[039] -2/ oi Cami

Elizabeth on.

Estava determinada, estava estudando grimorios igual louca, passei o dia trancada na biblioteca e consegui decorar tantos feitiços que me sentia uma biblioteca ambulante. Fiz uma breve pausa e me sentei na poltrona de couro macia e fechei os olhos por breves segundos e então senti duas mãos em meus ombros.

Elizabeth - já voltou querido?

Klaus - pra falar a verdade eu não fui a lugar algum - soltei uma risada nasal e olhei pra cima - você está altamente tensa.

Elizabeth - passei a manhã inteira estudando feitiços, já estou com cara de grimorio, ou de Google. - ele riu junto a mim e deu um beijo na minha testa.

Klaus - preciso de uma coisa - olhei pra ele com cara de tédio - preciso que venha comigo até o quartel francês pra podermos falar com o Marcel. Vou colocar meu plano A em ação.

Elizabeth - okay - me levantei e ele me olhou confuso - vou com você mas só porque eu vou executar o MEU plano A. Tenho que descobrir o máximo de coisas possíveis sobre essa tal de Davina. Mas... - ele arqueou uma sobrancelha - quando a gente voltar eu quero uma massagem, tô com torcicolo de tanto ler. - ele pegou minha mão e me arrastou pra fora da casa.

[...]

Klaus me falou que Marcel estava provando um terno, o por que? Eu ia descobrir agora. Mal chegamos e já ouvimos o braço direito do Marcel nos acusando de coisas.

Thierry - ...olha, eu sei que você e o Klaus são amigos, mas, desde que os originais voltaram...

Klaus - Ahh, o que é que há Thierry? Você não tá bravo pela mordida tóxica de lobisomem que eu te dei né?

Elizabeth - de graças a Deus que não fui eu, estaria morto em menos de vinte e quatro horas. Supere isso - Marcel me olhava de um jeito interresanfe, talvez assustado, arrependido, meio triste... Não sei dizer, ele não sabia como reagir a minha presença.

Thierry - tô vendo que eles tem liberdade pra circular aqui agora.

Elizabeth - sempre tive meu querido. Minha família viveu aqui. Aliás criamos tudo isso aqui não é meu amor?

Klaus - claro que sim, tanto como sei que essa loja é especial pra você.

Marcel - okay, okay, já chega. Vocês sabem como é, Thierry é meu braço direito e Klaus é meu velho amigo e criador ele é um hóspede aqui.

Elizabeth - obrigado pela consideração Marcel. - sussurrei no ouvido do Klaus alto o suficiente pro Marcel ouvir - já me arrependi de ter vindo com você, vou comprar minhas coisas naquela loja de bruxa esquisita e vou pra casa. - passei por ele e ia seguindo pra porta.

Marcel - espera Liza. - parei de andar mas não me virei pra ele. - eu quero falar com você.

Elizabeth - sério?... pega senha e entra na fila. - sai do lugar mas antes que eu passasse pela porta senti uma mão na minha cintura - Klaus eu vou embora, é sério.

Klaus - prometeu que ia passar o dia comigo - estreitei os olhos, ele daria um exelente ator. - vem, Marcel quer me levar a algum lugar e você vem junto.

Elizabeth - pra ele não dar a mínima de novo?! Não, obrigado.

Marcel - Liza por favor... - dei de ombros e sai na frente.

[...]

Estávamos de volta a nossa antiga casa e o Klaus saiu, mas eu fiquei porque o Marcel insistia em conversar.

Elizabeth - fala logo. Não aguento mais você me olhando com essa cara - me desencostei do corrimão e olhei pra cara do Marcel.

Marcel - eu queria lhe... pedir desculpa. Pelo que você viu que eu fiz. Não queria que ficasse chateada comigo Liza é uma das pessoas mais importantes da minha vida. E como uma forma de me desculpar eu queria que viesse hoje na festa que eu vou dar.

Elizabeth - hm. - sai andando

Marcel - o que? O que quis dizer com hm - passou a me seguir.

Elizabeth - você é bobo assim ou se faz? Pelo amor de deus Marcel? Não vê? Suas desculpas não valem de nada, não concertam o que você fez ou faz, o que vai fazer a respeito dessas desculpas ein? E se sou uma das pessoas mais importantes da sua vida por que não me trata como se fosse? Por que desde que eu cheguei você deixa claro que não me quer por perto e que você não me queria aqui e sou indesejada? Você nem se quer confia mais em mim - bufei e me agarrei no corrimão de novo - eu vou nessa festa. - ele me olhou esperançoso - mas não vai ser por sua causa. - vi seu olhar se entristecer - Marcel, vamos conversar... transformou meu quarto antigo em alguma espécie de depósito? Ou crematório pra suas vítimas?

Marcel - por que você mesma não olha - o olhei desconfiada e segui rumo ao lugar onde meu antigo quarto ficava, ao lado do antigo quarto do Klaus. Abri a porta e fiquei chocada. Estava tudo exatamente do jeito que eu deixei. - eu sempre tive a esperança de que você voltasse um dia, então deixei tudo exatamente igual. Um dia um dos meus diurnos falou que você estava na cidade, e eu fiquei altamente feliz. Disseram que tinham lhe visto no cemitério e eu fui até lá, mas não lhe achei, lhe procurei pela cidade inteira e não lhe achei. Passei o dia sozinho, não queria ver ninguém. - ele se sentou na cama e abaixou a cabeça.

Elizabeth - Marcel - me sentei ao seu lado - você sem dúvida é uma das pessoas que eu mais amo no mundo, amo como se fosse meu filho. Amo tanto que eu voltei. - ele olhou pra mim surpreso - lhe procurei pela cidade inteira, Aí me falaram que não acharam seu corpo e eu senti esperança de que você pudesse estar vivo, mas que não tinham achado sobreviventes. Quando escutei isso achei que fosse morrer. Cada um de nós lidou com o luto de um jeito. Klaus nunca vai confessar mas ele toda noite chorava achando que você estivesse morto. Eu não comia mais, só ficava trancada no quarto o dia todo, não me alimentava... Klaus tentava se distrair cuidando de mim. Depois disso cada original seguiu sua vida. Nos juntavamos as vezes, mas quase sempre um estava em algum canto do mundo. Agora que eu voltei eu me enchi de expectativas, e me decepcionei, por isso eu tento ao máximo não ter esperança. Porque com ela vem as expectativas, e quando se espera demais de alguém, na maioria das vezes você se decepciona. - me levantei e fui até a porta - até mais tarde marcellus, e se não for lhe atrapalhar, queria que você guardasse uma dança pra mim - ele sorriu e eu saí da minha antiga casa.

[...]

Cheguei em casa e já escutei a confusão que vinha de uma das salas no andar de cima. Quando achei a sala vi hayley tentando escutar atrás da porta e quando me viu disfarçou. Fiz um sinal pra ela ficar quieta pra não perceberem que ela estava bisbilhotando e entrei na sala Klaus me surpreendeu com um abraço.

Sophie - você ficou maluca? Não dá

Rebekah - é muito simples - falava para Sophie que estava sentada em um sofá, o qual agora eu me encontrava em frente. - precisamos que faça um pequeno e Belo feitiço pra encontrar o nosso irmão.

Sophie - bruxas que praticam magia na cidade são pegas e depois mortas.

Klaus - é, sobre isso... parece que eu esqueci um detalhezinho crucial quando fizemos o acordo. - falou saindo de perto de mim e se sentou em uma poltrona que estava ao meu lado. - a arma secreta do Marcel, o jeito de saber quando alguém tá usando magia - me sentei em uma das poltronas que estavam ao lado do Klaus e Rebekah sentou comigo.

Rebekah - garota dessa altura - levantou o braço dando uma média da altura da menina - uma gracinha, meio brava...

Sophie - Davina? - havia espanto e medo nos olhos de Sophie, o que era interessante, sabíamos que ela conhecia a garota e isso despertou curiosidade em todos naquela sala. - onde a viram?

Rebekah - eu não sei. A pirralhinha apagou minha memória depois de me jogar pela janela só com o poder da mente.

Elizabeth - também posso fazer isso sem nem olhar pra você, quer ver? - ela arregalou os olhos pro meu lado e eu dei risada.

Rebekah - desde quando faz isso? - perguntou surpresa e o Klaus pareceu se interessar.

Elizabeth - com treze anos kol me viu pelada enquanto eu tomava banho, com o susto por ter achado que era outra pessoa eu o arremecei pra longe. E... alô, eu sou a bruxa mais poderosa do mundo. - ela fez uma cara engraçada dps que falei isso e então voltamos ao assunto anterior. - mas vamos direto ao ponto. Davina tá com o Elijah. E eu imagino que vocês bruxas queiram Davina longe do Marcel.

Klaus - nós não sabemos onde ela tá. Logo, usamos magia.

Sophie - Davina iria sentir. - derrepemte ela olhou pra mim.

Elizabeth - eu poderia fazer esses feitiços. Agora. Nem precisaria de nada de ninguém. - ela me olhou com esperança assim como Rebekah - mas não irei fazer. Como disse, Davina iria sentir e eu estou tentando me aproximar do Marcel.

Rebekah - a não ser que uma outra bruxa, sabe, uma traidora da causa, Katie, por exemplo, fizesse uma magia muito mais forte ao mesmo tempo. Isso poderia esconder o simples e pequeno feitiço de Davina. Dessa forma... Liza poderia fazer... Ela não pode morrer, então a pena sentenciada por Marcel seria...

Elizabeth - inútil. Irrelevante... escolha a melhor.

Sophie - Katie não merece a morte. - Klaus levantou e bateu na mesinha de centro que estava em nossa frente e se aproximou de Sophie.

Klaus - Sophie Deveraux... você não está em posição de decidir nada. Não se ganha uma guerra sem perdas estratégicas, não importa o quanto podem ser lamentáveis. Quantas vezes os vampiros estiveram um passo a frente, sabendo de alguma coisa secreta?

Elizabeth - a sua irmãzinha - minha vez de me levantar e me aproximar de Sophie - foi executada em local público por praticar magia. É claro que era seria pega, ela nem se quer tentou fugir.

Sophie - ela foi descoberta no porão de um cargueiro. Antes dele zarpar no Rio Mississipi.

Klaus - e quem no grupo mais próximo do Marcel, cuida dos negócios nas docas?

Sophie - o namorado da Katie, Thierry.

Elizabeth - que surpresa não?

[...]

Estava no rousseau's com a Rebekah e ela dizia conversar com Camille mas aquilo era um completo desabafo.

Rebekah - então voltei pra cá pra me aproximar de meus irmãos porque família é importante, né, Camille?

Camille - Cami. Tenho que mudar o crachá, os bêbados ficam me paquerando em francês - dei risada do que ela disse. - você nunca esteve aqui antes? Porque seu rosto é familiar - ela se virou para mim - o seu também.

Elizabeth - estive aqui outro dia.

Camille - verdade, você estava com o cara da nota de cem... E eu acho que já lhe vi em alguma revista, ou na internet.

Elizabeth - provavelmente sim. Elizabeth. - estendi a mão pra ela que logo a apertou.

Rebekah - deve ter me visto por aí. Liza é a irmã famosa da família, a independente e empoderada.

Elizabeth - ahh bekah, menos. Só porque eu ando em um mustang, tenho uma empresa multimilionária, sou modelo internacional, vivo viajando, uma coleção de joias que eu mesma consegui e não preciso de ninguém pra viver não quer dizer que eu seja empoderada. - todas nós demos risada.

Rebekah - quer dizer sim senhorita. E você tá de rolo com alguém, mas ficam enrolando - abri um risinho de canto e revirei os olhos. – E você Cami?

Elizabeth - está saindo com Marcel Gerard?

Rebekah - Liza. - me repreendeu por ter ido direto ao ponto. Apenas dei de ombros enquanto virava outro copo de Bourbon. - ele é meu amigo. Já foi. Soube que ele tem uma queda pela garçonete loira do bar.

Cami - eu não diria que eu tô "saindo" com ele. Ele tá me cortejando eu acho. Não sei.

Elizabeth - acho que não, se ele estivesse lhe cortejando ele só precisaria de 5 Minutos em uma sala de estar com você. - ela arregalou os olhos enquanto me observava encher o copo de novo - o que? É sério.

Rebekah - acho que você já tá bêbada.

Cami - ele é bem charmoso, mas acho que o hobbie dele é fugir.

Elizabeth - falando em charmoso, tenho que ligar pro Damon depois. - joguei uma nota de cem em cima do balcão - fica com tudo cami. Você é bem legal. - ela sorriu pra mim - bekah eu já vou indo, tenho que fazer o cabelo, as unhas, pegar o vestido... te vejo por aí Cami.

[...]

Cheguei em casa e o Klaus tava olhando umas coisas antigas em um dos escritórios.

Elizabeth - quando nossa vida louca vai ter um momento de paz?

Klaus - essa é uma pergunta que eu não posso responder. Vai a festa do Marcel?

Elizabeth - pior que sim, prometi a ele que eu ia.

Klaus - então eu vou ter uma acompanhante afinal. - ele me olhou sorrindo.

Elizabeth - sim, a Rebekah. - seu sorriso se desfez. - eu vou sozinha Klaus.

Klaus - podemos ir os três.

Elizabeth - esse mico eu não passo. Klaus tenho uma reputação a zelar, Rebekah precisa mais de um acompanhante que eu. Eu vou ficar ótima okay. Talvez eu nem fique lá, vá só pro Marcel ficar feliz. - ele se virou pra mim e pegou minha mão e deu um selar nas costas dela. - eu vou ficar bem é sério. Talvez, dependendo da hora que a gente voltar da festa de tempo de fazer alguma coisa.

Klaus - vai dar, lhe prometo. - ele olhou pro celular e a Rebekah tava ligando. Ele atendeu e me assistiu sair da sala.

Confesso que queria que ele fosse comigo, mas a Rebekah ia precisar mais.

[...]

Passei a tarde me arrumando, no final, eu estava incrível. Usava sandálias de salto agulha belíssimos, o vestido ombro, uma gargantilha de perolas com uma safira no meio que eu ganhei da lady di no meu aniversário a um tempo atrás e minha máscara nada discreta


Deixei meus longos cabelos agora ondulados soltos e me olhei uma última vez no espelho até que o Klaus passou pela porta. E ele travou.

Klaus - uau... - vi que ele me olhava boquiaberto pelo espelho, então me virei pra ele. - você está magnífica.

Elizabeth - obrigado, tava pensando se eu ia mesmo, mas acho melhor eu ir.

Klaus - quando freddie mercury fez killer queen pra você depois da noite em que se conheceram naquela festa chique, acho que ao invés de baronesa ele deveria ter colocado deusa - dei risada - é sério.

Elizabeth - isso era pra ser segredo.

Klaus - pena que eu sei das coisas, planejei umas coisinhas pra mais tarde, mas isso já é surpresa.

Elizabeth - okay senhor misterioso. A bekah tá pronta?

Klaus - sim, ela pediu pra eu vir até aqui lhe buscar. Me daria a honra de me acompanhar até o seu carro? - me estendeu o braço.

Elizabeth - com todo prazer. - entrelacei meu braço ao dele e descemos as escadas e bekah ficou de bica aberta. Klaus me levou até o meu carro e chegamos na festa.

Klaus e bekah entraram primeiro. Eu fui logo em seguida. Assim que atravessei a entrada, todos os olhares se voltavam para mim, mas eu estava impressionada com a festa. Estava tudo magnífico, quase perto do meu nível de festas que eu dava.

Parei ao lado do Klaus, que não conseguia tirar os olhos de mim, assim como Rebekah.

Rebekah - você definitivamente está perfeita. Tinha que ser minha irmã mesmo.

Klaus - irmã, ela é uma mikaelson, ela É perfeita. - sorri, já estava ficando envergonhada com o tanto de elogios que eu estava recebendo. - eu diria que é um cenário adequado pros eventos dessa noite. - derrepemte as atenções se voltaram para o anjo que adentrava o salão. - o que ela faz aqui?

Rebekah - tem jeito melhor de distrair o Marcel, do que colocar o seu amor humano numa sala cheia de cheia de vampiros? - depois disso ela saiu em direção a Cami e eu olhei pro Klaus e também fui até elas.

Elizabeth - Cami, que bom que veio, você está linda.

Cami - tô me sentindo meio ridícula, mas acho que dá pra me divertir, vocês estão divinas.

Rebekah - muito obrigado. - derrepemte ela olhou pra trás de mim e viu o Klaus se aproximar.

Cami - Rebekah esse... É o cara de quem você me falou?

Klaus - na verdade, ele é o irmão.

Rebekah - e o cara da Liza - eu revirei os olhos e depois dei risada - depois eu lhe explico tudo.

Klaus - minha irmã tem razão. Você está linda.

Cami - você também tá muito bonito - eu senti que aquilo saiu como se eles meio que estivessem flertando, e o clima ficou um pouco tenso, mas o Klaus tentou quebrar.

Klaus - não se engane linda, eu sou o diabo disfarçado - todos deram risada, eu soltei só um leve risinho sem humor e a Rebekah percebeu.

Rebekah - pena que a Liza seja o anjo na vida desse diabo, embora eu duvide disso as vezes. - dei uma risada sem graça.

Elizabeth - bekah, por favor, se comporta, eu vou beber, vejo vocês depois - sai de perto deles e fui em direção ao bar e a Rebekah veio atrás.

Peguei um champanhe e só beberiquei um pouco.

Rebekah - vi que se incomodou, desculpa Liza, eu tava tentando ajudar.

Elizabeth - tá tudo bem bekah - olhei pra trás e vi que o Klaus tinha tirado a Cami pra dançar. Abaixei a cabeça e respirei fundo, quando levantei ela de novo vi o Marcel se aproximando. - Marcel.

Marcel - Liza, que bom que veio - veio até mim e me abraçou - o que achou?

Elizabeth - tá incrível, estou orgulhosa. - ele sorriu e o meu fraquejou e ele percebeu - Marcel, o meu quarto... tá aberto?

Marcel - eu tô com a chave dele aqui, por que? - eu olhei de novo pro Klaus dançando com a Cami.

Rebekah - vai lá Liza eu vou ficar bem, sério. Qualquer coisa me liga okay. - apenas sorri pra ela e Marcel me deu a chave dele e eu subi pro andar de cima assim entrando no meu quarto antigo rápido e fechando a porta atrás de mim.

Então o meu celular começou a tocar e vi o nome do Damon no visor do aparelho.

Ligação on●

Elizabeth - oi querido. - minha voz deu uma fraquejada.

Damon - Liza tá tudo bem?

Elizabeth - sim, como tá as coisas aí ein?

Damon - o de sempre, me fala você, como estão as coisas aí?

Elizabeth - complicadas...

Damon - o híbrido malvado fez alguma coisa?

Elizabeth - tá iniciando uma guerra. Muita coisa aconteceu. Mas eu vou dar um jeito de ir aí, assim eu lhe conto.

Damon - okay, sabe que qualquer coisa é só me ligar né?

Elizabeth - sei sim, se cuida okay, e vê se não faz merda.

Damon - não prometo nada, se cuida também... te amo Sunshine.

Elizabeth - também te amo.

Ligação off●

Depois que desliguei a ligação, Klaus bateu na porta e depois entrou.

Klaus - você tá bem?

Elizabeth - sim, foi... Só um mal estar... acho que eu já vou indo pra casa. - levantei da cama e peguei minha máscara e passei pela porta porém o Klaus me parou no corredor.

Klaus - Liza... - me virei pra ele.

Elizabeth - eu tô bem Klaus, é sério. - sai andando sem mais nem menos, fui direto pra casa.

[...]

Já tinha me desmontado, estava só uma camisa que era do Damon, sentada na beira da piscina, não vou mentir eu sentia falta dele, muita. Começou a ventar e eu fiquei com frio então me encolhi. Até que fui surpreendida com uma jaqueta ao meu redor e o Klaus sentando do meu lado.

Klaus - sei que a festa não foi como você achou que seria mas...

Elizabeth - tá tudo bem Klaus, é sério esquece isso. - olhei pra baixo - então... o que achou da cami?

Klaus - então é isso? - ele olhou pra mim

Elizabeth - o que? - olhei pra ele meio assustada e confusa.

Klaus - você tá com ciúmes da Cami

Elizabeth - o que?! Klaus, pelo amor de deus... - abaixei a cabeça envergonhada, porque de certa forma era verdade. E ele me olhando daquele jeito me fez confessar. - okay... Eu fiquei com ciúmes da Cami, mas... o jeito que vocês se olharam, vocês praticamente flertaram na minha frente e você até chamou ela pra dançar... É claro que eu fiquei com ciúmes. Klaus eu já lhe perdi pra várias garotas e eu tentei lutar até o final, eu já lhe disse, eu não tenho mais forças pra lutar de novo, eu sei que você me disse que iria lutar por mim agora, mas acho que eu senti que tinha chance de lhe perder de novo quando eu vi vocês dançando. Então eu saí de cena. - uma lágrima desceu, então abaixei a cabeça.

Klaus - Ahh Rose... - segurou em meu queixo me fazendo olhar pra ele – Quantas vezes eu vou ter que lhe falar, você é a mulher que eu amo, você é incrível e eu sei que sabe disso, você é Elizabeth mikaelson, e eu amo você, e eu irei lutar por você até o fim. - ele me deu um selinho demorado - vem, preparei a surpresa já. - ele me ajudou a levantar.

Fomos até o seu quarto e quando abri a porta, haviam velas e pétalas de rosas espalhadas no quarto, música tocando... morangos com chocolate, um buquê de rosas só pra mim, pizza... tava tudo incrível.

[...]

Klaus - e agora, pra encerar, uma última dança. - me estendeu a mão, que eu peguei levantando da cama, ele agarrou minha cintura e colou nossos corpos, passei meus braços pelo seu pescoço, e começou a tocar I want to know what Love is. Depois que a música acabou, fomos escovar os dentes e depois fomos deitar. Deitei em seu peito e ele me abraçou.

Elizabeth - não queria que essa noite acabasse.

Klaus - nem eu... hayley me disse que acha que o bebê é uma menina.

Elizabeth - tenho certeza que ela vai ser linda. - bocejei.

Klaus - eu queria que ela fosse nossa filha Liza... - depois disso eu não ouvi mais nada, cai no sono, mas fui dormir feliz.

€€€

(...)

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