Capítulo 5

Capítulo Bônus !!

Obrigada pelos elogios amo todos vocês!!

— Rose eu... — o interrompi

— Está tudo bem, eu só não quero que isso aconteça outra vez, não se for para ser desse jeito

Eu te amo — Ele vinha se aproximando lentamente, só que eu me afastei

Eu... — Não consegui dizer aquela frase, e se eu estivesse enganada? E se eu não o amasse mais? Será que tudo isso não se passava de loucura da minha cabeça? Será que Annie estava certa o tempo inteiro? Meu coração está confuso — Quero um tempo Victor ...

— Um tempo? Como assim Rose?

— Eu estou confusa, não é assim que funciona as coisas...

— Como é que é? — Seu tom de voz se alterou enquanto batia forte na porta, logo ele veio se aproximando de mim me jogando na parede — Você é minha Rose, não é de mais ninguém você está me ouvindo? Se você estiver se encontrando com alguém ....

— E se eu estiver Victor? Você não terminou comigo? Eu posso muito bem cuidar da minha vida, me encontrar com quem eu quiser, você não manda em mim! Você acha que pode chegar aqui na minha casa, dizer essas coisas e está tudo bem? Deixa de ser um falso, agora que eu quero mesmo ficar longe de você — disse o empurrando e fui até a porta e abri — Saia daqui e não volte nunca mais

— Você vai ver o que sou capaz de fazer — ele olhou diretamente em meus olhos —

— É mesmo? Que medo

— Guarde essas palavras Rosalyn, eu vou fazer sua vida virar um inferno

— Tenta — o empurrei e ele foi para longe e eu tranquei a porta e comecei a chorar. Sim eu estava fazendo o certo, por mais que doesse, por mais que meu coração esteja confuso eu não podia mais aceitar isso, agora eu terei que me proteger ao máximo.

Dois meses depois...

Ana.

Minha rotina era sempre a mesma, ir ao trabalho e voltar para casa, eu não conversava com Rose fazia meses e eu estava morando em um hotel bem perto do meu trabalho, eu sentia que ela estava muito triste e bastante preocupada, sim eu a reparava sempre.

— Ei, Annie — Disse Johnny

— Sim?

— Você não acha que a Rosalyn não está estranha?

— Estou começando a achar que sim

— Pois é, estou sempre a observando, ela parece aflita, será que aconteceu alguma coisa com ela?

— Eu não sei, por que você não pergunta?

— Vocês são superamigas e.... — eu o interrompi

— Não estamos conversando

— O que? Mas como assim?

— Ela ainda está cismada com aquele namorado dela, então eu nem quero saber mais, problema é dela agora se ela quiser minha amizade de volta, fale comigo. Eu cansei!

— Poxa não diga isso

— E quem é você para falar Johnny? É outro que não conversa com ela! Eu já te disse para não desistir, e no primeiro momento você abandona o barco — revirei os olhos — Nós não conquistamos as pessoas em um dia, tenha paciência pelo menos com ela.

— Mas...

— Shh — fiz sinal para que se calasse — O que está esperando? Vá falar com ela! — Ele apenas sorriu e saiu correndo feito uma criança brincando de pique.

Rose.

A qualquer momento aquele idiota do Victor poderia aparecer. Mas que merda isso não sai da minha cabeça de jeito nenhum, só de pensar que ele está me vigiando por todos os cantos — Calma Rosalyn, respira fundo, ele não está atrás de você, apenas concentre-se no seu trabalho —

— Rosalyn? — Ouvir aquela voz me deu um aperto no peito, logo olho diretamente naqueles lindos olhos negros de Johnny, por mais que eu o ignorava eu precisava de alguém naquele momento eu apenas o abracei e chorei — Ei, o que houve?

— Me desculpa?

— Pelo o que?

— Por te tratar mal aquele dia, por ter ignorado você diversas vezes e ...— Ele me interrompeu

— Rose, esquece vai? Já faz muito tempo e foi apenas um encontro de muitos — Ele sorri —

— Você é um amor sabia?

— E você é linda, não se esqueça disso — Ele beija o topo da minha cabeça — Quer me contar o que está acontecendo?

— Vamos sair hoje? Eu explico tudo para você — Pisco para ele.

Taylor.

Eu tinha acabado de fazer uma reunião e quando entro em minha sala vejo a Jack sentada em minha cadeira com os pés a mesa com um vestido curtíssimo e com o decote a mostra, ah como amava o jeito dela se vestir. Ao contrário das mulheres que frequentam a minha casa, ela era uma das que eu mais tratava bem, uma puta na cama, mas um doce de pessoa. Não queira se enganar com o jeito vulgar em que ela se apresenta, ela adora me provocar, tudo só para ter o meu corpo colado ao dela.

— Pronto para mais uma noite maravilhosa? — Ela se levanta e senta na mesa — Eu quero aqui — ela passava a ponta das unhas sobre a madeira — Sem essas coisas — ela jogou tudo no chão — Quero que seja bem gostoso amor.... — Ela sorri.

— Hum — aproximo-me enquanto ela arrebenta os botões da minha blusa lentamente acariciando minha barriga e logo jogo no outro lado da sala, entrelaço seus braços na mesa com uma mão e a outra percorre por todo seu corpo, sinto-a arrepiando.

   Excitá-la era fácil, pois eu havia feito isso milhares de vezes, com ela era gostoso, sexy, divertido, mas não chegava a ser diferente, nada que fizesse mudaria alguma coisa. Pego em sua nuca beijando seus lábios carnudos e macios, suas unhas arranham minhas costas enquanto eu alisava minha língua no lóbulo de sua orelha, ela gemia baixinho pedindo mais e mais, mordisco seu pescoço e ela se contorcia de prazer. O corpo dela era lindo, empinado, curvas bem desenhadas e seios fartos. Fazer o que? Eu fico louco quando ela fica nua, ela se alisava sobre mim e ela abre o zíper na minha calça, tirando pôr fim a minha cueca.— Ai, amor assim.... — Ela gemeu alto.

Ana... — sussurrei

— O que? — Ela me joga para longe — Quem é essa vagabunda?

— Do que você está falando?

— Você está fazendo hora com a minha cara Taylor? — Ela me empurrou arrumando suas roupas — Eu venho aqui na maior boa vontade e você me chama de outro nome?

Amor, eu...

— Não me chama de amor, aliás ... não me procure nunca mais — Ela se vira de costas.

— Jackeline volta aqui!

Merda, mil vezes merda! O que eu fui falar?

Jackeline.

Eu não estou acreditando até agora que ele pode fazer isso comigo, nossa história é tão linda e como ele teve coragem de me chamar de Ana? E que nome é esse de pobre? Ah, mas eu iria a fundo disso. Chegando a recepção, fui até uma garota que atendia uma moça.

— Da licença — Empurrei a moça —

— Tá maluca? — Ela disse.

— Se você não sabe eu tenho total direito sobre esta empresa, então eu faço o que eu quiser — eu a repreendi e ela saiu fora — Ei, você — encarei a moça no balcão ela arregalou os olhos — Quero que fique de olho em qualquer pessoa que se chama Ana entrar nesse prédio procurando o Sr. Taylor Martins, me comunique imediatamente! — Deixei meu cartão em cima do balcão e fui embora.

Rose.

Estávamos no mesmo restaurante novamente, começando tudo de novo, como se acabássemos de nos conhecer. Pedimos apenas um vinho. Eu nunca cheguei a pensar que Johnny era uma pessoa tão legal, divertida, ele me trata tão bem e eu não enxergava isso nele, apenas o via como um moleque querendo transar comigo e nada mais, mas pelo o que pude ver nessa noite, ele só queria me fazer sorrir, me fazer companhia, estar por perto. Será que eu devia mesmo estar fazendo isso? É o certo?

— Então — Riamos das piadas que ele contava — Você sempre foi assim Johnny? — Tomei um gole de vinho — Eu nunca reparei isso em você, eu quero que me desculpa por ter sido grossa com você e.... — Ele me interrompe.

— Esquece, já passou....

— Podemos comer alguma coisa? — Ele assentiu que sim com a cabeça, se virou e chamou o garçom —

— Desejam alguma coisa? — Ele pega o caderninho em seu bolso.

— Sim, queremos peixe — Logo ele anota o pedido e se retira

— Você está sendo tão atencioso John ... — e eu olho diretamente para os seus olhos, pois um brilho surgia. Estava feliz, eu finalmente consegui deixa-lo assim.

— Eu gosto muito de você Rose... — Ele pega em minhas mãos — Saiba que eu estarei aqui com você sempre!

— Fico feliz que eu tenho você — olho para baixo —

— Está triste, quer conversar?

— Annie é minha melhor amiga John... — uma lagrima desce em meu rosto — Eu nem estou acreditando que eu a larguei por causa daquele... — ele me interrompeu.

Filho da puta — ele fica nervoso, mas logo respira fundo — Rose, acho que você deveria conversar com ela, se entenderem

— Acha que ela irá me perdoar?

— Claro que sim, ela é sua melhor amiga...

— Você é um amor John — me aproximo dele e dou um beijo em seu rosto, só que ele se vira e acaba que se torna ume beijo, não diria quente e excitante, mas sim doce e suave. Sua mão direita vai a minha nuca e a esquerda com as pontas dos dedos tocam delicadamente as maçãs do meu rosto, nossas línguas encaixam-se massageando uma a outra — O que foi isso? — Sussurrei entre seus lábios.

Apenas vamos curtir esse momento — sussurrou e eu apenas sorri voltando a beijá-lo.

Ana.

Abro os olhos. Olho para o meu quarto, sinto aquele vazio. Era estranho ficar ali naquele lugar sem ter ninguém por perto. Já fazia dois meses que eu estava fora de casa. É eu sentia falta da minha melhor amiga. Mas enquanto ela não se desapegasse daquele idiota eu não voltaria, não mesmo.

De manhã faço minha rotina de sempre, tomo meu banho, me arrumo, escovo os dentes e vou tomar meu lanche no café ao lado da Biblioteca. É desesperador, mas até que dava para sobreviver. Assim que peço me viro e acabo esbarrando naquele cafajeste... me lambrecando toda de cappuccino.

— Já tive várias fantasias com mulheres molhadas — ele me olha de cima a baixo — Mas essa é nova — ele sorri maliciosamente.

— Me poupe seu idiota — disse indo até o banheiro— Droga como irei trabalhar assim? — Disse me olhando no espelho e tentando me limpar com o papel toalha.

— Quer uma blusa emprestada?

— Não muito obrigada — logo o vi se aproximando

— Por que você se faz de difícil para mim — ele me puxa para ele

— O que você quer dizer com isso?

— Eu não entendo você — ele passa as mãos sobre uma de minhas mechas de cabelo e põe atrás da orelha — Uma hora você não resiste — Ele me pega pelo colo e eu entrelaço meus braços sobre seus ombros e me põe sobre a pia — Outra — ele se aproxima quase colando nossos lábios, dava para sentir sua respiração — você se faz de difícil — Ele olha meus lábios, mas depois sai e eu desço — O que você quer de mim?

— Não quero nada de você — reviro os olhos

— É mesmo? — Ele se aproxima novamente me puxando para ele pondo a sua mão por de baixo da minha saia — Ainda nega que me quer... — Eu não disse nada apenas deixei levar — Sei que você gosta... — Ele mordiscava lentamente minha orelha e descia até chegar a gola da minha blusa — Você me provoca muito ... — ele volta e me beija, me prensando sobre a pia que estava com a torneira aberta, suas mãos deslizavam sobre a minha roupa melada, ele aperta minha bunda e eu solto um gemido abafado e mordo seu lábio inferior — Eu estou ficando louco só pode — se afasta rapidamente.

— Deve estar mesmo

— Você me deixa confuso

— Olha eu tenho que ir trabalhar — Disse, mas ele me interrompeu tocando com as pontas dos dedos sobre a minha barriga —

— Assim? Sem me dar uma satisfação?

— Olha Taylor... — Ele me interrompe

— Ok, Ana Beatriz

— Como... — ele interrompe outra vez

— Tenho meus métodos... — Ele pisca — Já que irá trabalhar, pelo menos aceite uma blusa emprestada, o cheiro de café vai atrair mosquitos — Ele sai sorrindo.

— Seu filho da...

{...}

Ele me leva até seu apartamento, ainda estava um pouco cedo para trabalhar, afinal hoje não tinha muito o que fazer. Digamos que o apartamento era maravilhoso. Imagine uma cobertura, dois quartos, piscina e tudo que tem direito.

— Estou impressionada — Olho cada canto do seu apartamento — É maravilhoso — Logo o vejo passando por mim pegando um uísque e servindo em um copo —

— Aceita?

— Está maluco, beber durante o serviço? — Reviro os olhos — Quero apenas a blusa —

— Tudo bem — Toma um gole e logo começa a tirar sua gravata em seguida seu paletó e sua camisa ficando apenas de calça — Aqui tome esta — Ele pisca e eu o encaro — O que foi não quer?

— Você é louco? Por que não me emprestou lá no Café?

— Acha que eu tiraria minha camisa em público? — ele fez uma cara de deboche

— Acho — Começo a rir

— Belo sorriso morena

— Obrigada — eu o olhei — Bom, foi legal vir aqui conhecer seu apartamento — Comecei a tirar a minha blusa melada ficando apenas de sutiã, senti que ele queria me tocar, mas estava evitando. Sei que você quer cafajeste.... Abotoava lentamente a blusa e ele continuava a olhar meus seios — Mas tenho que ir embora — E ele volta rapidamente para realidade.

— Tudo bem, sem problemas — Ele me acompanha até a porta — Se precisar de alguma coisa — Ele tira algo do bolso — Venha até minha empresa — Ele me entrega um cartão e olha para o seu relógio dourado nos pulsos — Olha só a hora tenho que ir também — ele coça a cabeça — tenho uma reunião muito importante agora, posso te levar se você quiser.

— Está bem

— Podemos nos encontrar novamente? — Ele disse e reviro os olhos

— Talvez, quem sabe — dou uma tapinha em seus ombros.

{...}

Quando chego ao serviço no carro do Taylor, todas aquelas mulheres do meu trabalho inclusive Amanda saíram só para ver se era comigo com quem ele estava saindo, olhei para todas e nenhuma parava de comentar, Taylor sorria feito um ator famoso cumprimentando seus fãs.

— Obrigada pela carona — ele arqueia a sobrancelha — E pela blusa — disse e entrei para dentro e vi que todos estavam comentando eu apenas ria por dentro.

{...}

— Você e Taylor Martins de Alcântara? — Disse Karyn empolgada — Como ele é?

— Karyn, por favor — Eu ri — Não foi nada de mais, ele apenas foi educado — Menti. Um pouco.

— Eu quero saber todos os detalhes sórdidos menina! — E todas em volta pulavam de alegria, mas a minha atenção vinha direto para a Rose, que recebia a ajuda de Johnny com alguns livros — Annie?

— Oi — Eu não conseguia tirar os olhos dos dois, será que eles voltaram a conversar? Eu estava curiosa — Então amiga foi assim ...

Victor.

Lá estava eu, no alto da sacada do café, mais um dia observando Rosalyn. É eu estava realmente certo — Vagabunda! — Soquei a parede ao meu lado — Eu vou acabar com a raça desse desgraçado!


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