Três :
Capítulo Três
Olaf : Eu num sei oque é amor ...
Ana : Tudo bem, eu sei... O amor é colocar as necessidades de outra pessoa antes das suas.
( frozen )
Faltava cinco minutos para as 21 hrs, numa fração de tempo eu me vi ali, no meio de uma multidão de jovens bêbados cantado letras de músicas que machucavam os meus ouvidos. O campus tinha um ar de liberdade, é como um enorme Jardim com um salão de festas que da umas dez casas da minha. Mas,
não ha nada como a nossa casa, nossos amigos. É estranho admitir que eu sinto falta até das brigas com os meus irmão.
Esse negócio chamado adolescência é muito complicado, quando eu era criança costumava olhar para adolescência como a fase ideal. A fase onde todos os sonhos podiam se tornar realidades, hoje em dia eu percebi que ser criança é mil vezes mais fácil.
Andando pela grama verde vejo a Tinah é um grupo de meninas conversado, ao redor delas obersevo o entojo a qual eu não consigo nem pronunciar o nome, quase engolindo a boca de uma morena de cabelos lisos. Respiro fundo e dou três paços me distanciado do alcance deles, tento passar despercebida não olho muito para eles, fixo o meu olhar sob uma fonte que emanava águas cristalinas que se destacavam em meio a escuridão daquela noite de segunda-feira .
- Pâm! - Alguém grita o meu nome com uma certa frequência. Nem me dei o trabalho de olhar quem era, pois a Valentina tem umas daquelas vozes marcantes.
Se não for pedir muito,Deus me teletrasportar daqui pro meu quarto por favor. Digo em pensamento.
- Oii . - Digo meio sem graça e me virando para ela, a garota que estava entre os braços do mike me encara. Ele não esbouça nenhuma reação e começa a conversar com um garoto do lado dele, o mesmo garoto que troca sorrisos meigos com a Rebeca.
- Vem, vou te apresentar a galera ! - Diz entrelaçando seus braços entre minhas costas.
Foi os passos mais longos da minha vida, cada passo que eu dava ate proximo deles parecia
que eu estava escalando uma motanha. No momento eu desejava ta escalando a maior montanha do mundo, mesmo que eu morra de medo de altura.
- Gente essa é a Pâmela, minha colega de quarto. - Ela diz e eles se entreolham, percebo um sorriso frio no rosto do Mike. Ele morde os lábios e afasta o seu olhar do meu alcance. É a segunda vez que isso acontece, quando ele me vê sempre morde os lábios. Sera que eu causo um efeito tão grande sob ele.
- Olá Pâmela, sou o Connor é um prazer conhecê - la. - Nossa. Meu coração palarisa, meus olhos se arregalaram, sinto uma onda de calor. Cabelos nem pretos e não muito castanhos também, olhos cor de mel lábios com traços leves. Ele era so o garoto mas lindo que eu ja vi, na vida. Não era muito grande como o Mike, mas nem muito baixo.
O prazer é todo meu ... Eu não tive coragem de falar isso,vontade muitaaa.
- Olá! - Digo com um sorriso no canto da boca. Como tudo que é bom acaba, uma garota com cabelos encaracolados chega e da um beijão nele. E, mais uma vez, só me iludi.
Todos começam a falar entre si, a Tina coloca a mão sob o meu ombro eu tiro e falo : Vou dar uma volta, foi um prazer conhecer vocês. Nem foi, mas fazer oque ner. Ela sorri, eu me distancio deles e sigo sozinha até os dormitórios.
Blip- Blip.
Betyy: Como estão as coisas por ai ?
Pâmela Laizaa: Não muito ruins, mas nem boas.
Betyy: Quer conversar sobre isso ?
Pâmela Laizaa: Hoje não!!
Betyy : Ok. Tchau . Bjs
Pâmela Laizaa: Bj ...
Eu queira ter pedido pra ela me dizer ia ficar tudo bem, e que logo eu estaria em casa, na minha escola normal onde não tem valentões tatuados e nem garotas esnobes que te olham de cara feia. Infelizmente nada disso, ia acontecer então era melhor encarar a realidade, mesmo que ela seja assustadora as vezes.
Desligo o meu celular, meus olhos se deparam com a Maya cantado numa cadeira daquelas que não ficam presas ao chão e que são modelo Imperial no maximo, tenho até medo de quebrar alguma coisa nessa escola. Me aproximo mas dela, e vejo a Rebeca sentada na grama pensativa.
- Oi meninas. - Digo a dois passos de distância delas. Rebeca sorri ao me ver e abaixa a cabeça em seguida. A Maya que parecia estar com sono, aponta para uma cadeira eu puxo a cadeira para perto delas.
- Desculpem atrapalhar o silêncio, mas alguém pode me explicar oque acontece com as pessoas dessa escola.. - Murmuro. A Maya passa os dedos nos olhos e com uma cara de doboche diz :
- São tudo um bando de doido. - Diz e rir em seguida. - A Rebeca que estava calada, olha para ela e em seguida para mim. E com uma voz um pouco rouca diz : Mulher!!. A Rebeca tinha aquele tipo de olhar safado e meigo ao mesmo tempo, então quase sempre o rosto dela ta estampado com uma expressão safameiga. A maya revira os olhos ao vê a expressão da Rebeca e olhando para mim diz :
- Quer sabe.. vou te explicar sobre cada doido dessa escola, mas vê se não se assusta. - Ela se alevanta da cadeira, faz um sinal pra Rebeca levantar e me puxa. Andamos as três uma do lado da outra.
Derrepente sinto um toque suave no meu braço, viro me e uma garota com cabelos castanho escuro e encaracolado me encara com um sorriso caloroso. Retribuo o sorriso, a maya então diz :
- Oi July !. Dois minutos depois, a maya chamou a July para ficar conversando com nos.
Me sento perto de uma fonte de água, elas sentam ao meu lado, é então que a Maya Diz :
- O garoto tatuado que você brigou é o Mike Mc flay. Não chame ele de Mike, jamais... - A Rebeca balançou a cabeça, como se soubesse que era melhor nunca chama -lo por Mike.
- E um bonitão ! - a july completou :
- Quem ?
- acho que o nome dele é connor ! - Se eu pudesse ver meu rosto, concerteza ele estaria vermelho so de lembrar dele.
- Ele é ficante da minha meia irmã! Cuidado
aquele garoto é fogo, mas é bem mas agradável que a Emily e o Mc flay juntos. - Ela não precisou dizer mas nada pra mim perceber que a relação dela com a irmã não era das melhores.
Depois de algum tempo, a maya começou a cochilar sentada na cadeira. A july foi atrás de algo pra comer e a Rebeca e eu ficamos lá com cara de enterro olhando para todos da festa e comentado sobre cada um deles, de vez em quando ela colocava o Diego na história
o sorriso dela era sempre o mesmo ao falar dele, me arrisco a dizer que o amor que ela sente por ele, é uma daqueles épicos que você so vive uma vez na vida. E, quem nunca quis ter uma amor desses que além de estar marcado no coração, fica pra sempre marcado na alma.
E ai que eu concluo que eu não quero ter um amor épico. Pra que ... pra no fim sair com o coração destroçado porque a vida não é um conto de fadas como nos livros, acho que para a segurança dos nossos corações , é recomendado não ter um amor épico.
Derrepente a música que machucava os meus ouvidos não era mais problema, depois de ver oque eu vi, preferia escutar a música por pelo menos uns dez anos.
- Ora, ora como vai querido.. - Diz adentrado no campus, e batendo palmas enquanto ia ao encontro do Mc flay.. O deboche na fala dele, era visivel a quilometros de distância. Ele tinha aquele sorrisoso mal e docê ao mesmo tempo, na verdade esquece o docê.
Tento acordar a maya que ainda estava dormindo, procuro a July mas não a vejo, olho ao redor e a Rebeca estar logo a esquerda com o mesmo olhar assustador de quando eu briguei com o Mc flay.
Insisto que a Maya acorde, mas desisto quando a Rebeca diz que ela odeia ser acordada. Me aproximo um pouco do alcance do cara que andava em passos breves até o Mc flay. Sim, ele era ainda mas bonito, cabelos castanho escuros olhos da cor castanha escura. Roupa : totalmente de preto. Vamos combianr que com aquele porte fisico ele podia usar ate roupa de palhaço e ainda ia ficar bonito. Passo o meu olhar sobre o seu corpo para vê se tinha alguma tatuagem, vejo só um trevo de quatro folhas na mão direita dele. Ele estava com o corpo quase todo coberto, então não vi muita coisa.
- Você não sabe o desprazer que é ti ver seu filho da puta ... - Mc flay começa a falar num tom normal, mas quando vai chegando mais perto grita.
Eles ficam a um passo de distância um olhando fixamente para o outro, os olhos verdes do Mc flay se acenderam havia dor, raiva em seu rosto. As mãos dele estavam fechadas como uma figa, o outro cara por outro lado, estava com um semblantes calmo e não esbouçava muita raiva em seus gestos.
- Oque cê ta fazendo na porra da desgraça dessa escola.. - O mc flay diz e bate numa mesa de vidro que estava ao lado dele, onde a Maya estava com a cabeça rencostada sob.
Fui para perto da Maya pra vê se ele tinha acordado com o susto, mas ela não tinha. Então me voltei para perto da Rebeca.
- Calminha ! Fica relax, é assim que você recebe o seu amigo... Que modos são esses ? - Ele diz e rir, seus lábios entre abertos estavam esbranquiçados.
Nessas alturas ja tinha umas 30 pessoas em um ciclo esperando pra vê no que aquilo ia dar.
- É melhor pra sua saude mental e física que você vá embora.. antes que eu te quebre na porra da porrada. - Ele bufa ao pronunciar essas palavras tão meigas.. eu me arrisco a dizer que ele não conseguia falar uma frase sem colocar Porra no meio.
- Você que brigar ... Então pôs não querido venha .. - Diz e se senta ao lado da Maya que estava dormindo, ele fica com as pernas largas na cadeira e cruza os braços na altura da cabeça. - Tô esperando Mc flay . - Ele grita. Bem em cima da Maya..
Ao vê aquela cena a Rebeca fala baixinho no meu ouvido :
- Se ele acordar a Maya, ai sim ele vai vê... - Vejo a Maya levantar a sua face solenemente da mesa, com o cabelo um pouco bagunçado ela ergue o rosto e seu olhar se encontrar com o garoto que estava ao seu lado. Nessa hora o Mc flay ja estava sendo segurado pelo Diego.
- Pra que esses gritos ... Tu acha que alguém aqui é surdo nessa desgraça. - A Maya diz fuzilando ele com os olhos, e se alevantado em seguida. - Ele a segura pela mão e debochando diz :
- Calma você é muito esquentadinha !! - A Maya tira as mãos dele das dela e vem ate nos com cara de quem mataria um. O Diego solta o Mc flay e pede que ele não ceda as provocações.
- Cadê você Mc flay to esperando!! A esqueci você não é um homem de palavra, ta mais pra um rato. - E isso foi a gota d'água. Depois dali, o Mc flay vôo na direção dele.
- Ta achando que vai tirar sarro da minha cara, e vai sair daqui com essa sua carinha de merda. - Ele da uma pausa e apos dois segundos continua. - Eu posso ate ser expulso, mas eu te deixo de cadeira de rodas D Black!! - E foi então que todos descobriram que o tal garoto se chamavam D BLACK . E que nome ner !!
O D black empurrou ele do seu alcance, e ficou em pé parado com os braços abertos pra cima.
O Mc flay correu ate ele, e os dois cairam no chão com o imapcto. Por azar derrubaram a Maya que estava perto, a Tinah surgiu de algum lugar e pediu pra alguém gravar.
Os dois colidiram no chão com os corpos expostos entrelaçados, depositado socos seguros na região superficial do nariz, o sangue parecia espirrar em quantidades significativas. Em um reviravolta, ao perder o equilíbrio Mc flay se afasta e da um golpe no esôfago dele, fazendo com que ele perda seus sentidos vitais . O D black fica caido no chão com o nariz espirrando sangue mc flay se alevanta, todos começam a bater palmas e gritar o nome dele. A maya que estava no chão se alevanta e grita : Acabou essa merda. D Black mesmo no chão começou a rir.
- Quem disse que acabou, é so o começo. Vai te que me aturar, atura ou surta. - Ele diz levantado - se com dificuldade. Por trás ele segura o pescoço do Mc flay e começa a apertar com brutalidade. Vou ate Maya que ainda estava muito dolorida.
- Maya !! Ja chega eles vão se matar, agente tem que pedir ajuda. - Ela pede pra mim ficar e, segue com a Rebeca atras de ajuda. Ja no chão, mas com as mãos ainda no pescoço do Mc flay que mesmo sendo enforcado não esbouçava dor ou fraqueza, D black susurrava algo no ouvido do Mc flay.
A Maya chega com o cara que eu vi na entrada da escola, ela vem por detras dos dois e joga um balde d água bem em cima do D black. Que solta o Mc flay imediatamente. Ele cai no chão, e la fica. A maya rir ao vê a expressão do B black molhado da cabeça aos pés.
- Trevor D Black!! Na minha sala agora.. - Ele agradece a Maya e sai. O D Black olha pra Maya com um olhar 4 / 4 e sai.
O Diego se aproxima do Mc flay que estava no chão, e o ajuda a levantar.
Dou tchau para as meninas ainda horrorizada com oque acabei de vê. Por um breve instante, eu pensei que eles iam se matar. Isso me assustou bastante. Além de que ninguém fez nada, como se aquilo fosse algo comum.
Hoje desejei mas doque nunca voltar pra minha casa.
Sozinha na calada da noite ando pelo campus, ido ate os dormitórios. Alguns jovens sairam em direção a outras festas, então não tinha quase ninguém pela escola. Os sons que pairavam era a brisa dos ventos que deixavam o meu cabelo esvoaçantes pelo ar e um barulho
de água caido sobre o chão . Olho para o céu, mas não ha nem sinal de chuva. Ando um pouco mas, e vejo um reflexo boiando de cabeça na piscina que havia no meio do campus.
Corro ate a piscina em passos largos.
- Socorro ! Socorro. Help, help, help.. - Coloco a mão na cabeça, em desespero olho de um lado para o outro e não vejo ninguém. Decido pular na piscina, mesmo sem saber nadar. Dou um impulso para pular o mais perto que der.
- Moço, fala comigo ! - Digo me aproximando, e gritando para vê se ele estava acordado.
Viro o seu rosto, é então que nossos olhares se cruzam mais uma vez, so que dessa vez ... ele estava mas fragil e não com aquele olhar explosivo. Seus olhos semi fechados e labios totalmente esbranquiçado sem uma gota d sangue. Tiro a face dele de debaixo da água. Entrelaço meus braços sob a cintura dele. : Fala comigo, porfavor!! Digo desesperada. Ainda parada no meio da água com ele. Os meus labios tremiam de frio, tento pegar o meu celular, mas lembro que pulei na água com ele. Escuto passos vindo nessa hora e grito por ajuda novamente..
- Oque aconteceu? - Ouço uma voz que fala vindo em meio a escuridão.
- Ele caiu na água . - Era o connor, ele se aproximou da piscina e pulou. Veio ate nos e pediu que eu me acalmasse, tirei meus braços que estavam voltados no mc flay e, ele apoia o mesmo em seu ombro. Ja fora da água, coloca o Mc flay na beira da piscina.
- Ele não ta morto ? - Pergunto assustada, vendo ele fazendo movimentos circulares no peito do Mc flay. - Espero que não. Ele responde com uma expressão preocupada.
Para o meu alivio, a água que ele engoliu saiu pelo céu da sua boca e ele começou a recobrar os sentidos.
- Graças a Deus! - Grito. Aos vê os seus olhos verdes, se entre abrindo aos poucos. A cabeça dele fica rencostada no meu colo, e meus meus cabelos escoam água em cima dele. Acho que ele não estava vendo o meu rosto, porquê se visse, jamais estaria tão perto assim.
Foi a primeira vez que eu vi ele sorrir, sim era lindo. Não ele, mas o sorriso. E destacava os lábios dele como nunca vi antes em outro alguém.
N. O. T. A. S
Quarto capitulo ta quase pronto. Sera que rola um obrigado, esperem ate o proximo cap. Votem e cometem é muito importante pra me dar coragem pra continuar escrevendo.
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