[007] "...é bom lhe rever novamente"

Elizabeth

Já ouviram aquele ditado que diz, "felicidade de pobre dura pouco"? Pois é, pobre não sou a alguns séculos, mas minha alegria durou bem pouquinho. Seguimos viagem e os últimos dias estavam sendo até que melhorzinhos e mais confortáveis, bom, pelo menos para mim. Estávamos novamente no carro, eu estava tirando um soninho maravilhoso, até que acordei, na verdade fui acordada por um Klaus falando e se mexendo mais do que criança com formiga na bunda.

Klaus - ...bem vindo de volta a Chicago Stefan. - resmunguei, não se pode mais nem dormir em paz, bem que me falaram que a única utilidade de homem é tirar a paz da mulher - bom dia raio de sol - falou alisando meu rosto, então dei um tapa em sua mão, ninguém, mandou me acordar - vamos Rose, chegamos - enruguei a testa, chegamos onde? Ein? Esse abençoado não sabe que demoro a raciocinar quando acordo, e principalmente quando me acordam?! Sem muita escolha, levantei e desci do carro com eles, e então me toquei que estávamos em Chicago. Já até imagino o que estamos fazendo aqui.

Stefan - o que estamos fazendo aqui? - que bom, não sou a única lerda.

Klaus - eu sei como você gostava daqui - dei uma arrumada no cabelo e coloquei minha jaqueta de couro, já que ainda estava com a cara meio amassada, resolvi me dar um pouco de dignidade, depois disso, me coloquei ao lado do Klaus - tá relembrando os dias de ouro do estripador?

Stefan - bloqueei a maior parte, muito sangue, muita festa, não lembro dos detalhes - pena por ele, eram tempos muito bons, até me lembram a música que Michael fez, espero que eu não tenha falado demais enquanto bebia em um de nossos encontros e ele tenha escrito a música encima disso

Klaus - eu acho isso lamentável, o detalhe é o que faz a lenda.

flashback on

Chicago - 1920

Dizem que o estripador de Monte Rei ficou solitário, então veio para cidade em busca de conforto. Era a lei seca, tudo era fora da lei, o que tornava bem mais divertido. Nesse dia, Klaus, Rebekah e eu, decidimos nos divertir um pouco em um loud secreto, onde só quem era convidado podia entrar, e nós obviamente éramos mais que bem vindos. Estava sentada junto do Klaus em uma mesa um pouco mais privada.

Glória - olha só o que os olhos vem moças, veio atrás de diversão senhor Salvatore?

Salvatore - guarda uma dança pra mim - o observei ao longe, e não é nenhuma novidade que Rebekah se interessou rapidamente.

[...]

flashback off

Elizabeth - Chicago era mágica. - fiquei nostálgica

Stefan - é, vou acreditar nas palavras de vocês, como eu disse, não me lembro de quase nada.

Klaus - então vamos aos negócios

Stefan - por que eu ainda estou com você? Nos divertimos, seus híbridos falharam, ainda quer seguir adiante?! - vixx, ele não sabe que o Klaus é brasileiro? Não desiste nunca

Klaus - vamos ver a minha bruxa preferida. - Oi?! Empaquei com essa confissão - Se alguém pode ajudar no problema dos híbridos, é ela.

Elizabeth - é nessas horas que me pergunto, por que não aceitei me casar com o Johnny Depp quando ele pediu - Stefan olhou pra mim e Klaus seguiu em frente - muito obrigado pela parte que me toca, estrupício - resmunguei baixo, e quando percebi, Stefan se juntou ao meu lado

Stefan - por que ainda não largou essa loucura e voltou para sua vida em Nova York? Sei que é bem famosa e vive muito bem por lá

Elizabeth - porque infelizmente Stefan, existem coisas que só fazemos por amor - soltei um suspiro e olhei para o mesmo - fora o fato de que ele é o único resquício de "família" que me sobrou. Por muito tempo eu quis ficar sozinha, achava que não precisva dos meus irmãos ou do Klaus, mas ninguém consegue ou pode ficar sozinho pra sempre. Pessoas vem e vão Stefan, mas família fica, não importa o quão desestruturada seja. E mesmo eu não querendo aceitar, é a única que tenho.

Stefan - sinto muito Liza

Elizabeth - não sinta, uma hora fica melhor - juntei nossos braços - vamos, antes que ele resolva vir atrás da gente.

Entramos novamente no carro, o que me encheu de ódio já que eu poderia ter ficado dormindo, e fomos em direção a um lugar que eu não ia a um bom tempo, na verdade, sendo franca, eu evitava ir. Chegamos no lugar, e sem dúvida não mudou nada, a sensação é de que parou no tempo.

Klaus - parece familiar? - perguntou a Stefan adentrando o local enquanto eu vinha atrás junto ao Stefan, jogando minha bolsa em uma mesa próxima.

Stefan - não acredito que esse lugar ainda existe. - a memória dele tá voltando?! É isso mesmo produção?!

Glória - eu não acredito. - a dona do lugar e "bruxa favorita" do Klaus apareceu

Elizabeth - Glória!! - fui até ela e lhe dei um abraço, gosto muito dela, mesmo tendo essas visões ridículas e doidas.

Klaus - então um híbrido entra num bar e diz... - glória o cortou na hora

Glória - para, você pode ser incrível mas não tem nada de engraçado - ela se voltou para mim - como você consegue ein?

Elizabeth - anos e anos Glória, anos e anos - demos risada juntas, tinham coisas que eu sabia que só ela poderia entender. Depois Glória olhou para o Stefan.

Glória - eu me lembro de você. - claro que lembra, Glória se lembra até dos cachorros que dormiam na porta desses loud

Stefan - você é a Glória.

Elizabeth - não ela é a Oprah. - desculpa, as vezes é mais forte que eu 

Glória - pode se passar o tempo que for, seu sarcasmo contínua o mesmo, não é? - lhe lancei um sorriso ladinho.

Stefan - não deveria estar... - Glória não o deixou terminar

Glória - velha e morta? Mas se eu morrer, quem vai tomar conta daqui an?

Klaus - Glória é uma bruxa muito poderosa. - falou sentado em uma mesa um pouco distante a nós

Glória - consigo retardar o envelhecimento, ervas e feitiços, mas pode deixar, vai me pegar algum dia, muito obrigado pela dica Liza - ela olhou pra mim e me mandou uma mensagem por meio de um feitiço antigo que a gente usava pra conversar - "ele continua lhe jogando pra escanteio?! Se sim, responda de nada"

Elizabeth - de nada Glória - ela me deu um abraço. Éramos bem amigas naquela época, até hoje, mas as coisas mudaram junto com os tempos.

Klaus - Stefan, por que você não prepara um drink pra gente com alguma coisa do bar? - folgado o príncipe né

Stefan - tá, claro - ele saiu e eu estava indo atrás dele, até que Glória pegou no meu braço, provavelmente queria que eu ficasse com ela e o Klaus na mesa, porém, fui mesmo assim ao encontro do Stefan, mas óbvio que eu ia ficar ouvindo a conversa dos dois - o que vai querer madame? - comecei a rir

Elizabeth - eu gostaria de uma margarita bem forte por favor, senhor Salvatore. - pisquei meus maravilhosos olhos castanhos pro mesmo, que me retribuiu com um sorriso.

Stefan - tudo que a mulher mais bonita nesse bar desejar - me sentei no balcão e prestei atenção ao que Klaus falava com Glória, enquanto observava Stefan "trabalhar"

Klaus - você está maravilhosa - canalha, filho da puta, sem escrúpulos, galinha... posso falar o dia inteiro

Glória - Nem comece, não tem vergonha na cara Niklaus?! Mesmo depois de todos esses anos?! Você continua sendo um babaca com a Liza e a deixando de lado sempre que enfia uma obsessão nova na cabeça - Klaus abaixou o olhar - pelo visto só vai aprender quando ela lhe largar de vez mesmo - ela se sentou com ele - eu sei por que veio aqui. Um híbrido tentando fazer outros híbridos, as notícias voam

Klaus - o que eu tô fazendo de errado?! Quebrei a maldição.

Glória - claro que fez alguma coisa errada. Cada feitiço tem uma brecha, mas para uma maldição tão antiga, a gente teria que contatar a bruxa que a criou. - aí merda, nessa mesma hora Stefan colocou o drink na minha frente, e dei um golão já fazendo um sinal pra ele fazer outro drink.

Klaus - bom, seria a bruxa original. Mas, ela tá muito morta e eu não vou usar Rose para isso - olha só, ele tem juízo

Glória - eu sei, mas pra falar com ela preciso de ajuda - eu sabia que Stefan também estava escutando tudo, pois ele estava tão quieto quanto eu. Até que ele do nada pegou uma foto e eu franzi o cenho - me traz a Rebekah - quase me cuspi o líquido em minha boca ao ouvir aquilo

Klaus - Rebekah, Rebekah... - se fez do sonso - tá um pouco preocupada.

Glória - eu preciso dela, traga ela até mim.

Stefan - o que é isso?! - ele segurava a tal foto na mão.

Elizabeth - eu te disse Stefan... Chicago é um lugar mágico. - falei meio sem ânimo, já que ele acabou de morrer. Terminei meu drink e já puxei o outro.

Stefan - sou eu na foto, com vocês. - Glória me puxou para perto dela e ligou uma torneira. Enquanto os dois saíram conversando na frente.

Glória - por que está aguentando isso?! Sabe perfeitamente que não precisa. - ela estava irada com essa situação

Elizabeth - ele é tudo que me sobrou de família Glória. Eu não quero mais ficar sozinha, cansei disso, Kol não está aqui comigo e eu amo o Klaus, sempre amei e você sabe perfeitamente as loucuras que estamos dispostos a fazer por amor - ela fraquejou o olhar - Eu não tenho mais pra onde correr, e sendo sincera, eu não aguento mais correr para lugar nenhum.

Glória - me desculpe - ela me deu um abraço

Elizabeth - tá tudo bem. - me separei do abraço - eu já faço isso a muito tempo Glória. Mesmo que não devesse, eu me acostumei.

Glória - ainda acho que não era pra ter dispensado o Johnny Depp - ri alto com o comentário da mesma - ainda me lembro da última vez que veio aqui...

flashback on

Naquele dia eu tinha brigado feio com o Klaus e tinha ido ao Glória's espairecer mesmo sem ele saber. Coloquei meu vestido mais brilhante e curto, minhas melhores joias e o batom mais vermelho que sangue fresco, eu estava simplesmente magnífica. E pra melhorar, cheguei bem na hora.

Klaus - ...tá um tédio. Quero ir embora.

Rebekah - então vai sem mim, eu não sua namorada...

Glória - quem é vivo sempre aparece não é mesmo?! Vejam só... senhorita Mikaelson está deslumbrante - me anunciou de cima do palco

Elizabeth - São seus olhos Glória - sorri para a mesma, enquanto deixava meu sobretudo peludo com o recepcionista

Rebekah - eu não sou sua namorada, mas ela acabou de chegar. - Rebekah o provocou

Klaus - ela não é minha namorada - ele estava com a cara amarrada, chegava a ser adorável

Rebekah - então diga isso a sí mesmo, e a ela. - disse assim que me viu chegar por trás dele

Elizabeth - bom, já que não sou sua namorada, não vai se importar se eu dançar e beijar vários outros rapazes e se me der vontade, provavelmente ir a casa deles, certo Niklaus? - assim que o mesmo se virou para trás, seu rosto ficou pálido enquanto me analisava, naquela noite eu trajava um belo vestido preto todo trabalhado em pedrarias, nada discreto e combinava com meus cabelos escuros.

Rebekah - Liza!! - me abraçou entusiasmada - está deslumbrante!! Stefan, essa é Elizabeth, minha irmã. - me apresentou seu acompanhante

Elizabeth - é um prazer conhecer o tão famoso senhor Salvatore. - estendi minha mão para o mesmo que prontamente a beijou

Stefan - o prazer é todo meu - acho que dessa vez Rebekah acertou

Elizabeth - já estavam indo embora?! A festa só está começando. - peguei o whisky de Klaus e dei o um gole no mesmo, tirando o original do tranze, já que até então, o mesmo só me olhava como se eu fosse uma divindade - Vamos Rebekah, chame o Stefan para dançar, eu vou beber um pouco e daqui a pouco arranjo alguém para me juntar a vocês - me virei e fui até o bar e pedindo uma margarita, a bebendo bem rápido em seguida - Glória meu amor, a mais animada, que hoje eu vou me divertir.

Glória - pode deixar, ma belle - Glória começou a cantar em quanto eu dançava passando pelas pessoas no salão até ser puxada para o lado, e eu sabia perfeitamente quem era.

Klaus - o que pensa que está fazendo?!

Elizabeth - o mesmo que você eu presumo, vim aqui para espairecer e me divertir. E até onde ouvi, você mesmo disse que não era meu namorado, então faça-me o favor de sair do meu caminho Niklaus, porquê hoje eu vou dançar e aproveitar. - acabei com ele, ponto pra mim

Klaus - gostaria de ser minha acompanhante? E se divertir comigo? - inacreditável viu

Elizabeth - eu não sou sua namorada, então arranje outra pessoa, porque até o lugar mais animado começou a perder a graça - passei pelo mesmo e fui curtir, dancei o resto da música e bebi mais uma margarita, até minha consciência começar a falar que fui muito dura com o Klaus, e como a boba apaixonada que era, fui atrás dele em nossa mesa, de onde ele já me olhava com o semblante abatido.

Klaus - mudou de ideia? - pude ver a esperança brilhar em seus olhos

Elizabeth - coisas que só o amor é capaz de fazer - depois disso o vi abrir um dos sorrisos mais lindos dele e gritar da mesma pedindo a música mais romântica possível a Glória, e logo depois, ele me arrastou para o meio do salão, onde começamos a dançar e rir.  Depois disso, nos sentamos junto de Rebekah e Stefan. Klaus colocou o braço ao redor do meu pescoço me trazendo mais para perto de si, enquanto eu estava sentada ao lado de Rebekah, que pela ordem, estava ao lado de Stefan.

Klaus - me ilumine, o que lhe torna merecedor de uma original como a minha irmã Stefan? É uma vampira pura e você vem de uma linhagem muito diluída. - não pude não rir disso

Rebekah - não o dê ouvidos Stefan, Nik é um elitista. - ela não mentiu

Stefan - e o resto da sua família? - tópico sensível...

Klaus - deixa-me ver... eu matei quase todos.

Elizabeth - mas não todos. - Rebekah e eu olhamos para o mesmo

Stefan - e vocês concordam com isso? - sensato, gostei

Rebekah - Liza não é bem da família e não pode ser morta, e o Nik a ama embora não admita, jamais triscaria um dedo nela - revirei os olhos e abaixei a cabeça corada, aaté que fui surpreendida por Klaus levantando meu rosto e me dando um selinho - e, todos tivemos a chance de escolher um lado, eu escolhi o certo - ela pegou na mão do Klaus - por fim.

?? - onde está a minha esposa?! - um homem exasperado apareceu aleatoriamente se dirigindo a Stefan. Niklaus e eu olhamos para o Stefan.

Stefan - não sei. Desisto - ele bancou o cínico.

?? - você se acha durão, escondido no bar, bebendo. Um telefonema para a Polícia de Chicago pode colocar você na linha. - Klaus e eu demos risada. Aquilo estava ficando interessante.

Stefan - Laila, Laila por favor venha aqui um minuto - ele chamou uma mulher que eu julgo ser a mulher desse sujeito.

?? - ah graças a deus! venha, vamos embora. - ele tentou ir embora com ela.

Stefan - não, não, não, não, não. Você vai se sentar - ele o compeliu, espertinho. E assim ele fez. Até que Stefan tirou um canivete do bolso.

Rebekah - Stefan, não seja mal - o homem olhava tudo amedrontado, enquanto Klaus e eu admiravamos tal cena.

?? - o que está fazendo?! - falou assustado, Stefan estava cortando o pulso da tal Laila.

Stefan - obrigado Laila. Por que não vai fazer um curativo? - Laila saiu da mesa, realmente, aquilo foi impressionante. - gostaria que se juntasse a mim para um drink. - ele deslizou o copo cheio de sangue até o homem, enquanto Klaus e eu continuávamos a observar tudo atentamente.

?? - que tipo de malucos são vocês?! - opa, calma querido, maluca não 

Stefan - eu mandei beber. - o homem bebeu um gole do sangue que foi despejado no copo - não guardei o seu nome...

?? - vai pro inferno - Klaus e eu demos risada, aquilo tudo estava hilário

Stefan - quer outro gole?

?? - Liam, Liam Grant

Stefan - Liam Grant. Toma mais um gole - Klaus brindou com o tal Liam enquanto dava risada daquilo tudo - vai, bebe tudo. - e assim o tal Liam fez. Então todos demos risada daquilo.

[...]

flashback off

Elizabeth - bons tempos esses que não voltam mais. - virei o resto do que eu acho que seja minha nona margarita. Estava tão entretida lembrando do meu passado com Glória, que nem prestei atenção no passar do tempo. Klaus e Stefan tinham dado uma saída a algum tempo e eu resolvi ficar no bar conversando com a Glória.

Glória - você era a alegria das minhas festas. - ela se virou para trás para deixar o que seria a décima margarita do dia, tenho que parar, cachaça não é água e engorda, de repente ela fez uma expressão de surpresa ao olhar para algo atrás de mim - olha o que o vento trouxe pra mim, você odiava isso aqui. - me virei e não acreditei no que vi, lá estava o Salvatore mal tentando bancar o salvador vindo atrás do irmãozinho.

Damon - Glória. caramba, se eu soubesse que ia envelhecer assim, tinha ficado por perto - sorrio para a mesma e então olhou pra mim - Liz, o que tá fazendo aqui?

Elizabeth - primeiro, não banque o sonso comigo, não combina com você, sei perfeitamente que sabe o que estou fazendo aqui, se não você não estaria aqui. Segundo, acho que todo mundo tem que tirar um dia pra beber em paz e fofocar com a amiga, e terceiro, por que não aproveita que está aqui, e me faz companhia?

Damon - já que insiste - voltei a atenção a minha bebida enquanto ele se escorava ao meu lado

Glória - sabia que eu sempre gostei mais de você do que seu irmão? - olhamos pra ela, ok, por essa eu não esperava - me refiro a ele Liza, mas também prefiro você aos seus - lhe mandei um beijo e voltei a beber - mas já vi que seu irmão ainda está andando com a turma errada

Elizabeth - opa, não entendi, fã ou hater? - olhei pra ela que olhou de volta.

Glória - relaxa Liza, já disse, você era a melhor entre eles - ela me deu um copo de água com limão e lhe lancei um sorriso. Eu adoro a Glória.

Damon - viu o Stefan? - justo nessa hora, o piriri bateu, merda

Elizabeth - se me dão licença, eu vou me retirar - levantei - mesmo com mil anos nas costas, minha bexiga não é de aço, vou ao banheiro, já volto. - saltei do banquinho - A gente se vê por aí Salvatore - lhe dei um beijo no canto da boca

Damon - até logo Liz - fui até o banheiro me arrumar um pouco, eu tava acabada, mas no caminho não pude deixar de ouvir Glória falar com Damon

Glória - Ok, isso é o que eu chamo de química absurda. - ouvi os risos dos dois - penso como seria ela hoje se tivesse lhe conhecido antes do Klaus...

[...]

Depois de um bom tempo, de idas e voltas no carro, uma troca de roupa descente, e mais duas horas pra ficar esplêndida, voltei ao bar e aqueles dois já tinham voltado.

Elizabeth - olha só quem resolveu parar de bater perna por aí - os dois olharam pra mim e me sentei do lado do Stefan, claro que Klaus me olhou feio, mas é aquilo que dizem, cara feia pra mim é fome.

Klaus - que quê deu em você?! Eu pensei que Chicago era o seu parquinho.

Stefan - por isso que queria que eu fosse seu parceiro?! Porque gostava de como eu torturava gente inocente?!

Elizabeth - isso é o de menos, é só a metade - me levantei e me sentei em cima do balcão, ficando no meio dos dois para evitar uma possível confusão futura

Stefan - e qual é a outra metade?

Klaus - a outra metade Stefan, era que você queria ser o meu parceiro.

Naquela mesma noite em que se conheceram, os dois encheram a cara enquanto eu e Rebekah dançavamos e bebiamos. Eles puxavam o saco um do outro, e falavam besteira.

Elizabeth - a amizade - levantei o drink que nem sei de onde eu tirei e brindamos.

[...]

Eles tinham enchido a cara naquela época, mas hoje, quem passou da conta fui eu. Minha vontade era de vomitar, por tudo pra fora mesmo sabendo que essa sensação só duraria por no máximo mais uma hora. Agora eu estava aqui, com as pernas estiradas no colo do Klaus bebendo uma águinha gelada, morta de cansada, então nem raciocinando direito estou, mas por alguma razão estou.

Stefan - se éramos tão amigos, por quê eu só me lembro de você como o idiota híbrido, que sacrificou minha namorada em um altar de fogo? - direto ele

Klaus - quer responder essa Rose?

Elizabeth - shhhh - me endireitei - olha só, eu estou com uma dor de cabeça do caralho, porque, eu passei o dia bebendo, eu to cansada e no momento eu sonho com a minha cama King que está lá em Nova York, porque até agora, eu só dormir em um carro muito desconfortável, então me faz o favor de ficar mudo - terminei de virar o resto da minha água e me endireitei no banco tirando minhas pernas das suas, o que não agradou o querido, já que ao fazer isso, o Stefan me abraçou de lado.

Klaus - todas as coisas boas chegam ao fim. - falou com a cara de poucos amigos.

flashback on

Naquela mesma noite, enquanto todos no bar estavam dançando. Niklaus e eu estávamos em paz, sentados abraçados e ouvindo a música. Até que de repente, Klaus fechou a cara e começou a prestar atenção ao redor, e por reflexo, eu fiz o mesmo.

A Polícia veio fazer uma visita, um tiroteio foi iniciado, todos corriam assustados ou tentavam se esconder. Klaus e eu nos olhamos e saímos da mesa que estávamos, indo atrás de Rebekah que estava escondida atrás do balcão.

Klaus - REBEKAH, A GENTE TEM QUE IR QUERIDA! - ela foi ao nosso encontro, e eu fui saindo com ela do bar, enquanto Klaus iria fazer alguma coisa.

flashback off

Stefan - você me fez esquecer tudo. - para minha surpresa, ele não estava tão bravo quanto pensei

Klaus - era a hora de Elizabeth, Rebekah e eu seguirmos a diante. O melhor era apagar tudo.

Stefan - mas por que?! Não precisaria apagar o seu rastro, a não ser que estivesse fugindo de alguém. - de repente, ele virou mestre em ligar os pontos.

Elizabeth - já deu Stefan, acabou a hora da história. - dei dois tapinhas em seu braço.

Stefan - preciso de outro drink, dessa vez um de verdade. - ele me soltou e saiu do bar. O observei sair e em seguida me voltei para o Klaus.

Elizabeth - passa essa garrafa pra cá - peguei a garrafa que ele estava bebendo - eu posso não estar na minha melhor performance, mas por enquanto, minha realidade é essa. Beber, rodar o país naquele carrinho com Stefan e você. - ele olhou pra mim - eu passei a tarde falando com a Glória, eu não tenho mais o Kol, eu cansei de ficar sozinha e não posso fazer isso pra sempre, e você é o que me resta. - o olhei e ele olhou de volta, então ele me abraçou. - mas não pense que vou aceitar ser escanteada, ou me valoriza ou eu vou embora. - ele se afastou de mim para me olhar, com aquele olhar apreensivo - vou ver se eu acho o Stefan, já volto. - saí de seu abraço e do bar em seguida, e desisti assim que parei na porta. Minha cabeça tava girando, então voltei para dentro do bar e encontrei um Damon no chão, sabia que não poderia fazer muito por ele.

Paguei o que eu devia a Glória, e Klaus me chamou pra ir com ele ver a Rebekah, que tentou dar um susto no Klaus, mas como sempre, eu cortei a sua festa.

Rebekah - vão pro inferno - agarrei o pescoço dela e comecei a recitar um feitiço que fez ela ficar parada.

Elizabeth - garanto que você vai primeiro irmã.

Klaus reverteu o seu compelimento de muitas décadas, porém eu estava tonta demais pra prestar atenção em qualquer palavra que saiu da boca deles.

(...)
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(CAPÍTULO REVISADO)


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