Perdi, e agora? Parte 1
A noite chegou rápida e deslumbrante, esperei minha mãe ir pro quarto dela e sai para o quarto de Scott.
_Pronto, vamos? Perguntei a Scott.
_Vamos, quer voar?
_Com o maior prazer.
Saímos pelo meu antigo quarto, o céu tão brilhante e muito bonito, o Scott segurou minha mão e nos voamos como pássaros, nós brincamos e vimos de tudo, passamos em um rio, eu segurei ele e o empurrei dentro d'água, ele segurou meus pés e me puxou.
_Não Scott a água esta gelada!
_Você não pensou nisso quando me empurrou pra esta água gelada.
_Não, não... Scott não! Deixa-me sair está frio.
_Eu te esquento.
Ele me abraçou nos deitamos no chão e ficamos olhando o céu, ele me abraçava como se nunca mais fosse me ver.
_Por quê?
_Porque eu amo você.
_Você sabe que não foi isso que eu perguntei.
_Mas tudo se resume no amor que eu sinto por você.
_Você ate que mente bem.
_Não estou mentindo.
Ficamos deitados lá por horas, o sol estava quase amanhecendo, o Scott me pegou nos braços e me jogou na água, o segurei e fomos embora encharcados.
_O que aconteceu com vocês?
_Mãe estávamos nos divertindo um pouco e caímos num rio.
_Esta bem fala mais um pouquinho que eu acredito.
_Quer acreditar! Acredite! Se não quer fica sem acreditar em mim.
_Suba agora Laís!
Os dias passaram muito rápidos, o mês de abril estava chegando, estava parecendo um presídio se eu saísse na porta todos me perguntavam aonde eu ia. O Anael era um fofoqueiro contou que eu ia embora escondida, aquele bocudo.
Lúcifer continuou a tentar falar comigo nos meus sonhos toda noite, e ele ainda não sabe que me transformei. Estava treinando freqüentemente se eu ainda pudesse sentir dor nem conseguiria andar mais.
_Laís!Laís!
_O que foi mãe?
_Você vai viajar com o Peter, vocês vão atrás de Beezus, Daniel não conseguiu rastreá-lo, e peguem alguns demônios e tragam eles a mim, vou querer algumas respostas deles, tome cuidado, sua mala esta no carro, no seu.
_Obrigada pela confiança mãe. Abracei-a bem forte dei-lhe um beijo na testa e sai.
Peter me olhou como se algo de ruim fosse acontecer, mas pelo olhar dele aconteceria comigo, Scott parou no vidro do passageiro e veio me dar um beijo me estiquei para lhe retribuir, ele sorriu malicioso, minha mãe olhou e ficou sorrindo. E estranho essa aceitação dela agora, Scott dorme em meu quarto junto comigo outra mãe tinha se preocupado e não deixaria sua filha adolescente com os hormônios a flor da pele dormir com um cara principalmente um demônio tecnicamente falando. Peter pigarreou para chamar minha atenção.
_Sim Peter?
_Esta pronta? Ele falou sorrindo.
_Eu preciso estar. Sinceramente eu tinha mesmo que estar pronta pra tudo.
Liguei o meu carro imaginando tudo que poderia acontecer nesta viagem, o caminho ate Colombo no estado do Paraná seria longínquo, coloquei minha musica preferida pra repetir do Kansas XD, Peter me ligou, coloquei no viva-voz.
_Você e doida ou algo pior que isso?
_Idiota, estou cantando para espantar os males.
_Mas você ta igual uma doida.
_Tchau cunhadinho. Desliguei na cara dele.
Continuei a cantar Carry on my wayward son, aquela musica parecia ser feita pra mim, era como se minha mãe gritasse pra mim ''Continue minha filha desobediente'', rodamos a noite toda Porangatu e no estado de Goiás tem pouco mais de 49 mil habitantes e não e muito conhecida, mas e pacificamente boa para se morar, minha mãe escolheu Porangatu por ser distante das famosas cidades como São Paulo ou o Rio de Janeiro, mas pra onde eu estava indo agora atravessava metade do país nunca fui a Colombo e nem no estado do Paraná.
Chegamos a Colombo as duas da manha, não queria ir procurar por um hotel, fomos dormir no carro mesmo Peter me xingou bastante, mas acabou dormindo no carro dele.
Na manhã seguinte fomos procurar pelo demônio Beezus, a informação era que ele estava perto de uma panificadora em algum galpão escondido, com sorte (coisa que eu não tinha) ele estaria lá.
_E agora Peter pra onde vamos?
_Para o norte, os caras que estamos procurando ficam em um bar e você ira pega-los.
_Eu não vou, sinto muito.
_Você ira sim, foi por isso que você veio.
_Droga! Eu te odeio.
Vesti uma roupa que havia ganhado da Jacyara há alguns meses atrás, uma calça de couro preta com uma blusa vermelha colada no corpo de manga cumprida, com uma bota preta de salto agulha.
Entrei no bar e todos olharam pra mim dos pés a cabeça, enquanto estava lá Peter foi verificar as redondezas, fui até o balcão, todos naquele bar eram demônios, eles me olhavam freneticamente, senti que o ambiente estava lotado de demônios e outras coisas, virei-me e fui para o fundo do bar e sentei-me, a garçonete veio toda sorridente em minha direção, ela e uma bela jovem, morena os cabelos curtos no ombro o corpo esbelto e muito bem modelado sobre o uniforme uma camiseta e uma calça jeans justa no corpo.
_Bom dia, bem vindo ao bar e lanchonete Pão Divino, o que quer pedir?
_Bom dia, vou querer um copo de leite e um bolo de chocolate.
_Já esta saindo.
Ela saiu para a cozinha da lanchonete, olhei para os rostos dentro do bar, um se destacou, moreno de uns 1,97 de altura uma tatuagem com um nome, parece ser Seth, outro chegou e começou a cochichar no ouvido do tal Seth, ele olhou pra mim e sorriu maliciosamente, os dois homens vieram em minha direção sorrindo e conversando entre si, a garçonete veio e colocou meu pedido na mesa e saiu olhando para o chão totalmente sem graça. Os dois sentaram ao meu lado.
_Ola bela jovem, eusou Lancaster e esse e meu amigo Seth, você e nova na cidade? Ele e o cara queminha mãe mandou Marta ir atrás e trazer pra ela, mas ela não encontrou pistasdo paradeiro de Lancaster e voltou de mãos abanando e eu dou de cara com ele.
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