Meu pequeno Kyong

Com a Faculdade consumindo todo o meu tempo, nem percebia minha barriga crescendo, só quando ela estava consideravelmente grande que comecei a presta mais cuidado comigo mesmo para não prejudicar minha criança. Quando a bolsa estourou, pude finalmente conhecer meu pequeno, sim era uma garoto, e eu não sabia que quando o visse meu sorriso se estenderia e meus olhos brilhariam tanto. Minha mãe impressionada com a minha expressão falou que aquilo que estava sentindo era o efeito genitor crescendo dentro de mim e vindo átona.

Seu pequeno corpo e sua tranquilidade dormindo em meus braços era tão reconfortante. Meus país logo decidiram junto a mim que o nome dele seria Kyong, pois causou o brilho do significado do seu nome em nossas vidas, alegrando nosso cotidiano.

Mesmo com Kyong já presente no mundo, não desistir da faculdade e esse foi o momento mais cansativo e estressante da minha vida, enquanto estava tendo prova sobre determinado assunto, as vezes só consiga estudar de madrugada, quando ele finalmente voltava a pegar no sono. Muitos dias de sono eu passei na faculdade, outros que eu não tinha nem disposição para ir frequentar as aulas, mas graças aos meus pais e a Taehyung que faltava alguns dias as aulas para me ajudar, eu pude finalmente concluir meu curso.

Com o Final da Faculdade e eu com o diploma em mãos, finalmente poderia começar a trabalhar para sustentar Kyong e sair da casa de meus pais, entretanto eles vieram ate mim, conversamos e concordamos que mesmo eu já estando pronto para o mercado de trabalho, seria mais adequado eu esperar Kyong esta com Cinco anos de idade, podendo leva-lo numa escolinha enquanto eu trabalhava. Portanto ficou decidido que eu continuaria morando com meus pais, ate Kyong chega-se a idade certa para começar a estudar.

Ao terminar de arrumar a bagunça no quarto de meu filho, pude descansar brevemente assistindo televisão. Aproveitei que Kyong estava sendo entretido pela sua avó para aproveitar alguns minutos de sossego. Que não durou tanto.

Quando me distraia com o filme na televisão, escuto um grito infantil vindo da cozinha. Assustado, rapidamente me levanto do sofá e saio correndo ate a cozinha aonde encontro minha mãe segurando um colher de pau na mão e Kyong sentando na cadeira chorando.

ㅡ O que aconteceu? Por que esta chorando amo? ㅡ Pergunto caminhando ate o mesmo pegando-o no colo e alisando seus fios de cabelos pretos.

ㅡ Papi! a vovó... Não que da comida pro Kyong! ㅡ Diz ele choramingando, colocando sua cabecinha no vão do meu pescoço.

ㅡ Mas você já comeu meu anjo! ㅡ digo balançando-o, amenizando o choro.

ㅡ Mas eu estou com fome Papi! ㅡ fala manhoso.

ㅡ Isso é palhaçada dele, Jimin! Só ficou assim quando viu que estou com um bolo no forno! - Minha mãe explica mexendo uma panela no fogão.

- Hm... Isso é verdade Kyong? ㅡ Pergunta Jimin olhando serio para os olhinhos atentos do mesmo.

ㅡ Mas o Kyong esta com fome Papi!... ㅡ fala baixinho olhando para mim com olha de cachorro pidão.

Quando aprendeu a fazer esta expressão, toda as vezes que ele quer realmente alguma coisa, o mesmo reproduz. Fazendo-me não resistir a tanta fofura sua.

- Mãe, Quando terminar. Pode repartir um pedaço para nós? - Pergunto olhando para mesma que concorda.

- Kyong... seu garotinho mimado! ㅡ diz ela sorrindo leve ㅡ Deixe-me trabalhar, quando terminar eu chamo vocês para pegar um pedaço! ㅡ Exclama voltando a olhar para a panela no fogo.

Com Kyong em meus braços, o levo para seu quarto, pondo sentado em sua cama enquanto me direciono para a cômoda, retirando alguns fardamento para o mesmo ver.

ㅡ O que esta fazendo, Papi? ㅡ Pergunta olhando grande para mim.

ㅡ Estou arrumando sua roupinha de escola! - respondo Gentilmente.

ㅡ O que é escola, Papi? ㅡ Perguntou tombando sua cabeça para o lado, confuso.

ㅡ É um lugar que você vai pra aprender mais, bebê! ㅡ digo chegando perto dele ㅡ Qual a roupinha que você que ir para a escolinha? A azul ou a rosa? ㅡ Pergunto mostrando-o as peças.

ㅡ Hm ㅡ faz carinha pensativa ㅡ Eu gosto das duas, Papi! ㅡ diz sorrindo mostrando seus dentinho de coelho.

ㅡ Então que tal assim! Você usa a farda azul amanhã e depois você usa a rosa!
ㅡ Sim sim, Papi! ㅡ fala batendo palmas animado.

ㅡ Que bom, amo! ㅡ digo dando um beijo em sua bochecha ㅡ agora tire essa roupa que nós vamos sair...

ㅡ Para onde, Papi? ㅡ Questiona tentando tira a camiseta.

ㅡ Para sua escolinha! Tenho que levar algumas coisas e aproveitar para você conhece o local que vai estudar ㅡ Respondo ajudando-o a tirar a roupa.

ㅡ Papi... Eu não quero ir agora...ㅡ Fala enquanto pego-o no colo.

ㅡ Por que não, meu anjo? ㅡ o levo para o banheiro, colocando-o na banheira.

ㅡ Eh... Não sei Papi... ㅡ Diz me olhando.

ㅡ Esta com medo, amo? ㅡ Pergunto ligando a torneira da banheira, começando a ensaboar o corpinho do meu pequeno enquanto molhava-o com água.

ㅡ Hm...

ㅡ Kyong... Não precisa ter medo! Vai ser legal, eu vou esta lá com você!

ㅡ Mas Papi!?

ㅡ Mas nada! Você vai comigo e você vai se divertir, ouviu mocinho? ㅡ Olho serio para o mesmo serio.

ㅡ Papi, você da medo! ㅡ Diz pegando no seu brinquedo e o mergulhando dentro da água com espuma.

ㅡ Exato! Então você não quer deixar o Papi bravo, né? ㅡ ele confirma ㅡ então você vai comigo mocinho!

ㅡ sim Papi! ㅡ sorrio contente e pego a toalha e o retiro da banheira e começo a seca o corpo do mesmo.

enquanto secava e colocava a roupa no meu menino, percebi que ele estava com uma carinha emburrada, sei por que ele esta com aquela cara de raiva, mas sei como alegrá-lo.

ㅡ Amo... Não fica assim! Vamos fazer o seguinte, quando nós voltamos eu vou comprar um sorvete grandão para você!

ㅡ Serio? ㅡ Seus olhos brilham com esperança.

ㅡ Sim... e você vai poder escolher qualquer sabor! ㅡ digo sorrindo.

ㅡ Vamos logo Papi! ㅡ fala saindo arrumado do quarto e indo para a sala.

ㅡ Ei mocinho, calma! fica ai sentado esperando o Papi e quando eu terminar de me arrumar nós vamos...

ㅡ Vai logo Papi... Por favor! ㅡ diz animado se sentando no sofá.

ㅡ Espere aqui... não demoro! ㅡ Digo indo para meu quarto.

[...]

Com o carro dos meus pais, que peguei emprestado, dirijo-me ate os portões pretos de ferro da escola aonde matricularei Kyong. Estava no horário de término das aulas e havia muitas pais presentes no local, na maioria mulher, para buscar suas crianças.

Ao escutar o sino do fim das aulas tocando, o portão foi aberto e varias crianças foram de encontro a seus familiares, fiquei esperando aquela multidão de crianças saírem do Colégio para eu poder adentrar. Ao meu lado, parou um homem de preto dos pés a cabeça, seu rosto não era muito visível pois estava de mascara, que também era preta. Paro de olha-lo e afasto-me um pouco por segurança, voltando a olhar as crianças saindo do local, esperando a diretora que falou consigo por telefone hoje cedo venha a sua presença.

ㅡ Você esta esperando o seu? ㅡ O homem de preto se pronuncia puxando assunto.

ㅡ Ah não! Só tenho esse mesmo. Eu vim matrícula o meu pequeno aqui! - digo amigável.

ㅡ Que bom!...

ㅡ E você? esta esperando o seu? ㅡ Questiono-o.

ㅡ Eu não tenho filhos! Estou esperando o filho de um amigo meu! Vim busca-lo porque os pais dele estão ocupados.

ㅡ Que legal! queria ter um amigo que fizesse isso pra mim! ㅡ digo rindo e escuto a risada baixa do mesmo.

ㅡ Sr. Park? Eu sou a diretora! Podemos conversar no meu escritório, por favor me acompanhe! ㅡ exclama calmamente fazendo segui-la para dentro do local.

ㅡ Ate depois! foi um prazer conhece-lo! ㅡ Despeço-me do senhor misterioso e caminho para dentro da escola, chegando no escritório da diretora.

Caminhando pelos corredores com a diretora, vendo afasta-me um pouco das salas de aula, quando adentrei em sua escritório, percebo que Kyong dormia em meus braços, aquilo foi um pena por gostaria que ele visse como a escola é antes de dormir.

Sento-me na cadeira em frente a mesma, separando-nos somente por uma mesa. Com uma pasta amarela nas mãos, ponho em cima da mesa e retiro os documentos exigidos para a matrícula na escola e os entrego para mulher em minha frente, que os analisou brevemente, confirmando-os.

ㅡ Esta com todos os documentos, Sr. Park? ㅡ Questiona olhando os documentos entregues.

ㅡ Sim senhora, trouxe tudo! ㅡ Respondo confiante.

ㅡ Ate as Xerox, foto três por quatro? ㅡ Pergunta novamente e eu volto a confirmar ㅡ Então seu filho já esta matriculado! O senhor já comprou as fardas dele?

ㅡ Sim! Já comprei tudo certinho! mas eu queria saber quando eu posso começar a traze-lo? Se eu posso trazer ele amanhã ou terei que esperar até segunda feira por causa da atualização da Ata... esse tipo coisa...

ㅡ Não tem problema! Se o Senhor quiser traze-lo amanhã para ter o seu primeiro dia de aula. Pode trazer! Assim ele já vai se acostumando com o local... ㅡ Fala sorrindo.

ㅡ Que bom ouvir isso! ㅡ Digo sorrindo.

ㅡ Então eu acho que já terminamos aqui! Obrigado pela vinda Sr. Park! ㅡ Ela estende a mão me cumprimentando.

ㅡ Eu que agradeço! ㅡ me despeço da mesma e saio da sala com o pequeno em meus braços, sem fazer barulho para o mesmo não acordar.

Caminho para fora da escola e avisto novamente o homem de preto com uma criança nós braços.

ㅡ Você conseguiu? ㅡ Ele pergunta.

ㅡ Sim! amanhã mesmo já posso trazer meu pequeno para o seu primeiro dia de aula! ㅡ digo sorrindo.

ㅡ Que bom! fico feliz por você!

ㅡ Obrigado!... agora eu tenho que ir, depois nós se vermos! ㅡ falo me afastado e entrando do carro.

Dou a partida e começo a dirigir para o supermercado, porque sei que quando o pequeno dorminhoco acorda ele vai perguntar aonde esta o sorvete prometido, então é melhor eu comprar um pote de sorvete de napolitano para ele não ficar chorando igual hoje de manhã. Quando levei ele hoje para a escola queria que ele visse como era, mas não deu, meu pequeno adormeceu e agora só acorda de noite.

Estaciono o carro em frente a um pequeno mercado, desligo o carro e deixo o pequeno dormindo na cadeirinha dele e saio rapidamente para comprar o sorvete, deixo uma janela do carro aberta e vou ate o frízer do mercado, pego o sorvete escolhido, pago no caixa e pego a sacola com o produto e volto para o carro. Sei que é errado deixar um criança dentro de um carro sozinha, mas não queria acorda-lo e nem fica movendo ele sem necessidade, então foi melhor eu ir e voltar.

Abro a porta do automóvel, coloco o sorvete no banco do carona, olho para o pequeno dormindo e dou a partida no carro, agora voltando pra casa dos meus pais. Amanhã depois que eu deixar o Kyong na Colégio, vou para uma entrevista de emprego, em uma empresa no centro da cidade. Se eu conseguir a vaga, vou poder sair das casa dos meus pais, como tinha prometido desde o começo da gravidez.

ㅡ Amanhã as coisa tem que dar certo, e que nada de mal aconteça! ㅡ Digo suspirando para mim mesmo, adquirindo confiança antes de sair locomovendo o carro pela estrada ate em casa.

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