Capítulo 8

Música: Hedley - Perfect




— Amiga, esse homem é louco! — Arregalei os olhos.

— Precisamos chamar a polícia

— Está maluca? Victor só anda com gente perigosa, pode até se infiltrar na polícia!

— Você tem razão, mas o que vamos fazer?

— Eu já tenho um plano, e espero que ele esteja em ação.

Na manhã seguinte...

Taylor.

Uma noite de sexo com Jackeline sempre resolve e hoje foi uma das noites mais demoradas. Eu não gosto que nenhuma mulher se apegue a mim, muito menos ela. Eu apenas faço o que ela quer, acho que estando comigo ocupa a dor em seu coração, depois de tudo que aconteceu nem eu mesmo consigo maltratá-la igual as outras que ficam me agarrando e dando em cima de mim, é como se eu tivesse que protege-la sempre do perigo em volta. Mas naquela noite, algo consegue me mudar. Me perco entre pensamentos ...

" — Não sei se consigo ficar longe de você — sussurra entre meus lábios —

— Finalmente admitiu que me quer — Sorri.

— Não se ache tanto! Eu apenas não sei o que eu estou começando a sentir por você.... Sente o mesmo por mim? "

— Eu não sei — sussurrei deslizando as minhas mãos no rosto

— Bom dia —Jack se espreguiçou na cama e me deu um selinho — Você disse alguma coisa? Está tudo bem?

— Não — me levantei da cama — Eu estou bem— Coloquei meu roupão e desci para tomar meu café.

{...}

Mais tarte...

Jackeline.

Estou descendo as escadas e escuto Taylor ao telefone, não sei quem é, mas, não parecia ser algo relacionado a empresa, se não até eu mesma saberia. Será que é aquela mulher outra vez? Me aproximo lentamente até a porta da cozinha.

— Sim — Ele começa a andar para todos os lados — Você fez o que te pedi? — Gesticula com as mãos — Como não? Eu quero isso feito o quanto antes! — Ele põe a mão sobre a cabeça — É melhor fazer direito, não quero decepcioná-la!

O que? Como assim? O que está tramando Taylor Martins? ...

— Está tudo bem mesmo Taylor? — Aproximo-me e ele se assusta e guarda seu celular rapidamente em seu bolso — Com quem estava falando?

— Não é nada... — Ele sorri — Nada que se preocupe... — Ah, mas não aguentei.

— Disse que não quer decepcioná-la — Cruzo os braços — Pode me explicar isso?

— Jackeline, eu não gosto que você fique me fazendo exigências

— E por que não? Somos namo... — disse e ele me interrompeu

— Não Jackeline Hills, não somos namorados e nunca vamos ser — Ele vira de costas — Eu já tentei dizer isso para você milhões de vezes, mas parece que você não escuta! — Ele soca a parede — Você fica agindo como se fosse, mas coloca isso na sua cabeça: Taylor Martins de Alcântara não na-mo-ra! Ficamos claros agora? — Logo comecei a chorar — Olha... — ele pensou duas vezes, me pegando pelo braço.

— Não! Me solta Taylor — Apoio minhas mãos ao rosto —

— Jackeline, para com isso! Eu sempre estive ao seu lado independente de tudo, nunca te tratei mal e você sabe como eu sou, eu não fico com apenas uma mulher, eu fico com várias. Está cansada de saber, eu não me amarro a ninguém...

— Achei que você fosse diferente...

— Achou errado.

— E todos os nossos momentos Ty?

— Não os nego, foram ótimos.

— É só isso que você diz?

— Quer que eu diga o que? — Levanta as mãos para o alto —

— Há uma semana atrás você estava todo carinhoso comigo — Ele se vira de costas — O que te aconteceu para ficar tão frio assim?

Nada Jackeline... Nada

Há uma semana...

Taylor.

— Jackeline? — Começo a andar para todos os lados e não a acho de jeito nenhum — Merda! Para onde você foi? — Em seguida saio para o lado de fora de casa e vejo o que não queria ver, ela sobe na moto do cara que eu considerava meu "Melhor amigo" e para piorar, enfiou a mão dentro da sua bermuda esfregando seu pau — Vagabunda, você vai se ver comigo! — Pensei enquanto ia para o carro, logo os dois saem na maior velocidade, resolvo perseguí-los. Então eles param, na porta de sua casa e saem da garupa para se abraçar.

— Ai para, Bruno — Ela disse, enquanto ele mordiscava seu pescoço —

— Você tá gostosa em? — Ele aperta sua cintura — Quando que você vai largar o boiola do Taylor, em amor?

—Ah, não vamos estragar o clima vai — Revira os olhos — Não quero falar de passado — Ela ri e ele sorri de volta —

—Hum, isso quer dizer que eu tenho uma chance, não é? — Ele morde os lábios

— Você sempre teve gatinho — Eles riem juntos

— Daria tudo para ver a cara dele, vendo nós dois juntos — Ele ri debochadamente

— Eu também — Ela ri

Atualmente...

— Taylor, você está me ouvindo?

— O que foi?

— Chega de brigas vai? — Ela me abraça por trás, e eu reviro os olhos — Eu quero ficar bem com você — Sorri — O que acha de jantarmos essa noite, depois das reuniões chatas e documentos para assinar e mercadorias para receber? — Ela tenta me dar um selinho e eu pego um copo de água em cima da mesa.

— Vou pensar — Ele pisca — Te mando uma mensagem.v

— Tá — Abaixa a cabeça —

Em seguida subo as escadas e vou tomar um banho. Saio, passo um desodorante e um perfume depois visto minha cueca e finalmente meu terno e sapatos. Ela estava parada na porta me observando, enquanto arrumava o edredom em volta do seu corpo. Desço as escadas sem nem ao menos olhar para ela, pois sabia que ela ia querer insistir na conversa, tomo meu café e ela para na porta outra vez.

— O que foi Jackeline? Vai ficar me seguindo?

— Nossa, eu achei que iria notar! Não posso te pedir um beijo?

— Para isso que você fica me seguindo? — Me levanto, reviro os olhos dou um selinho rápido na sua boca—

— Nossa que seco — Em seguida encho um copo d'água —

— Feche os olhos — Ela obedeceu, em seguida peguei o copo joguei a água em sua cabeça e sai rindo —

— Filho da...

Rose.

Começo a andar para todos os corredores, indecisa, confusa, nervosa. Aproveitei que todos estavam ocupados com seu trabalho e fui para a sala privativa, ninguém me incomodaria por lá. Eu tinha que resolver esse problema, o quanto antes, por mais que Annie queira me ajudar, eu não posso arriscar a vida de mais ninguém. Sim, eu tinha que me encontrar com o Victor, pelo menos isso eu estava decidida a resolver.

— Alô Victor? — Eu escoro na parede — Eu aceito me encontrar com você, mas eu digo a hora e o lugar.

Taylor.

Depois de um longo dia chato, eu estava entediado. O que seria de mim? A não ser chegar em casa, ver Jack querendo mais e mais sexo, francamente ela está parecendo uma cadela no cio! Eu queria fazer algo diferente, mas não com ela. Eu fui para o meu antigo apartamento, fazia tempos que eu não ia lá. Resolvi fazer um jantar surpresa para Ana, não sei por que, mas eu precisava de vê-la.

— Alô Annie?

— Taylor? Você me ligando — Pude sentir que estava sorrindo —

— Ficou impressionada foi ? — Ela ri

— Não, só estou confusa, por que me ligou?

— Bom, tenho algumas novidades para você — Menti.

— O Que?

— Nada disso, venha aqui no meu apartamento que estou preparando um jantar a dois

— É mesmo? Vou ficar só observando você e a "adorável" namoradinha?

— Já disse que eu e ela não temos nada — Reviro os olhos — Venha, por favor

— Tá, me passe o endereço

***

Ouço a campainha tocar e ainda estou preparando a mesa, vinho e pizza. Claro que eu não sei cozinhar, por favor, homens não fazem comida! Só os empregados e olhe lá.

— Olá — Abro a porta. Primeiramente a reparo, como estava linda. Seu olhar penetrava ao meu enquanto ela sorria, sua imagem vinha a mim em câmera lenta, ela usa um vestido longo e vermelho com um colar de brilhantes e um salto preto. Estava deslumbrante — Está maravilhosa!

— Obrigada — Ela fica corada —

— Você me convidando para jantar? Isso é uma novidade — Ela ri — Vai chover?

— Não está com cara — eu finjo de bobo e ela ri —

— Então o que temos hoje?

— Vinho E pizza

— Meu Deus — ela ri baixinho — Fala a verdade cafajeste... — Ela se aproxima de mim — Você quer ficar comigo, não é? — Pego em sua cintura e ela entrelaça seus braços ao meu pescoço —

— Não gosto des... — eu disse e ela me interrompeu

— Dessa palavra — Ela revira os olhos — Eu sei, mas é que eu adoro te chamar assim — Ela ri e eu dou um beijo nela.

Rose.

— Victor, eu vim aqui por que eu estou cansada das suas ameaças

— Até que enfim, você fez a decisão certa — Ele passou a mão no meu rosto e eu a tirei —

— Não encoste em mim — E em seguida ele segurou a minha mão —

— Escuta aqui você vai maneirar ou eu vou ter que matar um de seus amigos? — Ele ri debochadamente

— O que você quer dizer com isso?

— Nesse exato momento, sua amiga Ana Beatriz está com Taylor Martins em um apartamento bem perto do centro de Seattle e um amigo meu está no alto da sacada só esperando a minha ordem para poder atirar — Ele sorri —

— Quando você virou esse idiota doente?

— Eu sempre fui assim querida — Ele pega meu queixo a força e me dá um beijo —

— Me solta desgraçado — Eu bati na cara dele.

— Ah, então é assim? — Esfrega a mão no rosto e pega o celular — Pode atirar Luiz — Ele apenas sorri

— Não! — Gritei , enquanto alguns homens me seguravam —

Ana.

Eu e ele estávamos nos beijando feito loucos, ele me arrastou até o quarto e eu o joguei na cama ficando por cima dele, nossas roupas ficaram espalhadas por todo canto e eu fiquei acariciando seu corpo, arranhando e ele ronronava, mas quando eu fui beijá-lo, eu senti uma dor muito forte, quando fui ver eu estava cheia de sangue, não conseguia emitir nenhum som, apenas olhei minha mão ensanguentada, Taylor tentava falar comigo, mas não conseguia ouvir, quando fui ver eu já tinha apagado.

Rose.

— O que você fez? — Grito já desesperada, tentando me soltar dos mamutes —

— O que era para ser feito — Ele desliga o celular — você vai me obedecer? Ou vou ter que matar mais um da sua lista do facebook? — Ele pisca.


Olá meus lindos leitores <3

Espero que estejam gostando, ou melhor A-M-A-N-D-O!

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