CAPÍTULO 18 | RECONCILIAÇÃO

Isabela

Bernardo já havia acabado a prova surpresa que a bruxa da professora tinha aplicado para a gente. Odeio surpresas, ainda mais essa, finalizo a última questão entrego a minha prova para a professora e vou em direção a minha mesa para pegar minhas coisas e ir embora, para o meu Bernardo, mas antes de eu sair à professora diz:

– Isabela?

– Sim?

– Conhece as normas né? – Não entendi na hora o que ela quis dizer e fiz cara de confusa, então ela completou dizendo: – Os últimos três alunos só saem juntos, então você vai ter que esperar seus dois colegas acabarem – Eu olhei para ela com cara de quem diz, Sério? Está de sacanagem com a minha cara, só pode. Ela aponta de volta para minha mesa, dizendo que devo voltar e esperar, que saco.

Sento e pego o celular, e mando uma mensagem para o Bernardo:

Isabela: Fiquei presa na sala =(

Be: Como assim?

Isabela: Tenho que esperar os tapados do Tiago e do Mateus terminarem as suas provas para poder sair daqui, normas da universidade.

Isabela: Estou com muita raiva.

Isabela: Da de acreditar nisso?

Isabela: Que vou ter que esperar esse dois.

Digo mandando várias mensagens de uma vez só, quero descontar a raiva que estou sentindo em algo, nem que seja no celular mesmo.

Be: Ah =( e agora amor?

Isabela: E agora eu não sei, não faço ideia se vão demorar ainda ou não.

Be: Ok, vou te esperar.

Isabela: Eu queria muito ir dormir com você, mas se demorar muito aqui vai ficar tarde e você está cansado, se quiser ir tudo bem por mim, eu pego um táxi.

Be: Certeza?

Sério que ele está cogitando a hipótese de me deixar aqui, tarde da noite, para ir embora descansar? Sei que foi eu que disse para ele ir descansar, mas é porque eu queria ser legal e parecer uma namorada preocupada por ele me esperar tanto tempo, mas ele nem se preocupou comigo, ai que raiva. Decido continuar só para ver o que ele vai dizer a seguir.

Isabela: Claro amor, vai descansar, nos vemos amanhã?

Be: Ok amor, nos vemos amanhã então. Te amo princesa, boa noite.

Filho de uma boa mãe, ele vai me deixar mesmo, respira Isabela, respira... Minha vontade era de responder: Como é que é? Vai me deixar aqui essa hora da noite e ir para casa dormir? Não tem consideração pela namorada não?...Mas como eu respondi:

Isabela: Ok amor, também te amo, até amanhã.

***

Depois de quarenta minutos finalmente eu poderia sair daquela sala senhor, amém, já estava cansada de ficar sentada e olhando para o nada. Assim que sai em e fui em direção aos estacionamentos para pedir um táxi e ir embora. O Tiago, um dos caras que estava fazendo a prova me encontrou no estacionamento e falou:

– Oi Bela, aceita uma carona? – Ué quem te deu tanta intimidade assim para me chamar por apelidos? Não respondi isso, mas a vontade foi grande.

– Não, obrigada Tiago, vou pedir um Táxi – Disse pegando meu celular para chamar um.

– Vamos Bela, só que falta, você ficou lá esse tempo todo esperando a gente terminar a prova, o mínimo que posso fazer depois disso, por favor, gata, é só uma carona, nada de mais – Começo a pensar se deveria ou não aceitar sua carona, mas quando vou responder eu escuto alguém falar atrás de mim:

– Ela não precisa da sua carona não – Sinto um braço forte passar ao redor da minha cintura e colar meu corpo ao seu. Não preciso nem olhar para saber quem é, mas porque ele está aqui? Ele não tinha ido embora?

– Isso quem decide é a Isabela e não você cara.

– Na minha frente você chama de Isabela né, mas antes estava cheio dos apelidos, qual foi, quem te deu essa intimidade hein? – Tiago riu e disse:

– Talvez se você fosse um namorado mais presente, nenhum cara teria apelidos para sua namorada, não acha? – Bernardo tirou o braço da minha cintura numa velocidade que só deu tempo de eu parar em sua frente com as mãos em seu peito e dizer para ele não fazer confusão, que não tinha necessidade. Eu sentia ele bufando de raiva, seu coração estava disparado e seus olhos queimavam de tanta raiva.

– Tiago, pode ir embora, eu vou com o meu namorado.

– Beleza, mas se precisar me liga – Ele disse isso e entrou no carro dando partida e saindo do estacionamento. Bernardo se afastou de mim e começou a andar de um lado para o outro nervoso.

– Me liga? Por algum acaso tens o número desse cara?

– Tais tirando com a minha cara? Ele falou isso para te provocar e você caiu feito um pato – Ele suspirou e assentiu, veio em minha direção e me abraçou dizendo:

– Fiquei louco de ciúmes, me desculpa, sei que jamais me trairia.

– Ainda bem que sabe. Agora me diz, o que faz aqui? Não tinha ido embora?

– Acha mesmo que eu iria deixar você aqui sozinha essa hora da noite? Parece que não me conhece garota – Eu ri, ele tinha razão, nem quando só éramos amigos, ele me deixava ir embora sozinha de noite, imagina agora que sou sua namorada. Dei um selinho nele e disse:

– Meu ciumento.

– Sou mesmo, cuido do que é meu – Ele me puxou pela cintura, colando mais os nossos corpos e me deu um beijo de tirar o folego e molhar a calcinha, suas mãos passeavam pelo meu corpo livremente, ele parou o beijo e me guiou para o final do estacionamento, onde estava o seu carro, meio escondido.

– Porque estacionou aqui? – Eu disse estranhando, com tantas vagas vazias bem no começo, ele colocou o mais longe possível.

– Eu troquei de lugar para você achar mesmo que eu tinha ido embora, queria ver você com um pouquinho de raiva – Ele diz rindo e dou um tapa em seu braço. Ele abriu a porta do carro para mim e deu a volta se ajeitando em seu banco. Ele me olhou com cara de safado e eu olhei confusa para ele.

– O que está se passando nessa sua mente pervertida?

– Eu estou ficando louco sem você, sem te sentir por inteira e eu pensei...ah nada esquece – Disse colocando a chave na ignição e quando ele ia virar eu segurei a sua mão e disse:

– Pensou o que? – Ele me olhou, mas não respondeu. Como eu conheço meu namorado muito bem, eu sei o que ele pensou, que como o carro está bem escondido, está de noite e tem película, ninguém vai ver, antes que ele pudesse pensar em alguma coisa, eu levantei um pouco a minha saia e tirei minha calcinha. Ele me olhou com uma cara surpresa por minha atitude, mas aprovando o que eu estava fazendo.

Pulei em seu colo, me ajeitei em cima do seu membro duro e puxei seus cabelos para aproximar mais nossos rostos e então o beijei com toda a vontade e tesão acumulado. Ele não perdeu tempo e já foi subindo as mãos pelas minhas pernas e chegando até minha bunda, me ajudando a movimentar para frente e para trás, nos excitando ainda mais.

Eu estava com muita vontade de senti-lo dentro de mim, e sei que ele também, por isso abri o seu cinto, depois baixei o zíper de sua calça, e com sua ajuda, baixamos um pouco sua calça e cueca juntas, deixando seu membro grosso saltar para fora. Cheguei a salivar da vontade de botar na boca, mas isso eu faria no apartamento dele, agora eu só queria sentir ele me preencher.

Sentei lentamente em seu membro e ele fechou os olhos e tombou a cabeça para trás, gemendo assim que sentei até o final.

– Porra amor... – Ele disse quando eu comecei a subir e descer rapidamente. Nossos gemidos ecoavam dentro do carro, ele voltou a me beijar, enquanto uma de suas mãos subiu para o meu seio, apertando por cima da blusa. Logo ele tratou de tirar aquela peça de roupa do meu corpo, baixou meu sutiã e abocanhou o bico do meu seio, chupando com vontade.

– Amor, você faz muito gostoso – Ele disse sussurrando no meu ouvido me deixando com mais tesão ainda, ele chupou minha orelha e depois o meu pescoço. Eu já estava no meu limite, então ele voltou a chupar meus seios enquanto eu subia e descia mais rápido em seu colo. Comecei a sentir que ia gozar e falei:

– Vou gozar amor.

– Goza amor, aperta meu pau bem gostoso – Me desmanchei ali mesmo, em cima do seu colo, gemendo seu nome. Logo em seguida senti um jato quente dentro de mim, ele tinha chegado ao seu limite também. Colamos nossas testas uma na outra e ficamos tentando regular nossas respirações, então ele disse:

– Manda uma mensagem para a Alana – Olhei confusa para ele.

– Por quê?

– Você não vai dormir no seu apartamento hoje, vai dormir comigo – Sorriu safado e eu também.

– Ah é mesmo? E porque eu dormiria lá? – Me fiz de inocente e ele mordeu o lábio inferior.

– Vai ter a melhor noite de prazer da sua vida – Senti seu membro começar a endurecer novamente dentro de mim e ele disse:

– Acho melhor nós se arrumarmos para irmos embora, se não vou te comer novamente aqui.

– Ah, sabe que eu nem iria ligar em repetir a dose aqui mesmo? – Eu disse sorrindo safada para ele que imitou meu gesto...Já sei que essa noite nós não vamos dormir tão cedo...

***

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