve ser o pai do meu gatinho.
- Até. -Diz saindo com titia em sua cola. - Até queridas! -Diz ela toda saidinha.
- Mãe nem começa com essa taradice sua!
- Nossa!
Fiquei ali esperando o tal Stick vir buscar a mamãe, ainda não caiu minha ficha que agora estou em Homeland com minha família. Ainda não entendo o porquê estamos sendo dadas para esses homens, espero que o pai de Apolo não seja um infeliz.
- Olá! desculpa pela demora gente. -Disse Izy. - Onde está a Nora? Bom o que descobri foi que as três terão um N.E cuidando de sua segurança, o que eu não descobri foi quais deles são. -Diz colocando a mão no queixo pensativa.
- Obrigada, mas um deles já veio aqui e nós informou Izy. -Diz mamãe.
- E os rapazes que ficaram cuidando de nós são: Stick, Ônix e Snearky. -Digo e seus olhos se arregalam.
- Logo eles!? -Foi quando a porta foi aberta novamente e agora eu acho que é o pai do gatinho. O maldito e lindo, pele dourada os olhos de um verde exótico tingido de azul e dourado junto de um cabelo bem aparado nas cores cobre e bege.
- Olá, pequena pantera. -Esse infeliz quer perde as bolas, mamãe fala com alguém mais estou puta para presta atenção.
- Oi, seu babaca! -Digo rosnando para ele.
- Rosna de novo para mim, que você não vai sentar por uma semana! Tampinha.- Dito isso nem me contive em ir para cima do N.E de dois metros, iria faze-lo comer a porra das próprias botas!
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