3- Cheguei Até Você. Parte II(Final)

"Bem-vindo ao fim dos tempos
O gelo derreteu de volta à vida
Terminado meu tempo e servida minha sentença
Vista-me e me assista morrer
Se parece bom, tem gosto bom
Deve ser meu
Dinastia decapitada
Você pode ver um fantasma esta noite"- Panic! At The Disco: Emperor's New Clothes

Estou desesperada por que estou ouvido do lado de fora vozes, então tem mais gente para invade minha casa. Merda, uma merda das grandes! Em baixo da escada e a entrada para o quarto do pânico, entro e disco os números. Torcendo que as duas estejam ali juntos dos meus bebês, meu coração está batendo alto, sinto ele nos meus ouvidos. Assim que termino a porta se abre dando a visão que tanto queria, minha família estava bem ali! Sã e salva dos malditos que estavam invadindo nossa casa.

- Ainda bem vocês estão aqui! -Corro abraçando minha mãe e depois minha tia.

- Mia, ele chegou e tentou ataca a mim lá fora. -Disse mamãe.

- Mas o que você foi fazer lá fora? -Pergunto para ela.

- Ela foi jogar o livro fora, eu fiquei olhando os bebês e quando ela gritou os coloquei em baixo da escada é fui para socorrer a sua mãe! -Tia Nora diz ainda um pouco pálida. - Depois que a salvei, voltamos e entramos aqui antes de mais algum idiota tentar nos atacar.

- Merda! -Falo baixo trancando a porta. - Vocês também foram atacadas? -Respiro antes de falar. - O ex sua tia foi até meu emprego e falou um monte de merda, acabei batendo nele.

- Como!? -Falou surpresa. - Vocês saíram no braço? Eu já disse para aquele animal se manter longe da minha família! -Disse nervosa passando as mãos pelo cabelo. - Espero que ele esteja com a acara bem quebrada!

- Se acalma Nora, se me lembro bem. Mia deve ter tirado alguns dentes dele. -Mamãe diz e ri. - Acho que ele levou uma surra, se ela ainda e boa em bater!

- Menos mal, ainda bem que insisti para você fazer alguma arte marcial! E outra coisa querida, os bebês estão ali. -Disse apontando para o berço grande no canto do quarto. - Os três estão acordado, mas deitadinho brincando!

- Por um momento pensei que vocês estivessem em perigo. -Digo com vontade de chora.

- Estamos aqui seguras e esperando que a polícia seja chamada ou algo assim. -Diz mamãe se sentando no pequeno sofá.

- Já que ficaremos um tempo aqui trancadas. -Fala olhando para mamãe. - Você bem que poderia dizer a verdade para ela Agnys.

- Do que ela está falando mamãe? -Não estou gostando disso, agora me veio à mente aquelas palavras que escutei antes de sair.

- Merda, tem que ser agora? -Diz nervosa. - Não sei como vou lhe contar querida, só me escute e depois você me fala se ficara magoada ou não. -Passa as mãos no resto.

- Então mamãe, comece pelo começo e me explique esse segredo. -Vou até um dos puffs e me sento.

Seus olhos encheram-se de lagrimas, como que relembrar disso a fizesse sofrer, tia Nora fica só observando minha mãe. Espero ela começar a falar e estou tão ou mais nervosa que ela.

- Quando eu tinha meus dezessete anos, fui sequestra e passei um bom tempo desaparecida. -Diz tremula e eu estou quase chorando, quando ela me diz isso. - Era uma das sedes da Mercile, eu não sabia e fui submetida a alguns experimentos. -Olha para a mulher que me criou sozinha chorando. - Lá naquele lugar, eu engravidei de gêmeos, se não fosse por tudo que havia passado ali. Diria que amaria a experiência, mas não foi a melhor das experiências e tenho ainda alguns pesadelos com o parto que tive. -Suspira limpando os olhos. - Não fui a mesma pessoa depois disso, imagina o que as outras que foram sequestradas comigo não passaram.

Eu não consegui parar de chorar ouvido minha mãe falar, dava para sentir a dor dela ao falar desse sequestro. Minha ficha ainda não está caindo, ela disse que tenho um irmão gêmeo que ficou para trás e Deus! Isso e muita coisa para assimilar de uma vez, quer dizer que sou uma N.E?

- Mãe nem sei o que dizer. - Digo fungando um pouco. - Como você suportou tudo isso? Sabendo que eu seria fruto de um possível estrupo?

- Querida eu não fui estuprada, como eu disse experiências quis dizer que foi uma inseminação já com espermatozoide modificado.

- Deus, explicava mãe! Quase me fez enfarta desse jeito. -Falo e minha tia ri.

- Mas para ela foi um trauma, passei uns sete a oito meses atrás de uma boa pista para acha e qual não foi minha surpresa em achara ela no meio de uma rodovia. -Minha tia fala embargada quando lembra do que viu. - Ver minha irmã caçula com roupas sujas de sangue, com um bebezinho nos braços. -Fechas os olhos e os abre novamente. - Foi uma visão do inferno para mim, nunca mais quero presencia algo desse tipo.

- Por que a senhora pensou que eu ficaria magoada ou zangada com você? -Nem tenho o por que ficar assim, ela que sofreu um inferno.

- Porque eu deixei ele para atrás e não pode leva-lo comigo. -Diz ainda chorando olhando para as mãos.

- Mãe calma, você não tinha como leva-lo! Não se martirize assim, ele pode estar vivo e se estiver nós vamos encontra-lo! -Digo e ela sorri e tia Nora diz.

- Minhas investigações apontam que ele está vivo. -Diz um pouco animada. - Pense pelo lado bom, você terá seu filho em seus braços. -Sorriu mais o brilho e seu olhos estava apagado.

- Oh, Nora! -Se levanta e a abraça apertado. - Me perdoe minha irmã querida, não queria faze-la sofrer. -Disse sussurrando mais eu pude escutar.

Fiquei com cara de tacho sem entender muito bem, o que estava acontecendo ali. Mamãe estava consolando a tia, mas por que? Não era falado muito do passado dela por algum motivo, depois as duas se soltaram e voltamos a conversar. Sei que numa situação dessas deveríamos estar com os nervos à flor da pele, porem estamos bem tranquilas e aproveitando isso fui ver meus amores.

- Como meus amorzinhos estão? -Fala fazendo carinho em cada um dos três. Ambos fazem aqueles barulhinhos lindo e os risinho fofos dos três para derreter meu coração, mas o cheiro que senti quase me fez pôr os bofes para fora. - Gatinho, não acredito que você soltou um terremoto? -O safado deu uma gargalhada gostosa.

- Deus, ele sujou as fraldas de novo? -Disse mamãe.

- Imagina irmãzinha e o cano da foça que estourou. -Disse zoando ela.

- Há há há, muito engraçado Nora! O moleque está com o esmago ruim, filha vai limpara ele, eu e sua tia iremos ver como esta as fraudas desses dois anjinhos da vó!

- Ok, vou indo lá para o banho com ele! -Ainda bem que pus algumas fraudas aqui. Fui para o banheiro e o coloquei deitado e tirei a bermuda, depois me arrisquei em tira a frauda dele.

- Nossa, gatinho! -Aquilo parecia uma montanha, limpei rápido e percebi tarde que ele tinha sujado as costas de merda. - Mas como você fez isso? -Falei abismada e o safadinho riu da minha cara, tenho dó da mãe desse bebê.

Acabei dando um banho quente no gatinho, sequei e o perfumei! Pondo um dos pijamas de Tony nele, o mesmo ficou uma graça na roupinha de dormir do homem de ferro. Sai do banheiro pondo suas roupas sujas no cesto, mamãe junto com a tia passou com meus bebês para dentro do banheiro. Me sentei na poltrona do lado do berço, me ajeitei para dar a mamada dele e depois faria isso com os meus amores.

Lembrei que não dei um nome para esse gatinho, esses olhos verdes misturado a dourado e azul, me fez pensar em Apolo. É esse nome combina com esse pequeno de pele dourada meio rosada e esse olhos bonitos, pronto vai ser Apolo! Assim que tirei o peito perto de sua boquinha ele agarrou sugando com vontade, uma coisa que dou muito e leite.

- Querida terminamos com esses docinhos, eles já podem mama!

- Ok, mãe! Já estou terminando aqui com o Apolo. -Digo e nem me toco que acabei de falar o novo nome do bebê N.E.

- Quem é Apolo? -Pergunta tia Nora.

- E o nome do gatinho tia, achei que esse nome combinasse melhor com ele!

- Agora olhando melhor, combina mesmo com esse gatinho dourado! -Diz tia Nora.

- Concordo com vocês, agora precisamos comer algo! -Diz colocando Tony no berço. - Coloque aqui a Gio, assim você poderá me ajudar a fazer uns sanduíches!

- Ok, Mia de o mamar para eles. -Põem Gio no berço.

- Deixa esse guloso largar meu peito que eu do para eles! -O mesmo sugava com vontade.

- Agnys, prepara uns três logo para a Mia! O gulosinho aqui está esfomeado. -Rir do que falou.

Depois de termina como Apolo faça ele arrota e o ponho deitadinho no berço, pegando logo em seguida Gio. Ela agarra no meu peito mamando com calma e não demorou muito para encher a barriguinha, fiz o mesmo com ela e pus no outro lado do berço minha princesinha. Peguei meu pequeno amorzinho nos baraços e me sentei de volta na poltrona começando a dar de mamar para o mesmo.

- Querida, aqui! -Disse pegando a mesinha de centro e pondo do meu lado, minha tia coloca uma bandeja grande com muitos sanduíches e três copos de suco.

- Estou morrendo de fome, me dê uma mamãe? -Peço para ela.

Ela me entrega e posso comer um pouco, foi um atrás do outro, ou seja, foram uns cinco junto com suco de laranja, sei que vou ficar uma porquinha, mas foda-se! Estou amamentando três pequenos esfomeados e preciso de energia. Apolo solta meu peito suspirando e faço o mesmo arrotar. Assim o ponho no berço em seguida pego Gio e amamento minha princesinha linda, preciso tirar o peito deles daqui a alguns meses e isso me corta o coração.

- Querida, achei aqui uns três colchoes e vamos arrumar o local para dormimos. -Disse minha tia.

- Tudo bem, acho que tem uns lençóis guardados na cômoda.

- Achei! -Disse mamãe retirando os panos limpos, que por uma coincidência eu coloquei a uns dois dias atrás.

- Aqui estão os colchões, vou por dois para cá e seu perto do berço dos pequenos!

Assim que ajeitaram tudo já tinha terminado de amamentar Tony, fiz o mesmo a arrotar e coloquei ao lado de Apolo. Agora precisaria dormir um pouco mesmo que meu corpo não esteja relaxando, por causa da sensação de algo possa acontecer enquanto eu durmo. Me viro de um alado para o outro, depois que me deitei fiquei ansiosa por algum motivo. Agora deve ser umas seis ou sete da noite e cá estou com minha família, dentro do quarto do pânico que papai criou. Ainda não acredito que não sou filha dele ou que tenho um irmão gêmeo, que deve ter sofrido um inferno naquele lugar maldito. O tanto que minha mãe sofreu com isso, além que não entendo como Ellen pode trabalha para pessoas tão miseráveis.

Me viro ficando de frente o berço e olho para eles dormindo tão tranquilos, queria está dormindo assim como ele. Parece que meu cérebro quer fazer a droga de uma maratona, logo agora? Não poderia ter feito isso de dia, mas não tem que ser agora! Fui e bebi um pouco de água retornei para meu colchão me ajeite, tentando dormi e parece que agora vai! Mas como de praxe Gio acorda choramingando, me levanto e pego minha princesa levando ela para o banheiro. Por que ela está coma fralda cheia, depois de limpar minha menina bem a coloquei para dormir novamente. Me deitei e tentei dormi, dessa vez o sono veio e com ele um sonho estranho.

Terminamos de conversar e fomos para pista de pouso de Homeland, o piloto já estava nos esperando foi rápido quando saímos do chão. Estava Ônyx, Stick e Trey todos nós bem aramados, vestindo com as roupas especiais da O.N.E e meu coração está batendo rápido em expectativa de ver meu menino de novo. Trey está vendo mais informações sobre a casa da tal Ârtemys, pelo visto o local onde ele mora e bem tranquilo. Tirando a pequena boca de fumo que existe do outro lado desse pequeno distrito.

- Como se sente irmão? -Perguntou Ônyx.

-Ansioso e ao mesmo tempo preocupado!

- Falem baixo, estou vendo a planta da casa dela agora! -Diz Trey teclando rápido.

- Espero que nada tenha acontecido, não seria legal se chegamos lá e a casa estiver abandonada. -Stick fala olhando para Trey que não tira os olhos do note.

- Tem uma coisa bem interessante na casa dela! -Diz Trey chamando nossa atenção. - E ter um quarto do pânico, isso sim seria algo estranho de ter em uma casa simples do subúrbio americano.

- Ela tem um desse para que? -Ônyx fala tão surpreso quanto eu.

- Isso e muito estranho, tenho quase certeza que se algo acontecesse ela iria está nesse quarto! -Fala Stick.

- Mas uma coisa não está batendo! -Diz Trey. - A pessoa que pegou o filhote foi atrás ou seria outra pessoa?

- Então teria alguém atrás dela? -Stick fala e dava para ver a fumaça saindo da cabeça dele.

- Então tenho que me preocupar em salvar ela também? -Digo.

- Sim, ela está cuidando do seu bem mais precioso homem! -Trey fala enquanto fecha o note. - Sabe que em nossas centras tem muitos trotes, espero de coração Snearky que nãos seja um maldito trote!

- Não era porra de um trote! -Rosno mostrando minhas presas para ele.

- Se acalma! Ficar nervoso só vai ferra com a missão! -Diz Ônyx irritado.

- Daqui três hora chegaremos até o heliporto, esse que fica umas cinco quadras e iremos em um de nossos furgões! -Trey informa.

- Pode deixar, iriemos fazer de tudo para que não aconteça nada com ninguém! -Stick diz otimista.

- Assim espero! -Digo.

Passamos a viagem toda falando sobre como entraríamos em ação, eu só queria pegar de novo em meu bebê e sentir seu cheiro tão bom. Três horas passaram como se fosse no inferno, pensei que nunca chegaríamos em terra e quando descemos formos recebidos por Tim. Sabia que o maldito não ficaria longe e muito menos deixaria que eu sair com uma equipe dessas.

- Me dê um bom motivo para deixar vocês irem? -Disse em seu tom de sempre, ou seja, ranzinza.

- Foi eu que dei permissão, Tim. -Falou Trey a minha direita. - Sabia que ele não iria parar até consegui ir até ele.

- A donzela não vai dizer nada? -Direciona seu olha para mim. - Precisa que ele me passe o que irá ser feito?

- Tim não ferre mais do que já está! -Digo já sem paciência.

- Não tenho medo de você, moleque! Deveria descarregar minha arma na sua cara, mas como quer ir atrás de seu bebê e melhor ele estarem ali mesmo! -Diz entrando em outro carro deixando um para nós.

- Acho eu nós ferramos!? -Falou Stick quase se engasgando, sei que ele tem uma certa admiração por Tim.

- Fica de boa, ele só vai te fazer comer pão que o diabo amassou e cuspiu!

- Valeu irmão, era tudo que eu precisava ouvir!

Nós rimos dele e entramos no carro seguindo em direção a Overbrook, as ruas por onde passamos estavam quase desertas e isso seria bom para quando saísse em direção a casa. Assim que estávamos próximo o rádio do carro apita, sei que é Tim e atendo.

- Cambio, Gamba falando! -Digo e espero ele fala.

- Cambio, aqui é Satã falando. Qual é a situação da região onde vocês estão passando?

- Cambio, as ruas estão desertas! -Digo e isso parece estranho.

- Cambio, essa região nesse horário era para estar lotado e melhor pega outra rota!

- Ok, Cambio e desligo.

Merda! Esses malditos fizeram algo e irei acabara com cada um deles, assim pegamos outra direção que daria na rua de trás da casa. Sou o primeiro a sair e para minha surpresa sai um filho da puta de um mercenário, esse eu conheço e já tive o desprazer de ser obrigado a trabalha para ele.

- Olha se o leãozinho veio atrás da cria!

- E talvez atrás de um bom pedaço de carne também!

Ele pegou uma de suas armas, mas lancei minha adaga que acertou em cheio no peito dele.

- Maldito! -Diz antes de desabar no chão.

- Vamos, acho que tem mais dentro da casa!

- Tome cuidado, moleque! Estaremos cuidado da sua retaguarda. -Diz Tim vindo do outro lado.

Entrei pela cozinha e estava tudo tranquilo o cheiro de macho humano chega a arde o nariz, escuto batimentos rápido e tem um dos desgraçados aqui! Vou até onde o filho de uma chocadeira está e sou recebido por duas rodadas no peito, pego ele o jogando com força no chão. O som de ossos se quebrando e quase um tilintar de cristas para minha audição. Ainda bem que esse colete foi feito por Djinn o N.E responsável por essa couraça impenetrável, ando até a sala e não tem ninguém ao ver humano.

O cheiro denuncia esses merdas, eles me criaram para distingui mil ou mais substancias de inibir seus cheiros fedorentos. Na sala a dois deles e isso quer dizer, que há mais três na espera para retirar meu filhote daqui ou seja eles querem meu filho a qualquer custo. Vou com cautela e sem fazer barulho pagado os dois malditos na sala, sinto que o cheiro de Ônyx indo para o andar dos quartos e assim que sui para o corredor Trey estava na porta da frente dando alguns tiros nesse invalido.

Claro que teve um vindo direto para mim, não resistir em ser cruel com esse e quebrei tão rápido seu pescoço que ele nem sentiu. Corri como um touro para andar de cima para achar meu irmão caído com um dardo no peito, o desagrado estava parado apontando em minha direção e foi aí que usei de minha agilidade para jogar a primeira coisa que peguei em uma mesa ao meu lado.

- Porra is...- Arranquei sua garganta com a mão.

- Ônyx, cara acorda!? -Chamei ele e nada consegui ouvir sua espiração, seus batimentos estavam calmos. - Merda, tranquilizando N3P! Só daqui três horas, mas que porra!?

Desço raivo e o primeiro que vem em minha direção eu arranquei a traqueia, passeie por outro maldito que estava tentado matar um de meus irmãos. Não inibi minha raiva e os ataque como fui treinando a anos, nem percebei que estava matando o ultimo quando senti um dos dardos me atingir no peito.

- Se acalme, moleque descontrolado!

- Sabe que só vou ficar lerdo, ne? Isso não vai me apagar Tim!

- E sei, mas ir parecendo que matou cem homens não é legal!

- Está bem, irei me limpar no banheiro deles! E mande alguém pegar o Ônyx, sedaram ele com N3P -Digo voltando para dentro de novo.

Passei por um Stick puto levando os dois que ainda estavam vivos, fui até o fim do corredor e entre no banheiro. Tirei a blusa que está ensopada de sangue e a joguei no cesto de lixo, me limpei no chuveiro e pus minhas calças. Que por incrível que pareça estava bem limpas, coloquei o colete de novo sem a camisa e sai para saber onde estava os outros.

- Trey? -Chamei por ele e o mesmo pareceu na cozinha.

- Oi, fui ver e acho que achei ele!

- Me diz que eles estão nesse maldito quarto?

- Sim estão, iremos tira-los agora!

Passamos quase uma hora para abris a porta por fora e quando foi aberta os cheiros estava misturado, vi duas mulheres mais a esquerda e uma dormindo perto do berço. Segui para perto como se estivesse hipnotizado, o cheiro do meu bebe ali me fez desligar do ambiente e só senti o impacto da que para trás. Um corpo pequeno me prende no chão, mas everto as posições o problema foi bem aí. Ela acertou a porra dos pés nas minhas bolas, soltei ela como se pegasse fosse e me enrolei no chão gemendo de dor.

- Fique longe de meus bebes seu maldito! -A pigmeu rosnou para mim e se não fosse Stick a segurar, com toda certeza perderia uma orelha.

- Porra, como ela te derrubo Snearky? -Trey me zoa e logo passa a dor.

- Vai a merda, seu bosta!

- Me solta seu babaca! -Dizia ao se debater.

- Solta a minha filha! -Acerta uma vassoura nele, Deus da onde diabos ela veio?

- Porra, ajuda com o tranquilizante nessas loucas! -Stick gritou acordado os bebês e foi nessa hora que ele levou uma cabeçada daquelas.

- Porra!? -Diz caído no chão com as mãos no rosto e a pigmeu correu para o berço, tento ir até ela, mas o saco dói.

- Quem são vocês? -Diz a cópia daquela desagrada.

Antes delas aprontarem, mas alguma coisa Tim usou tranquilizantes nelas, aleluia! Pensei que iriamos nós para os sacos pretos, os rapazes não sabiam se riam ou se choravam.

- Não acredito que ela te fez isso?

- Foda-se! Elas estão agora sobe nossa custodia, os bebes iram ficar com a mãe eles e você meu caro, tome mais cuidado com o seu filhote! -Tim resmunga pegando a cópia da Ellen, Stick pega a outra e para mim ficou a onça brava, Trey ficou os bebês que não param de chorar quando se aproximou.

Saímos dali e a equipe que foi chamada para arrumar a nossa não, a minha bagunça ficou para ajeitar tudo. E agora estamos mais perto de chegar em casa, quero levar meu bebe comigo, mas agora temos convidadas e parece que teremos que ficar no mesmo teto quando chegarmos.

- Espero que Justice arranque seu coro, moleque!

- Pelo menos vai valer a pena! -Isso mesmo, valeu muito ter indo lá.

Uma hora depois estamos de volta ao heliporto e entramos no helicóptero, os bebês ainda estavam um pouco assustados e isso não estava me agradando. Queria está com meu pequeno no colo e não essa fêmea, o cheiro dela e doce como as ouras fêmeas tem algumas notas cítricas e o maldito cheio de capim limão.

- Maldita viagem de três horas! -Resmungo baixo e sei que essa viagem vai ser longa com esse rabo em cima do quase falecido.

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