VI
- Zen, esta acordada? - Tom bateu na porta do quarto dela.
- São 6 horas da manhã Tom, qual o problema com você? - Ela resmunga e joga um travesseiro na porta.
- Sinto muito, eu não consigo dormir. - Ele abre a porta lentamente.
- Que pena pra você, eu consigo. Agora sai. - Ela joga um livro em direção a ele, mas nem chega perto.
- Zendaya. - Ele sussurra o nome dela.
- Que foi criatura? - Ela se senta na cama.
- Nada não, deixa quieto. Vou descer pra tomar café e correr um pouco.
- Ok, divirta-se. - Ela se aninha na sua cama e volta a dormir.
Tom desceu e preparou seu café, assim que terminou de comer, ele subiu e colocou um casaco mais quente, a nevasca já havia passado, mas o frio estava forte lá fora. Passou pelo quarto de sua prima e viu a porta aberta, entrou devagarinho e a cobriu com mais uma coberta, ele sabia que ia ficar mais frio, saiu de lá e pegou seu casaco, desceu as escadas rapidamente e se preparou para correr.
Assim que saiu do seu pátio, deu de cara com seu antigo amigo de infância, Louis.
- Bom dia, Tom. - Louis acenou.
- Bom dia, Louis. - Ele acenou de volta, colocou seus fones e começou a correr.
O vento frio deixava seu rosto a ponto de congelar, a canção Blow Your Mind (Mwah) nunca fizera tão sentido, quanto agora. Ele não conseguia tirar aquela garota da cabeça, tudo que ele pensava, era em quanto ela era linda, enquanto ela beija maravilhosamente bem, ele lembrava do momento deles na cozinha, ele só queria ter ela nos braços novamente, queria realizar o sonho dele de criança, ter a menina mais linda do mundo somente para ele. Ele lembrava de como ele brigava com ela, quando pequeno, um leve sorrisinho surgia em seus lábios.
Ele achou que havia esquecido dela, fazia tanto tempo que eles não se viam, mas ela ainda dominava sua mente, a musica ficou no modo repetição e em todos refrães, ele lembrava dela, cada palavra era ela que vinha em sua mente.
- Porra Zendaya.. - Ele falou em meio aos seus pensamentos. Correu tanto que foi parar do outro lado da cidade, nem notou de tanto que estava enterrado em seus belos pensamentos.
Entrou em uma cafeteria em busca de um copo enorme de café, para espantar o frio.
- Um café grande sem açúcar, por favor. - Disse a atendente, uma moça loira, dos olhos verdes. Ela o encarava e lhe dava pequenos sorrisinhos.
- Ok, sete com cinquenta. Qual nome devo por no copo? - Ela sorria docemente para ele.
- Tom Holland. - Ele disse.
- Nome lindo, Tom Holland. - Ela sorriu para ele e piscou. - Quinze minutos e já lhe entrego, pode se sentar ali se quiser.
Ele sorriu de volta e sentou-se em uma das muitas poltronas do estabelecimento, colocou seus fones, mas nenhuma musica tocava, ele cuidava o entra e sai de gente do local, tão cedo e já havia gente rindo, outras brigando.
Os minutos passam e ele leva um susto com alguém tocando seu ombro.
- Me desculpe, não quis assusta-lo. Mas seu café esta pronto, eu chamei mas você não ouviu. - A atendente surgiu, com o copo de café e com aquele sorriso no rosto.
- Não, esta tudo bem. Eu estava distraído. Obrigada. - Ele disse pegando o café e levantando-se para ir embora.
- Até qualquer dia, Tom Holland. - Ela disse e volou para o balcão, sem tirar os olhos dele.
Ele sorriu e acenou para ela.
Tom decidiu voltar caminhando para casa, bebendo seu café, seus fones no volume máximo, notou algo em seu copo.
- CLOE xx-xxxx-xxxx ME LIGA, ALIÁS, BELO NOME, TOM HOLLAND.- Ele riu, a moça da cafeteria havia lhe dado o numero de telefone.
Ele voltou a se concentrar no caminho de casa, demorou mais do que ele havia pensado, eram quase oito horas da manhã. Chegou em sua casa e encontrou Zen tomando café na cozinha.
- Bom dia. - Ela lhe disse.
- Bom dia, vou tomar um banho.- Ele falou rápido e subiu as escadas. Ela apenas acenou com a cabeça e voltou-se para seu café.
Depois do banho, ele desceu e a encontrou deitada, coberta até o pescoço, assistindo a algum desenho na televisão. Caminhou até a cozinha e pegou uma maçã, voltou para a sala e ficou parado admirando aquela coisa magnifica deitada em seu sofá.
- Quer assistir algo? - Ela chama a atenção dele.
- O que você esta assistindo?
- Ursos sem curso!
Ele não respondeu, apenas sentou-se na ponta do sofá que ainda restava. O silencio tomou conta do lugar, era interrompido apenas pelas falas do desenho que eles assistiam, foram longos quarenta e cinco minutos, num total silencio entre eles.
- Sera que eles irão demorar? - Ela quebra aquele silencio agoniante.
- Quem? - Ele a encara.
- Nossos pais, eles não disseram que horas iriam chegar?
- Não.
- Ok.
E mais alguns minutos de total silencio...
Tom se aconchega mais perto dela, estava um pouco frio na sala, olhos fixos na televisão, apenas desviando rapidamente para ver sua prima se mexendo, ela havia pegado no sono ao seu lado.
Ela estica suas pernas no colo de Tom, num sono profundo, ele apenas fica parado sem saber o que fazer, levanta a coberta rapidamente e nota as belas pernas que ela tinha, ele a encara dormindo e no impulso, toca seus com seus dedos levemente gelado, em umas de suas pernas.
- Tom? - Ela fala baixinho, ainda sonolenta.
- Me.. me desculpe, eu só.. - Ele fica envergonhado, o volume em suas calças o deixava mais constrangido ainda.
Ela se afasta e senta no sofá, o encarando.
- Tom, esta tudo bem ai?- Ela ri
- Esta, olha me desculpa por isso. - Ele se cobre com uma almofada, o rosto vermelho feito tomate.
Ela o encara e morde levemente o lábio, deixando ele mais tenso ainda. Os dois ficam ali se encarando, num silencio constrangedor.
- Você é linda. - Ele fala, sem ao menos se sentir.
- Obrigada, você também é. - Fala sem graça.
Ela se arruma no sofá mais uma vez, chegando bem perto dele, ela podia ouvir a respiração pesada que vinha de Tom, o peito dele subia e descia sem controle, ele apertava com força uma das pontas da almofada, engolindo em seco a saliva.
Até ele não aguentar mais o cheiro maravilhoso que vinha dela, então ele a beijou.
Língua com língua, numa sintonia maravilhosa, mordidas, puxões de cabelo e a respiração mais ofegante possível, ele a puxou para seu colo e passava suas mãos por todo corpo, ela prendia o belo cabelo dele, em seus dedos, mordia sua boca e o beijava com mais força.
Aquilo que eles tinham um pelo outro não se explicava, apenas se sentia. Uma sensação maravilhosa para os dois.
Ele a deitou no sofá, tirou sua blusa e a deixou apenas de sutiã, percorria sua língua por toda a extensão do seu tórax, beijava com delicadeza o corpo da mulher mais linda do mundo.
Ela tirou-lhe a camiseta e arranhava suas costas, ela sentia um sensação diferente a cada toque dele, era bom demais sentir aquilo. Ela podia sentir o volume nas calças de Tom, ele chocava seu corpo cada vez mais forte ao dela, os beijos pelo pescoço, mordidas, chupões, tudo estava perfeito. Então ele beijou-lhe até o umbigo e a encarou, colocou os dedos por dentro da bermuda que ela vestia, encarou-lhe novamente, como se pedisse permissão para tal ato e ela lhe permitiu. Desceu seus dedos suavemente ate suas partes mais sensíveis e penetrou um dos dedos nela, ela gemeu, sentiu uma leve dor e uma sensação de prazer indescritível. Ele mexia com cuidado, com prazer, ela rebolava em sua mão, soltando leves gemidos que o deixava louco, com as mãos agarrada em uma parte do sofá, ela sentia uma sensação nova para ela, aquilo a deixava em êxtase.
Ele a puxou para perto, beijou sua boca com furor, os dedos ainda penetrados em sua intimidade, então ela desabou sobre ele, ela sorriu e ele lhe beijou a testa.
- Você é perfeita... - Ele sorriu.
Ela não consegui falar, apenas sorria com delicadeza, admirando ele.
Tom voltou a beijar-lhe suavemente, agora eles estavam mais calmos, o beijo era delicado, era gostoso, apenas eles dois ali, sentido aquilo que parecia o paraíso.
Ele a encarou e disse...
- Eu te ....
- Chegamos crianças.... - A voz de Katia invadia a casa, interrompendo suas palavras, fazendo ela se esticar apavorada para pegar as blusas.
RECOMENDO LER ESSE CAPITULO, OUVINDO A MUSICA QUE ESTA NA CAPA.
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