21 - O Que Está Acontecendo Comigo


"Tire esses saltos, deite em minha cama
Sussurre segredos sujos, 
enquanto estou puxando seu cabelo
Veneno em nossas veias, 
mas nós nem ligamos
Velas pingando em seu corpo, 
amor isso não é verdade ou desafio" Ride do SoMo

Horas mais tarde

Sinto meu corpo pesado e minha vagina doei um pouco, mas o que diabos eu fiz a final? Abro meus olhos e enxergo um teto branco, estou no hospital? Olho para o lado e me deparo com Sneaky de pernas cruzadas comendo algo, sentado em uma das poltronas que tem ali.

— Bom que acordou, panterinha. –Falou calmo segurando um pratinho de sobremesa. — Sente ainda vontade de trepar? –Pergunta e não faço ideia do porquê.

— Não sei do que está falando? –Digo. — Estou com fome, mas não de trepar cariño. –Seus olhos desceram para o meio das minhas pernas.

— Tem, certeza que não quer eu te coma? –Fala se levantando e indo ao carrinho, deixando o pratinho de doce.

— Não, agora não! –Ele rir ainda ao lado do carrinho.

— Vai me trazer o que para comer? –Falo sentindo meu estômago roncar.

— Opa, parece que alguém dormiu amarrada! –Diz brincando e vasculha no carrinho. — Bom aqui termos, costelinhas de porco e deixe me ver. –Vasculhando novamente o carrinho. — Carne malpassada com fritas e de sobremesa bolo, sorvete e pudim. –Diz me trazendo costelinhas e o cheiro está uma delícia.

— Aí, o cheiro dessa costelinha está me matando. –Digo quando ele me entrega o prato. — Tem alguma coisa para beber? –Pergunto e ele volt ao carrinho.

— Serve um refrigerante de uva? –Pergunta.

— Sim, pode por ele bem aqui. –Digo para ele colocar perto da minha perna.

Ataco o prato de costelinhas deixando somente os ossos, Deus! Estou faminta e enquanto comia, cariño comeu a carne com fritas, pedi mais comida e ele me trouxe outro prato de carne com fritas. Comi como se não houvesse amanhã, mas também fiquei duas semanas comendo quase nada.

— Panterinha, vai querer bolo de chocolate ou pudim? –Pergunta deixando meu prato de costelinhas e o dele em algum lugar do carrinho.

— Pudim, cariño. –Digo com a boca meio cheia. — Desculpa. –Falo depois de engolir a comida.

Comi um pedaço da carne suculenta, cariño se senta com um prato de bolo de chocolate e um de pudim. Com mais algumas garfadas comi o resto da comida, que delicia maravilhosa e ainda tem espaço para a sobremesa junto com o refrigerante.

— Tome, minha panterinha! –Diz me entregando o prato de pudim e pegando o meu prato vazio.

Ele deixou prato e volta se sentando no mesmo lugar, come o bolo de chocolate muito entretido. Como meu pudim com calma, mas as lombrigas por doce estão atacadas hoje e acabo comendo mais um pedaço de pudim.

—Ai, estou satisfeita! –Digo.

— Eu ainda não estou, pois tenho que cumprir com seu pedido, de lhe chupar ainda! –Quando ele fala isso eu me engasgo e o maldito cai rindo de mim.

— Não precisa morrer, panterinha! –Fala dano umas tapinhas nas minhas costas.

— Como você não quer que eu me engasgue? –Digo dando um tapa no braço dele. — Não me recordo de perdi isso, cariño! –Ele pega o prato e coloca no carrinho e volta para mim.

— Ah, agora se faz de desentendida? –Fala irritado. — Me fez esperar por disse boceta, por semanas e agora não quer deixar eu colocar a boca nela? –Meu pai, o que eu fiz na verdade?

— Mas cariño. –Digo sem entender nada e o desgraçado começa a rir de mim. — Do que está rindo, seu maldito! –Arremesso o travesseiro nele. — Fala logo seu caralho!

— Ok, eu digo! – Fala segurando o travesseiro, além de que não adiantou já que o mesmo pegou. — Você está dormindo quando pediu para ser chupada. –Diz e fico de boca aberta. — Espero que você tenha sonhado comigo, pois se for outro macho...-Deixou a frase morrer.

— Primeiro que eu não falo dormindo! –Digo. — Segundo o que aconteceu comigo? Terceiro e último: Por que estou dolorida? –Seus olhos desceram para entre minhas pernas.

— Bom, usaram um medicamento para acelerar sua curar e esse medicamento tem um efeito colateral. –Fala e semi serra os olhos dando um sorrisinho de lado. — No seu caso você ficou agressiva sexualmente, tive que apagar seu fogo e quando dormiu pensei que teria descanso. –Passa a mão esquerda no cabelo. — Você pediu para te chupar enquanto dormia, pensei que ainda estava no efeito da droga e esperei acordasse para tirar a dúvida. –Ele sobe na cama se deitando no meu lado.

— Meu Deus! –Passo minhas mãos no rosto e volto a encara-lo. — Eu virei uma ninfomaníaca? –Perguntei e ele

— Sim, não posso dizer que não gostei. –Fala me encarando. — Pôs eu gostei e estou esperando você deixar eu te chupar, panterinha. -O maldito me puxa e fica por cima de mim.

— Cariño, acho que estou esfolada. -Digo.

— Não tem problema, eu vou te comer de vagarinho. –Diz se esfregando em mim.

— Merda, assim eu não vou andar! –Gemo enquanto ele beija e chupa meu pescoço. — Está bem cacete! Eu deixo... –Gemo baixinho e ele volta a me beijar.

— Então abre essas pernas para mim, panterinha. –Pede e eu faço como ele pediu.

Meu cariño ficou entre minhas pernas, aproveitando e tirou a calça que usava com pressa. Sinto sua respiração em minha buceta, ai meu pai! Assim que vou me ferrar toda, não vou consegui sentar depois.

Ele passa a língua pela minha abertura parando no meu clitóris, chupando e mordiscando. Então ele me chupa com vontade e vejo estrelas na minha frente, gritei me contorcendo e sou virada de costa para ele. Seu pau e pincelado na entrada da minha buceta, ele mete e tira, filho da puta.

— Mete logo esse caralho! –Xingo e quase grito quando ele entrou de uma vez em mim.

— Assim que você quere? –Não consigo responder.

A cada mete sentia que estava perto, merda! Aquela sensação deliciosa do gozo vindo, ele metia com força e me colocou de lado. Mas ele colocou minha perna direita no ombro, enquanto a esquerda ficava entre as pernas dele.

Deus ele entrou de novo em mim, parecia que uma eletricidade passava pelo meu corpo inteiro e ele metendo nessa posição era o céu! Quando gozei ele parou de meter e gozou me apetando os quadris.

— Merda! –Rosna e não entendo.

— O que? Perguntei tentando sai e quase gritei de dor.

— Espere! –Rosna. — Você inchou e demora uns minutos para passar. –Diz tirando minha perna do ombro.

— Mas como assim? –Não me lembro de inchar.

— Bom, você depois que trepou inchou e quase me matou do coração. –Ronrona se deitando comigo por cima dele. — A tortura e para me não meter enquanto sua boceta volta ao normal. –Diz alisando meus cabelos.

— Mas isso não aconteceu das outras vezes, tem alguma coisa errada aí- Tem que ter ou será que aquele infeliz fez algo comigo?

— Não sei o que deu, panterinha. –Diz. — Mas foi tirado algumas amostras de seu sangue, talvez eles possam saber o que houve. –Espero que sim, será que tenho mais DNA N.E?

— E por que estranhei, não fiquei assim da primeira vez e...-Ele rir.

— Não inchou, mas desmaiou lindo, panterinha! –Filho de uma chocadeira! Titia que me perdoa, mas vou castra o filho dela.

— Você quer que eu te castre, e isso é? –Me contraio com força ele aperta meus cabelos.

— Vai me castrar e panterinha? –Rosna virando o corpo dele por cima do meu. — Que tal assim? –Fala rebolando e mesmo inchada eu quero que ele me coma de novo.

— Por favor, mete! –Rosno arranhando ele.

— Merda!!! –Quando ele se retirou um pouco, senti dor e voltou com força.

— Cariño! –Gemo rebolando e ele metendo, segurando minhas pernas finco minhas unhas em seus ombros.

— Porra! – Ele nos vira e eu fico por cima.

— Hum, cariño. –Digo rouca cavalgando com calma e ele me ajuda, rosna e sinto minha boceta contraindo com força em volta dele.

— Panterinha, quica com força. –Diz entre dentes e faço como ele pede.

Deus! O que está acontecendo comigo? Aumento os movimentos e ele rugi gozando em me, o homem se transforma em um selvagem sai de dentro de me. Sinto arde e ele me coloca de quatro, voltando a entrar na minha boceta.

— Cariño. –Soluço não de dor, eu não sei o que dizer? Quero que ele não pare de meter em mim, que inferno e esse?

— Não chore, minha panterinha. –Sua voz sai rouca e beija cada lagrima minha ainda dentro de mim metendo.

— Está bem. –Soluço de novo. — Só não para de meter! –Ronrono e acho que deixarei ele louco.

Em resposta me beija com vontade enquanto me come, Deus! Que seja só reação a porra do remédio! Se não seja uma surpresa muita da grande. Cariño me beija e faz como eu pedi, não parou e meu cansaço me vence e ele sai com cuidado.

— Não dorme agora, panterinha. –Diz. — Vou pegar uma toalha limpa e vou lhe limpar. –Diz indo para o banheiro e puxo o pano para cima do meu corpo.

— Cariño, passa isso com cuidado em me. –Falei sentindo a porra escorrer e fazendo arder minha boceta esfolada.

— Não se preocupe, vou fazer com cuidado. –Ele havia se limpado no banheiro e voltou já vestido a calça de moletom.

Ele limpou com cuidado minha boceta e colocou uma pomada nela, apesar que ardeu como um cacete! Coitado está com o peito todo arranhado e pude ver que até as costas está na mesma situação, me vestiu de novo e acabamos dormindo.

Só não esperava ter que conversa com mamãe logo pela manhã seguinte.

Capítulo 8 da maratona.

Desculpa pela demora, mas aqui esta  capítulo até o próximo!

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