11- Falando Do Passado parte II
"Você nunca pode dizer o que eu perdi
Você nunca pode adivinhar onde eu tenho
Está para baixo
Eu nunca posso quebrar algo que não é errado" Good News do Apashe
Entro na droga da cela sozinho, porém estou sendo monitorado por Cain da sala dele. Estou me segurando para não quebrar a cara dela, a maldita sorri quando me vê e me sento em sua frente. Olhando melhor para ela, a mesma está um tanto acabada, deve não está dormindo muito bem em sua gaiola de ouro.
- Então você veio! -Fala me encarando.
- Pena que não pode ficar em casa. -Resmungo e a maldita ri. - Não tenho nenhum interesse em falar com você, mas como tem informações que necessitamos abri uma exceção! -Seus olhos são idênticos a Nora, menos a sombra negra que habita neles.
- Só irei dizer se receber algo em troca! -Sabia que tinha coisa aí.
- E o que seria essa coisa? -Pergunto e vejo que pensa. - Fale de uma vez e vamos direto ao que interessa!
- Eles conseguiram pegar a X17? -De que diabos ela está falando.
- Eu que pergunto quem e ela? -Seus olhos brilham e a gargalhada sinistra que a mesma do me fazer querer quebra seu maxilar.
- Melhor seria dizer. -Fala. - Pegaram a filha da minha irmã caçula? -Meu coração erra uma batida. - Seria muito perigoso se isso acontecesse, ela por um lado nunca poderia apresentar traços dos N.E e se apresentar ela seria uma arma na mão dos militares.
- Não, eu matei os desgraçados que foram enviados! -Rosnei e ela suspirou em alivio. - Agora onde estão os meus irmãos Ellen?
- Bom, pelo menos isso você soube fazer! -Resmungou aliviada. - Tem mais ou menos trezentos deles em uma fábrica clandestina na Rússia, os outros duzentos que eu sei, estão presos em uma fábrica de fachada das industrias Markus 3000. -Fala.
- Ótimo, mas algum local onde exista mais de nós? -Pergunto e ela me encara.
- Só esses que eu me lembre, 1005! -Minha vontade agora era de quebrar pelo menos os dedos dela.
- E Snearky! -Rosno me levantando da cadeira dando as costas para ela.
- Tão parecido com seu pai, pena que ele escolheu a gêmea errada! -Parei na porta e me controlei, para não me arremessar sobre a mesa e agarra o pescoço dela.
- Do que você esta falando? -Fecho a porra da porta e volto pisando duro até parar em frente a mesma.
- Hum, o que eu tinha dito! -Fala. - Seu pai era um homem maravilhoso, mas tinha um gosto duvidoso por mulheres como sua mãe. -Então essa vadia sabia quem eram meus pais?!
- Então você conhecia meus pais? -Perguntei e ela deu de ombros.
- Querido, se não prestou atenção? -Falou. - Acabei de dizer quem é sua mamãezinha e nem prestou atenção? - Isso não pode ser!
- Está me dizendo que minha mãe e a Nora? -Sei que a pergunta está sendo idiota, mas não estou acreditando.
- Sim, pensei que seria mais esperto em ir atrás da sua progenitora! -Não tive a mínima vontade de procura-la, já que ela poderia está morta e preferir assim.
- Não te interessa o motivo de não ir atrás dela, agora que me contou sei muito bem onde ir procurar as respostas. -Rosnou para ela. - Se tem mais alguma coisa a dizer, melhora agora! Pois irei embora daqui. -Digo me virando e ela fala novamente.
- Tão ranzinza quando a mãe! -Resmunga. - Mas se eu fosse você tomava cuidado com os guardas!
Antes que pudesse por meu pé fora dessa merda, Cain fala pelos altos falantes da sala.
- Não saia daí! -Diz. - Dez dos nossos se rebelaram e estão soltando alguns dos prisioneiros!
Isso só pode ser uma pegadinha e das piores! Eu vou matar cada um desses bastardos.
- Mas que infernos! -Entro e fecho a porta por dentro e ele continuar a falar, Ellen continua sentada com cara de apavorada.
- O maldito do Lay, foi ele quem deu o início a essa merda! -Deu para ouvir o som da porta sendo quebrada.
- Cain? -Grito por ele sem ter resposta, mas sei que está brigando com alguém. - Responde porra!
- Acho que eles o pegaram. -Diz Ellen ainda sentada na cadeira, mas está pálida de medo.
- Mas que maravilha isso vai ser ótimo! -Digo e ouço novamente a voz de Cain.
- Filhos da puta! -Xinga. - Irei até você, teremos que matar muitos! -Merda. - Stick e Brock estão indo para a sala da diretoria, somete lá poderemos contatar Homeland do acontecido.
- Vamos esperar você aqui! -Digo e vou até Ellen que tenta se afastar de mim.
- Fique longe de mim! -Disse com medo.
- Não se preocupe, eu não vou te matar agora. -Aviso para ela. - Teremos que passar pelos traidores e talvez você morra com uma bala perdida! -Digo pondo um dos coletes que achei na sala.
- Ah, que lindo! -Debocha. - Tenho que agradecer por sua preocupação? Acho que não! -Diz quando termino de pôr o colete.
- Imagina o quando estou preocupado com isso! -Falei e a porta foi aberta, me preparo para atacar. - Até que fim você veio Cain. -Digo abraçando ele.
- Tome isso. -Diz me dando duas armas carregadas. - Também vai precisar disso. -Me entrega mais munição. - E quanto a senhora, terá que ir conosco para a área mais segura daqui.
- Desde que eu não morra até chegar no local, por mim tudo bem. -Responde mal-humorada.
- Ok, então vamos sair! -Saímos da sala com esse pequeno estorvo conosco.
Pelos corredores que passamos alguns doutores estavam mortos assim como alguns guardas também, logo mais à frente batemos com pelo menos três dos traidores. Fomos pelas rotas onde não tinham câmeras para nos ver, mas tenho certeza que o maldito do Lay sabia disso e deixou os três melhores deles a nossa espera.
- Maldito! -Resmunga Cain. - Ele está ajudando os doutores a fugir, porém estava vindo a equipe da força tarefa para cá. -Fala.
- Quando iria contar isso? -Perguntou a velha.
- Quando estivéssemos na sala do diretor, assim poderia falar com Justice e pôr a pá de tudo. -Diz e eu escuto passos logo atrás de nós.
- Vamos logo para a sala! -Digo.
Saímos correndo em direção a última sala, porém sinto algo arde na minha perna. Ellen para esperando Cain abrir a porta com o código. Me viro vendo Lay mais uns cinco ou seis guardas ao seu lado, merda! Como inferno irei dar um jeito neles? Antigamente eu iria para cima sem me importa que tinha um filhote à minha espera, mas sabendo que ele teria uma família. Caso eu a morrer, malditos!
- Pensando em avisar, seus bostas! -Isso chamou a atenção de Ellen.
- Pensei que fosse um guarda mais esperto. -Diz e Lay a encara, essa maldita quer nós matar?
- O que disse? -Resmunga.
- Não me faça repetir! -Diz. - Agora tenho certeza que o mandante deve ser de fora, pois se fosse daqui de dentro teria esperado mais um pouco e tomado o lugar sem o N.E dentro!
- Quer cala a porra dessa boca? -Exclamo, ao escutar o clique da porta e tomo uma decisão. - Entra logo! -Empurro ela e Cain para dentro da sala, não preciso de plateia para o que vou fazer.
- Que homem altruísta temos aqui!? -Grita Reavier, um dos médicos que me torturavam naquele inferno.
- Oh, não e bem isso meu caro! -Digo.
Sentido que é descarga elétrica que havia acertado minha perna passou, aqui somente são permitidas armas elétricas e nada mais. Os malditos devem ter tirado a trava de segurança das armas, mas tenho minha duvidas que eles tenham outro tipo delas em posse.
- Vamos acabar com você, seu animal! -Grita.
Reavier e o primeiro a me enfrentar, quebrei seu braço como se fosse um pedaço podre de madeira e em seguida bato com força sua cabeça na parede. O som de crânio se querendo só foi cortado pelo de tiro, sinto o sangue saindo de onde fui acertado. Me viro vendo Lay apavorado tremendo com a arma em punho, dou mais um passo à sua frente tomando da sua mão a mesma.
Uso corpo dele como escudo, pois os dois pamonhas que estavam parados resolveram ajudar e levaram um tiro no meio dos olhos. Lay ainda está vivo mais ira morrer não pelas minhas mãos e sim pelas de Cain! Dou três toques e a porta se abre de novo.
- Entre! -Diz Cain. - Trouxe um presente para mim?
- Como pode ver, sim! -Falei. - Eles têm armas de verdade, irei para o andar do refeitório e irei por todos ao chão!
- Sei que é capaz, mas não exagera seu puto! -Ellen está sentada pálida.
- Ela está enfartando ou o que? -Pergunto carregando mais duas armas, tenho pouco tempo antes de desmaiar de vez.
- Ela só está nervosa, logo passa! -Diz me entregando um colete. - Usa só para não ficar pior do que já está!
- Está bem, me dê logo isso! -Pego e visto o colete.
- E aliás, vão vir mais dos nossos. Justice mandou mais homens de sua confiança, até eles chegarem irei manter todos presos aqui dentro!
- Não tem outra forma de sair daqui? -Pergunto.
- Que eu me lembre não, a única forma seria pelas portas da fren...-Para de fala como se lembrasse de algo. - Porra, pelo esgoto daqui!
- Merda! -Falo pegando o kit de primeiros socorros, pego um spray que Milorde criou para estancar sangramentos. - Tem alguma forma de fechar o esgoto?
- Já estou fazendo isso! -Diz. - Porra, eles quase conseguiram! Agora estão presos na merda!
- Irei ver como estão o guardas e se tive mais algum dos traidores, colocarei ele para dormi! -Digo indo para a porta.
- Tome cuidado! -Cain falou.
- Pode deixar. -Falei para o mesmo.
Sai e segui o corredor até as primeiras selas, cada uma ainda tinha um maldito dentro. Menos a seis e a sete, onde estavam Reavier e o maldito do Polanski. Verifiquei até onde esse maldito poderia ter ido, os demais prisioneiros estavam em suas selas e Ellen estava com Cain. Caso ela tentasse algo seria levada ao chão sem nem ver o que atingiu a mesma.
Pelos altos falantes foi avisado que a força tarefa entraria dentro de cinco minutos, foi tudo muito rápido e senti algo acerta minha cabeça e quando virei para ver quem era. Meu sangue ferver de ódio, o maldito do Polanski tinha me acertado com o extintor.
- Hora de visita o seu pai! -Ele tenta me acerta e retiro o extintor dele.
Meto um soco em sua cara e com o mesmo extintor, bato nele sem dó e sou tirado de cima dele por um Brock machucado. Stick aparece e tenta me tranquilizar, merda! Pontos pretos aparecem na minha vista, agora não porra! Tento me soltar quando vejo um dos traidores ainda vivo e tenta acerta o Stick, puxou o bastado me ponto na frente dele.
O tiro era um dardo de alguma substancia, senti meu corpo gelar e esquentar rápido quando cai de joelhos com falta de ar. Não sei o que está acontecendo a minha volta, minha audição não está me ajudando e meus sentidos estão falhos. Sinto meu corpo sendo jogado no chão e reconheço a voz da pessoa, como ele chegou aqui?
- Moleque maldito! -Acho que é a voz do Justice, tento falar algo mais não sai nada. O que está acontecendo comigo? - Vamos logo, ele está piorando!?-Mas gritos e tudo fica escuro. - Não deixe esse infeliz morrer agora! -Me xinga e acho graça, uma merda que não consiga rir agora.
Sinto meu corpo leve como uma pena, meu sangue está quente como o inferno e por que sinto essa vontade louca de matar? A sensação de quebrar, arrancar e dilacera me vem à mente, tento não pensar mais está difícil. Tudo a minha volta e um borrão branco, mas quando escuto a voz do doutor Ryan sei que estou na merda literalmente.
- Precisamos retirar os projetes, além do objeto no abdome dele! -Grita as ordens.
Agora consigo ouvi as respirações e os batimentos de todos, mas o meu está meio devagar ou estou perdendo a audição novamente. Meu corpo volta a mesma dormência de antes, mas estou relaxado e me entrego a escuridão.
Acordei no chão com o telefone na mãe e minha mãe me dando tapas no rosto, Ônyx me ajudou a sentar no sofá. Ainda não acredito que o cariño se machucou e meu silencio estava fazendo minha mãe surta ao meu lado.
- Pelo amor de Deus, fala o que aconteceu? -Tia Nora pergunta fazendo carinho no meu cabelo.
- Recebi a ligação do senhor North, falando que...-Puxei um pouco de ar antes de continuar. - Que o Snearky foi ferido. -Digo choramingando e minha tia me abraça.
- Meu Deus! -Mamãe se senta ao meu lado e me abraça.
- Merda! -Ônyx se levanta e liga novamente.
Mamãe foi para a cozinha fazer um chá para mim e Ônyx volta de lá com uma cara nada boa, mas depois eu me preocupo com a briga desses dois. Ele se senta na poltrona e seu rosto mostra a preocupação com amigo dele, olha para mim e diz.
- Aquele maluco quase morreu. -Diz. - O que quase o levou foi a droga que contida no dardo, que o acertou ou melhor dizer, era para Stick ter recebido isso.
- O que?! -Mamãe quase derrubou as xicaras no chão se não fosse por Ônyx segurar a bandeja.
- Se sente aqui Agnys. -Ônyx ajuda mamãe a se sentar ao meu lado. - Aqui Mia, tome! -Me entrega a xicara de chá, assim como para minha mãe.
- Que noticia péssima. -Diz. - Espero que ele esteja fora de perigo agora! -Tia Nora diz se servindo de chá.
- Espero que ele esteja inteiro. -Digo bebendo mais um gole do chá e sentindo meus nervosos melhores. - Quase enfartei com essa notícia. -Falei.
- Bom, você quer ir ao hospital vê-lo? -Pergunta e logo respondo.
- Claro que quero vê-lo! -Mas penso quem vai ficar com meus docinhos?
- Eu fico com os bebês, assim vocês três podem ir lá! -Diz tia Nora bebericando o chá, Ônyx olha para ela como se fosse falar algo.
- Mas a senhora vai ficar aqui sozinha? -Pergunto.
- Querida, sua mãe vai ver como está o Stick e você irá vê o Snearky. -Diz. - Nada mais justo eu ficar aqui olhando meus pequenos! -Diz toda calma.
- Se for assim eu irei, mas se acontecer alguma coisa ligue! -Mamãe se levanta para trocar de roupas.
- Então eu vou me ajeitar para ir! -Digo saindo da sala levando comigo o chá.
Entro no meu quarto e troco por uma roupa quente, um dos meus moletons favoritos e quando já estou vestida e com o rosto lavado. Saiu do quarto em direção a sala e quase caiu para trás, quando escuto a conversa dos dois que estava na sala.
- Será que eu terei que desenhar, para você entender Nora? -Rosna Ônyx, talvez bem irritado com ela.
- Não tenho que entender nada! -Diz com uma frieza que Deus me livre.
- Ah, vai ser assim então? -Perguntar.
- Vai ser assim e ponto final! -Fala e sei que está mentindo na cara dura.
Ok, estou indo um bisbilhoteira de primeira, mas qual e! Não sabia que minha tia tem uma queda pelo Ônyx e a maluca ainda está tentando o afastar.
- Espero que você tenha certeza, pois não sou de voltar atrás nas minhas palavras! -Rosna quase avançando nela.
Mas sai em direção a porta de entrada, onde a bate com força e sei que ele está furioso com ela. Então aquela história era para afasta-lo dela, mas que merda você está fazendo tia?
- Tia? -Chamo por ela e quando me ver seca as lagrimas.
- Oi, querida vamos? -Diz apressada e eu não me seguro e pergunto.
- Por que você mentiu tia? -Ela me olha e mais lagrimas descem pelo seu rosto.
- Porquê e o certo a se fazer! -Fala tentando se convencer e está falando.
- Por que não é a resposta! -Reclamo. - Vai deixar sua felicidade ir embora, só por que já perdeu coisas importantes para você?
- Porque eu não quero perde ele, prefiro que me odiei agora do que vê-lo morrer! -Ela chora de dor por ter perdido o amor da vida dela.
- Tia não faz isso consigo mesmo! -Diz abraçando ela. - Por favor, não deixe de ser feliz por causa da dor! -Me lembro que ela me apoiou quando aquele traste morreu.
- Não tem como. -Resmunga baixo. - Ele precisa de alguém da mesma idade dele, não posso ser a mulher que ele tanto quer!
- Pode sim! -Digo soltando ela do abraço. - Ele provavelmente tem um carinho grande por você, mas desse jeito vai acabar com vocês dois machucados se não conversarem de verdade.
- Irei tentar conversa com ele, assim que voltarem do hospital! -Sai da sala para o corredor dos quartos.
- Que merda! - Me sento esperando a mamãe que não demorou muito.
Ao sai de casa vejo Ônyx sentado na calçada de cabeça baixa, chamo ele se levanta indo até o carro que nós levaríamos para o hospital. Espero que a tia se dê uma chance e não faça alguma merda, mas sinto que ela e muito cabeça dura, ou seja, vai sofre e faze-lo também sofrer. Ainda é duas e pouco da manhã, quero muito ver o meu homem e se alguma vadia que o mi cariño pegava aparecer vou matar sem dor! Depois de pouco mais de trinta minutos chegamos ao Hospital de Homeland, vamos para a recepção e quase esgano a porra da recepcionista.
- Boa madrugada, poderia nos informa se o Snearky pode ter visitas? -Pergunta todo educado e a moça mau olha na sua cara.
- Moça ou sei lá o que, dá para responde ou é muda? -Mamãe fala sem um pingo de paciência assim arrancando um riso de Ônyx.
- Oh, claro que posso responde mais o senhor North disse que somente a fêmea do senhor Snearky poderia entrar! -Diz de nariz em pé.
- Sou eu, então qual é o quarto do meu macho? -Falo e a vagaba me olha torto.
- Querida, mas a fêmea dele já está no quarto com o mesmo! -E o que caralho!?
- Deve estar havendo algum erro ai, Sara! -Rosna Ônyx fazendo a vagaba ficara com medo.
- Bom ela disse que era a fêmea dele, assim eu deixei passar. -Diz e tenho quase certeza de quem e.
- Qual é a porra do quarto!? -Grito já perdendo a paciência.
- O quarta e 12D. -Fala olhando o computador. - Entre naquele corredor e vire a sua esquerda, o quarto e o último.
- Obrigada. Digo rosnando. - Mãe vê onde o Stick esta, eu vou lá do cabo da vida dessa prostituta de quinta.
Saiu pisando duro em direção ao quarto do meu macho, eu vou matar essa desgraçada maldita! Ando como a tal Sara me disse e quando estou perto de chegar ao quarto uma muralha me para.
- Ei, moça ele está com a fê...- Antes que esse filho de uma galinha depenada fale soco sua cara.
- Sai da minha frente porra! - Depois que ele deu alguns passos e entrei no quarto.
Santo caralho de Pégaso! Essa vadia vai morrer e quando eu terminar vou fazer esse gato de araque comer as próprias bolas! E ninguém vai me parar enquanto eu faço isso, ah maldito!
-SNEARKY!? -Berro e ele sai do transe.
Mas a puta não se mexeu e peguei pelos cabelos, jogando ela para o chão, ouvidos seus gritos. O cara que eu bati entro no quarto, mas não apartou a briga, estava arrancando os cabelos dessa gata de bueiro quando sou tirada de cima dela. E sei muito bem quem está me segurando, se eu fosse ele nem me tocava agora, pois correr o risco de perde as bolas ele.
- Panterinha se acalme! -Diz todo amorzinho.
- Melhor me soltar, seu puto de uma figa! -Me debato em seus braços.
- Caralho ela quase matou a outra! -Diz o cara todo animado. - Será que tem mais alguma dela para mim?
- Cain vai se foder, seu merda! -Diz esse safado, então o nome do bonitão loiro e esse.
- Me solta antes que eu te quebre a cara! -Digo tentando sai dos braços dele.
- E melhor sai Cain, tenho que resolver esse problema com minha fêmea. -Rosna como se eu fosse ter medo dele.
- Ok, só não se mantem! -Diz. - Estarei que fora, caso precise de ajudar. -Fecha a porta nó deixando a sós.
- Panterinha, não me mata, ok? -Fala e eu tento não socar a cara dele quando me soltar.
- Ok! -Me limito a dizer isso. - Pode começar, senhor Snearky! Sou toda ouvidos a sua explicação!
Quero ler o que acharam dese capítulo!
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