Capítulo 1: fugindo

{Narrador narrando}

A várias décadas cientistas de todos os cantos do mundo tentaram milhares de vezes criar um Androide perfeito que fosse 100% semelhante aos humanos que pudesse ter sentimentos artificiais mas, isso durante muito tempo foi apenas um sonho impossível, um sonho inalcançável.

Em 2050 Cientistas de várias nações se juntaram para criar um Androide com aparência humana com sentimentos humanos artificiais, foram muitas tentativas fracassadas mais do que se dá para contar sem perder a conta eles desistiram depois de dez anos de fracassos. Esse sonho foi finalmente possível em 2067 quando vinte quatro cientistas se juntaram criando o primeiro Androide com sentimentos que foi nomeado de Caos.
Mas, a criação desse Androide que abalaria o mundo científico foi mantido em sigilo absoluto apenas o exército e alguns governos de alguns países sabiam da existência de Caos.

Nesse mesmo ano, a tecnologia começou a evoluir mais do que já era evoluída vários robôs foram aperfeiçoados e criados, os mais ricos e de classe média alta tinham robôs empregados que limpavam a casa, cuidavam das crianças, lavavam a louça, cuidavam do jardim faziam praticamente de tudo dentro de casa sem auxílio humano. Vários outros robôs foram feitos para auxiliar os humanos nas mais variadas tarefas.

Nesse ano nem tudo foram flores, muitos humanos foram substituídos por máquinas em seus empregos por elas serem melhores e mais eficientes e alguns empregos desapareceram para os humanos. Não se precisava mais de garçoms humanos todos foram substituídos por robôs, não se existia quase taxistas humanos e vários outros empregos para humanos estavam para desaparecer por completo para serem os novos empregos para os Andróides e robôs. Claro novos empregos foram criados para os humanos, mas algumas pessoas não conseguiram esses empregos por não terem estudo o suficiente. O mundo parecia cada vez menor, pois o mundo estava cada vez mais conectado, o virtual e o real se misturavam.

{Narrador narrando}

Em laboratório secreto longe da cidade em algum lugar de um deserto, cientistas criavam novas inteligências artificiais. Um cientistas com seus vinte cinco anos adentrou uma sala com uma porta do metal e observou o Androide.
A semelhança com um humano daquele Androide assustava o cientista novato da equipe, qualquer um que visse o Caos e não soubesse que ele é um Androide diria com toda a certeza do mundo que ele é humano.
O Androide de cabelos castanhos longos, pele bronzeada, se parecia tanto com pele real se encostasse era macia como a pele humana mas nada era real em caos tudo é artificial, uma altura invejável de 2,98 está carregando deitado em uma cama de metal cheia de fios com um fio em seu pescoço que o ligava a cama.

- Carregamento completo, bateria em 100% - Uma voz feminina robótica anúnciou- Em 72 horas a bateria precisará ser recarregada.

Caos abriu os olhos robóticos pareciam olhos humanos mas uma pessoa observadora notaria as sutis diferenças dos olhos dele para os olhos de um humano.
Caos tirou o fio de seu pescoço se sentou na cama e olhou para o cientista novato que tremeu de medo ao olhar para o Caos "Ele é tão assustador!" O Cientista novato pensou ele não sabia explicar o que o assustava em Caos mas algo o assustava muito talvez a falta de expressão? Caos não sorria, não muda de expressão sempre está com a mesma expressão em seu rosto, um olhar frio uma expressão que não mostra nenhum sentimento como se não os tivesse mas ele com certeza os tem, mesmo que sejam sentimentos criados artificialmente.

- Bom dia caos, Hora do treinamento. - O cientista novato disse um pouco nervoso, mas ficou mais calmo ao lembrar que se o robô surtasse alguns homens armados iriam para-lo. 


- Não.  - Caos falou olhando o humano, podia ver seu nome, o batimento cardíaco do cientista e analisar tudo nele o que ele via naquele humano?  O sentimento medo dominava aquele humano.

 Caos o andróide mais moderno do mundo, também era o mais inteligente. Os cientistas o criaram para ele ser como os outros robôs " Um escravo mecânico " mas, se esqueceram de uma coisa caos não era como os outros robôs ele era "consciente" seus criadores não tinham mais poder sobre aquele robô mas, os mesmos não notaram isso porque caos obedeceu cada comando com perfeição bolando um plano para fugir daquele lugar infernal, e hoje é  o dia. 

A sala não era muito grande uma dasparedes dela é um vidro disfarçado quem está dentro não os vê quem está lá fora, mas quem está fora da sala podia ver muito bem o interior daquela  sala mas não escutar.

Ouvindo a resposta o cientista novato contatou os outros cientistas do lado de fora com o comunicador, logo todos os cientistas tentaram controlar o caos mas não conseguiam fazer isso não importava o que faziam nada dava certo! Eles não tinham mais poder sobre o caos. 


Os outros cientistas do lado de fora da sala vendo que não tinham mais controle sobre sua criação escolheram a opção de destruí-lo, isso os deixava triste pois seu trabalho de anos seria destruído. 

O cientista novato recebeu a ordem de sair....


Não sei se vou continuar mas o negocio ficou até que bonzinho, vou ver se continuo depois de terminar alguma outra história. 





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